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terça-feira, 9 de maio de 2017

Fachin vota por condenar Maluf por lavagem de dinheiro; julgamento é suspenso



Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou hoje (9) pela condenação do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) pelo crime de lavagem de dinheiro, por desvios em obras quando ele era prefeito de São Paulo (1993-1996). Fachin é o atual relator da ação penal aberta em 2011 pelo plenário do STF. Após o voto do relator, o julgamento foi suspenso, e deve ser retomado no próximo dia 23.


As investigações se arrastam por mais de 10 anos, desde a instauração do primeiro inquérito contra o ex-prefeito, ainda na primeira instância da Justiça. O Supremo assumiu o caso após a eleição de Maluf como deputado. Ele tem hoje 85 anos.     

Segundo a denúncia do Ministério Público, Maluf recebeu propina de contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS, no período em que foi prefeito da cidade de São Paulo. Os recursos teriam sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, hoje chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi de cerca de R$ 800 milhões. 

De acordo com os procuradores, os recursos foram desviados por meio de construtoras subcontratadas para serviços fictícios, “medições de vento”, nas palavras da denúncia.

Pelo menos US$ 225 milhões em dinheiro ilícito teriam sido movimentados em contas em Luxemburgo, na França, nos Estados Unidos e nas Ilhas Jersey, de acordo com os procuradores, sendo posteriormente trazidos de volta ao país por meio da compra de ações da empresa Eucatex, da família Maluf, configurando a lavagem de dinheiro.

“Há depoimentos, documentos e minúcias, há entregas de milhares de dólares relatados em caixas de uísque, há relatos de cofres abarrotados de dólares para a corrupção do agente público [Maluf]”, disse o subprocurador-geral da República Odim Brandão Ferreira. Foi destacado também compras de joias e obras de arte que teriam sido feitas com os recursos ilícitos.

Crime permanente

Fachin considerou que o crime de lavagem de dinheiro é permanente, perdurando por todo o tempo em que os recursos ilícitos estiverem ocultos. Com o entendimento, o ministro afastou o argumento de prescrição do crime, levantado pela defesa, o que permitiu o voto pela condenação. 

Dessa maneira, das cinco acusações de lavagem de dinheiro, o ministro entendeu que a condenação poderia se dar em relação a uma delas, que considera a movimentação, até 2006, de ao menos US$ 15,7 milhões em 12 contas nas Ilhas Jersey.

“Entendo devidamente constatada a materialidade, bem como a autoria do réu Paulo Salim Maluf, que entre o ano de 1998 e 2006, de forma permanente, ocultou e dissimulou vultosos valores oriundos da perpetração do delito de corrupção passiva”, afirmou Fachin. 

Defesa

O advogado de Maluf no caso, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou em sustentação oral durante o julgamento que o Ministério Público não foi capaz de comprovar que o deputado é o titular das contas no exterior na qual teriam sido depositados os recursos ilícitos.

Kakay pediu a anulação da ação penal pelo fato de o MP não ter apresentado laudo produzido por perito oficial atestando a titularidade da conta. “Quando se fala nesses valores, nessa quantidade infinita de contas, quando se fala desse personagem Paulo Maluf, que é um personagem do imaginário político, se acha que não se deve demonstrar prova”, afirmou o advogado.

Por 4 votos a 1, os ministros da Primeira Turma consideraram que, no caso desta ação penal específica, tal laudo pericial não seria necessário, diante da farta documentação atestando Maluf como titular das contas. Somente Marco Aurélio Mello votou pela anulação, sendo vencido pelos votos de Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

Edição: Carolina Pimentel



domingo, 1 de maio de 2016

A maior lavagem de dinheiro da história


terça-feira, 5 de abril de 2016

Panamá papers - E os magnatas americanos?



Neste episódio de Keiser Report, Max e Stacy abordam o curioso caso da foto de Putin usada para manipular a notícia do 'Panama Papers', quando seu nome, aparentemente, nem sequer é mencionado nas 11 milhões de páginas de documentos. Na segunda parte, Max entrevista Joel Benjamin e Jamie Griffiths, Debt resistance UK,  falalando sobre LOBO, empréstimos que empurram os conselhos locais no Reino Unido à beira da insolvência.

