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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Dissociação da mente



Dissociação (psicologia)


Dissociação é um estado agudo de descompensação mental, no qual certos pensamentos, emoções, sensações e/ou memórias são ocultados, por serem muito chocantes para a mente consciente integrar.

História


O psiquiatra francês Pierre Janet (1859-1947) definiu o fenômeno da dissociação no seu livro L'Automatisme psychologique. Segundo ele, o papel deste mecanismo é defensivo, surgindo em resposta a um trauma psicológico. Apesar de considerar a dissociação como um mecanismo de defesa inicialmente efetivo, protegendo o indivíduo psicologicamente do impacto de eventos traumáticos, uma tendência habitual de dissociação pode ser um indício de uma psicopatologia mais profunda.
Nos últimos anos vem crescendo a atenção à dissociação como uma característica clínica, como auxiliar no diagnóstico de Desordem de Estresse Pós-traumático, e para pesquisa com Mapeamento Neural. A dissociação normalmente aparece na mídia em notícias relatando estresse pós-traumático de soldados que vão para guerra, vítimas de estupro que apresentam amnésia a detalhes, e em alguns julgamentos, onde se questiona até que ponto pode uma pessoa que tem Transtorno Dissociativo de Identidade ser responsável pelos seus atos.
Talvez a mais conhecida forma de desordem dissociativa seja o Transtorno Dissociativo de Identidade, conhecido antigamente como Transtorno de múltiplas personalidades. Apesar desta ser a forma mais severa das desordens dissociativas, ela não é aceita por todos os profissionais de saúde mental como genuína.

Diagnóstico


O DSM-IV, da Associação Americana de Psiquiatria, considera alguns sintomas como despersonalização, desrealização e amnésia psicogênica sinais de desordens dissociativas. No entanto, observa-se na população em geral uma alta prevalência de experiências dissociativas, em que aproximadamente 60% a 65% dos pesquisados tiveram algum tipo de experiência dissociativa pelo menos uma vez.


Dissociação psicoativa


Substâncias psicoativas podem, de vez em quando, induzir a um estado de dissociação temporária. Entre as substâncias que tem propriedades dissociativas estão a ketamina, óxido nitroso, tiletamina, DXM, PCP, Salvinorina-A [carece de fontes].

Fonte: Wikipedia

References


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Como controlar o gene com a mente



Uma equipe de cientistas suíços desenvolveu um método que permite controlar os genes com a mente no intuito de produzir proteínas.
Segundo o jornal " The Independent ", pesquisadores da Universidade de Basel, ou Basilea em espanhol, na Suíça , conseguiu pela primeira vez  transmitir ondas  cerebrais para uma rede de genes e controlá-los com um interruptor especial em função do tipo de pensamento. 

"Controlar a expressão do gene através do pensamento é um sonho que procurávamos desenvolver há mais de uma década", diz o pesquisador-chefe, Martin Fussenegger. 

Segundo os cientistas, inicialmente, o 'switch' (interruptor) foi experimentado em células humanas cultivadas em camundongos cuja corrente sanguínea segregava uma proteína humana, fosfatase alcalina 

SEAP). 

Os pesquisadores explicam que o princípio de funcionamento do dispositivo combina dois  métodos  científicos: de vanguarda:  um fone de ouvido que pode diferenciar atividades das ondas cerebrais como a concentração e relaxamento, e um implante que prepara os genes da engenharia  genética  para reagir  a luz. 

"Nós o projetamos para que ele possa ser aplicado em pessoas paralisadas que admitiram que não podem se comunicar com o mundo exterior se não através de atividade cerebral, ou seja, ondas mentais. Isso soa como ficção científica, mas é apenas uma interface entre diferentes tecnologias" diz Fussenegger. 

No entanto, os cientistas admitem que o experimento está apenas em testes iniciais, mas algum dia poderia proporcionar um mecanismo para o tratamento de pacientes com dor crônica ou epilepsia.

Fonte: RT-TV

O computador biológico

Exoesqueleto - Super-herói real

Nanotecnologia - o limite humano

Obscuro universo do átomo

Dez formas de manipular o cérebro


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Australiano desperta falando apenas em mandarin





Ben McMahon, australiano de 22 anos de idade, havia passado uma semana em coma depois de um grave acidente no trânsito. Depois de despertar, só conseguia falar mandarin com fluência, informou o jornal "Mirror". Além disso, McMahon demorou vários dias para lembrar sua própria língua, o inglês.

"Não me dava conta de que falava mandarim, parecia muito natural para mim" - afirmou o jovem. McMahon recebeu aulas de mandarin na escola, mas nunca falou fluentemente. Posteriormente, o jovem decidiu por em uso seu conhecimento, mudando-se para Shanghai para estudar em uma universidade.

Comentário: Apesar de ser raro, não é incomum um distúrbio cerebral que bloqueie parcialmente o cérebro, levando a pessoa a pensar, lembrar e raciocinar parcialmente. Há muitas razões para que isso possa acontecer mas, nesse caso, em minha modesta opinião, poderia ser pelo fato de o jovem achar que ainda estava na China, forçando sua recuperação nessa língua, bloqueando ainda mais o seu já debilitado e frágil cérebro.

Caso curioso, realmente, digno de ser estudado.
 
Fonte: RT-TV

Palinopsia tansforma o sérebro em Matrix

Cérebro que mente

Dispositivo cria objetos com o pensamento

Pessoas que saem do próprio corpo

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Dispositivo cria objetos com o pensamento



O dispositivo parte de um  "banco de DNA" que "vai desenvolvendo", na medida em que o usuário indica com sua mente, as partes que vão ser usadas, graças a minúsculos impulsos elétricos, detectados no cérebro, e dirigidos para uma impressora em 3D.

"Podemos determinar as características do chamado 'banco de DNA' que evocam respostas, e utilizam um processo em que a seleção natural  refina a próxima geração de objetos. Assim, num curto período de tempo, o utilizador cria um modelo usando a sua mente", explica Bryan Salt, fundador do "Dispositivo Pensador".

A ideia objetivada pelo sistema é que as crianças imaginem monstros que logo podem imprimir como brinquedos. "Agora, em vez de ler sobre tecnologia desenvolvida em outras partes do mundo, essas crianças estão diretamente envolvidas em um projeto avançado, aqui, em sua própria cidade", disse Salt.

O primeiro objeto criado através do pensamento foi imaginado por George Lakowsky, o executivo da empresa, e embora fosse muito simples, promete avanço tecnológico, dizem os pesquisadores.



Fonte: RT-TV









segunda-feira, 22 de abril de 2013

Humanos sem corpos




Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, Reino Unido, famoso por seus experimentos sobre a união da mente e máquina, acredita que no futuro o corpo humano não será mais necessário.

"O corpo humano é um problema, não precisamos mais dele. Se pudéssemos nos desfazer dele, poderíamos viver muito mais tempo. Os cyborgs do futuro terão corpos tecnologicamente desenvolvidos e cérebros parcialmente biológicos. Haverá uma inteligência global com pessoas como nós dentro de uma rede. Os humanos que não se atualizarem para as versões mais atuais, terão uma vida difícil", disse kevin Warwick em uma entrevista ao jornal espanhol ABC.

