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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Humanos sem corpos




Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, Reino Unido, famoso por seus experimentos sobre a união da mente e máquina, acredita que no futuro o corpo humano não será mais necessário.

"O corpo humano é um problema, não precisamos mais dele. Se pudéssemos nos desfazer dele, poderíamos viver muito mais tempo. Os cyborgs do futuro terão corpos tecnologicamente desenvolvidos e cérebros parcialmente biológicos. Haverá uma inteligência global com pessoas como nós dentro de uma rede. Os humanos que não se atualizarem para as versões mais atuais, terão uma vida difícil", disse kevin Warwick em uma entrevista ao jornal espanhol ABC.

O cientista britânico é conhecido como Capitão Cyber por los numerosos implantes que conectavam  sua mente com vários dispositivos inseridos em seu corpo, atualmente trabalha na criação de um cérebro artificial com neurônios humanos.

"Dentro de dez anos, nós poderíamos ter um robô com o mesmo número de células cerebrais que um ser humano. Temos cérebros com cerca de trinta bilhões de neurônios de ratos e temos de ampliar para 100 milhões", disse ele.

Segundo Warwick, o início de suas experiências foi a implantação em seu cérebro, através de uma cirurgia de duas horas, um chip capaz de, a partir de sinais elétricos remotos de Nova Iorque. mover um braço robótico no Reino Unido.

Mas o mais fascinante para o primeiro cyborg da história, foi conectar seu cérebro com o cérebro de sua esposa. Ao colocar o implantes, ambos puderam enviar sinais de um sistema nervoso para o outro.

"Foi mais íntimo que sexo, creio que esse tipo de comunicação, cérebro para cérebro, através do pensamento, ocorrerá no futuro, e será muito melhor", disse Warwick.

Entre as vantagens de ser capaz de conectar um cérebro humano para um computador, o pesquisador destaca o fato de poder ajudar os doentes de Parkinson, epilepsia, síndrome de Tourette, esquizofrenia e outras deficiências e distúrbios. "mas, para mim, o que mais me emociona é a ideia de melhoria, aumentar a memória, as capacidades matemáticas, sentidos, etc.", disse Warwick.

RT-TV

Computador biológico

Teletransporte de dados

Top 10 ficção real

COG - O robô quase perfeito

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Quase real




De um modo geral, o mundo está muito obscuro, confuso. O que acontece no Oriente Médio, a crise mundial que poucas pessoas conseguem entender, etc.

O controle das comunicações pelo capital, uma estratégia lucrativa e perigosa, transformou o mundo numa ficção, e a justiça numa teoria. Isso era tudo o que não precisávamos, já que nos últimos séculos o controle das massas nos tornou cegos, surdos e mudos.

Essa falta de percepção nos controla, mas também nos deixa instáveis. Em algum momento de nossa vida, nossa mente tão sofisticada sai de controle e começa a acordar outras mentes, criando movimentos de resistência que poderiam comprometer os interesses dos donos do mundo.

Vendo por essa ótica, a Televisão torna-se um veículo de comunicação quase diabólico, ela concentra quase a metade da audiência, informação e entretenimento. Através dela, as pessoas assistem aos sonhos que não podem realizar, enquanto ficam cada vez mais anestesiados, domesticados.



Nos momentos em que os programas líderes de audiência perdem popularidade, como é o caso das novelas, que não conseguiram ultrapassar seis meses de controle mental, com raras exceções - atualmente vive uma fase de incertezas - surgem novas alternativas.

Os games tem ultrapassado o cinema em termos de rentabilidade e, se antes a fiscalização era rígida quanto aos efeitos causados por eles, hoje, proibir o comércio de um determinado game tornou-se extremamente complicado e burocrático, devido ao capital envolvido.

Países desenvolvidos como os EUA, precisam de dispositivos contra as crises, como é o caso da biotecnologia que em alguns casos demonstra as maravilhas que o homem pode produzir  e, em outros, cria uma indústria responsável pela contaminação e decadência da saúde, já que a fiscalização não consegue fazer frente ao poder do dinheiro.

... mas todos nós sabemos que não se pode subestimar a capacidade de sobrevivência do ser humano. Não sabemos nosso passado, quem somos ou de onde viemos, como se isso não bastasse, alguns indivíduos desenvolvem poderes mentais inacreditáveis, demonstrando que não é só o nosso passado que é obscuro, a nossa mente está muito presente em nossos questionamentos.

As mensagens subliminares podem preocupar as pessoas, mas creio que poderá incomodar ainda mais os poderosos, na medida em que as pessoas tomarem conhecimentos desses dispositivos de percepção e passarem a controlá-los.



Um exemplo da instabilidade do controle mental, começou na internet. A falta de censura, liberdade de expressão, abriu muitas mentes e despertou muita gente para verdades inconvenientes. Infelizmente, ficamos como animais que passaram a vida inteira na corrente e agora ganharam a liberdade, mas não sabem o que fazer.