"The Guardian reconhece que dos milhões de documentos que vazaram, o jornal só fez uma busca daqueles que violam as sanções impostas pelos EUA, que mostra como são", diz Stacy Herbert. "Em um mundo regido pelo livre mercado, a única coisa que importa é dizer ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos: "Estes descumpriram uma sanção comercial com o Irã, o Iraque ou o Sudão", acrescenta co-âncora.

De acordo com Herbert, o artigo argumenta que, se não há americanos na lista é "pelo acordo para a promoção do comércio alcançado entre o Panamá e os Estados Unidos em 2010". "Apesar de bom, os dados a partir deste escritório de advocacia também vão para os EUA, por isso, faz sentido querer fazer algo fraudulento pelo Panamá", diz ele.

São doze os líderes mundiais que têm algum tipo de conta vinculada ao escritório de advocacia no Panamá, "embora grande parte da evasão fiscal seja feito através dos Estados Unidos e, principalmente, Londres e Ilhas Virgens, território pertencente ao Reino Unido ", disse a apresentadora.

Herbert diz que, apesar da maioria das personalidades que aparecem na lista serem "aliados dos Estados Unidos", a mídia ocidental destaca a polêmica acompanhada de uma foto do presidente russo, Vladimir Putin, baseando suas acusações sobre fato de que alguns de seus amigos foram mencionadas nos documentos, mesmo que o nome do presidente não aparece uma única vez.

Fonte: RT-TV 

Comentário:

O que se vê no Panamá, está acontecendo no mundo inteiro. A direita controla as duas maiores armas da máfia dos donos do mundo, a mídia e os paraísos fiscais. Especialistas tem alertado para o fato de o mundo estar alcançando o o objetivo da pirâmide dos malditos, ou seja, só deve haver um no topo, apenas um rico controlando tudo.

Muitos são os candidatos para essa posto considerado satânico pelos mais sensíveis e, como não poderia deixar de ser, os países mais desgraçados tem mais chances de ter o herdeiro do mal absoluto.

Eu me assustei quando Slin apareceu no topo da lista dos homens mais ricos do mundo, entretanto, ele não parece assim tão preparado para governar o mundo, apesar de viver num país à beira do caos, o México. Eike Batista apareceu nessa lista, mas apenas com papeis supervalorizados. Aqui no Brasil nós sabemos que os mais perigosos vivem de caixa dois e que suas fortunas estão muito além das fronteiras tupiniquins. Isso me levou há um questionamento que se tornaria mais tarde uma teoria: Será que os demônios vivem no inferno?

Parte dessa pergunta tem sua resposta no Brasil, já que o nome Brasil deixa bem claro onde nós vivemos.Apesar disso, parece que os magnatas daqui são brindados contra a violências e problemas mais comuns, é como se eles fechassem os aeroportos quando viajam, ficando imunes a acidentes de avião que, aliás, ocorrem mais na Malásia, sempre deixando alguém muito rico com a morte de alguém importante.  Aqui no Brasil acontece muito isso com a Globo, uma empresa que surgiu com um único objetivo, monopolizar a informação e forjar verdades conspiratórias, mantendo-se acima do bem e do mal, o resultado podemos notar na Lava a Jato, um a operação comandada por um juiz de direita que é também advogado do mafioso Beto Richa e também ficou conhecido por livrar a cara de pessoas que fizeram a maior lavagem de dinheiro da história do país, através do Banestado, levaram mais de 600 bilhões para os paraísos fiscais e quebraram vários bancos brasileiros que foram privatizados em seguida. 

Como burguesia tem seus próprios interesses, prefere não lembrar da história obscura da Globo e preferem ver Moro como um santo. A suposta tentativa de justiça mostra claramente que isso não é justiça, é política. Eu queria me manter como um bom anarquista nessa história, mas não será possível, o problema não é a política, nem o mercado financeiro ou o Brasil, o problema sempre será a Globo. 

A Globo começa a despontar como a segunda maior empresa de comunicação do mundo, mas com um detalhe, a Globo não tem concorrência, vive da miséria de desgraçados do mundo inteiro, sendo uma grande candidata a dominar o mundo, Roberto Marinho morreu, mas continua governando o Brasil, enquanto isso, os mafiosos demoníacos do Brasil espalham  suas fortunas pelos paraísos fiscais e constroem mansões em Miami.