O cientista britânico é conhecido como Capitão Cyber por los numerosos implantes que conectavam  sua mente com vários dispositivos inseridos em seu corpo, atualmente trabalha na criação de um cérebro artificial com neurônios humanos.

"Dentro de dez anos, nós poderíamos ter um robô com o mesmo número de células cerebrais que um ser humano. Temos cérebros com cerca de trinta bilhões de neurônios de ratos e temos de ampliar para 100 milhões", disse ele.

Segundo Warwick, o início de suas experiências foi a implantação em seu cérebro, através de uma cirurgia de duas horas, um chip capaz de, a partir de sinais elétricos remotos de Nova Iorque. mover um braço robótico no Reino Unido.

Mas o mais fascinante para o primeiro cyborg da história, foi conectar seu cérebro com o cérebro de sua esposa. Ao colocar o implantes, ambos puderam enviar sinais de um sistema nervoso para o outro.

"Foi mais íntimo que sexo, creio que esse tipo de comunicação, cérebro para cérebro, através do pensamento, ocorrerá no futuro, e será muito melhor", disse Warwick.

Entre as vantagens de ser capaz de conectar um cérebro humano para um computador, o pesquisador destaca o fato de poder ajudar os doentes de Parkinson, epilepsia, síndrome de Tourette, esquizofrenia e outras deficiências e distúrbios. "mas, para mim, o que mais me emociona é a ideia de melhoria, aumentar a memória, as capacidades matemáticas, sentidos, etc.", disse Warwick.

RT-TV

Computador biológico

Teletransporte de dados

Top 10 ficção real

COG - O robô quase perfeito

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cérebro que mente



Os hebreus passaram a escrever sua história depois de entrarem em contato com os egípcios, antes disso, toda a sua tradição era passada oralmente para os descendentes. A primeira escrita da história hebraica que eu me lembro, foi escrita pelo Criador na tábua dos dez mandamentos.

A religião manteve a memória dos hebreus por milênios.

Depois de conhecer a história dos hebreus, nos mínimos detalhes, eu cheguei a conclusão de que os hebreus tinham a memória curta. Sua pouca memória podia ser observada através de suas duras lições, através de uma vida sofrida nos desertos do Oriente médio, cometendo sempre os mesmos erros, sempre esquecendo seus ensinamentos, ideologia e história.

Eu achava que sua história detalhada era devido a sua memória fraca, já que esqueciam a maioria das coisas. Através dessa memória detalhada, pôde-se conhecer a verdade, mesmo através dos erros, o que é muito difícil de ser verificado em outras culturas.

Eu cheguei a comentar com uma professora: "Eu não me surpreenderia se os judeus fossem também colecionadores".

Ao assistir "Uma vida iluminada", eu pude notar alguns judeus colecionadores que chegam a iluminação, quando conseguem se lembrar de tudo, através de coisas, pessoas e lembranças.

Ao associar coisas, pessoas ou lembranças, o cérebro cria um mapa mental, onde a memória fica parecendo um mapa de rios. O problema é ligar esses rios mentais, ligando uma lembrança à outra.

A amnésia é como uma caixa fechada, onde todas as outras mentes estão do lado de fora e não conseguem interagir com essa região mental. Um psicoterapeuta sabe que é mais fácil abrir a porta das lembranças pelo lado de dentro, e é preciso que a própria pessoa fale sobre sua vida, para que haja associações de lembranças, facilitando a abertura dessa porta.

Todos nós temos memórias ocultas, esquecidas, censuradas, por isso, o ideal seria que todos fizéssemos análise, terapia, entretanto, abrir-se para os amigos, pode evitar que uma pessoa fique muito fechada, acumulando questões mal resolvidas.

O grande problema é a sensibilidade para reconhecermos e confiarmos nas pessoas certas, afinal, vivemos num mundo de aparências, apenas nos piores momentos reconhecemos os verdadeiros amigos, mas aí já pode ser tarde demais.

Alguma pessoas podem ter sua mente acessada através de hipnotismo, sonhos e pesadelos emblemáticos, que devem ser analisados, outras pessoas podem resolver seus próprios conflitos através de sonhos lúcidos. Os sonhos lúcidos podem parecer raros, mas são muito mais comuns do que se pensa.

Eu já cheguei a pensar que os concursos públicos, alguns são muito difíceis, serviriam para separar um grupo elitizado da sociedade, baseado num conceito quase nazista, onde quem tem a melhor memória tem acesso aos melhores cargos. Atualmente, penso que quem passa num concurso, são pessoas que tem a capacidade de seguir um sistema programado pela alta sociedade, prevalecendo principalmente os conhecimentos e entendimento de questões burocráticas.

Os vestibulares são um exemplo da desgraça em que se transformou esse sistema. Na falta de competência, ou interesse de atender a todos, estabeleceu-se esse conceito de que quem passa no vestibular, está preparado para fazer a faculdade.

Acontece que essa é a melhor forma de admitirmos as falhas do próprio sistema, já que o próprio sistema não considera válida a educação aplicada, necessitando de um vestibular para se avaliar, coisa que não acontece em países sérios, como a Argentina, por exemplo.

Nos Estados Unidos, quando uma pessoa tem uma qualidade rara, como um atleta olímpico, essa pessoa recebe uma educação individual, onde não há como não aprender. Algumas faculdades brasileiras já fizeram isso com atletas famosos.

Nossa mente é assim, quanto mais próximos estivermos dela, mais confusos nos sentiremos. Próximo à própria mente, uma pessoa passa a perder a noção de realidade, religiões, filosofias, ideologias, sentimentos, vida e morte, tornam-se muito parecidos e a verdade tende a prevalecer.

Até a própria noção de conceitos passam a ser questionados: Subconsciente ou inconsciente, cérebro ou mente, sonhos ou pesadelos, fantasias ou realizações lúcidas.

As respostas sempre estarão nos pensamentos mais simples, como disse Jesus: "Quem não voltar a ser como uma criança, não terá direito a entrar no reino dos céus" - Será que alguém se lembrou de dizer isso para as almas penadas, ao invés de procurar destruí-las, transformando-as em assombrações cheias de mágoas?

Os músicos clássicos, como Bethoven, já tinham, quando criança, o domínio de um conhecimento que a maioria não conseguiria nem depois dos cinquenta anos. Estudiosos afirmam que a idade é irrelevante, o que ninguém diz é que os melhores ensinamentos são simples e otimizados como a teoria do bebê. Os pais de Bethoven possuíam o melhor sistema de educação do mundo, a educação tradicional em família.

Para se ter uma educação tradicional em família, é preciso que a família seja estruturada, organizada e siga uma tradição de pelo menos três gerações. Isso fará com que haja uma evolução natural da educação passada de pais para filhos.

By Jânio

Zona cega do Cérebro

Processo da memória inconsciente

As partes do cérebro são independentes?

Quando a mente tem um ataque

Com os dois lados do cérebro

Dispositivo permite controlar as máquinas com o cérebro

Máquina que controla o cérebro

Obscura natureza da mente humana

Fantasmas existem

O espírito da alma


domingo, 30 de setembro de 2012

Binóculo que lê a mente




Agência de projetos de defesa (DARPA) apresentou ao exército dos EUA binóculos que analisam ondas cerebrais dos soldados e alertam para o perigo antes que sua consciência tenha percebido.