Um cachorro doméstico não consegue se decidir pela liberdade da vida selvagem, exceto se for solto numa floresta contra a sua vontade. Um pássaro que ficou preso a vida inteira na gaiola, quando solto, pouca chance terá de sobrevivência, exceto se for acompanhado nesse processo.

Aqui chegamos ao ser humano.



Quando as novelas já não são suficientes para prender a atenção, quando a vida torna-se mais fictícia que a televisão, há a necessidade de uma nova forma de entretenimento que possa nos levar de volta às correntes, às gaiolas. As pessoas passam a vida trabalhando sem ter dinheiro sequer para comprar uma casa, sabem que no futuro vão morrer numa fila de previdência, mesmo assim não conseguem replanejar suas vidas.

Os realities shows foram uma alternativa interessante para aumentar a audiência da TV, mas que não funcionou perfeitamente. Motivados por um prêmio que para a classe média seria equivalente a um prêmio de loteria, pessoas comuns expõe sua privacidade e os poucos segredos que o povo ainda não revelou aos donos do poder.

Empresas de marqueting, vendedores, pilantras, estelionatários e até políticos, estão dispostos a perder alguns minutos ou horas para estudar o comportamento humano através dos realities shows.

Mas os realities shows não são suficientes para controlar toda essa geração de expectadores interativos, então, a demanda por novas tecnologias torna-se ainda mais lucrativa.



Mal o conceito 3D chegou ao mercado, esbarrando na falta de infraestrutura, o 4D já mostra que a tecnologia está evoluindo mais rapidamente que a gestão pública e até que a iniciativa privada, já que os empresários mostram-se excluídos digitais, pior, voluntariamente.

O 4D segue uma tendência de nos apresentar uma realidade virtual, fazendo-nos viver uma realidade, mesmo sem sair de uma poltrona.

Por um lado, isso pode atender a demanda do mercado de entretenimento, por outro lado, ninguém sabe qual será a reação da mente humana, a longo prazo, diante de tal tecnologia. Fica difícil saber como uma pessoa vai se comportar no futuro, quando desligar esse dispositivo tecnológico de entretenimento.

A ficção tem apresentado boas visões do tema, oferecendo oportunidades de discussão, entretanto, muitas pessoas não tem percepção das críticas embutidas nos filmes.



Em Matrix, um homem sente que algo está errado, e que sua vida não passa de uma ilusão. Na vida real, pessoas com algum tipo de distúrbio mental, tendem a sair de controle, sendo considerados loucos, como é o caso dos epilépticos.

Vanila Sky apresenta o conceito de sonhos lúcidos, tão comuns em quem tem epilepsia, apesar de todas as pessoas apresentarem esse sintoma em menor grau. Um homem morre e é congelado, para voltar a vida no futuro, algo sai errado, já contei demais o filme.

A loucura tem apresentado várias formas de realidades assustadoramente reais, com é o caso de Peggy Sue, de Coppola, Camisa de Força e O Terceiro Olho, filmes que valem a pena ser conferido. Outras boas surpresas são Espinha do Diabo e Sexto sentido.



By Jânio

Imagem em 3D de marte

O que é uma imagem em 4D

Prisioneiros da quarta dimensão

A morte de Osama Bin Laden

Ciência cega

Natureza obscura da mente humana

Percepção do nada 

Mensagens sublimares

Quando a mente tem um ataque

Informações censuradas

Lavagem cerebral

Memória inconsciente

Sonhos Lúcidos

Vendedoras de sonhos e pesadelos

Máquina permite o controle da mente


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lavagem cerebral



Controle da mente (também conhecido como persuasão, lavagem cerebral coercitiva, abuso
. O controle do pensamento, ou reforma do pensamento) refere-se a um processo em que um grupo ou indivíduo "utiliza-se da antiética ou métodos de manipulação para persuadir os outros a estarem de acordo com os desejos do manipulador(es), muitas vezes em detrimento da pessoa que está sendo manipulada".  O termo tem sido aplicado em várias áreas, entre elas psicológica, o que pode ser visto como subverter o sentido de um indivíduo do controle sobre seu próprio pensamento, comportamento, emoções ou tomada de decisão. Em Propaganda: A Formação de atitudes dos homens, Jacques Ellul sustenta que as "principais objetivos destes métodos psicológicos é destruir padrões habituais de um homem: espaço, hora, meio, e assim por diante".

Teorias da lavagem cerebral e de controle da mente foram originalmente desenvolvidos para explicar como regimes totalitários apareceram, tendo sucesso em doutrinar sistematicamente prisioneiros de guerra através de  técnicas de propaganda e tortura. Essas teorias foram posteriormente ampliada e modificada para explicar uma ampla gama de fenômenos, especialmente conversões para novos movimentos religiosos (NMR).

