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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Teorias da conspiração que matam




Embora as pessoas sensatas não levem a sério as teorias da conspiração, elas realmente têm um impacto significativo de forma negativa sobre o nosso mundo. De que forma o estão destruindo?

01 - Quanto mais acesso as pessoas tem a informação, pior uso fazem dela

Surpreendentemente, nos últimos 50 anos, época em que o conhecimento humano se tornou instantaneamente acessível a todos, em qualquer momento, a porcentagem de pessoas que acreditam em teorias da conspiração tem aumentado, relata o site Cracked. Por exemplo, se na década de 60 52% acreditavam que havia algum tipo de conspiração por trás do assassinato de John F. Kennedy, agora o número é de 61%.

O método específico dos adeptos da conspiração está em buscar por  todos os dados disponíveis até encontrar algo que confirme sua crença, ignorando todas as outras evidências. E as pessoas tendem a ouvir a minoria, em vez de opiniões da maioria, embora faltem evidências confiáveis.

02 Pessoas morrem

Em 1998, a revista médica "The Lancet" publicou um estudo que mostrava uma possível ligação entre a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e o autismo, o que provocou pânico em todo o mundo. E, apesar de o artigo ter sido desacreditado quase de imediato, considerado uma fraude, alguns viram como uma forma  de se retratar de algo oculto, o que levou a uma teoria da conspiração sobre as empresas farmacêuticas tentando matar as pessoas com as vacinas.

Devido a isso, muitos pais optaram por não vacinar seus filhos contra as doenças. Como resultado, nos últimos anos, tem havido um maior número de doenças, tais como a tosse convulsa e sarampo: Os EUA, em 2012, sofreu seu pior surto de coqueluche em 70 anos. E o estado de Washington, onde receberam as maiores taxas de pais que se recusaram a vacinação, foi o mais afetado pela doença.

03 - É uma indústria com fins lucrativos

Os seguidores da conspiração não percebem que são vítimas de uma enorme indústria que tem um grande fluxo de receita. "É um mercado em crescimento, com muita concorrência", afirma o site Cracked. Há toda uma indústria que se sustenta nas conspirações, e, portanto, precisa criar conspirações para sobreviver.

Por exemplo, pode-se enriquecer vendendo kits de alimentos de emergência para o iminente colapso da sociedade. Tiram proveito também os vendedores de ouro porque é o que vai ser usado, uma vez que os governos entrem em colapso, de acordo com as teorias da conspiração. Os autores das conspirações também acumulam milhões de dólares vendendo seus livros e ingressos para suas conferências.

04 - Exploram o pior das pessoas

As teorias da conspiração tornam miseráveis as pessoas, segundo o relatório. Assim, alguns estudos mostram que as pessoas que acreditam nelas tendem a ser muito mais cínicas sobre a vida, sentem-se mais impotentes e carecem de auto-estima.

05 - Impossibilitam que os problemas reais sejam solucionados

As teorias da conspiração acabam sendo um movimento enganoso onde a versão fictícia do problema absorve toda a energia que realmente poderia ser usada para melhorar as coisas. Por exemplo, as pessoas que acreditam que o aquecimento global é uma conspiração estão menos interessadas em tomar medidas para proteger o meio ambiente.

Outro exemplo seria a ciência, no caso mencionado acima, em vez de injetar dinheiro no inquérito sobre a alegada ligação entre a vacina MMR e o autismo, esse dinheiro poderia ter sido usado para pesquisa da cura do câncer ou desenvolvimento de melhores vacinas.

Fonte: RT-TV

Teorias da conspiração comprovadas

Piores experimentos americanos com humanos

Marilyn Monroe e a teoria da conspiração

O tabu das organizações secretas

Sociedade mão negra

T4 - Projeto nazista da morte

Top 10 sociedades secretas

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Super-produções de Hollywood rejeitadas pela NASA




A Aeronautics and Space Administration National (NASA) divulgou a lista dos sete mais absurdos filmes de sci-fi, segundo as teorias científicas, informou o The Sunday Times.

O topo da lista é ocupado pelo filme de catástrofes, '2012' (de 2009), de Roland Emmerich. O filme narra  a ocorrência das previsões do calendário maia, que anunciou o fim do mundo para 2012. A destruição do planeta e as tentativas dos cientistas em salvar a Terra, apresentado no filme, usando os efeitos especiais mais avançados da atualidade. Parecia muito absurdo para os especialistas da NASA.

O segundo lugar foi para o filme "O Núcleo - The Core" (2003). A história sobre uma equipe que viaja ao centro da Terra para iniciar uma série de explosões nucleares para restabelecer a rotação do núcleo da Terra. Também não tem nada a ver com qualquer teoria científica.

O terceiro é o blockbuster 'Armageddon' (1998), estrelado por Bruce Willis e Ben Affleck. O filme é sobre um grupo de perfuradores de plataformas de petróleo enviado pela NASA para um enorme asteroide que ameaça a Terra, perfurar a sua superfície e destruir o asteroide com uma bomba. Vale ressaltar que os autores do filme haviam anteriormente consultado especialistas da NASA, mas logo seus conselhos deixaram de satisfazer aos cineastas que concluíram o projeto sem a participação dos especialistas.

Outros filmes da lista são 'Volcano' (1997) sobre a destruição de Los Angeles pela erupção de um vulcão; e "Chain Reaction" (1996), sobre a invenção de uma tecnologia para salvar a Terra da crise ecológica. Além disso, a lista inclui os filmes "O Sexto Dia" (2000) sobre os problemas da clonagem, e 'What the #$ *! Do We (K)now?' que narra as aventuras de um fotógrafo no mundo da física quântica.

Ao mesmo tempo, a Nasa destacou alguns filmes em que várias teorias científicas se apresentam sem erros graves e estão próximos da realidade. Tais filmes incluem o clássico filme futurista "Metropolis" (1927), o blockbuster de Steven Spielberg 'Jurassic Park' (1993) e "Gattaca" (1997) sobre o controle genético do futuro.

Fonte: RT-TV

Tecnologias em risco de extinção

Nova internet preocupa FBI

Física quântica vai revolucionar a internet

Cinco teorias de viagem no tempo possíveis

Palinopsica transforma o cérebro em matrix


terça-feira, 1 de abril de 2014

Cinco teorias de viagem no tempo possíveis



A ideia de viagem no tempo sempre foi alvo de discussões, tanto no campo das ciências como na fantasia de escritores e cineastas. Estas são as teorias atuais de viagem através do tempo e as possibilidades de que isso possa ser realizado.

5º lugar. A Máquina do Tempo: O cilindro de Tipler

Esta teoria, desenvolvida pelo físico Frank J. Tipler em 1974, envolve um cilindro rotativo de alta densidade e comprimento infinito que giraria sobre seu eixo a uma velocidade próxima à da luz, criando uma força gravitacional extrema que permitiria regressar ao passado, já que atrairia a luz e todos os tipos de materiais em contato com ele em uma trajetória em forma de circuito fechado, que é conhecida como curva do tempo fechada que faz com que um objeto volte dentro do espaço-tempo para onde partiu, conforme publicado pela Agência de Inovação e Desenvolvimento.

4º lugar. Vácuo em forma de anel (Donut)

O cientista israelense Amos Ori acredita ter resolvido uma das maiores dificuldades em viagem no tempo, uma vez que sua teoria não requer matéria exótica e utiliza o vácuo que existe no espaço para viajar através do tempo. Sua máquina poderia ser construída por uma civilização mais avançada do que a nossa, dentro de 100 ou 200 anos.

A máquina de Ori se apoia nas teorias de Einstein para afirmar que o espaço pode se curvar até criar um campo de gravidade interna capaz de arrastá-lo para o espaço e tempo próximos. A matemática demonstra que cada período de tempo, desde que se crie esse campo de gravidade até o presente, encontra-se em seu interior e que a única coisa que falta é calcular como chegar a esse ponto.