O novo dispositivo da Agência de Projetos de defesa dos EUA (DARPA) é na verdade um sistema eletrônico composto de binóculos e um capacete especial equipado com sensores capazes de analisar os sinais eletrônicos emitidos pelo cérebro humano quando uma pessoa vê algo.

A principal vantagem do dispositivo, chamado de CT2WS, é que alerta ao militar para os perigos que o cérebro registra a nível subconsciente, antes que o sinal eletrônico cerebral chegue a consciência.

Ensaios em uma base militar no estado do Arizona demonstraram a eficácia do sistema, já que de 2.304 acontecimentos que ocorreram diante dos olhos dos voluntários, só cinco foram mal interpretados pelo CT2WS.

Outras provas feitas para comparar a eficácia da interpretação do perigo com estes binóculos, mostram que o dispositivo registra 91% dos riscos.  Sem o CT2WS, o percentual era de 60%.

Agora os especialistas contratados pela DARPA irão incorporar estes binóculos em sistemas de visão noturna militar e tentar eliminar a necessidade de usar gel de contato para fixar os sistemas de  eletrodos ao corpo. tentarão também instalar um sofisticado sistema de radar que reduziria a margem de erro do CT2WS a zero.

Foi informado que o dispositivo, que custou mais de US$10 milhões, contará com uma câmera de 120 megapixels para registrar o que o usuário vê, numa tela de visão de 120 graus.

Fonte: RT-TV

Leituras de pensamento

Lavagem cerebral

Partes independentes do cérebro

Quando a mente tem um ataque

Com os dois lados do cérebro

Dispositivo permite controlar as máquinas com o cérebro

O controle do cérebro

A zona cega do cérebro

A memória inconsciente

Os olhos da língua

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lavagem cerebral



Controle da mente (também conhecido como persuasão, lavagem cerebral coercitiva, abuso
. O controle do pensamento, ou reforma do pensamento) refere-se a um processo em que um grupo ou indivíduo "utiliza-se da antiética ou métodos de manipulação para persuadir os outros a estarem de acordo com os desejos do manipulador(es), muitas vezes em detrimento da pessoa que está sendo manipulada".  O termo tem sido aplicado em várias áreas, entre elas psicológica, o que pode ser visto como subverter o sentido de um indivíduo do controle sobre seu próprio pensamento, comportamento, emoções ou tomada de decisão. Em Propaganda: A Formação de atitudes dos homens, Jacques Ellul sustenta que as "principais objetivos destes métodos psicológicos é destruir padrões habituais de um homem: espaço, hora, meio, e assim por diante".

Teorias da lavagem cerebral e de controle da mente foram originalmente desenvolvidos para explicar como regimes totalitários apareceram, tendo sucesso em doutrinar sistematicamente prisioneiros de guerra através de  técnicas de propaganda e tortura. Essas teorias foram posteriormente ampliada e modificada para explicar uma ampla gama de fenômenos, especialmente conversões para novos movimentos religiosos (NMR).

A primeira citação da expressão "lavagem cerebral" foi publicada em um artigo de Edward Hunter, em New Leader, O7 de outubro de 1950. Hunter era jornalista e agente da inteligência, referia-se às técnicas chinesas.

Lavagem cerebral vem de uma expressão chinesa "Xi Nao", lavar o cérebro, no regime maoísta, visando a transformação da mentalidade de determinadas pessoas, criando o "pensamento correto" de acordo com o novo regime.

Essa técnica visava quebrar a integridade psíquica dos indivíduos, em relação ao processamento da informação. Entre essas técnicas estavam a desumanização dos indivíduos, mantendo-os no lixo, privação parcial do sono, privação sensorial, assédio moral, culpa, pressão social.

Segundo essa teoria, Hunter pretendia explicar um fenômeno que nunca ocorrera antes, ou seja, soldados desertaram após se tornarem prisioneiros de guerra. O operador de rádio, Robert W. Ford, e o coronel do exército britânico, James Carne, também alegaram que os chineses haviam submetido-os a técnicas de lavagem cerebral, durante sua prisão, na Coréia do Norte. Frank Shwable confessou ter  participado da guerra bacteriológica, enquanto era prisioneiro.

O método de lavagem cerebral priva as pessoas de condições básicas para sua sobrevivência, em seguida lhes oferece boas condições, tornando-os submissos ao sistema.

Em um resumo publicado em 1963, Edgar Schein apresentou sua visão das origens precursoras do fenômeno lavagem cerebral:

Reforma do pensamento contém elementos que são evidentes na cultura chinesa (ênfase na sensibilidade interpessoal, aprendizagem por memorização e auto-cultivo), com métodos de extrair confissões, bem conhecidos na Inquisição Papal (século 13) e elaborado através dos séculos, especialmente pela polícia secreta russa, em métodos de organização prisional corretivas, hospitais psiquiátricos e outras instituições para a indução de mudança de valores, em métodos usados por seitas religiosas, ordens fraternais, elites políticas ou sociedades primitivas para a conversão ou iniciação de novos membros. Técnicas de reforma do pensamento são consistentes com princípios psicológicos, mas não foram explicitamente derivada de tais princípios.

Teorias do controle da mente da época da Guerra da Coréia foram criticada em anos subsequentes. De acordo com a psicóloga forense Dick Anthony, a CIA inventou o conceito de "lavagem cerebral" como uma estratégia de propaganda para minar reivindicações comunistas que os prisioneiros de guerra americanos, em campos de coreanos comunistas, voluntariamente expressam simpatia pelo comunismo. Anthony afirmou que a pesquisa definitiva demonstrou que o medo e coação, causada nos prisioneiros de guerra ocidentais para colaborar, não era lavagem cerebral. Ele argumentou que os livros de Edward Hunter (que ele identificou como uma técnica secreta da CIA "especialista em guerra psicológica" passando como jornalista) divulgou a teoria de lavagem cerebral da CIA para o público em geral. Ele ainda afirmou que por vinte anos, a partir de início de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa realizaram uma pesquisa secreta (incluindo nomeadamente o Projeto MKULTRA) em uma tentativa de desenvolver prática em técnicas de lavagem cerebral, e que a tentativa falhou.

Os militares dos EUA e do governo apresentaram acusações de "lavagem cerebral" em um esforço para minar confissões detalhadas feitas por militares americanos de crimes de guerra, incluindo a guerra biológica, contra os coreanos. Frank Schwable, Chefe de Gabinete do Primeiro Asa Marine Air, foi derrubado na Coréia do Norte. Depois de transmissões de rádio chinesas citá-lo admitindo a participação em guerra bacteriológica, comandante das Nações Unidas, general Mark W. Clark, denunciou dizendo:. "Se estas declarações saíram dos lábios desses homens infelizes é duvidoso Se eles fizeram, no entanto, livremente, os métodos exterminadores de mente destes comunistas em extorquir as palavras que eles querem.... Os próprios homens não são os culpados, e eles têm o meu mais profundo pesar por terem sido usados desta forma abominável".  O secretário de Defesa Charles E. Wilson criou uma força-tarefa para estudar a resposta de prisioneiros de guerra americanos a lavagem cerebral.