A esquerda não consegue roubar nem que insistam, a justiça prende corruptos do PT, mas não conseguem prender nenhum outro partido, muita gente tem notado isso e por mais que nossa memória seja custa, ainda não deu para esquecer PC Farias, Carlinhos Cachoeira, Durval Barbosa, José Roberto Arruda, Renan Calheiros, José Sarney. O problema agora é que a bagunça provocada pela mídia é tão grande que as pessoas não sabem qual acompanhar, assim, a Rede Globo escolhe o que nós devemos saber e prefere esquecer o escândalo da CBF, suas sonegações e empresas nos paraísos fiscais. A Rede Globo cria sua própria verdade e assusta redes de TVs do mundo inteiro.

By Jânio  

The Panamá Papers - O maior vazamento de dados da história

A história da Rede Globo

A TV está podre

Paraísos fiscais da máfia brasileira

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como é feito a lavagem de dinheiro




Investigações conduzidas pela Polícia Federal, como a operação Chacal e a operação Satiagraha, e pelo Banco Central brasileiro, conduzem a uma ligação do fundo Opportunity com esquemas de lavagem de dinheiro no Brasil. Dinheiro, adquirido através de atividades ilícitas, seria enviado para o exterior, a partir do Brasil, para paraísos fiscais, como as ilhas Cayman. Nestes paraísos fiscais, o dinheiro era depositado em contas de empresas estrangeiras, abertas em nomes de laranjas, que depois investiam no Opportunity Fund. O dinheiro já então legalmente registrado voltava para o Brasil, como investimento em empresas brasileiras. Um exemplo de empresa que participaria deste esquema é a Forpart S/A, da qual o Opportunity Fund detém 66% das ações. A Forpart S/A investiu fortemente na área de telefonia no período da privatização do sistema Telebrás, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

Comentário: Lembrando que todas as pessoas ricas do Brasil lavavam dinheiro, evitando o pagamento de impostos. Empresas multinacionais sempre se valeram de fundações criadas por elas, além de laranjas que nem tinham conhecimento do que poderia estar acontecendo.

A mudança no sistema político Brasileiro fez com que a direita passasse a combater o mesmo sistema já utilizado por eles. Como a esquerda ficou mais tempo que o previsto no poder, os empresários, lobistas, empreiteiros, banqueiros e redes de televisão, uniram-se a eles.

Muitos humoristas que posam de politicamente incorretos, atacam o governo de esquerda. Isso seria normal se eles fossem anarquistas, o que não são, mas o pior de tudo é quando atacam os comunismo e o socialismo, indiscriminadamente, sem conhecimento de causa e passando a ideia de que estão repetindo o que a burguesia está dizendo, como piadas racistas e ideologias de direita. Isso acontece muito quando um humorista conta uma piada e não consegue explicá-la, nem mesmo quando é processado.

Durante a investigação do Banestado (Banco do Estado do Paraná), esquema corrupto que envolveu o então governador do Paraná, Jaime Lerner e o poderoso presidente da assembléia Aníbal Khury, a quantidade de milionários, artistas e jogadores de futebol lavando dinheiro foi tão grande que foi preciso interromper a investigação, sob o risco de ter de fechar o País, tamanho o escândalo.

Também vale sempre a pena repetir que se a Justiça Federal é fraca, a justiça estadual é do colarinho branco e s justiça municipal não existe. Isso faz com que mafiosos prefiram começar a "carreira" em pequenos municípios comandados por coronéis e apoiados por deputados e senadores em troca de vostos, para mais tarde se apresentarem nos grandes centros.

Comentário by Jânio

Fonte: Wikipedia

Paraísos fiscais da máfia brasileira

A máfia no Brasil

A máfia do asfalto

O paraíso no inferno

Máfia do metrô

Julgamento do mensalão

Privataria tucana

terça-feira, 18 de março de 2014

Lavagem de dinheiro de dez bilhões



Quatrocentos policiais federais deram cumprimento a 81 mandatos de busca e apreensão na operação Lava Jato, operação que teve esse nome porque envolvia lavanderias e postos de combustíveis para movimentar o dinheiro. Além disso, 24 mandatos de prisão foram emitidos para seis estados e Distrito Federal até o meio-dia desta segunda Feira.

O operação ocorreu simultaneamente em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal.