3º lugar - A matéria exótica

Os físicos definem matéria exótica como a matéria que não atende a uma ou mais das leis da física convencional, como ter massa ou energia negativa. Os cientistas sugerem que Tachyons - partículas que viajam mais rápido que a velocidade da luz - não são capazes de interagir com a matéria ordinária. Mas o aparecimento da energia ou massa negativa provam a existência de matéria exótica. Tal evento pode distorcer o espaço-tempo e resultar em acontecimentos incríveis: o surgimento de túneis que ligam o universo, propulsores warp, que aceleram mais rápido do que a velocidade da luz e, portanto, a máquina do tempo.

2º lugar. Cordas cósmicas

Representam uma série de defeitos topológicos unidimensionais hipotéticos (espaciais) no tecido espaço-tempo  que são o resultado da formação do universo. Graças a eles, pode-se criar curvas de tempo fechadas que permitem viajar no tempo para o passado. Para construir uma máquina do tempo deste tipo é proposto usar as cordas cósmicas. Em teoria, a convergência de duas cordas entre si, com um buraco negro irá fornecer uma série de "curvas fechadas do tempo".  E, se calculado com precisão, o movimento de uma nave espacial como 'oito' em torno de duas cordas infinitamente longas, em teoria, seria possível mover-se para qualquer local.

1º lugar. Através de um buraco negro

Talvez o impacto mais surpreendente ao longo do tempo seja gerado por buracos negros, já que eles conseguem retardá-lo como nenhuma outra força conhecida. Em sua essência, eles são as máquinas do tempo naturais. E se a missão de sobrevôo de um buraco negro fosse comandada a partir da Terra, o tempo para completar uma órbita ao redor do buraco seria de 16 minutos, enquanto os corajosos a bordo da nave seriam expostos a uma redução, para metade do tempo decorrido, ou seja, apenas 8 minutos.

Fonte: RT-TV

Top dez filmes de viagem no tempo

Palinopsia transforma o cérebro em Matrix

A máquina do tempo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lavagem cerebral



Controle da mente (também conhecido como persuasão, lavagem cerebral coercitiva, abuso
. O controle do pensamento, ou reforma do pensamento) refere-se a um processo em que um grupo ou indivíduo "utiliza-se da antiética ou métodos de manipulação para persuadir os outros a estarem de acordo com os desejos do manipulador(es), muitas vezes em detrimento da pessoa que está sendo manipulada".  O termo tem sido aplicado em várias áreas, entre elas psicológica, o que pode ser visto como subverter o sentido de um indivíduo do controle sobre seu próprio pensamento, comportamento, emoções ou tomada de decisão. Em Propaganda: A Formação de atitudes dos homens, Jacques Ellul sustenta que as "principais objetivos destes métodos psicológicos é destruir padrões habituais de um homem: espaço, hora, meio, e assim por diante".

Teorias da lavagem cerebral e de controle da mente foram originalmente desenvolvidos para explicar como regimes totalitários apareceram, tendo sucesso em doutrinar sistematicamente prisioneiros de guerra através de  técnicas de propaganda e tortura. Essas teorias foram posteriormente ampliada e modificada para explicar uma ampla gama de fenômenos, especialmente conversões para novos movimentos religiosos (NMR).

A primeira citação da expressão "lavagem cerebral" foi publicada em um artigo de Edward Hunter, em New Leader, O7 de outubro de 1950. Hunter era jornalista e agente da inteligência, referia-se às técnicas chinesas.

Lavagem cerebral vem de uma expressão chinesa "Xi Nao", lavar o cérebro, no regime maoísta, visando a transformação da mentalidade de determinadas pessoas, criando o "pensamento correto" de acordo com o novo regime.

Essa técnica visava quebrar a integridade psíquica dos indivíduos, em relação ao processamento da informação. Entre essas técnicas estavam a desumanização dos indivíduos, mantendo-os no lixo, privação parcial do sono, privação sensorial, assédio moral, culpa, pressão social.

Segundo essa teoria, Hunter pretendia explicar um fenômeno que nunca ocorrera antes, ou seja, soldados desertaram após se tornarem prisioneiros de guerra. O operador de rádio, Robert W. Ford, e o coronel do exército britânico, James Carne, também alegaram que os chineses haviam submetido-os a técnicas de lavagem cerebral, durante sua prisão, na Coréia do Norte. Frank Shwable confessou ter  participado da guerra bacteriológica, enquanto era prisioneiro.

O método de lavagem cerebral priva as pessoas de condições básicas para sua sobrevivência, em seguida lhes oferece boas condições, tornando-os submissos ao sistema.

Em um resumo publicado em 1963, Edgar Schein apresentou sua visão das origens precursoras do fenômeno lavagem cerebral:

Reforma do pensamento contém elementos que são evidentes na cultura chinesa (ênfase na sensibilidade interpessoal, aprendizagem por memorização e auto-cultivo), com métodos de extrair confissões, bem conhecidos na Inquisição Papal (século 13) e elaborado através dos séculos, especialmente pela polícia secreta russa, em métodos de organização prisional corretivas, hospitais psiquiátricos e outras instituições para a indução de mudança de valores, em métodos usados por seitas religiosas, ordens fraternais, elites políticas ou sociedades primitivas para a conversão ou iniciação de novos membros. Técnicas de reforma do pensamento são consistentes com princípios psicológicos, mas não foram explicitamente derivada de tais princípios.

Teorias do controle da mente da época da Guerra da Coréia foram criticada em anos subsequentes. De acordo com a psicóloga forense Dick Anthony, a CIA inventou o conceito de "lavagem cerebral" como uma estratégia de propaganda para minar reivindicações comunistas que os prisioneiros de guerra americanos, em campos de coreanos comunistas, voluntariamente expressam simpatia pelo comunismo. Anthony afirmou que a pesquisa definitiva demonstrou que o medo e coação, causada nos prisioneiros de guerra ocidentais para colaborar, não era lavagem cerebral. Ele argumentou que os livros de Edward Hunter (que ele identificou como uma técnica secreta da CIA "especialista em guerra psicológica" passando como jornalista) divulgou a teoria de lavagem cerebral da CIA para o público em geral. Ele ainda afirmou que por vinte anos, a partir de início de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa realizaram uma pesquisa secreta (incluindo nomeadamente o Projeto MKULTRA) em uma tentativa de desenvolver prática em técnicas de lavagem cerebral, e que a tentativa falhou.

Os militares dos EUA e do governo apresentaram acusações de "lavagem cerebral" em um esforço para minar confissões detalhadas feitas por militares americanos de crimes de guerra, incluindo a guerra biológica, contra os coreanos. Frank Schwable, Chefe de Gabinete do Primeiro Asa Marine Air, foi derrubado na Coréia do Norte. Depois de transmissões de rádio chinesas citá-lo admitindo a participação em guerra bacteriológica, comandante das Nações Unidas, general Mark W. Clark, denunciou dizendo:. "Se estas declarações saíram dos lábios desses homens infelizes é duvidoso Se eles fizeram, no entanto, livremente, os métodos exterminadores de mente destes comunistas em extorquir as palavras que eles querem.... Os próprios homens não são os culpados, e eles têm o meu mais profundo pesar por terem sido usados desta forma abominável".  O secretário de Defesa Charles E. Wilson criou uma força-tarefa para estudar a resposta de prisioneiros de guerra americanos a lavagem cerebral.

Relatório do exército desmascara lavagem cerebral de prisioneiros de guerra americanos

Em 1956, o Departamento do exército dos EUA publicou um relatório intitulado "Interrogatório Comunista, Doutrinação e Exploração dos Prisioneiros de Guerra", que chamou lavagem cerebral "um equívoco popular".  O relatório afirma que "pesquisa exaustiva de várias agências governamentais não revelaram ainda, conclusivamente, um caso documentado de 'lavagem cerebral' de um prisioneiro de guerra americano na Coréia ".