Relatório do exército desmascara lavagem cerebral de prisioneiros de guerra americanos

Em 1956, o Departamento do exército dos EUA publicou um relatório intitulado "Interrogatório Comunista, Doutrinação e Exploração dos Prisioneiros de Guerra", que chamou lavagem cerebral "um equívoco popular".  O relatório afirma que "pesquisa exaustiva de várias agências governamentais não revelaram ainda, conclusivamente, um caso documentado de 'lavagem cerebral' de um prisioneiro de guerra americano na Coréia ".

Enquanto EUA POW é capturado pela Coréia do Norte foram brutalizados pela fome, espancamentos, marchas da morte forçados, exposição a temperaturas extremas, a ligação em posições de stress, e retenção de cuidados médicos, o abuso não tinha nenhuma relação com a doutrinação ou informação de recolha de informações "em que não era particularmente do interesse da Coreia do Norte".  Em contraste americano, prisioneiros de guerra em poder dos comunistas chineses, enfrentaram um interrogatório  e um programa de doutrinação, mas os chineses não utilizam o abuso físico deliberado. "Uma extensa pesquisa revelou que a tortura, física sistemática não foi empregada em conexão com interrogatório ou doutrinação", afirma o relatório.

Os chineses levantaram informações usando truques inofensivos com aparência de questionários escritos, seguido por entrevistas. A técnica chinesa mais eficaz, de acordo com o relatório do exército dos EUA, foi uma exibição de convívio de amizade falsa:

"Quando um soldado americano era capturado pelos chineses, era dado um aperto de mão vigoroso e um tapinha nas costas. O inimigo era 'induzido' a si mesmo, como um amigo dos" trabalhadores "da América ... em muitos casos a chineses não interrogaram os prisioneiros americanos, mas freqüentemente lhes ofereciam cigarros americanos. Esta exibição de amizade pegou a maioria dos americanos totalmente fora de guarda e eles nunca se recuperaram da impressão inicial feita pelos chineses....  depois do contato inicial com o inimigo, alguns norte-americanos pareciam acreditar que o inimigo era sincero e inofensivo. Eles relaxavam e permitiam ser pegos em uma armadilha bem disfarçada de cooperar com o inimigo astuto".

Foi este tratamento, surpreendentemente amigável, que "foi bem sucedido em algum grau", conclui o relatório, em minar o ódio dos comunistas entre os soldados americanos, em persuadir alguns a assinar confissões anti-americanas, e até mesmo levando alguns a rejeitar a repatriação e permanecer na China comunista.

Cultos e ao deslocamento do foco

Depois da Guerra da Coréia, aplicações de teorias de controle da mente nos Estados Unidos mudaram de foco de política de religião . A partir da década de 1960 um número crescente de jovens norte-americanos começaram a entrar em contacto com os novos movimentos religiosos (NRM), e alguns se converteram de repente, crenças e comportamentos adotados diferiam muito dos de seus familiares e amigos e, em alguns casos, negligenciavam ou até mesmo rompiam contato com seus entes queridos. Na década de 1970, o movimento anti-cult aplicava teorias de controle da mente para explicar essas súbitas e aparentemente dramática conversões religiosas. A mídia foi rápida a seguir o exemplo, e cientistas sociais simpáticos ao anti- movimento de culto, que geralmente eram psicólogos, desenvolveram modelos mais sofisticados de lavagem cerebral.  Enquanto alguns psicólogos foram receptivos a essas teorias, sociólogos eram, na maior parte cética da sua capacidade de explicar a conversão para NRMs.

Teorias de controle da mente e conversão religiosa

Ao longo dos anos, várias teorias de conversão e retenção de membros têm sido propostas, que o controle da mente seja ligado para NRMs, e em particular os movimentos religiosos referidos como "seitas" por seus críticos. Essas teorias se assemelham às originais teorias de lavagem cerebral políticas, com algumas pequenas alterações. Philip Zimbardo discute controle da mente como "o processo pelo qual a liberdade individual ou coletiva de escolha e de ação é comprometida por agentes ou agências que modificam ou distorcem a motivação, percepção, afeto, cognição e / ou resultados comportamentais", e ele sugere que qualquer ser humano é suscetível à manipulação.  Em um livro de 1999, Robert Lifton também aplicou suas idéias originais sobre a reforma do pensamento Aum Shinrikyo , concluindo que neste contexto pensado. reforma era possível sem violência ou coerção física. Margaret Singer, que também passou um tempo estudando a lavagem cerebral política de prisioneiros de guerra coreanos, concordou com esta conclusão:

Em seu livro, Cultos em nosso meio, ela descreve seis condições que criam um ambiente em que a reforma do pensamento é possível.

Aproximando-se o tema a partir da perspectiva da neurociência e psicologia social, Kathleen Taylor sugere que a manipulação do córtex pré-frontal ativa "lavagem cerebral", tornando a pessoa mais suscetível ao pensamento preto-e-branco. Enquanto isso, em Influência, Ciência e Prática , o psicólogo social Robert Cialdini afirma que o controle da mente é possível através da exploração encoberta das regras inconscientes que estão obscuras e facilitando interações sociais humanas saudáveis. Ele afirma que as regras sociais comuns podem ser usadas para abduzir os incautos. Usando categorias, ele oferece exemplos específicos, tanto do controle da mente leve e extrema, observa as condições em que cada regra social é mais facilmente exploradas para fins falsos, e oferece sugestões sobre como resistir a tais métodos.

Desprogramação e o movimento anti-cult

Ambos os críticos acadêmicos e não-acadêmicos de seitas destrutivas que adotaram e adaptaram as teorias, Lifton e outros pesquisadores, desde o início do movimento anti-cult em diante. Tais críticos muitas vezes argumentam que certos grupos religiosos se utilizam de técnicas de controle mental para, de maneira  antiética recrutar e manter membros. Muitos destes críticos tem defendido ou se envolvido em desprogramação como um método para libertar os membros do grupo de lavagem cerebral aparente. No entanto, a prática de desprogramação caiu em desuso no Ocidente e foi em grande parte substituída por aconselhamento. O conselheiro Steven Hassan promove em seu livro, uma forma de Soltar os Laços: capacitando as pessoas para pensar por si mesmas (2000).  O modelo BITE descreve vários controles sobre o comportamento humano, informação, pensamento e emoção. Hassan afirma que cultos de recrutamentos e retenção de membros usando, entre outras coisas, enganação sistemático, modificação de comportamento, e a retenção de
informações e técnicas de persuasão emocionalmente intensos (tais como a indução de fobias). Ele se refere a todas estas técnicas coletivamente como "controle da mente".

Os críticos das teorias de controle da mente alertam contra as implicações mais amplas desses modelos de conversão. No relatório de 1998 da Comissão Enquete sobre "Os chamados Seitas e Psychogroups" na Alemanha, uma revisão foi feita do modelo BITE. O relatório concluiu que "o controle das áreas de ação é um componente inevitável das interações sociais em um grupo ou comunidade. O controle social que é sempre associada com intenso compromisso de um grupo deve ser claramente distinguido do esforço de influência, intencional metódica para o propósito expresso de manipulação".  Na verdade, praticamente todos estes modelos compartilham a noção de que estão de fato convertendo inocentes "vítimas" das técnicas de controle da mente. Hassan sugere que mesmo os membros da seita de manipulação, os novos convertidos podem ser eles próprios pessoas sinceramente enganados. Ao considerar membros NRM inocentes "vítimas" de coerção psicológica dessas teorias, abre a porta para tratamentos psicológicos.