A organização criminosa envolve tráfico internacional de drogas, câmbio clandestino e contrabando de pedras preciosas, além de desvio de recursos públicos, entre outros crimes.

A organização também envolve grandes empresários, como o dono de um dos maiores postos de combustível de Brasília, jornalista e engenheiro de Porto Alegre e valores que podem ultrapassar 10 bilhões de reais.

Comentário: Não é à toa que a Europa decidiu contabilizar e legalizar as drogas e a prostituição, como forma de salvar a economia mundial. Se fossem somados todos os valores ilegais do mundo, a economia poderia triplicar, isso falando por baixo e sem contar os subfaturamentos de obras de arte, jóias etc.

O presidente do Uruguai justificou a legalização da maconha como uma forma de enfraquecer o tráfico. Está tática já foi utilizada para enfraquecer a indústria de bebidas alcoólicas, indústria tabagista, etc., no passado de outros países, mas isso nunca acaba.

Enquanto isso, empresa gaúcha que distribuía leite líder no Paraná, e também leite Parmalat, comercializou pelo menos 300.000 litros de leite com soda cáustica. O produto químico era utilizado para burlar a quantidade de água que era acrescentada no leite para baratear o produto.

O resultado disso é que os produtores não conseguem competir com as grandes empresas e desistem da atividade.

Comentário: Dificilmente a polícia federal vai conseguir segurar esses criminosos na cadeia por muito tempo e, mesmo que conseguisse, as pessoas afetadas nunca serão indenizadas.

Só há uma maneira de conseguir alimentação saudável nesse mundo, plantando o próprio alimento. O problema é que a cultura de subsistência deixa a pessoa sem recursos e vulnerável em caso de doença ou riscos no negócio.

É preciso educação, mas sem justiça não há educação que resolva, e justiça é elemento raro no Brasil.

Se prendermos todos os bandidos do país, teremos de fechar o Brasil, mas como os bandidos são covardes, basta prender os mais importantes para resolver a maior parte dos problemas.

Fonte: Ana Cristina Campos para Agência Brasil

Comentário: By Jânio

Paraísos fiscais da máfia brasileira

Julgamento do mensalão

Carlinhos Cachoeira é útil para as empreiteiras

Políticos com problemas na justiça

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lavagem cerebral



Controle da mente (também conhecido como persuasão, lavagem cerebral coercitiva, abuso
. O controle do pensamento, ou reforma do pensamento) refere-se a um processo em que um grupo ou indivíduo "utiliza-se da antiética ou métodos de manipulação para persuadir os outros a estarem de acordo com os desejos do manipulador(es), muitas vezes em detrimento da pessoa que está sendo manipulada".  O termo tem sido aplicado em várias áreas, entre elas psicológica, o que pode ser visto como subverter o sentido de um indivíduo do controle sobre seu próprio pensamento, comportamento, emoções ou tomada de decisão. Em Propaganda: A Formação de atitudes dos homens, Jacques Ellul sustenta que as "principais objetivos destes métodos psicológicos é destruir padrões habituais de um homem: espaço, hora, meio, e assim por diante".

Teorias da lavagem cerebral e de controle da mente foram originalmente desenvolvidos para explicar como regimes totalitários apareceram, tendo sucesso em doutrinar sistematicamente prisioneiros de guerra através de  técnicas de propaganda e tortura. Essas teorias foram posteriormente ampliada e modificada para explicar uma ampla gama de fenômenos, especialmente conversões para novos movimentos religiosos (NMR).

A primeira citação da expressão "lavagem cerebral" foi publicada em um artigo de Edward Hunter, em New Leader, O7 de outubro de 1950. Hunter era jornalista e agente da inteligência, referia-se às técnicas chinesas.

Lavagem cerebral vem de uma expressão chinesa "Xi Nao", lavar o cérebro, no regime maoísta, visando a transformação da mentalidade de determinadas pessoas, criando o "pensamento correto" de acordo com o novo regime.

Essa técnica visava quebrar a integridade psíquica dos indivíduos, em relação ao processamento da informação. Entre essas técnicas estavam a desumanização dos indivíduos, mantendo-os no lixo, privação parcial do sono, privação sensorial, assédio moral, culpa, pressão social.