Enquanto EUA POW é capturado pela Coréia do Norte foram brutalizados pela fome, espancamentos, marchas da morte forçados, exposição a temperaturas extremas, a ligação em posições de stress, e retenção de cuidados médicos, o abuso não tinha nenhuma relação com a doutrinação ou informação de recolha de informações "em que não era particularmente do interesse da Coreia do Norte".  Em contraste americano, prisioneiros de guerra em poder dos comunistas chineses, enfrentaram um interrogatório  e um programa de doutrinação, mas os chineses não utilizam o abuso físico deliberado. "Uma extensa pesquisa revelou que a tortura, física sistemática não foi empregada em conexão com interrogatório ou doutrinação", afirma o relatório.

Os chineses levantaram informações usando truques inofensivos com aparência de questionários escritos, seguido por entrevistas. A técnica chinesa mais eficaz, de acordo com o relatório do exército dos EUA, foi uma exibição de convívio de amizade falsa:

"Quando um soldado americano era capturado pelos chineses, era dado um aperto de mão vigoroso e um tapinha nas costas. O inimigo era 'induzido' a si mesmo, como um amigo dos" trabalhadores "da América ... em muitos casos a chineses não interrogaram os prisioneiros americanos, mas freqüentemente lhes ofereciam cigarros americanos. Esta exibição de amizade pegou a maioria dos americanos totalmente fora de guarda e eles nunca se recuperaram da impressão inicial feita pelos chineses....  depois do contato inicial com o inimigo, alguns norte-americanos pareciam acreditar que o inimigo era sincero e inofensivo. Eles relaxavam e permitiam ser pegos em uma armadilha bem disfarçada de cooperar com o inimigo astuto".

Foi este tratamento, surpreendentemente amigável, que "foi bem sucedido em algum grau", conclui o relatório, em minar o ódio dos comunistas entre os soldados americanos, em persuadir alguns a assinar confissões anti-americanas, e até mesmo levando alguns a rejeitar a repatriação e permanecer na China comunista.

Cultos e ao deslocamento do foco

Depois da Guerra da Coréia, aplicações de teorias de controle da mente nos Estados Unidos mudaram de foco de política de religião . A partir da década de 1960 um número crescente de jovens norte-americanos começaram a entrar em contacto com os novos movimentos religiosos (NRM), e alguns se converteram de repente, crenças e comportamentos adotados diferiam muito dos de seus familiares e amigos e, em alguns casos, negligenciavam ou até mesmo rompiam contato com seus entes queridos. Na década de 1970, o movimento anti-cult aplicava teorias de controle da mente para explicar essas súbitas e aparentemente dramática conversões religiosas. A mídia foi rápida a seguir o exemplo, e cientistas sociais simpáticos ao anti- movimento de culto, que geralmente eram psicólogos, desenvolveram modelos mais sofisticados de lavagem cerebral.  Enquanto alguns psicólogos foram receptivos a essas teorias, sociólogos eram, na maior parte cética da sua capacidade de explicar a conversão para NRMs.

Teorias de controle da mente e conversão religiosa

Ao longo dos anos, várias teorias de conversão e retenção de membros têm sido propostas, que o controle da mente seja ligado para NRMs, e em particular os movimentos religiosos referidos como "seitas" por seus críticos. Essas teorias se assemelham às originais teorias de lavagem cerebral políticas, com algumas pequenas alterações. Philip Zimbardo discute controle da mente como "o processo pelo qual a liberdade individual ou coletiva de escolha e de ação é comprometida por agentes ou agências que modificam ou distorcem a motivação, percepção, afeto, cognição e / ou resultados comportamentais", e ele sugere que qualquer ser humano é suscetível à manipulação.  Em um livro de 1999, Robert Lifton também aplicou suas idéias originais sobre a reforma do pensamento Aum Shinrikyo , concluindo que neste contexto pensado. reforma era possível sem violência ou coerção física. Margaret Singer, que também passou um tempo estudando a lavagem cerebral política de prisioneiros de guerra coreanos, concordou com esta conclusão:

Em seu livro, Cultos em nosso meio, ela descreve seis condições que criam um ambiente em que a reforma do pensamento é possível.

Aproximando-se o tema a partir da perspectiva da neurociência e psicologia social, Kathleen Taylor sugere que a manipulação do córtex pré-frontal ativa "lavagem cerebral", tornando a pessoa mais suscetível ao pensamento preto-e-branco. Enquanto isso, em Influência, Ciência e Prática , o psicólogo social Robert Cialdini afirma que o controle da mente é possível através da exploração encoberta das regras inconscientes que estão obscuras e facilitando interações sociais humanas saudáveis. Ele afirma que as regras sociais comuns podem ser usadas para abduzir os incautos. Usando categorias, ele oferece exemplos específicos, tanto do controle da mente leve e extrema, observa as condições em que cada regra social é mais facilmente exploradas para fins falsos, e oferece sugestões sobre como resistir a tais métodos.

Desprogramação e o movimento anti-cult

Ambos os críticos acadêmicos e não-acadêmicos de seitas destrutivas que adotaram e adaptaram as teorias, Lifton e outros pesquisadores, desde o início do movimento anti-cult em diante. Tais críticos muitas vezes argumentam que certos grupos religiosos se utilizam de técnicas de controle mental para, de maneira  antiética recrutar e manter membros. Muitos destes críticos tem defendido ou se envolvido em desprogramação como um método para libertar os membros do grupo de lavagem cerebral aparente. No entanto, a prática de desprogramação caiu em desuso no Ocidente e foi em grande parte substituída por aconselhamento. O conselheiro Steven Hassan promove em seu livro, uma forma de Soltar os Laços: capacitando as pessoas para pensar por si mesmas (2000).  O modelo BITE descreve vários controles sobre o comportamento humano, informação, pensamento e emoção. Hassan afirma que cultos de recrutamentos e retenção de membros usando, entre outras coisas, enganação sistemático, modificação de comportamento, e a retenção de
informações e técnicas de persuasão emocionalmente intensos (tais como a indução de fobias). Ele se refere a todas estas técnicas coletivamente como "controle da mente".

Os críticos das teorias de controle da mente alertam contra as implicações mais amplas desses modelos de conversão. No relatório de 1998 da Comissão Enquete sobre "Os chamados Seitas e Psychogroups" na Alemanha, uma revisão foi feita do modelo BITE. O relatório concluiu que "o controle das áreas de ação é um componente inevitável das interações sociais em um grupo ou comunidade. O controle social que é sempre associada com intenso compromisso de um grupo deve ser claramente distinguido do esforço de influência, intencional metódica para o propósito expresso de manipulação".  Na verdade, praticamente todos estes modelos compartilham a noção de que estão de fato convertendo inocentes "vítimas" das técnicas de controle da mente. Hassan sugere que mesmo os membros da seita de manipulação, os novos convertidos podem ser eles próprios pessoas sinceramente enganados. Ao considerar membros NRM inocentes "vítimas" de coerção psicológica dessas teorias, abre a porta para tratamentos psicológicos.

O movimento anti-culto não livre de seus críticos. Embora a maioria dos estudiosos pareçam aceitar que a lavagem cerebral existe, uma minoria de sociólogos que comumente se referem a si mesmos como "sociólogos da religião" afirmam que o movimento anti-seitas usa lavagem cerebral para seu próprio ganho financeiro. Talvez a mais notável entre os sociólogos da religião é Eileen Barker, que critica as teorias de conversão justamente porque eles objetivam  justificar intervenções dispendiosas, como a desprogramação ou aconselhamento. Por razões semelhantes, Barker e outros estudiosos têm criticado a saúde mental de profissionais como Margaret Singer para aceitar lucrativos trabalhos de testemunhas, especialistas em processos judiciais envolvendo NRMs.  Ela foi talvez a defensora mais publicamente notável de "culto", nas teorias de lavagem cerebral, e ela tornou-se o ponto focal da morte relativa dessas mesmas teorias dentro de sua disciplina.