O movimento anti-culto não livre de seus críticos. Embora a maioria dos estudiosos pareçam aceitar que a lavagem cerebral existe, uma minoria de sociólogos que comumente se referem a si mesmos como "sociólogos da religião" afirmam que o movimento anti-seitas usa lavagem cerebral para seu próprio ganho financeiro. Talvez a mais notável entre os sociólogos da religião é Eileen Barker, que critica as teorias de conversão justamente porque eles objetivam  justificar intervenções dispendiosas, como a desprogramação ou aconselhamento. Por razões semelhantes, Barker e outros estudiosos têm criticado a saúde mental de profissionais como Margaret Singer para aceitar lucrativos trabalhos de testemunhas, especialistas em processos judiciais envolvendo NRMs.  Ela foi talvez a defensora mais publicamente notável de "culto", nas teorias de lavagem cerebral, e ela tornou-se o ponto focal da morte relativa dessas mesmas teorias dentro de sua disciplina.

O movimento anti-seitas e estudiosos são rápidos em apontar que Barker e outros sociólogos da religião são frequentemente pagos por cultos para prestar serviços jurídicos em seu nome.

Debate acadêmico

James Richardson observa que, se as NRMs tiveram acesso às técnicas de lavagem cerebral poderosas, seria de se esperar que NRMs tivessem altas taxas de crescimento, ainda mais no fato de não ter tido sucesso notável no recrutamento. A maioria dos adeptos participaram apenas por um período curto de tempo, e o sucesso em membros de retenção é limitado. Por esta e outras razões, os sociólogos da religião, incluindo David Bromley e Anson Shupe consideraram a idéia de que "seitas" são lavagem cerebral para a juventude americana. Além de Bromley, Thomas Robbins, Dick Anthony, Eileen Barker, Newton Maloney, Massimo Introvigne, John Hall, Lorne Dawson, Anson Shupe, Gordon Melton, Marc Galanter, Saul Levine (entre outros estudiosos que pesquisam NRMs) argumentaram e estabelecidos para a satisfação de tribunais, de associações profissionais relevantes e das comunidades científicas de que não existe nenhuma teoria científica, geralmente aceitos e com base em pesquisas metodologicas, que suporte as teorias de lavagem cerebral avançados pelo movimento anti-culto.

Outros estudiosos discordam desta consenso entre os sociólogos da religião. Benjamin Zablocki afirma que é óbvio que a lavagem cerebral ocorre, pelo menos para qualquer observador objetivo, o "verdadeiro problema sociológico", diz ele, é se a "lavagem cerebral ocorre com freqüência suficiente para ser considerado um importante problema social".  Zablocki discorda de estudiosos como Richardson, afirmando que a observação de Richardson é falha. De acordo com Zablocki, Richardson não entende de lavagem cerebral, concebendo-o como um processo de recrutamento, em vez de um processo de retenção.  Assim, embora os dados de Richardson estejam corretos, Zablocki, bem entendido, lavagem cerebral não implica que NRMs terá um notável sucesso na contratação, de modo que a crítica é inapta. Além disso, Zablocki tenta desbancar as outras críticas de Richardson: aplicar a lavagem cerebral: se Zablocki está correto, há uma infinidade de provas em favor da alegação de que alguns NRMs fizeram lavagem cerebral em alguns de seus membros. Talvez, mais notadamente, Zablocki diz, o grande número de líderes de cultos antigos e ex-membros que atestam a lavagem cerebral em entrevistas (realizadas em conformidade com as diretrizes do Instituto Nacional de Saúde Mental e da National Science Foundation) é muito grande para ser um resultado de qualquer coisa que não seja um fenômeno genuíno.  Zablocki também revela que de duas revistas mais prestigiadas, dedicadas à sociologia da religião, o número de artigos "apoiam a perspectiva da lavagem cerebral" ter sido zero, enquanto mais de cem tais artigos foram publicados em outras revistas "não especializadas".  A partir deste fato, conclui Zablocki que 'lavagem cerebral' é um conceito da "lista negra" de forma injusta no campo da sociologia da religião.  Além disso, Zablocki afirma que alguns estudiosos proeminentes que não compartilham seu ponto de vista receberam "financiamentos generosos" de NRMs.  Stephen A . Kent também publicou vários artigos sobre a lavagem cerebral.  Estes estudiosos tendem a ver se há consenso, enquanto que Melton vê como a maioria dos estudiosos que consideram como uma rejeição de lavagem cerebral e de controle da mente como teorias legítimas.

Questões jurídicas, a APA e DIMPAC

Desde a sua criação, as teorias de controle da mente também têm sido utilizadas em vários processos judiciais contra o grupos de "culto". Em 1980, o ex-cientologista Lawrence Wollersheim processou com sucesso a Igreja da Cientologia em um tribunal da Califórnia, que decidiu em 1986 que as práticas da igreja haviam sido realizadas em um ambiente psicologicamente coercitiva e por isso não foram protegidos por garantias de liberdade religiosa.  Outros que tentaram reivindicar uma "defesa da lavagem cerebral" por crimes cometidos enquanto supostamente sob o controle da mente, incluindo Patty Hearst, Steven Fishman e Boyd Lee Malvo, não foram bem sucedidos.

Em 1983, a Associação Americana de Psicologia (APA) pediu Margaret Singer para presidir uma força-tarefa chamado de Força-Tarefa APA em Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle (DIMPAC) para investigar se lavagem cerebral ou "persuasão coercitiva" de fato desempenham um papel no recrutamento por tais movimentos. Antes  o grupo de trabalho tinha apresentado o seu relatório final, a APA apresentado em 10 de fevereiro 1987, um Curiæ amicus breve em um processo judicial em curso relacionado à lavagem cerebral. Embora os amicus curiae, escrito pela APA, negue a credibilidade da teoria lavagem cerebral, a APA submetida a breve "pressão intensa por um consórcio de religião pró-acadêmicos (estudiosos aka NRM)". No entanto, em 11 mai 1987, o Conselho da APA de Responsabilidade Social e Ética de Psicologia (BSERP), rejeitou o relatório de DIMPAC porque o relatório "não tem o rigor científico e a abordagem crítica imparcial necessário para APA r", e concluiu que "depois de muita consideração, BSERP não acredito que nós temos informação suficiente para nos guiar e em tomar uma posição sobre esta questão". Portanto, a posição da APA sobre lavagem cerebral como equivalente a:. são necessárias mais pesquisas até que um veredicto definitivo científica pode ser dado.

Duas cartas críticas de revisores externos Benjamin Beit-Hallahmi e Jeffery D. Fisher acompanharam o memorando de rejeição. As letras criticaram a "lavagem cerebral" como um conceito reconhecidamente teórico e o raciocínio de Singer como tão falho que era "quase ridículo".  Após suas conclusões terem sido rejeitadas, Singer processou a APA, em 1992, por "difamação, fraudes, cumplicidade e conspiração "e perdeu.  Benjamin Zablocki e Alberto Amitrani interpretaram a resposta da APA no sentido de que não houve decisão unânime sobre a questão, de qualquer forma, sugerindo também que Singer manteve o respeito da comunidade psicológica após o incidente. No entanto, sua carreira como perito terminou neste momento. Ela foi feita para aparecer com Richard Ofshe no v EUA 1990, Caso Fishman, em que Steven Fishman alegou ter estado sob o controle da mente pela Igreja da Cientologia, a fim de se defender contra as acusações de peculato, mas os tribunais indeferiram o seu testemunho. Nos olhos da corte, "nem a APA nem o ASA endossou a opinião de Singer e Ofshe Dr. sobre reforma do pensamento ".