A primeira citação da expressão "lavagem cerebral" foi publicada em um artigo de Edward Hunter, em New Leader, O7 de outubro de 1950. Hunter era jornalista e agente da inteligência, referia-se às técnicas chinesas.

Lavagem cerebral vem de uma expressão chinesa "Xi Nao", lavar o cérebro, no regime maoísta, visando a transformação da mentalidade de determinadas pessoas, criando o "pensamento correto" de acordo com o novo regime.

Essa técnica visava quebrar a integridade psíquica dos indivíduos, em relação ao processamento da informação. Entre essas técnicas estavam a desumanização dos indivíduos, mantendo-os no lixo, privação parcial do sono, privação sensorial, assédio moral, culpa, pressão social.

Segundo essa teoria, Hunter pretendia explicar um fenômeno que nunca ocorrera antes, ou seja, soldados desertaram após se tornarem prisioneiros de guerra. O operador de rádio, Robert W. Ford, e o coronel do exército britânico, James Carne, também alegaram que os chineses haviam submetido-os a técnicas de lavagem cerebral, durante sua prisão, na Coréia do Norte. Frank Shwable confessou ter  participado da guerra bacteriológica, enquanto era prisioneiro.

O método de lavagem cerebral priva as pessoas de condições básicas para sua sobrevivência, em seguida lhes oferece boas condições, tornando-os submissos ao sistema.

Em um resumo publicado em 1963, Edgar Schein apresentou sua visão das origens precursoras do fenômeno lavagem cerebral:

Reforma do pensamento contém elementos que são evidentes na cultura chinesa (ênfase na sensibilidade interpessoal, aprendizagem por memorização e auto-cultivo), com métodos de extrair confissões, bem conhecidos na Inquisição Papal (século 13) e elaborado através dos séculos, especialmente pela polícia secreta russa, em métodos de organização prisional corretivas, hospitais psiquiátricos e outras instituições para a indução de mudança de valores, em métodos usados por seitas religiosas, ordens fraternais, elites políticas ou sociedades primitivas para a conversão ou iniciação de novos membros. Técnicas de reforma do pensamento são consistentes com princípios psicológicos, mas não foram explicitamente derivada de tais princípios.

Teorias do controle da mente da época da Guerra da Coréia foram criticada em anos subsequentes. De acordo com a psicóloga forense Dick Anthony, a CIA inventou o conceito de "lavagem cerebral" como uma estratégia de propaganda para minar reivindicações comunistas que os prisioneiros de guerra americanos, em campos de coreanos comunistas, voluntariamente expressam simpatia pelo comunismo. Anthony afirmou que a pesquisa definitiva demonstrou que o medo e coação, causada nos prisioneiros de guerra ocidentais para colaborar, não era lavagem cerebral. Ele argumentou que os livros de Edward Hunter (que ele identificou como uma técnica secreta da CIA "especialista em guerra psicológica" passando como jornalista) divulgou a teoria de lavagem cerebral da CIA para o público em geral. Ele ainda afirmou que por vinte anos, a partir de início de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa realizaram uma pesquisa secreta (incluindo nomeadamente o Projeto MKULTRA) em uma tentativa de desenvolver prática em técnicas de lavagem cerebral, e que a tentativa falhou.

Os militares dos EUA e do governo apresentaram acusações de "lavagem cerebral" em um esforço para minar confissões detalhadas feitas por militares americanos de crimes de guerra, incluindo a guerra biológica, contra os coreanos. Frank Schwable, Chefe de Gabinete do Primeiro Asa Marine Air, foi derrubado na Coréia do Norte. Depois de transmissões de rádio chinesas citá-lo admitindo a participação em guerra bacteriológica, comandante das Nações Unidas, general Mark W. Clark, denunciou dizendo:. "Se estas declarações saíram dos lábios desses homens infelizes é duvidoso Se eles fizeram, no entanto, livremente, os métodos exterminadores de mente destes comunistas em extorquir as palavras que eles querem.... Os próprios homens não são os culpados, e eles têm o meu mais profundo pesar por terem sido usados desta forma abominável".  O secretário de Defesa Charles E. Wilson criou uma força-tarefa para estudar a resposta de prisioneiros de guerra americanos a lavagem cerebral.

Relatório do exército desmascara lavagem cerebral de prisioneiros de guerra americanos

Em 1956, o Departamento do exército dos EUA publicou um relatório intitulado "Interrogatório Comunista, Doutrinação e Exploração dos Prisioneiros de Guerra", que chamou lavagem cerebral "um equívoco popular".  O relatório afirma que "pesquisa exaustiva de várias agências governamentais não revelaram ainda, conclusivamente, um caso documentado de 'lavagem cerebral' de um prisioneiro de guerra americano na Coréia ".