O movimento anti-seitas e estudiosos são rápidos em apontar que Barker e outros sociólogos da religião são frequentemente pagos por cultos para prestar serviços jurídicos em seu nome.

Debate acadêmico

James Richardson observa que, se as NRMs tiveram acesso às técnicas de lavagem cerebral poderosas, seria de se esperar que NRMs tivessem altas taxas de crescimento, ainda mais no fato de não ter tido sucesso notável no recrutamento. A maioria dos adeptos participaram apenas por um período curto de tempo, e o sucesso em membros de retenção é limitado. Por esta e outras razões, os sociólogos da religião, incluindo David Bromley e Anson Shupe consideraram a idéia de que "seitas" são lavagem cerebral para a juventude americana. Além de Bromley, Thomas Robbins, Dick Anthony, Eileen Barker, Newton Maloney, Massimo Introvigne, John Hall, Lorne Dawson, Anson Shupe, Gordon Melton, Marc Galanter, Saul Levine (entre outros estudiosos que pesquisam NRMs) argumentaram e estabelecidos para a satisfação de tribunais, de associações profissionais relevantes e das comunidades científicas de que não existe nenhuma teoria científica, geralmente aceitos e com base em pesquisas metodologicas, que suporte as teorias de lavagem cerebral avançados pelo movimento anti-culto.

Outros estudiosos discordam desta consenso entre os sociólogos da religião. Benjamin Zablocki afirma que é óbvio que a lavagem cerebral ocorre, pelo menos para qualquer observador objetivo, o "verdadeiro problema sociológico", diz ele, é se a "lavagem cerebral ocorre com freqüência suficiente para ser considerado um importante problema social".  Zablocki discorda de estudiosos como Richardson, afirmando que a observação de Richardson é falha. De acordo com Zablocki, Richardson não entende de lavagem cerebral, concebendo-o como um processo de recrutamento, em vez de um processo de retenção.  Assim, embora os dados de Richardson estejam corretos, Zablocki, bem entendido, lavagem cerebral não implica que NRMs terá um notável sucesso na contratação, de modo que a crítica é inapta. Além disso, Zablocki tenta desbancar as outras críticas de Richardson: aplicar a lavagem cerebral: se Zablocki está correto, há uma infinidade de provas em favor da alegação de que alguns NRMs fizeram lavagem cerebral em alguns de seus membros. Talvez, mais notadamente, Zablocki diz, o grande número de líderes de cultos antigos e ex-membros que atestam a lavagem cerebral em entrevistas (realizadas em conformidade com as diretrizes do Instituto Nacional de Saúde Mental e da National Science Foundation) é muito grande para ser um resultado de qualquer coisa que não seja um fenômeno genuíno.  Zablocki também revela que de duas revistas mais prestigiadas, dedicadas à sociologia da religião, o número de artigos "apoiam a perspectiva da lavagem cerebral" ter sido zero, enquanto mais de cem tais artigos foram publicados em outras revistas "não especializadas".  A partir deste fato, conclui Zablocki que 'lavagem cerebral' é um conceito da "lista negra" de forma injusta no campo da sociologia da religião.  Além disso, Zablocki afirma que alguns estudiosos proeminentes que não compartilham seu ponto de vista receberam "financiamentos generosos" de NRMs.  Stephen A . Kent também publicou vários artigos sobre a lavagem cerebral.  Estes estudiosos tendem a ver se há consenso, enquanto que Melton vê como a maioria dos estudiosos que consideram como uma rejeição de lavagem cerebral e de controle da mente como teorias legítimas.

Questões jurídicas, a APA e DIMPAC

Desde a sua criação, as teorias de controle da mente também têm sido utilizadas em vários processos judiciais contra o grupos de "culto". Em 1980, o ex-cientologista Lawrence Wollersheim processou com sucesso a Igreja da Cientologia em um tribunal da Califórnia, que decidiu em 1986 que as práticas da igreja haviam sido realizadas em um ambiente psicologicamente coercitiva e por isso não foram protegidos por garantias de liberdade religiosa.  Outros que tentaram reivindicar uma "defesa da lavagem cerebral" por crimes cometidos enquanto supostamente sob o controle da mente, incluindo Patty Hearst, Steven Fishman e Boyd Lee Malvo, não foram bem sucedidos.

Em 1983, a Associação Americana de Psicologia (APA) pediu Margaret Singer para presidir uma força-tarefa chamado de Força-Tarefa APA em Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle (DIMPAC) para investigar se lavagem cerebral ou "persuasão coercitiva" de fato desempenham um papel no recrutamento por tais movimentos. Antes  o grupo de trabalho tinha apresentado o seu relatório final, a APA apresentado em 10 de fevereiro 1987, um Curiæ amicus breve em um processo judicial em curso relacionado à lavagem cerebral. Embora os amicus curiae, escrito pela APA, negue a credibilidade da teoria lavagem cerebral, a APA submetida a breve "pressão intensa por um consórcio de religião pró-acadêmicos (estudiosos aka NRM)". No entanto, em 11 mai 1987, o Conselho da APA de Responsabilidade Social e Ética de Psicologia (BSERP), rejeitou o relatório de DIMPAC porque o relatório "não tem o rigor científico e a abordagem crítica imparcial necessário para APA r", e concluiu que "depois de muita consideração, BSERP não acredito que nós temos informação suficiente para nos guiar e em tomar uma posição sobre esta questão". Portanto, a posição da APA sobre lavagem cerebral como equivalente a:. são necessárias mais pesquisas até que um veredicto definitivo científica pode ser dado.

Duas cartas críticas de revisores externos Benjamin Beit-Hallahmi e Jeffery D. Fisher acompanharam o memorando de rejeição. As letras criticaram a "lavagem cerebral" como um conceito reconhecidamente teórico e o raciocínio de Singer como tão falho que era "quase ridículo".  Após suas conclusões terem sido rejeitadas, Singer processou a APA, em 1992, por "difamação, fraudes, cumplicidade e conspiração "e perdeu.  Benjamin Zablocki e Alberto Amitrani interpretaram a resposta da APA no sentido de que não houve decisão unânime sobre a questão, de qualquer forma, sugerindo também que Singer manteve o respeito da comunidade psicológica após o incidente. No entanto, sua carreira como perito terminou neste momento. Ela foi feita para aparecer com Richard Ofshe no v EUA 1990, Caso Fishman, em que Steven Fishman alegou ter estado sob o controle da mente pela Igreja da Cientologia, a fim de se defender contra as acusações de peculato, mas os tribunais indeferiram o seu testemunho. Nos olhos da corte, "nem a APA nem o ASA endossou a opinião de Singer e Ofshe Dr. sobre reforma do pensamento ".

Após esse tempo nos tribunais dos EUA consistentemente rejeitado, testemunhos sobre o controle da mente e de manipulação, afirmando que tais teorias não eram parte da linha principal, aceitaram a ciência de acordo com o padrão Frye (Anthony Robbins & 1992: 5-29). de 1923.

Outras áreas

Controle da mente é um termo geral para uma série de teorias controversas que propõem que o pensamento de um indivíduo, o comportamento, as emoções ou decisões podem, em maior ou menor grau, ser manipulado à vontade por fontes externas. De acordo com o sociólogo James T. Richardson , alguns dos conceitos de lavagem cerebral que se espalhou para outros campos e são aplicados "com algum sucesso" em contextos não relacionados com as controvérsias de culto anteriores, como batalhas de custódia e de abuso sexual infantil", onde um dos pais é acusado de lavagem cerebral da criança para rejeitar o outro genitor, e, em casos de abuso sexual infantil, onde um pai é acusado de lavagem cerebral a criança a fazer acusações de abuso sexual contra o outro progenitor".