Após esse tempo nos tribunais dos EUA consistentemente rejeitado, testemunhos sobre o controle da mente e de manipulação, afirmando que tais teorias não eram parte da linha principal, aceitaram a ciência de acordo com o padrão Frye (Anthony Robbins & 1992: 5-29). de 1923.

Outras áreas

Controle da mente é um termo geral para uma série de teorias controversas que propõem que o pensamento de um indivíduo, o comportamento, as emoções ou decisões podem, em maior ou menor grau, ser manipulado à vontade por fontes externas. De acordo com o sociólogo James T. Richardson , alguns dos conceitos de lavagem cerebral que se espalhou para outros campos e são aplicados "com algum sucesso" em contextos não relacionados com as controvérsias de culto anteriores, como batalhas de custódia e de abuso sexual infantil", onde um dos pais é acusado de lavagem cerebral da criança para rejeitar o outro genitor, e, em casos de abuso sexual infantil, onde um pai é acusado de lavagem cerebral a criança a fazer acusações de abuso sexual contra o outro progenitor".

Stephen A. Kent analisa e resume o uso da lavagem cerebral por não sociólogos no período 2000-2007, encontrando o termo útil não só no contexto das "Novas Religiões / Cultos", mas igualmente sob os títulos de "programas de modificação do comportamento adolescente; grupos terroristas ; disfuncional cultura corporativa; violência interpessoal, e Alegadas violações de direitos Governamentais pelos chineses, além dos direitos humanos Falun Gong".

APA Task Force on Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle

Fonte: Wikipedia

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mensagens Subliminares



Como eu detalhei no texto "prisioneiros da quarta dimensão", o ser humano pode ter um bom conjunto, quando destacamos os sentidos vitais, que também são discutíveis, mas é o seu grande cérebro que o torna superior aos outros seres vivos - Se bem que o termo superior, nesse caso, também é discutível.

A filosofia, quando baseada nos sentimento, religião, etc., tornam o ser humano muito especial, mas faz suas ressalvas. Já as ciências consideram o  ser humano apenas uma evolução das espécies, mas Darwin nunca foi louco de esclarecer suas ideias até onde deveria, apenas insinuou, o que já bastou para que os leigos da época entendessem suas teorias e se considerassem superiores.

O entendimento do hardware orgânico do ser humano (cérebro), assim como seus softwares orgânicos (memória, raciocínio, etc), levaram os humanos a importantes descobertas. O estudo da epilepsia mostrou, por exemplo, que os dois hemisférios de nosso cérebro podem ser independentes, ou seja, algumas partes de nosso corpo podem funcionar, comandadas por hemisférios diferentes e independentes.

Isso poderia nos levar a refletir sobre o nosso subconsciente, semi-consciência, diretamente relacionada a epilepsia, sonhos lúcidos e distúrbios do sono.

Um elemento que se destaca em tudo isso são as mensagens subliminares. As mensagens subliminares são formas perigosas de induzir, manipular corações e mentes, literalmente.

Wikipedia:"Mensagem subliminar é a definição usada para o tipo de mensagem que não pode ser captada diretamente pela porção do processamento dos sentidos humanos que está em estado de alerta. Subliminar é tudo aquilo que está abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente. Importante destacar que existem mensagens que estão abaixo da capacidade de detecção humana - essas mensagens são imperceptíveis, não devendo ser consideradas como subliminares. Toda mensagem subliminar pode ser dividida em duas características básicas, o seu grau de percepção e de persuasão."

Eu me lembro que quando eu era criança, todos os gibis destacavam algumas palavras em negritos. Ninguém sabia o motivo, mas a maioria desconfiava, afinal, estávamos em pleno governo militar e destacar palavras em negrito encarecia o produto.

As descobertas de imagens obscenas e imagens proibidas, em filmes da Disney, só aumentava a preocupação de pessoas que já conheciam a ideologia eugênica de Walt Disney.

Enquanto as fitas rodavam perfeitamente, ninguém notava, afinal, nossa visão não conseguia acompanhar todos os quadros das imagens que piscavam numa fração muito pequena de segundo, o problema foi quando as fitas emperraram justamente na imagem proibida. A possibilidade da fita emperrar justamente nessa imagem é muito pequena, por isso demorou muito até que alguém notasse.

Há um programa do SBT, aquele do homem do Panamericano, conhecido por muita gente como SS (mais nazista impossível), que teve a infeliz ideia de adotar mensagens subliminares para crianças. Enquanto algum programa é exibido, as crianças são bombardeadas por propagandas que não podem ser totalmente visualizadas.

Não parece provocação, de fato é, levando as pessoas a terem que gravar a programação, caso queiram saber o conteúdo que seus filhos estão assistindo, mesmo assim, será preciso ajuda de softwares específicos para decifrar possíveis mensagens subliminares. Boa intenção nós já sabemos que o homem não tem.

Recentemente, até o "plim plim" da Rede Globo já foi alvo de investigação.

Esse problema das mensagens subliminares surgiu com as novas descobertas da ciência, quando ficou evidenciado que o cérebro poderia captar mensagens que nossos sentidos não definiriam claramente e, portanto, não poderiam ser controladas.

Wikipedia:"A percepção subliminar é a capacidade do ser humano de captar de forma inconsciente mensagens ou estímulos fracos demais para provocar uma resposta consciente. Segundo a hipótese, o subconsciente é capaz de perceber, interpretar e guardar uma quantidade muito maior de dados que o consciente. Como exemplo, imagens que possuem um tempo de exposição pequeno demais para serem percebidas conscientemente, ou sons baixos demais para serem claramente identificados. Dados que passariam despercebidos pela mente consciente seriam na verdade interpretados e guardados."

É interessante que a memória virtual acaba sendo uma forma prática de entendermos nossa memória cerebral. Conceitos de acessos a dados, Deep Web, dados obscuros, etc.

A memória RAM poderia ser comparada ao nosso raciocínio, mantendo outras informações arquivadas em nosso cérebro, para quando forem solicitadas. O problema é que os cientistas descobriram como manipular essas informações, pior, já se sabe que o cérebro pode reagir inconscientemente a informações que não conseguimos perceber.

Wikipedia:"A persuasão subliminar seria a capacidade que uma mensagem teria de influenciar o receptor. Segundo a hipótese, toda mensagem subliminar tem um determinado grau de persuasão, e pode vir a influenciar tanto as vontades de uma forma imediata (fazendo por exemplo, uma pessoa sentir vontade de beber ou comer algo), como até mesmo a personalidade ou gostos pessoais de alguém a longo prazo (mudando o seu comportamento, transformando uma pessoa tímida em extrovertida). Esse grau de persuasão deveria variar de acordo com o tempo de exposição à mensagem, e a personalidade do receptor."

Nesse caso, fica até difícil de controlar tantas informações a que somos bombardeados diariamente, seria preciso uma ONG específica só para verificar todos esses conteúdos.