Segundo essa teoria, Hunter pretendia explicar um fenômeno que nunca ocorrera antes, ou seja, soldados desertaram após se tornarem prisioneiros de guerra. O operador de rádio, Robert W. Ford, e o coronel do exército britânico, James Carne, também alegaram que os chineses haviam submetido-os a técnicas de lavagem cerebral, durante sua prisão, na Coréia do Norte. Frank Shwable confessou ter  participado da guerra bacteriológica, enquanto era prisioneiro.

O método de lavagem cerebral priva as pessoas de condições básicas para sua sobrevivência, em seguida lhes oferece boas condições, tornando-os submissos ao sistema.

Em um resumo publicado em 1963, Edgar Schein apresentou sua visão das origens precursoras do fenômeno lavagem cerebral:

Reforma do pensamento contém elementos que são evidentes na cultura chinesa (ênfase na sensibilidade interpessoal, aprendizagem por memorização e auto-cultivo), com métodos de extrair confissões, bem conhecidos na Inquisição Papal (século 13) e elaborado através dos séculos, especialmente pela polícia secreta russa, em métodos de organização prisional corretivas, hospitais psiquiátricos e outras instituições para a indução de mudança de valores, em métodos usados por seitas religiosas, ordens fraternais, elites políticas ou sociedades primitivas para a conversão ou iniciação de novos membros. Técnicas de reforma do pensamento são consistentes com princípios psicológicos, mas não foram explicitamente derivada de tais princípios.

Teorias do controle da mente da época da Guerra da Coréia foram criticada em anos subsequentes. De acordo com a psicóloga forense Dick Anthony, a CIA inventou o conceito de "lavagem cerebral" como uma estratégia de propaganda para minar reivindicações comunistas que os prisioneiros de guerra americanos, em campos de coreanos comunistas, voluntariamente expressam simpatia pelo comunismo. Anthony afirmou que a pesquisa definitiva demonstrou que o medo e coação, causada nos prisioneiros de guerra ocidentais para colaborar, não era lavagem cerebral. Ele argumentou que os livros de Edward Hunter (que ele identificou como uma técnica secreta da CIA "especialista em guerra psicológica" passando como jornalista) divulgou a teoria de lavagem cerebral da CIA para o público em geral. Ele ainda afirmou que por vinte anos, a partir de início de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa realizaram uma pesquisa secreta (incluindo nomeadamente o Projeto MKULTRA) em uma tentativa de desenvolver prática em técnicas de lavagem cerebral, e que a tentativa falhou.

Os militares dos EUA e do governo apresentaram acusações de "lavagem cerebral" em um esforço para minar confissões detalhadas feitas por militares americanos de crimes de guerra, incluindo a guerra biológica, contra os coreanos. Frank Schwable, Chefe de Gabinete do Primeiro Asa Marine Air, foi derrubado na Coréia do Norte. Depois de transmissões de rádio chinesas citá-lo admitindo a participação em guerra bacteriológica, comandante das Nações Unidas, general Mark W. Clark, denunciou dizendo:. "Se estas declarações saíram dos lábios desses homens infelizes é duvidoso Se eles fizeram, no entanto, livremente, os métodos exterminadores de mente destes comunistas em extorquir as palavras que eles querem.... Os próprios homens não são os culpados, e eles têm o meu mais profundo pesar por terem sido usados desta forma abominável".  O secretário de Defesa Charles E. Wilson criou uma força-tarefa para estudar a resposta de prisioneiros de guerra americanos a lavagem cerebral.

Relatório do exército desmascara lavagem cerebral de prisioneiros de guerra americanos

Em 1956, o Departamento do exército dos EUA publicou um relatório intitulado "Interrogatório Comunista, Doutrinação e Exploração dos Prisioneiros de Guerra", que chamou lavagem cerebral "um equívoco popular".  O relatório afirma que "pesquisa exaustiva de várias agências governamentais não revelaram ainda, conclusivamente, um caso documentado de 'lavagem cerebral' de um prisioneiro de guerra americano na Coréia ".