Stephen A. Kent analisa e resume o uso da lavagem cerebral por não sociólogos no período 2000-2007, encontrando o termo útil não só no contexto das "Novas Religiões / Cultos", mas igualmente sob os títulos de "programas de modificação do comportamento adolescente; grupos terroristas ; disfuncional cultura corporativa; violência interpessoal, e Alegadas violações de direitos Governamentais pelos chineses, além dos direitos humanos Falun Gong".

APA Task Force on Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 19 de junho de 2012

Alma penada



Alma penada é uma entidade do universo sobrenatural da mitologia portuguesa. As crenças populares reconhecem como sendo o espírito de pessoas falecidas que, tendo deixado compromissos por cumprir na vida terrena, regressam a ela, sob enigmáticas transfigurações (na forma de luzes, vozes, suspiros, animais, vultos imprecisos, caveiras…), apelando ao socorro e à oração de familiares e amigos.

Leite de Vasconcellos escreveu que “as almas daqueles que morrerem sem restituir o que devem voltam a este mundo, por favor de Deus, e imploram de algum amigo e parente que restitua a cousa roubada”.

Nos seus estudos sobre mitologia popular portuguesa, o escritor e etnógrafo Alexandre Parafita interpreta a figura da alma penada como uma inquietação incontornável, perante o mistério da morte, que vigora nas culturas tradicionais cristãs, segundo as quais a alma dos que morrem, após uma existência arredia das convenções divinas, tem assegurado um de dois lugares no Além, consoante a dimensão da sua culpa: o Inferno ou o Purgatório.

E se o primeiro representa um “castigo eterno”, o segundo pode ser “um lugar transitório, sendo permitido que as almas, após um período de purgação das suas faltas, acabem por obter um lugar no Céu”. Para tal, “voltam a este mundo a penar, em busca de auxílios para a resolução dos males que causaram em vida”.

Interpretação semelhante têm encontrado nas culturas tradicionais galegas antropólogos como Gonzalez Reboredo. Segundo este estudioso, a crença nas almas penadas traduz as inquietações de um povo aterrorizado pelos seus próprios delírios, ao mesmo tempo que cumpre uma missão importante na lógica cristã: trata-se de um medo que mitiga outro mais insuportável; os seres humanos aliviam o medo da morte, acreditando que os mortos continuam vivendo.

Fornte: Wikipedia

Comentário: Um texto simples e com pouca profundidade mas que servirá de introdução para outros baseados em experiências pessoas, opiniões científicas e realatos de pessoas que conhecem bem de perto esse fenômeno.

O melhor desse pequeno texto são os vários pontos de vistas diferentes, as fontes e a inevitável polêmica que pode gerar esse tema.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gestado - Choque de raças




Não, eu não li "O presidente negro", e nem pretendo ler. Pessoas com habilidades argumentativas sempre nos convencem de algo, não o que de fato interessa para nós mas de suas outras qualidades, isso nos transforma em divulgadores indiretos de suas idéias diabólicas.

Se Monteiro lobato, em sua polêmica obra literária, conseguiu prever a internet, ou algo parecido, estudo a distância, trabalho a distância, celulares, além de outras idéias bem mais peculiares, sua ideia central era a verdadeira visão dos racistas da época, e o pior é que o nazismo ainda não tinha tomado o poder.

Todos nós sabemos da simpatia de Getúlio Vargas pela Eugenia, e que os americanos o presentearam com a usina de Volta Redonda, para tirar Hitler de sua cabeça. Então, analisando o pensamento de Monteiro Lobato, temos a certeza de que Rockefeller, Rothschild e suas ONGs, além das mídias de massa, haviam criado possibilidades de uma nova ordem.

Se Rothschild  e Rockfeller ficaram ao lado dos EUA, Inglaterra e aliados, foi porque certamente Hitler não atendeu aos seus interesses, Hitler não queria ficar em segundo plano. Nesse caso, a guerra deixou de ser racista para os aliados da Inglaterra. Utilizar o racismo de Hitler contra ele mesmo, passou a ser uma estratégia oportunista.

Nenhum país queria receber os judeus e como na Alemanha eles estavam proibidos de ficar, eles foram mortos na Polônia, secretamente.

Como podemos notar, o racismo argumentativo de Walt Disney, HG Wells, Edgar Rice Burroughs, Júlio Verne e Monteiro Lobato, era diabolicamente sedutor e convincente, mas faltava coragem para que a sociedade racista  fizesse o que Hitler fez.

Eu diria que a literatura racista chegou tarde, a sociedade já era uma só, não havia mais uma raça específica, nem mesmo na aparência.  Na realidade nunca houve uma "raça pura", e a ciência sabia disso, mas nunca houve divulgação.

Wikipedia:"Ayrton, desastrado cobrador da empresa Sá,  sofre um acidente automobilístico na região de Nova Friburgo, no atual estado do Rio de Janeiro, e é resgatado pelo recluso professor Benson, que o leva para sua residência. Ali, ele trava contato com a grande invenção de Benson, o "porviroscópio", um dispositivo que permite ver o futuro, e com Miss Jane, a bela e racional filha do cientista.

Através de Jane, Ayrton é posto a par da disputa pela Casa Branca nos Estados Unidos da América do ano 2228, onde a divisão do eleitorado branco entre homens (que querem reeleger o presidente Kerlog) e mulheres (que pretendem eleger a feminista Evelyn Astor), transforma o candidato negro, Jim Roy, no 88° presidente dos EUA.

A alegria dos negros, contudo, dura pouco. Incapazes de aceitar esportivamente a derrota, os brancos (agora novamente unidos) elaboram uma "solução final" para o "problema negro", muito mais sutil e eficaz do que aquela elaborada por Hitler para os judeus, pouco mais de uma década e meia após o lançamento do livro de Lobato.

Comentário: Apesar de Monteiro Lobato ter escrito "O presidente negro" para o mercado americano, como uma forma estratégica de ganhar dinheiro com a comunidade eugenista daquele país, descobriu da pior maneira que a Eugenia era um conceito elitizado, pior, que a elite americana não era unânime sobre a eugenia e que havia muito respeito pelas culturas, apesar das mídias estarem compradas. Resumindo: Lá, seria mais difícil de divulgar seus conceitos racistas que aqui.

No Brasil, Monteiro Lobato divulgava suas idéias de maneira muito mais discretas, exceto para os mais atentos, que não irão entender personagens como do "Jeca Tatu" e suas mensagens sublimares. Monteiro Lobato atacava a ideia de mistura de raças e o caboclo era um de seus alvos, politicamente (incorreto) falando.

O politicamente incorreto utiliza-se do humor e do duplo sentido para divulgar suas mensagens de maneira cômica, não tem alvo certo e  é muito difícil de ser analisado. O problema é que essa estratégia atende toda a demanda, ou seja, os dois lados, portanto, o tiro pode sair pela culatra.

Wikipedia: ""Gestado" (segundo a própria expressão de Lobato) em apenas três semanas em meados de 1926, "O Choque das Raças" foi escrito e pensado por seu autor como um cartão de visitas ao mercado editorial estadunidense, um cartão que lhe daria em troca "um saco de dólares". Lobato havia sido nomeado adido comercial no consulado brasileiro em Nova York, e antes de assumir o posto, conforme explicou em carta ao amigo Godofredo Rangel, teve uma "ideia-mãe. Um romance americano, isto é, editável nos Estados Unidos(...). Meio à Wells, com visão do futuro. O clou será o choque da raça negra com a branca, quando a primeira, cujo índice de proliferação é maior, alcançar a raça branca e batê-la nas urnas, elegendo um presidente negro! Acontecem coisas tremendas, mas vence por fim a inteligência do branco".