Obs: Há uma forma de passar mensagens muito conhecida há séculos, a metáfora. A metáfora é a ferramenta favorita dos artistas, podendo ser combinada com letras, pinturas e outras formas de cultura.

Além disso, há muito mistério no campo das ciências ocultas mas, nesse caso, é preciso ir além dos limites do corpo e da mente, vida e morte, entrando no território das organizações secretas.

Apesar dos cientistas afirmarem que o subconsciente não tem força para controlar a consciência, experiências no campo da epilepsia demonstraram que a mente está muito além do conceito de subconsciência/consciência.

Alguns estudiosos tem uma visão quase artística das mensagens subliminares, ou seja, nem todos seriam afetadas por elas, a não ser pessoas que as consigam entender.  Outros cientistas, no entanto, preocupam-se com o fato dessas mensagens trazerem a lembrança determinado produto, ou seja, quando alguém pergunta o que você quer assistir, beber, ouvir, etc., você fala aquilo que vem a cabeça, um produto que você lembra, mas não é subliminar nesse caso, é consciente.

As mensagens conscientes, como associação de publicidade a felicidade, sexo, etc., são descartadas pelos cientistas - isso é um problema, já que o subliminar é aquilo que não sentimos.

É o caso de uma propaganda de cigarro, associado ao esporte e a saúde.

Espanha e Noruega já proíbem as mensagens subliminares, enquanto a União Européia estuda a possibilidade de proibir. No Brasil não há nada específico, mas há preocupação.

Concluindo: O problema está muito além do subconsciente, portanto, das mensagens subliminares. Se consideramos apenas isso, será difícil identificarmos algo que não sentimos.

Contudo, gostaria de alertar aos criminosos com  má intenção, para o fato de que algumas pessoas terem percepção apurada, sendo capazes de sentir o que ninguém sente.

O ser humano possui formas de intensificar os seus sentidos com ajuda de animais, como o cachorro, ou com a ajuda da própria tecnologia, portanto, não façam isso.  Apesar do Brasil ser um país sem justiça, as pessoas não são tão idiotas como aparentam, apenas manipuladas. submissas.

Principal texto de apoio: Wikipedia

Prisioneiros da quarta dimensão

Natureza obscura da mente humana

Epilepsia - Quando a mente tem um ataque

O processo da memória inconsciente

Texto: By Jânio



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O mistério do sonambulismo



Um dos mistérios mais interessantes relacionados a mente, sonambulismo, aumenta a lista de enigmas da mente humana.

Apesar de já terem dito que eu tinha sonambulismo, para todas essas vezes eu tinha uma explicação. Não, eu não tinha sonambulismo, nem conheci ninguém que tivesse.

Eu posso nunca ter tido sonambulismo, nem ter visto, mas se eu visse, dificilmente teria notado. O sonambulo é muito discreto e desde que sua casa, seu ambiente, não ofereça perigo, e ele não vá para muito longe, nem seja muito radical, poderia até passar despercebido.

É muito comum no cinema, quadrinhos e na literatura, por isso, informação é o que não falta. Apesar de não ser tão comum em minha família, eu conheço tudo sobre o tema.

Piadas como espalahar taxinhas ao redor da cama, não funcionam; outras piadas como amarrar ele no pé da cama, também não, mas a idéia do saco de dormir, com ziper é indicado para os casos graves.

O sonambulismo ocorre mais na infância, mas são raros os casos problemáticos. A duração pode variar de alguns segundos a 30 minutos.

Durante esse período, a pessoa tem a área que controla a parte motora do corpo mais ativa, mas a parte da memória continua em estado de repouso, como se a pessoa estivesse de fato dormindo. Devido a isso, a pessoa não se lembra do que aconteceu enquanto estava em estado de sonambulismo.

Não é perigoso acordar um sonâmbulo, pelo contrário, não acordá-la é que pode ser um grande perigo.

Na hora de acordar um sonambulo é preciso ter cuidado, pois ele pode ser violento, e isso não é novidade. O caso de crimes relacionados ao sonambulismo são mais raros ainda, por isso nem é bom comentar.

O que podemos dizer é que nos casos de sonambulismo mais graves, é inevitável que os preconceituosos e fanáticos queiram um lugar de destaque, em busca das desgraças alheias. Pessoas mais humildes são as maiores vítimas, mas também podem reagir.

Sonambulismo ocorre nos estágios 3 e 4, dentre os cinco estágios do cérebro, ou seja, duas horas depois do início do sono. Essa é a fase do sono de ondas lentas.

Problemas de sonambulismo podem ser tratados, mas isso só é recomendado em casos extremos, devido ao fato do sonambulo não oferecer perigo.

Fechar janelas e preparar um ambiente propício para quem faz atividades físicas mas não pensa, ou pensa pouco, como é o caso do sonambulo,  é muito importante.

Fatores de risco:

Uso de sedativos;

Consumo de álcool;

Estresse excessivo;

Ansiedade e;

Febre.

Problemas respiratórios;

Refluxo gastroesofágico;

Transtorno de estresse pós-traumático

Cuidados a serem tomados:

Dormir sempre em andar térreo, em quarto amplo;

Fechar e proteger as janelas;

Retirar os móveis baixos, cadeiras mesinhas;

Retirar objetos onde ele possa tropeçar;

Guardar objetos cortantes e perfurante em lugares de difícil acesso;

Psicoterapia;

Técnicas de relaxamento.

Tratamento de:

Depressão;

Distúrbios respiratórios;

Narcolepsia;

Movimentos periódicos de membros e doenças neurológicas;

Fonte: Wikipedia

Textos relacionados a mente:

Quando a mente tem um ataque

O que uma pessoas com epilepsia sente


  • Sonhos Lúcidos


  • Lado obscuro da mente



  • Pesadelos reais


  • Significado dos Sonhos

  • Texto: By Jânio

    terça-feira, 6 de setembro de 2011

    Síndrome do pânico



    O texto do wikipedia sobre a síndrome do pânico, ou transtorno do pânico, é esclarecedor. Só numa coisa eu tive algumas dúvidas e não concordei totalmente, o medo fictício.

    Eu acredito que o medo do perigo real não é menos noscivo para a mente que o medo do perigo fictício, imaginário. Eu não falo de balas passando sobre a nossa cabeça, numa comunidade do morro, mas o medo de que uma dessas balas nos atinja.

    Não é só o medo de morrer, uma situação que já está bem resolvida pela mente, é o medo de ficar paralítico, medo de ver a vida que já está no limite, piorar dezenas ou centenas de vezes mais. 

    Assim como na epilepsia, a mente vai sendo bombardeada por situações de perigo, real ou imaginário, até desenvolver um processo de defesa, por parte da mente.

    Eu tive conhecimento de um homem que morreu de susto, depois de ver um amigo morto. Acontece que esse homem tinha fama de pistoleiro, apesar de nunca ninguém ter visto ele matar ninguém.

    A maioria das pessoas que o conheciam, tinham medo dele, o que lhe dava uma grande tranquilidade em relação a sociedade, de um modo geral. Seus medos, se é que ele tinha algum, poucas pessoas puderam conhecer.

    O fato dele ter morrido de susto, como alguns dizem, poderia indicar que ele não estava acostumado com essa situação, não sabia o que é sentir medo.