Enquanto EUA POW é capturado pela Coréia do Norte foram brutalizados pela fome, espancamentos, marchas da morte forçados, exposição a temperaturas extremas, a ligação em posições de stress, e retenção de cuidados médicos, o abuso não tinha nenhuma relação com a doutrinação ou informação de recolha de informações "em que não era particularmente do interesse da Coreia do Norte".  Em contraste americano, prisioneiros de guerra em poder dos comunistas chineses, enfrentaram um interrogatório  e um programa de doutrinação, mas os chineses não utilizam o abuso físico deliberado. "Uma extensa pesquisa revelou que a tortura, física sistemática não foi empregada em conexão com interrogatório ou doutrinação", afirma o relatório.

Os chineses levantaram informações usando truques inofensivos com aparência de questionários escritos, seguido por entrevistas. A técnica chinesa mais eficaz, de acordo com o relatório do exército dos EUA, foi uma exibição de convívio de amizade falsa:

"Quando um soldado americano era capturado pelos chineses, era dado um aperto de mão vigoroso e um tapinha nas costas. O inimigo era 'induzido' a si mesmo, como um amigo dos" trabalhadores "da América ... em muitos casos a chineses não interrogaram os prisioneiros americanos, mas freqüentemente lhes ofereciam cigarros americanos. Esta exibição de amizade pegou a maioria dos americanos totalmente fora de guarda e eles nunca se recuperaram da impressão inicial feita pelos chineses....  depois do contato inicial com o inimigo, alguns norte-americanos pareciam acreditar que o inimigo era sincero e inofensivo. Eles relaxavam e permitiam ser pegos em uma armadilha bem disfarçada de cooperar com o inimigo astuto".

Foi este tratamento, surpreendentemente amigável, que "foi bem sucedido em algum grau", conclui o relatório, em minar o ódio dos comunistas entre os soldados americanos, em persuadir alguns a assinar confissões anti-americanas, e até mesmo levando alguns a rejeitar a repatriação e permanecer na China comunista.

Cultos e ao deslocamento do foco

Depois da Guerra da Coréia, aplicações de teorias de controle da mente nos Estados Unidos mudaram de foco de política de religião . A partir da década de 1960 um número crescente de jovens norte-americanos começaram a entrar em contacto com os novos movimentos religiosos (NRM), e alguns se converteram de repente, crenças e comportamentos adotados diferiam muito dos de seus familiares e amigos e, em alguns casos, negligenciavam ou até mesmo rompiam contato com seus entes queridos. Na década de 1970, o movimento anti-cult aplicava teorias de controle da mente para explicar essas súbitas e aparentemente dramática conversões religiosas. A mídia foi rápida a seguir o exemplo, e cientistas sociais simpáticos ao anti- movimento de culto, que geralmente eram psicólogos, desenvolveram modelos mais sofisticados de lavagem cerebral.  Enquanto alguns psicólogos foram receptivos a essas teorias, sociólogos eram, na maior parte cética da sua capacidade de explicar a conversão para NRMs.

Teorias de controle da mente e conversão religiosa

Ao longo dos anos, várias teorias de conversão e retenção de membros têm sido propostas, que o controle da mente seja ligado para NRMs, e em particular os movimentos religiosos referidos como "seitas" por seus críticos. Essas teorias se assemelham às originais teorias de lavagem cerebral políticas, com algumas pequenas alterações. Philip Zimbardo discute controle da mente como "o processo pelo qual a liberdade individual ou coletiva de escolha e de ação é comprometida por agentes ou agências que modificam ou distorcem a motivação, percepção, afeto, cognição e / ou resultados comportamentais", e ele sugere que qualquer ser humano é suscetível à manipulação.  Em um livro de 1999, Robert Lifton também aplicou suas idéias originais sobre a reforma do pensamento Aum Shinrikyo , concluindo que neste contexto pensado. reforma era possível sem violência ou coerção física. Margaret Singer, que também passou um tempo estudando a lavagem cerebral política de prisioneiros de guerra coreanos, concordou com esta conclusão:

Em seu livro, Cultos em nosso meio, ela descreve seis condições que criam um ambiente em que a reforma do pensamento é possível.

Aproximando-se o tema a partir da perspectiva da neurociência e psicologia social, Kathleen Taylor sugere que a manipulação do córtex pré-frontal ativa "lavagem cerebral", tornando a pessoa mais suscetível ao pensamento preto-e-branco. Enquanto isso, em Influência, Ciência e Prática , o psicólogo social Robert Cialdini afirma que o controle da mente é possível através da exploração encoberta das regras inconscientes que estão obscuras e facilitando interações sociais humanas saudáveis. Ele afirma que as regras sociais comuns podem ser usadas para abduzir os incautos. Usando categorias, ele oferece exemplos específicos, tanto do controle da mente leve e extrema, observa as condições em que cada regra social é mais facilmente exploradas para fins falsos, e oferece sugestões sobre como resistir a tais métodos.