"O Choque das Raças" reunia, portanto, uma "visão do futuro" nos moldes das obras de crítica social do escritor britânico H. G. Wells e as idéias sobre superioridade racial, degeneração e eugenia, defendidas pelo psicólogo e físico amador francês Gustave Le Bon, cujos livros L’Homme et les Sociètes, Evolução da Força e Evolução da Matéria Lobato conhecia de longa data. A obra faz ainda uma rápida referência ao "perigo amarelo", prevendo que por volta de 3527 os "mongóis" teriam substituído a raça branca na Europa.

Longe, contudo, de configurar uma estratégia de marketing isolada, pensada apenas para conquistar o público estadunidense e um "saco de dólares", as idéias racistas defendidas por Lobato em sua obra o acompanhavam desde pelo menos 1900, quando leu L’Homme et les Sociètes (1881) de Le Bon, alentada obra em dois volumes onde o autor afirma que os seres humanos foram criados desigualmente, que a miscigenação é um fator de degeneração racial e que as mulheres, brancas ou negras, são inferiores até mesmo quando comparadas aos homens de "raças inferiores".

Após a leitura, Lobato diz ter sentido-se "transformado em um montão de ruínas", tamanho foi o abalo sofrido por sua "catolicidade caseira". Embora tenha tentado descobrir uma alternativa à "teoria científica" da desigualdade das raças, através da leitura de Comte e Spencer, Lobato parece ter deixado convencer-se pelas idéias de Le Bon. Nos anos seguintes, livros dos poligenistas Hyppolite Taine e Ernest Renan, figuras influentes no racialismo do século XIX, tornaram-se importantes fontes de referência para o escritor, que inclusive recomendava sua leitura aos amigos.

Numa carta de 1905 endereçada ao amigo Tito, Lobato declara ser impossível "civilizar" e "corrigir" o povo brasileiro, "devido ao fatalismo das inclinações, dos pendores, herdados com o sangue e depurados pelo meio". Ele conclui que apenas uma injeção de "sangue da raça mais superior" (ou seja, a emigração oriunda de países europeus) asseguraria o futuro do país. Nesta mesma carta, ele chama de "patriota" ao brasileiro que se casasse com "italiana ou alemã".

Em 1908, talvez ecoando uma célebre declaração do Conde de Gobineau (que certa feita havia chamado os cariocas de "macacos"), Lobato confidenciou ao amigo Godofredo Rangel que a miscigenação criara uma classe de "corcundas de Notre Dame" nos subúrbios do Rio de Janeiro, declaração que trazia implícita uma crítica aos intelectuais da época, segundo os quais haveria um "padrão de beleza grega" entre a população mulata da cidade. Lobato advoga ainda a adoção de um esquema de segregação racial para o Brasil, nos moldes do então vigente nos EUA e a imigração de europeus para consertar a "anti-Grécia" carioca..

A partir de 1914, Lobato começou a publicar suas idéias sobre as "raças" brasileiras em livros e na grande imprensa, basicamente opondo o caboclo, "espécie de homem baldio, semi-nômade, inadaptável à civilização, mas que vive à beira dela"(e que mais tarde seria simbolizado pelo personagem Jeca Tatu), ao mulato, que, embora também fosse mestiço, possuía certa "superioridade racial" graças ao "sangue recente do europeu, rico de atavismos estéticos".

Comentário: Depois de colocar fogo na sociedade, com suas ideias racistas de higiene social, Monteiro Lobato teve de apagar, usando o próprio "Jeca Tatu" para aliviar a sua barra.

O "Sítio do Pica-Pau Amarelo" talvez seja o seu exílio de pensamentos mais pretensiosos e politicamente incorretos de moleque de rua, ou talvez não.

Wikipedia: "Não deixa de ser irônico que, justamente depois de destruir publicamente a imagem do caboclo, Lobato tenha sido obrigado a passar a fazer apologia do mesmo, após a reação de importantes segmentos da elite brasileira quando da republicação de "Velha Praga" no livro de contos "Urupês", em 1918. Acusado de vilipendiar o povo brasileiro, Lobato embarcou nas idéias higienistas então em voga, chegando a afirmar em carta que estava convencido de que "o Jeca Tatu é a única coisa que presta neste país".

O problema do Jeca deixara de ser sua origem mestiça, e sim um problema sanitário que seria resolvido com o enfrentamento das endemias rurais. Foi Cornélio Pires, profundo conhecedor do caipira paulista que mostrou, na sua obra "Conversas ao pé do Fogo", que Lobato só conhecera o caipira caboclo e o generalizou como se todos os caipiras fossem como o caipira caboclo:

Coitado do meu patrício! Apesar dos governos os outros caipiras se vão endireitando à custa do próprio esforço, ignorantes de noções de higiene... Só ele, o caboclo, ficou mumbava, sujo e ruim! Ele não tem culpa... Ele nada sabe. Foi um desses indivíduos que Monteiro Lobato estudou, criando o Jeca Tatu, erradamente dado como representante do caipira em geral! — Cornélio Pires"

Comentário: O racismo é como uma semente do mal e que, depois de plantada, nunca deixará de crescer. É uma praga muito pior que a metáfora que criamos para referenciá-la.

Monteiro Lobato tinha muita personalidade, negativamente falando, e nunca deixou de acreditar de fato nos conceitos de pureza de raça, mas tornou-se ainda mais cauteloso do que já era, inclusive guardando muitas dessas besteiras para ele mesmo.

Wikipédia: "Como diria Lobato em O Problema Vital (1919), "O Jeca não é assim, está assim".

Comentário: O maior problema nas teorias científicas dos escritores, é que por mais que essas teorias sejam geniais, nunca serão inteligentes. A inteligência é muito complexa e depende do teste de genialidade e poucos conceitos geniais passam por esse teste.

A inteligência pode ser sútil, como no som do silêncio, de Simon e Garfunkel, ou podem explodir em meio às loucuras de uma pessoa descontrolada. Podem até levar as reflexões infinitas sobre a inteligência dos outros animais, ou sobre a inteligência de micro-organismos que disputam o controle do mundo com os humanos.

Wikipedia: "Mas, ao menos no tocante aos seus planos literários e editoriais, a experiência estadunidense revelou-se um imenso fiasco. Em setembro de 1927, depois de ouvir inúmeras negativas, Lobato escreveu para Godrofredo Rangel com uma sinceridade chocante: Meu romance não encontra editor. Falhou o projeto da editora Tupy Company. Acham-no ofensivo à dignidade americana, visto admitir que depois de tanto séculos de progresso moral possa este povo, coletivamente, cometer a sangue frio o belo crime que sugeri. Errei vindo cá tão verde. Devia ter vindo no tempo em que eles linchavam os negros. Os originais estão com o Isaac Goldberg para ver se há arranjo. Adeus, Tupy Company!"

Comentário: Bom, baseado nesse texto, podemos notar que o caráter de Monteiro lobato não resistiu a sua ambição. Mostra que ele podia ser oportunista, aproveitando-se de suas habilidades de escritor, e que tinha consciência de seus erros, ou seja, mais um típico caso de pessoa que insiste em ultrapassar as fronteiras entre a realidade e a ficção, a diferença é que Monteiro Lobato só queria poder, manipulação, dinheiro.

Wikipedia:"A reação indignada dos "cinco editores conservadores e amigos de obras bem comportadas" que se haviam recusado a publicar o "ovo de escândalo", conforme confidenciou um mês depois ao amigo Gastão Cruls, não abalou a confiança de Lobato. Segundo ele, um sexto editor havia entusiasmado-se com a obra e queria inclusive que ele ampliasse a "matéria de exasperação" (leia-se "incitamento ao ódio") para forçar uma proibição policial. Fazendo uma alusão bem-humorada a Lei Seca então vigente, pelas contas de Lobato isto valeria "um milhão de dólares. Um livro proibido aqui sai na Inglaterra e entra 'bootlegued' com o 'whisky' e outras implicâncias dos puritanos".