    O medo, quando bem trabalhado, leva a pessoa a desenvolver mecanismos de defesa, fazendo com que essa pessoa tenha mais coragem.

    Uma pessoa que tem medo da morte, reza muito e tem muita fé; uma pessoa que tem medo da solidão, vive em busca de romances e amizade; há pessoas que tem medo de ficar sem dinheiro, perder o emprego, ficar doente, além de fobias inconscientes, como medo de barata, altura, cobra, avião, etc.

    Note que alguns medos são mais complexos, aparentemente insolúveis, apesar disso, é possível criar um mecanismo de defesa, o que poderia parecer impossível até para um médico.

    Desenvolver um mecanismo de defesa, nem sempre satisfaz a sociedade. Uma sociedade decadente pode torturar uma mente perturbada até a loucura, mas nem todos seguem por esse caminho, alguns podem ragir.  

    Em certos casos, a pessoa acostuma-se com o perigo, ignorando os riscos, mas isso não significa que, inconscientemente, seus medos estejam resolvidos. Enganar-se a si mesmo é o pior engano que se pode cometer.

    Sintomas do transtorno do pânico, segundo o Wikipedia incluem:

    - Sistema Nervoso Central: ocorre vasoconstrição arterial que se traduz em vertigem, escurecimento da visão, sensação de desmaio.

    - Sistema Nervoso Periférico: ocorre dificuldade na transmissão dos estímulos pelos nervos sensitivos, ocasionando parestesias (formigamentos) que possuem uma característica própria: são centrípetos, ou seja, da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca (característico do quadro).

    - Musculatura Esquelética: a hipocalcemia causa aumento da excitabilidade muscular crescente que se traduz inicialmente por tremores de extremidades, seguido de espasmos musculares (contrações de pequenos grupos musculares: tremores nas pálpebras, pescoço, tórax e braços) e chegando até a tetania (contração muscular persistente). Em relação à tetania, é comum a queixa de dificuldade para abertura dos olhos (contratura do músculo orbicular dos olhos), dor torácica alta (contratura da porção superior do esôfago), sensação de aperto na garganta (contração da musculatura da hipofaringe, notadamente do cricofaringeo), de abertura da boca (contratura do masseter e de músculos faciais - sinal de Chvostec), e contratura das mãos (mão de parteiro - sinal de Trousseau). São muito frequentes as cãimbras.

    Quando, durante uma síndrome do pânico, uma pessoa sente que está tendo um ataque cardíaco, o perigo é real. Nem todas as pessoas tem a sensibilidade para reconhecer todos os sinais que seu corpo e mente emitem, mente sã em corpo são, não é apenas força de expressão.

    O medo, quando não é bem processado pelo cérebro, pode matar. Algumas pessoas, quando sentem arrepios sem motivos aparentes, costumam dizer: A morte passou por aqui.

    Genéticamente, todas as pessoas de uma família deveriam morrer na mesma idade, quando o problema é do coração, mas algumas vivem menos, e, em alguns casos, há pessoas que tem uma vida normal e nem morrem desse problema. Seriam casos de pessoas que venceram seus  medos?

    O que sabemos é que os problemas tem de ser resolvidos, apesar de nem sempre ser o que acontece. Viver sob pressão psicológica pode desencadear muitos problemas, doenças e comportamentos estranhos, além de atrair vampiros dispostos a tirar vantagens.

    Em alguns casos, basta dizer para uma pessoa cair fora, em outros, é nescessário mudar de residência, mas há casos de polícia que, com a polícia que temos, são um convite para uma pessoa entrar em parafuso, enlouquecer.

    By Jânio


    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    Fantasias só para adultos




    Segundo os médicos, o complexo de culpa pode "derrubar" um homem.

    Mulheres ativas são raras. Quando são, há poucas alternativas, entre elas assumir a má-fama.

    Há exceções, um exemplo são os casos de mulheres que casam cedo, evitando passar por essa fase.

    Uma pergunta que me veio a cabeça hoje foi: Quem é mais feliz tem mais prazer?

    Eu tenho certeza que a maioria vai pensar afirmativamente, até eu.

    Acontece que a mente humana tem mecanismos de defesa. Podemos nos transformar em zumbis, assistindo a tv, novelas, futebol ou algum programa estúpido, ou até sermos conpulsivos, para não enlouquecermos.

    Vivendo de ilusões, estaremos presos eternamente em nossas fantasias, sem precisarmos encarar nossos problemas, sem precisarmos lutar.

    Esta mormalidade, vez por outra, será quebrada, e quando isso acontecer, teremos mais um maníaco a solta.

    Qualquer semelhança com filmes de ficção, não é mera coincidência, a vida real é a melhor inspiração para a ficção.

    Em meio a todo esse caos, há pessoas que são felizes. Essas pessoas conseguem manter a sanidade física e mental, tornando-se líderes naturais, capazes de resolver problemas individuais e coletivos com simples conselhos, mensagens, ou palavras de afeto.

    Pessoas que optam por serem felizes, adoram certas estratégias, como serem discretas. Não tem nenhum interesse em revolucionar costumes, nem em lutar contra o sistema.

    Aí, eu fico pensando: E as pessoas infelizes? será que elas sentem algum tipo de praze?

    Quando penso nisso, outras formas de comportamento surgem em minha mente, como o fetiche.

    Não é à toa que o direito à privacidade é tão importante para a vida das pessoas em geral.

    Em suas vidas privadas, as pessoas normais mantém certos costumes e tradições milenares que podem surpreender até os mais modernos. A maioria das pessoas não são tão normais assim, mas apenas nas aparências.

    Em suas mentes, essas pessoas apresentam fantasias e fetiches inconfessáveis, cabe somente à elas decidirem sobre o que é proibido ou permitido.

    Essa forma reservada de solucionar problemas pessoais ou sociais, pode ser perigosa.

    Pessoas assim, normalmente precisam da ajuda de terapias. Quando não há condições financeiras, as religiões surgem como opções.

    O problema é que muitas vezes as soluções são apenas momentâneas, podendo agravar a situação. Isso pode ser notado em viciados em drogas, alcólicos ou até mesmo em pessoas que fazem uso de anti-depressivos.

    Esses equívocos podem ocorrer quando as pessoas são mal orientadas, não nescessariamente por falta de orientação.

    Outro engano, seria imaginar dificuldades em se obter relacionamentos e amizades. Na realidade nunca foi tão fácil fazer amigos e construir um relacionamento.

    Essa facilidade acaba atrapalhando, criando uma situação conhecida atualmente como vampirismo.

    O vampirismo se manifesta quando uma pessoa surge, sem muitas cerimônias, torna-se íntima, próxima das pessoas, obtendo o máximo de vantagens, podendo tornar-se agressivas quando não conseguem satisfazer seus objetivos. Nesses casos, uma pessoa pode perder tudo aquilo que conseguiu durante sua vida, com muito esforço.

    Pessoas carentes são, naturalmente, as maiores vítimas, tanto na vida real, quanto na vida virtual. A vida virtual, além de ser virtual. também é real.

    Tudo o que nos falta na vida, manifesta-se em nossa mente. A mente possui mecanismos, uma espécie de válvula de escape, mas é preciso controle pois até nossa mente tem limites e se esses limites não são respeitados, mergulhamos num abismo obscuro do qual não há mais volta.

    By Jânio