Desprogramação e o movimento anti-cult

Ambos os críticos acadêmicos e não-acadêmicos de seitas destrutivas que adotaram e adaptaram as teorias, Lifton e outros pesquisadores, desde o início do movimento anti-cult em diante. Tais críticos muitas vezes argumentam que certos grupos religiosos se utilizam de técnicas de controle mental para, de maneira  antiética recrutar e manter membros. Muitos destes críticos tem defendido ou se envolvido em desprogramação como um método para libertar os membros do grupo de lavagem cerebral aparente. No entanto, a prática de desprogramação caiu em desuso no Ocidente e foi em grande parte substituída por aconselhamento. O conselheiro Steven Hassan promove em seu livro, uma forma de Soltar os Laços: capacitando as pessoas para pensar por si mesmas (2000).  O modelo BITE descreve vários controles sobre o comportamento humano, informação, pensamento e emoção. Hassan afirma que cultos de recrutamentos e retenção de membros usando, entre outras coisas, enganação sistemático, modificação de comportamento, e a retenção de
informações e técnicas de persuasão emocionalmente intensos (tais como a indução de fobias). Ele se refere a todas estas técnicas coletivamente como "controle da mente".

Os críticos das teorias de controle da mente alertam contra as implicações mais amplas desses modelos de conversão. No relatório de 1998 da Comissão Enquete sobre "Os chamados Seitas e Psychogroups" na Alemanha, uma revisão foi feita do modelo BITE. O relatório concluiu que "o controle das áreas de ação é um componente inevitável das interações sociais em um grupo ou comunidade. O controle social que é sempre associada com intenso compromisso de um grupo deve ser claramente distinguido do esforço de influência, intencional metódica para o propósito expresso de manipulação".  Na verdade, praticamente todos estes modelos compartilham a noção de que estão de fato convertendo inocentes "vítimas" das técnicas de controle da mente. Hassan sugere que mesmo os membros da seita de manipulação, os novos convertidos podem ser eles próprios pessoas sinceramente enganados. Ao considerar membros NRM inocentes "vítimas" de coerção psicológica dessas teorias, abre a porta para tratamentos psicológicos.

O movimento anti-culto não livre de seus críticos. Embora a maioria dos estudiosos pareçam aceitar que a lavagem cerebral existe, uma minoria de sociólogos que comumente se referem a si mesmos como "sociólogos da religião" afirmam que o movimento anti-seitas usa lavagem cerebral para seu próprio ganho financeiro. Talvez a mais notável entre os sociólogos da religião é Eileen Barker, que critica as teorias de conversão justamente porque eles objetivam  justificar intervenções dispendiosas, como a desprogramação ou aconselhamento. Por razões semelhantes, Barker e outros estudiosos têm criticado a saúde mental de profissionais como Margaret Singer para aceitar lucrativos trabalhos de testemunhas, especialistas em processos judiciais envolvendo NRMs.  Ela foi talvez a defensora mais publicamente notável de "culto", nas teorias de lavagem cerebral, e ela tornou-se o ponto focal da morte relativa dessas mesmas teorias dentro de sua disciplina.

O movimento anti-seitas e estudiosos são rápidos em apontar que Barker e outros sociólogos da religião são frequentemente pagos por cultos para prestar serviços jurídicos em seu nome.

Debate acadêmico

James Richardson observa que, se as NRMs tiveram acesso às técnicas de lavagem cerebral poderosas, seria de se esperar que NRMs tivessem altas taxas de crescimento, ainda mais no fato de não ter tido sucesso notável no recrutamento. A maioria dos adeptos participaram apenas por um período curto de tempo, e o sucesso em membros de retenção é limitado. Por esta e outras razões, os sociólogos da religião, incluindo David Bromley e Anson Shupe consideraram a idéia de que "seitas" são lavagem cerebral para a juventude americana. Além de Bromley, Thomas Robbins, Dick Anthony, Eileen Barker, Newton Maloney, Massimo Introvigne, John Hall, Lorne Dawson, Anson Shupe, Gordon Melton, Marc Galanter, Saul Levine (entre outros estudiosos que pesquisam NRMs) argumentaram e estabelecidos para a satisfação de tribunais, de associações profissionais relevantes e das comunidades científicas de que não existe nenhuma teoria científica, geralmente aceitos e com base em pesquisas metodologicas, que suporte as teorias de lavagem cerebral avançados pelo movimento anti-culto.