 "não tenho de mudar nada em 'O Presidente Negro'. A América que eu retratei em meu livro é exatamente a mesma América que eu encontrei lá" - Monteiro Lobato.

Comentário: A ideia de usar a liberdade de expressão é um recurso próprio dos politicamente incorretos mas, quando uma obra literária detalha, analisa, estuda e defende abertamente uma ideia, pode causar reações de indignação e os resultados podem ser inesperados.

Wikipédia: "Finalmente, a ideia central por trás da divisão do eleitorado branco em homens e mulheres parece ter surgido em Lobato como um último resquício de suas leituras de Le Bon. Em 2228, Miss Elvin, mentora da candidata Evelyn Astor, publica um livro denominado Simbiose Desmascarada, onde denúncia que a mulher não era a "fêmea natural do homem", mas que este havia "repudiado" a sua fêmea original em época remota e que o "pobre animal" (palavras de Lobato) havia se extinguido. As mulheres seriam as fêmeas de um povo anfíbio, cujos machos, naturalmente, foram massacrados pelos machos humanos numa espécie de versão pré-histórica do "Rapto das Sabinas".

Comentário: Esse texto lembra das idéias ocultistas dos nazista sobre Atlântida, e nos faz pensar se Monteiro Lobato tinha alguma ligação com sociedades secretas ligadas ao ocultismo.

Fonte: Wikipedia

Comentários: By Jânio

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ciência social insensível




Ciências, filosofia, religião, alquimia, medicina tradicional e outras áreas, todas conviveram harmoniosamente durante muito tempo, mas chegou uma época em que houve a necessidade de separação desses conhecimentos.

Jesus Cristo disse que o que era de césar, Deus não queria. Maquiavel lembrou disso, séculos mais tarde.

A não obediência desses princípios, levou o império romano a destruir Israel, e o próprio império romano seria vítima dessa inobservância.

Copérnico revolucionou a astronomia, mas era inteligente demais para cair em armadilhas criadas pela ignorância de sua época. Galileu Galilei era vaidoso demais, esse pecado lhe custou muito caro.

O arco-íris sempre foi objeto de poesias e canções, ainda é, mas houve um tempo em que os poetas não precisavam pensar tanto para compor. O culpado por esse transtorno foi Isaac Newton e suas teorias a respeito das cores.

Eu estava pensando  no que teria despertado a curiosidade de Isaac Newton e nem precisei pensar muito.

Durante a noite, todas as cores desaparecem com a falta de luz. Isso é curioso, porque podemos ver muita coisa à noite, depois de nos adaptarmos à escuridão. Quanto mistério poderá haver no universo, oculto pela escuridão?

Isaac Newton foi o responsável por desvendar o mistério do arco-íris, acabando com a magia de seus misteriosos tesouros.

Segundo Newton, o fenômeno ótico do arco-íris é provocado pela refração da luz do sol em cristais de água, suspensos no ar, principalmente depois de uma chuva.

Não, isso não acabou com a poesia, e eu fico pensando no primeiro tesouro que poderia ter sido encontrado sob um arco-íris, criando a lenda, contudo, nunca mais ninguém deve ter escondido nenhum tesouro próximo a riachos e mananciais.

Segundo a Bíblia, o arco-íris também representa o arco da aliança e não há nada mais poético e puro que isso, e há outras histórias relacionadas a esse fenômeno ótico.

Aos poucos a ciência foi apresentando outros conflitos, possibilitando que o homem aprendesse a sentir, buscar informação e educar as novas gerações para os novos tempos.

Infelizmente, mudanças constantes nos sistemas políticos, sociais e econômicos, impossibilitaram que houvesse estabilidade suficiente para o desenvolvimento de uma sociedade perfeita. Assim, novos conflitos surgiram, numa velocidade cada vez maior, pior, sem solução.

A biotecnologia rompeu fronteiras e trouxe à tona questões sobre privacidade, onde máquinas interagem com o cérebro e essa mesma tecnologia  começa a fazer parte de nosso cotidiano, quando geram energia a partir de nossos passos, danças, lixos, esgoto, água da chuva, etc.

Uma das questões mais polêmicas da ciência, foi o bebê de proveta. A manipulação genética viria perturbar a consciência insustentável do ser humano, com as pesquisas com células tronco.

O aborto tornou-se marginal, caso de polícia, livrando a religião e a sociedade em geral de mais uma polêmica.

Talvez a sociedade, ou a elite dela, queira passar uma ideia de que tudo pode seguir um padrão e que tudo pode ser regulado. Com o tempo, essa ideia vai ficando cada vez menos consistente, e as pessoas passam a ter o controle de suas próprias vidas, inclusive tomando suas próprias decisões.

Isso não é bom, porque poucos países no mundo tem cidadãos capazes de viver de acordo com os novos tempos.  A maioria não tem uma boa educação e a desigualdade social não permite que essa educação seja possível.

As pessoas que sempre tiveram muitas obrigações e poucos direitos, começam a ter conhecimento de seus direitos e não tem educação suficiente para cumprirem seus deveres e obrigações.

A biotecnologia e outras bugigangas tecnológicas se tornarão cada vez mais acessíveis, com consumidores despreparados, sem educação e sem ética para lidar com elas. Armas de fogo podem dar lugar a outras tecnologias e drogas muito mais perigosas, criando um grande problema para a sociedade.

Enquanto isso, os políticos estarão preocupados com a crise econômica mundial, que na verdade é uma crise de estado generalizada. Acho que os meus leitores é que estão certos, os políticos devem deixar de ser responsáveis pela nossa sociedade, Zilda Arns deixou bem claro isso.

A questão nunca foi o dinheiro, e nem será política. Nós devemos resolver a questão da educação, custe o que custar, e eu não estou falando de dinheiro.

By Jânio


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Dez formas como o mundo pode acabar



A julgar pelo número de filmes sobre o fim do mundo e outros produtos da fantasia humana, a população da Terra está cada vez mais fascinada com a idéia de juízo final que poderia estar por vir. Na verdade, a vida emergiu na Terra há cerca de 3.5 bilhões de anos, é muito frágil, e morte é uma parte indispensável de sua história.

Das quatro bilhões de espécies que já existiram no planeta, 99% estão extintas. Nos últimos 500 milhões de anos, extinções em massa ocorreram cinco vezes. Nestes períodos desapareceram mais de 75% das espécies.

Pelo menos uma dessas extinções em massa foi, provavelmente, devido a um evento que parece, de certa forma, o "fim do mundo", como se imagina. Acredita-se que a queda de um meteorito no México, 65 milhões de anos atrás, causou terremotos e tsunamis por todo a terra e a poeira subiu e cobriu o sol por vários anos. Esses fenômenos de tal magnitude ocorrem de tempos em tempos, diz a ciência.

Uma catástrofe global também pode ser causada por outros fenômenos naturais, mas ainda mais perigosa, é a atividade humana. A nossa espécie tem a capacidade de alterar o mundo. E isso pode levar-nos logo ao fim.

A informatização também é um ponto fraco em nossa civilização. Embora as tecnologias de computador fornecem métodos eficazes de comunicação empresarial e gestão, os terroristas podem facilmente pôr em perigo os sistemas de energia de países inteiros ou, por exemplo, roubar os dados, senhas,  no fornecimento de alimentos.

Quanto mais sabemos sobre os mistérios do universo, mais corremos o risco de auto-destruição. E cada vez mais percebemos o quão fugaz nós somos. O jornal britânico The Guardian escreveu uma lista de métodos ¨exóticos" que poderiam levar ao desaparecimento da humanidade, métodos, estes, descobertos pela ciência nos últimos tempos.