Enquanto EUA POW é capturado pela Coréia do Norte foram brutalizados pela fome, espancamentos, marchas da morte forçados, exposição a temperaturas extremas, a ligação em posições de stress, e retenção de cuidados médicos, o abuso não tinha nenhuma relação com a doutrinação ou informação de recolha de informações "em que não era particularmente do interesse da Coreia do Norte".  Em contraste americano, prisioneiros de guerra em poder dos comunistas chineses, enfrentaram um interrogatório  e um programa de doutrinação, mas os chineses não utilizam o abuso físico deliberado. "Uma extensa pesquisa revelou que a tortura, física sistemática não foi empregada em conexão com interrogatório ou doutrinação", afirma o relatório.

Os chineses levantaram informações usando truques inofensivos com aparência de questionários escritos, seguido por entrevistas. A técnica chinesa mais eficaz, de acordo com o relatório do exército dos EUA, foi uma exibição de convívio de amizade falsa:

"Quando um soldado americano era capturado pelos chineses, era dado um aperto de mão vigoroso e um tapinha nas costas. O inimigo era 'induzido' a si mesmo, como um amigo dos" trabalhadores "da América ... em muitos casos a chineses não interrogaram os prisioneiros americanos, mas freqüentemente lhes ofereciam cigarros americanos. Esta exibição de amizade pegou a maioria dos americanos totalmente fora de guarda e eles nunca se recuperaram da impressão inicial feita pelos chineses....  depois do contato inicial com o inimigo, alguns norte-americanos pareciam acreditar que o inimigo era sincero e inofensivo. Eles relaxavam e permitiam ser pegos em uma armadilha bem disfarçada de cooperar com o inimigo astuto".

Foi este tratamento, surpreendentemente amigável, que "foi bem sucedido em algum grau", conclui o relatório, em minar o ódio dos comunistas entre os soldados americanos, em persuadir alguns a assinar confissões anti-americanas, e até mesmo levando alguns a rejeitar a repatriação e permanecer na China comunista.

Cultos e ao deslocamento do foco

Depois da Guerra da Coréia, aplicações de teorias de controle da mente nos Estados Unidos mudaram de foco de política de religião . A partir da década de 1960 um número crescente de jovens norte-americanos começaram a entrar em contacto com os novos movimentos religiosos (NRM), e alguns se converteram de repente, crenças e comportamentos adotados diferiam muito dos de seus familiares e amigos e, em alguns casos, negligenciavam ou até mesmo rompiam contato com seus entes queridos. Na década de 1970, o movimento anti-cult aplicava teorias de controle da mente para explicar essas súbitas e aparentemente dramática conversões religiosas. A mídia foi rápida a seguir o exemplo, e cientistas sociais simpáticos ao anti- movimento de culto, que geralmente eram psicólogos, desenvolveram modelos mais sofisticados de lavagem cerebral.  Enquanto alguns psicólogos foram receptivos a essas teorias, sociólogos eram, na maior parte cética da sua capacidade de explicar a conversão para NRMs.

Teorias de controle da mente e conversão religiosa

Ao longo dos anos, várias teorias de conversão e retenção de membros têm sido propostas, que o controle da mente seja ligado para NRMs, e em particular os movimentos religiosos referidos como "seitas" por seus críticos. Essas teorias se assemelham às originais teorias de lavagem cerebral políticas, com algumas pequenas alterações. Philip Zimbardo discute controle da mente como "o processo pelo qual a liberdade individual ou coletiva de escolha e de ação é comprometida por agentes ou agências que modificam ou distorcem a motivação, percepção, afeto, cognição e / ou resultados comportamentais", e ele sugere que qualquer ser humano é suscetível à manipulação.  Em um livro de 1999, Robert Lifton também aplicou suas idéias originais sobre a reforma do pensamento Aum Shinrikyo , concluindo que neste contexto pensado. reforma era possível sem violência ou coerção física. Margaret Singer, que também passou um tempo estudando a lavagem cerebral política de prisioneiros de guerra coreanos, concordou com esta conclusão:

Em seu livro, Cultos em nosso meio, ela descreve seis condições que criam um ambiente em que a reforma do pensamento é possível.

Aproximando-se o tema a partir da perspectiva da neurociência e psicologia social, Kathleen Taylor sugere que a manipulação do córtex pré-frontal ativa "lavagem cerebral", tornando a pessoa mais suscetível ao pensamento preto-e-branco. Enquanto isso, em Influência, Ciência e Prática , o psicólogo social Robert Cialdini afirma que o controle da mente é possível através da exploração encoberta das regras inconscientes que estão obscuras e facilitando interações sociais humanas saudáveis. Ele afirma que as regras sociais comuns podem ser usadas para abduzir os incautos. Usando categorias, ele oferece exemplos específicos, tanto do controle da mente leve e extrema, observa as condições em que cada regra social é mais facilmente exploradas para fins falsos, e oferece sugestões sobre como resistir a tais métodos.