Outros estudiosos discordam desta consenso entre os sociólogos da religião. Benjamin Zablocki afirma que é óbvio que a lavagem cerebral ocorre, pelo menos para qualquer observador objetivo, o "verdadeiro problema sociológico", diz ele, é se a "lavagem cerebral ocorre com freqüência suficiente para ser considerado um importante problema social".  Zablocki discorda de estudiosos como Richardson, afirmando que a observação de Richardson é falha. De acordo com Zablocki, Richardson não entende de lavagem cerebral, concebendo-o como um processo de recrutamento, em vez de um processo de retenção.  Assim, embora os dados de Richardson estejam corretos, Zablocki, bem entendido, lavagem cerebral não implica que NRMs terá um notável sucesso na contratação, de modo que a crítica é inapta. Além disso, Zablocki tenta desbancar as outras críticas de Richardson: aplicar a lavagem cerebral: se Zablocki está correto, há uma infinidade de provas em favor da alegação de que alguns NRMs fizeram lavagem cerebral em alguns de seus membros. Talvez, mais notadamente, Zablocki diz, o grande número de líderes de cultos antigos e ex-membros que atestam a lavagem cerebral em entrevistas (realizadas em conformidade com as diretrizes do Instituto Nacional de Saúde Mental e da National Science Foundation) é muito grande para ser um resultado de qualquer coisa que não seja um fenômeno genuíno.  Zablocki também revela que de duas revistas mais prestigiadas, dedicadas à sociologia da religião, o número de artigos "apoiam a perspectiva da lavagem cerebral" ter sido zero, enquanto mais de cem tais artigos foram publicados em outras revistas "não especializadas".  A partir deste fato, conclui Zablocki que 'lavagem cerebral' é um conceito da "lista negra" de forma injusta no campo da sociologia da religião.  Além disso, Zablocki afirma que alguns estudiosos proeminentes que não compartilham seu ponto de vista receberam "financiamentos generosos" de NRMs.  Stephen A . Kent também publicou vários artigos sobre a lavagem cerebral.  Estes estudiosos tendem a ver se há consenso, enquanto que Melton vê como a maioria dos estudiosos que consideram como uma rejeição de lavagem cerebral e de controle da mente como teorias legítimas.

Questões jurídicas, a APA e DIMPAC

Desde a sua criação, as teorias de controle da mente também têm sido utilizadas em vários processos judiciais contra o grupos de "culto". Em 1980, o ex-cientologista Lawrence Wollersheim processou com sucesso a Igreja da Cientologia em um tribunal da Califórnia, que decidiu em 1986 que as práticas da igreja haviam sido realizadas em um ambiente psicologicamente coercitiva e por isso não foram protegidos por garantias de liberdade religiosa.  Outros que tentaram reivindicar uma "defesa da lavagem cerebral" por crimes cometidos enquanto supostamente sob o controle da mente, incluindo Patty Hearst, Steven Fishman e Boyd Lee Malvo, não foram bem sucedidos.

Em 1983, a Associação Americana de Psicologia (APA) pediu Margaret Singer para presidir uma força-tarefa chamado de Força-Tarefa APA em Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle (DIMPAC) para investigar se lavagem cerebral ou "persuasão coercitiva" de fato desempenham um papel no recrutamento por tais movimentos. Antes  o grupo de trabalho tinha apresentado o seu relatório final, a APA apresentado em 10 de fevereiro 1987, um Curiæ amicus breve em um processo judicial em curso relacionado à lavagem cerebral. Embora os amicus curiae, escrito pela APA, negue a credibilidade da teoria lavagem cerebral, a APA submetida a breve "pressão intensa por um consórcio de religião pró-acadêmicos (estudiosos aka NRM)". No entanto, em 11 mai 1987, o Conselho da APA de Responsabilidade Social e Ética de Psicologia (BSERP), rejeitou o relatório de DIMPAC porque o relatório "não tem o rigor científico e a abordagem crítica imparcial necessário para APA r", e concluiu que "depois de muita consideração, BSERP não acredito que nós temos informação suficiente para nos guiar e em tomar uma posição sobre esta questão". Portanto, a posição da APA sobre lavagem cerebral como equivalente a:. são necessárias mais pesquisas até que um veredicto definitivo científica pode ser dado.

Duas cartas críticas de revisores externos Benjamin Beit-Hallahmi e Jeffery D. Fisher acompanharam o memorando de rejeição. As letras criticaram a "lavagem cerebral" como um conceito reconhecidamente teórico e o raciocínio de Singer como tão falho que era "quase ridículo".  Após suas conclusões terem sido rejeitadas, Singer processou a APA, em 1992, por "difamação, fraudes, cumplicidade e conspiração "e perdeu.  Benjamin Zablocki e Alberto Amitrani interpretaram a resposta da APA no sentido de que não houve decisão unânime sobre a questão, de qualquer forma, sugerindo também que Singer manteve o respeito da comunidade psicológica após o incidente. No entanto, sua carreira como perito terminou neste momento. Ela foi feita para aparecer com Richard Ofshe no v EUA 1990, Caso Fishman, em que Steven Fishman alegou ter estado sob o controle da mente pela Igreja da Cientologia, a fim de se defender contra as acusações de peculato, mas os tribunais indeferiram o seu testemunho. Nos olhos da corte, "nem a APA nem o ASA endossou a opinião de Singer e Ofshe Dr. sobre reforma do pensamento ".