01) Morte da euforia (fim da motivação)

Muitas das pessoas na Terra consomem cafeína e nicotina e, com o avanço da ciência se tornam mais e mais dispostos a melhorar seu estado emocional, causando o aumento de suas atividades. Algum dia, quando as pessoas já não puderem viver sem estas substâncias, poderá ocorrer o fim. Não haverá um "fim" súbito da civilização, mas a humanidade vai extinguir-se gradualmente.

02) "Big Bang"

Em uma hipótese, no âmbito da teoria quântica, o nosso universo estaria em um estado de falso vácuo, e poderia se tornar verdadeiro vácuo. Se assim for, a transição poderia ocorrer sob a forma de uma bolha que iria aparecer em qualquer ponto no espaço e começar imediatamente a expandir-se a velocidade da luz. Este processo se estenderia a todo o universo que deixaria de existir, como o conhecemos. O processo seria como uma sopa quente de partículas que corresponde ao ponto de partida do padrão do Big Bang.

03) Corpos estranhos que devorarão a terra

A teoria quântica tem outras hipotéticas e terríveis previsões de adicionais. Por exemplo, partículas chamadas de 'strangelets', pequenos pedaços de material estranho (material do núcleo tendo uma elevada proporção de estranhos 'quarks', partículas elementares mais leves), que poderiam converter todas as partículas em torno de suas cópias. Poucas horas depois, o mundo inteiro poderia se tornar uma massa de 'strangelets ".

04) Finalmente, o fim dos tempos

As leis da física moderna admitem a possibilidade de que o tempo se esgote. Em 2007, cientistas espanhóis da Universidade do País Basco e da Universidade de Salamanca, chegaram a propor uma explicação alternativa para a ação da misteriosa matéria escura que constitui 75% da massa do universo e atua como uma espécie de antigravidade, empurrando as galáxias para além. Na sua opinião, os fenômenos que observamos são devido à desaceleração do tempo como este está atuando em nosso universo.

05) Tsunami devastador

Os geólogos temem que uma possível erupção de um vulcão nas ilhas Canárias poderia atirar uma pedra enorme que cairia no Oceano Atlântico e iria gerar uma onda de uma milha, com uma taxa semelhante à de um reagente. Metade do mundo, as maiores cidades, estariam sob as águas em poucos minutos.

06) Inversão geomagnética

Os pólos magnéticos da Terra, de tempos em tempos, sofrem uma mudança de horário. Em um período determinado, o campo magnético do planeta, que nos protege da radiação cósmica nociva, enfraquece ou desaparece. O último evento ocorreu 780.000 anos atrás.

07) Os raios gama a partir do espaço

Na época de seu fim, estrelas supermassivas emitem para o espaço dois jatos de raios gama de alta energia. Se esses raios impactassem na Terra, a imensa energia que se desintegraria na atmosfera, romperia a camada de ozônio com consequências fatais para os seres vivos que habitam o planeta.

08) Buraco negro

Um buraco negro pode destruir a Terra com sua gravidade. Tal força cósmica é capaz de atrair o planeta a uma distância de milhares de milhões de milhas, 'tirando a Terra da órbita do Sol', a fonte da vida, jogando-a em uma jornada através da escuridão, vagando pelo cosmo.

09) Espécies invasoras

Eles poderão ser animais, plantas ou outros organismos, transportados e introduzidos pelo homem fora do seu habitat natural, eles se estabelecerão e se espalharão nessa nova região, que são prejudiciais. Várias dessas espécies já se tornaram um problema para sistemas globais de meio ambiente.

10) Transhumanismo

Inovações biológicas e tecnológicas poderiam ser transformadas, a ponto de os seres humanos se transformarem numa nova espécie, esses novos seres se pareceriam de alguma forma com seus antepassados. O "transhumano" teria uma inteligência artificial à base de ideias e memórias de antigos humanos, e poderia ser, no formato de informação digital que é transmitido por redes e seriam capazes de existir praticamente para sempre. Pelo menos, até que o sistema de computador tivesse uma falha.

Comentários: Como você pode ter notado, o texto apresenta dados bem diferente do que você imaginou. Talvez você tenha acompanhado parte do desenvolvimento  de algumas dessas teorias, mesmo assim, tenho certeza de que você tem as suas próprias.

Levando-se em conta que o texto tem um ponto de vista de direita, a maior parte dos problemas causados pelos donos do mundo foram, naturalmente, evitados, como  é o caso das guerras.

Nós sabemos que a falsa mobilização dos países ricos para evitar a proliferação de armas nucleares é falsa, porquê eles não demonstram um pouco de boa vontade e convidam o governo do Irã para inspecionar os seus próprios países? 

Eles criaram essa tecnologia, eles abriram a caixa de pandora e agora querem se fazer passar por bons mocinhos.

Eugenia, Adolf Hitler, higiene social na Índia e África, imperialismo, monocultura, ações da ONU, fome na África, Ongs, infernos fiscais, nada disso deverá ser divulgado.

O que os assusta é que países pobres e que não aceitam ser dominados, povos que tem na fé uma força que ameaça suas autoridades, podem por em risco seu controle sobre o mundo. Eles não dão a mínima se o mundo vai acabar, como, quando e porquê, apenas sentem prazer em controlar tudo.

Quando dizem "terroristas", podem estar exprimindo seus próprios pontos de vista, onde aqueles "terroristas" que eles apoiam, não são terroristas, são a resistência a um certo regime ditatorial que não seguem suas regras. No máximo, rebeldes, segundo seus interesses.

O mundo está passando por profundas mudanças, mudanças que fazem parte de um jogo, onde as peças estão sendo movidas de acordo com um planejamento prévio. Os donos do mundo estão a um passo de dominar tudo, e suas atenções se voltam para regiões instáveis que desafiam os seu comando - "O Brasil deve servir de exemplo para o Oriente Médio!"

Notem a sutileza das mensagens sublimares dessas palavras, foi por isso que eu me senti ofendido. Será que eles consideram os brasileiros idiotas submissos?

Não é à toa que tanta gente no mundo, principalmente os mais jovens, admiram lideres rebeldes como Osama Bin Laden, Che Guevara, Fidel Castro, Hugo chavez, etc.

Quando  uma ameaça é divulgada, o verdadeiro objetivo sempre será desviar nossa atenção para outros fatos mais chamativos. Foi isso o que ocorreu com o surgimento do Wikileaks, cuja quantidade de informações é tão grande que se não fosse a vontade dos bilderbergers, o dono do site já estaria morto há muito tempo.

A quantidade de informações exibidas pelo Wikileaks é inexplicável, nenhuma fonte, agente secreto, ou grupo de governos, poderia reunir tantas informações. 

Fica óbvio que o Wikileaks faz parte do projeto "Nova Ordem Mundial", e sua obsessão por atacar o exército americano, parece uma busca disfarçada e desesperada por mudar os destinos de países do Oriente Médio e do resto do mundo, uma verdadeira mudança de estratégias.  

Por interesses muito menores que os denunciados pelo Wikileaks, uma tentativa de censura foi arquitetada contra a rede.

A democracia ameaça surgir através da rede, mas não é só isso, é todo o sistema elitizado que está em risco.

É preciso fornecer notícias para esses novos grupos de leitores, famintos por novas informações e escândalos, e que acreditam e desconfiam de tudo o que é divulgado, leitores acostumados à liberdade e  quase impossíveis de serem controlados.

Escândalos, sordidez, bizarrice, poderão desviar nossas atenções de dados sutis, mas que poderiam virar uma bomba ideológica, se fossem melhor observados.

Bem-vindos à nova Idade Média.

Fonte: RT-TV

Comentários: By Jânio