Após esse tempo nos tribunais dos EUA consistentemente rejeitado, testemunhos sobre o controle da mente e de manipulação, afirmando que tais teorias não eram parte da linha principal, aceitaram a ciência de acordo com o padrão Frye (Anthony Robbins & 1992: 5-29). de 1923.

Outras áreas

Controle da mente é um termo geral para uma série de teorias controversas que propõem que o pensamento de um indivíduo, o comportamento, as emoções ou decisões podem, em maior ou menor grau, ser manipulado à vontade por fontes externas. De acordo com o sociólogo James T. Richardson , alguns dos conceitos de lavagem cerebral que se espalhou para outros campos e são aplicados "com algum sucesso" em contextos não relacionados com as controvérsias de culto anteriores, como batalhas de custódia e de abuso sexual infantil", onde um dos pais é acusado de lavagem cerebral da criança para rejeitar o outro genitor, e, em casos de abuso sexual infantil, onde um pai é acusado de lavagem cerebral a criança a fazer acusações de abuso sexual contra o outro progenitor".

Stephen A. Kent analisa e resume o uso da lavagem cerebral por não sociólogos no período 2000-2007, encontrando o termo útil não só no contexto das "Novas Religiões / Cultos", mas igualmente sob os títulos de "programas de modificação do comportamento adolescente; grupos terroristas ; disfuncional cultura corporativa; violência interpessoal, e Alegadas violações de direitos Governamentais pelos chineses, além dos direitos humanos Falun Gong".

APA Task Force on Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 10 de julho de 2012

A verdadeira história do Brasil




Uma  de nossas melhores aliadas para a evolução do pensamento é a nossa própria consciência, é ela que nos mostra quando estamos errados e nos força a refletir.

Quando nossa consciência pesa, precisamos trabalhar nossa inteligência, não aquela inteligência fria e calculista dos vestibulares, concursos e testes de aptidão, mas a capacidade de nos transformarmos como seres humanos que somos.

Em cada eleição, necessidades, interesses e medo, entre outras características, tomam conta dos eleitores, impedindo que estes votem de maneira correta.  Tudo fica muito mais confuso quando os vilões conseguem nos oferecer um modo de vida melhor que os mocinhos haviam nos proporcionado - é o velho sistema bipartidário e capitalista.

De um lado, a direita experimenta todos os tipos de conspirações para conseguir desacreditar o governo, por outro lado, a esquerda aproveita-se do populismo para manter o povo ao seu lado. Seria um duelo muito interessante, se não estivessem jogando com a nossas vidas.

Eu já notei que quando o poder muda de lado, leva algum tempo até que a corrupção possa se instalar. Até os financiadores, especuladores, banqueiros e empresários que utilizam Estado em suas estratégias de negócios, levam algum tempo para se adaptarem - é por isso que sentimos aquela sensação de que tudo está melhorando.

Se houvessem mudanças políticas com mais frequência, com eleitores inteligentes, sem medo e conscientes, acredito que poderíamos combater boa parte do mal que contamina a nossa política.

Passamos da era do "eu prometo", "em nome do povo",  "a dignidade desse país", "crescimento da nação", "vamos ajudar as criancinhas" e outras expressões demagógicas  direcionadas para um povo sem cultura, subestimado e acomodado. Conceitos de instituições decadentes foram transformados, forçando os políticos a trabalharem os seus pensamentos fundamentalistas e preguiçosos, infelizmente os institutos de pesquisas ainda permanecem incomodando.

Os eleitores estão reagindo mais, estão mais difíceis de serem controlados - a prova disso está na internet, onde se concentram a maior parte das pessoas inteligentes.

Há um problema na internet, onde grupos de esquerda e direita se atacam mutualmente, como se fossem políticos, quando na verdade apenas defendem seus interesses mesquinhos. Subestimam a ferramenta que concentra a maior quantidade de cabeças pensantes do mundo, ultrapassando fronteiras, ideologias, religiões e todas as outras formas de culturas.

É, meus amigos, o sistema bipartidário também está ficando ultrapassado e só se sustenta com o apoio de um sistema anti-democrático e mídias de massa, na internet eles parecem um bando de idiotas. O dinheiro que os políticos roubam poderá até torná-los belos para algumas prostitutas (vagabundas), bandidos e outros membros da PPP mas,  para o povo, não passam de seres peçonhentos dos quais a maioria de nós prefere manter a distância.

Eu fico muito triste em ver que depois de um escândalo como esse do Panamericano, as pessoas ainda assistam ao programa do Sílvio Santos, sem a noção do rombo que quatro bilhões  e meio de reais provocam na área social do país, provocando miséria, insegurança, causando tantas mortes.

Será que as pessoas não conhecem nada de história?

A maioria das manipulações, conspirações e jogos de poder, já vem desde os tempos do império romano, o que falta é educar as pessoas. Será que os professores estão educando os alunos corretamente, ou será que estão educando na época errada?

Se a educação estiver errada, ou se estiver sendo parcial, politicamente, pior, ocultando o que deveriam ensinar, então teremos que rever tudo isso. Também não se pode obrigar pessoas mal informadas a votar, despreparadas.

A farsa da história do Brasil continua sendo ensinada, isso porque depois de quinhentos anos, o Brasil ainda não tem a sua própria história.

Somos um país de tribos e, ao contrário do que temiam os pretensiosos pensadores das décadas de 60, 70 ou 80, não somos índios. Os índios tem história, língua e cultura, enquanto nós apenas sobrevivemos, mesmo sem saber porquê.

By Jânio


A política torta do Brasil

Eu não acredito em teoria da conspiração

Mortes misteriosas de celebridades

Presidentes do Brasil

A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

Políticos com problemas na justiça

O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A conspiração das minorias



A evolução da sociedade em rítmo acelerado, tem apresentado problemas modernos que fogem ao controle da conspiração das minorias.

Sabemos que a sociedade, como um todo, é formada por vários grupos e subgrupos, até que se chegue a uma única pessoa. Cada pessoa deverá exprimir sua vontade, fazendo com que sua classe social cresça e seja ouvida.

Há também uma minoria no topo da pirâmide social, e é essa minoria que conspira para que os vários grupos não possam articular uma sociedade justa.

Primeiro, eles pregam através das mídias, idéias de que não há grupos. Isso é importante para que as pessoas não se organizem e eles continuem no poder.

"O povo deve ser unido" - Você já ouviu esse discurso? - dizem eles. Enquanto isso, idéias tolas são veiculadas através de suas empresas, tvs, jornais, revistas e novelas.

A morte é apresentada o tempo todo, até que pareça normal. Até um caso de corrupção que poderia parecer um escândalo, passa a ser apenas mais um.

Quando as pessoas começam a se organizar, é importante que sejam desmotivadas, o poder do povo seria implacável com corruptos e incompetentes. Esse tem sido um desafio da elite há muito tempo.

Cada classe deve ter uma outra ou várias outras classes que possam impedir o seu progresso, de acordo com a vontade dos poderosos. Assim, a luta das mulheres é contida pelos machistas, os pobres são contidos pelos ricos, gls são contidos pelas idéias fundamentalistas e até as ORGS passam a ser de interesse dos capitalistas.

Cada vez que surge um grande líder, ele deve seguir o sistema elitista ou ser exterminado. Qualquer surgimento de movimentos isolados, são acompanhados de perto, ou eram, até o surgimento da internet.

A internet cara no Brasil é útil para conter idéias de direitos individuais e coletivos. Movimentos que surgem nas redes sociais também são perigosos para os poderosos.

A vontade de monopolizar as telecomunicações é muito grande.

Como eu costumo dizer, uma simples semente pode gerar muitos frutos e, no caso da internet, não há como conter esse avanço, milhões de sementes já foram plantadas.

O problema agora é termos muita atenção, pois o excesso de informações pode ser tão prejudicial quanto a falta delas, além disso, surgiu a necessidade de manipulação dessas informações, como tem alertado os especialistas em conspirações.

Não há mais alternativas, cada pessoa deverá pensar por si, tirar suas próprias conclusões e agir de acordo com seus princípios. A sociedade deverá passar para essas pessoas, conhecimentos necessárias para o seu desenvolvimento social, e não o governo e os poderosos.

Não parece irônico que no momento em que o país consegue o maior crescimento em investimentos privados na educação, o nível da educação caia, sendo que o ensino privado sempre foi o de melhor qualidade?

É claro que há políticos envolvidos nisso, a incompetência não é uma característica do setor privado, é um problema do setor público.

Eu reconheço que isso já seria motivo suficiente para que a OAB reprovasse uma grande parte dos bacharéis em direito, mas o número de reprovação foi ainda maior que o esperado, e isso chamou-me a atenção.

Em países de bom IDH como a Argentina, não há vestibulares, cada pessoa pode fazer a faculdade que desejar. No Brasil, em determinadas áreas é mais fácil ganhar na loteria que passar no vestibular.

A loteria, aliás, que é proibida para o setor privado, mas liberado para o setor público, é uma ótima forma de lavar dinheiro, assim como os bingos, por isso é natural que esteja no setor público.

Há algum tempo atrás,  os estudos sociais eram  formas  de descobrir as verdades do poder.

Acontece que a mente humana é programada e pouco criativa, por isso, basta um pequeno estudo na história da sociedade para sabermos como o sistema funciona e como estamos sendo enganados.

Até as citações de grandes líderes políticos, dão uma idéia de seu caráter.

By Jânio