Desprogramação e o movimento anti-cult

Ambos os críticos acadêmicos e não-acadêmicos de seitas destrutivas que adotaram e adaptaram as teorias, Lifton e outros pesquisadores, desde o início do movimento anti-cult em diante. Tais críticos muitas vezes argumentam que certos grupos religiosos se utilizam de técnicas de controle mental para, de maneira  antiética recrutar e manter membros. Muitos destes críticos tem defendido ou se envolvido em desprogramação como um método para libertar os membros do grupo de lavagem cerebral aparente. No entanto, a prática de desprogramação caiu em desuso no Ocidente e foi em grande parte substituída por aconselhamento. O conselheiro Steven Hassan promove em seu livro, uma forma de Soltar os Laços: capacitando as pessoas para pensar por si mesmas (2000).  O modelo BITE descreve vários controles sobre o comportamento humano, informação, pensamento e emoção. Hassan afirma que cultos de recrutamentos e retenção de membros usando, entre outras coisas, enganação sistemático, modificação de comportamento, e a retenção de
informações e técnicas de persuasão emocionalmente intensos (tais como a indução de fobias). Ele se refere a todas estas técnicas coletivamente como "controle da mente".

Os críticos das teorias de controle da mente alertam contra as implicações mais amplas desses modelos de conversão. No relatório de 1998 da Comissão Enquete sobre "Os chamados Seitas e Psychogroups" na Alemanha, uma revisão foi feita do modelo BITE. O relatório concluiu que "o controle das áreas de ação é um componente inevitável das interações sociais em um grupo ou comunidade. O controle social que é sempre associada com intenso compromisso de um grupo deve ser claramente distinguido do esforço de influência, intencional metódica para o propósito expresso de manipulação".  Na verdade, praticamente todos estes modelos compartilham a noção de que estão de fato convertendo inocentes "vítimas" das técnicas de controle da mente. Hassan sugere que mesmo os membros da seita de manipulação, os novos convertidos podem ser eles próprios pessoas sinceramente enganados. Ao considerar membros NRM inocentes "vítimas" de coerção psicológica dessas teorias, abre a porta para tratamentos psicológicos.

O movimento anti-culto não livre de seus críticos. Embora a maioria dos estudiosos pareçam aceitar que a lavagem cerebral existe, uma minoria de sociólogos que comumente se referem a si mesmos como "sociólogos da religião" afirmam que o movimento anti-seitas usa lavagem cerebral para seu próprio ganho financeiro. Talvez a mais notável entre os sociólogos da religião é Eileen Barker, que critica as teorias de conversão justamente porque eles objetivam  justificar intervenções dispendiosas, como a desprogramação ou aconselhamento. Por razões semelhantes, Barker e outros estudiosos têm criticado a saúde mental de profissionais como Margaret Singer para aceitar lucrativos trabalhos de testemunhas, especialistas em processos judiciais envolvendo NRMs.  Ela foi talvez a defensora mais publicamente notável de "culto", nas teorias de lavagem cerebral, e ela tornou-se o ponto focal da morte relativa dessas mesmas teorias dentro de sua disciplina.

O movimento anti-seitas e estudiosos são rápidos em apontar que Barker e outros sociólogos da religião são frequentemente pagos por cultos para prestar serviços jurídicos em seu nome.

Debate acadêmico

James Richardson observa que, se as NRMs tiveram acesso às técnicas de lavagem cerebral poderosas, seria de se esperar que NRMs tivessem altas taxas de crescimento, ainda mais no fato de não ter tido sucesso notável no recrutamento. A maioria dos adeptos participaram apenas por um período curto de tempo, e o sucesso em membros de retenção é limitado. Por esta e outras razões, os sociólogos da religião, incluindo David Bromley e Anson Shupe consideraram a idéia de que "seitas" são lavagem cerebral para a juventude americana. Além de Bromley, Thomas Robbins, Dick Anthony, Eileen Barker, Newton Maloney, Massimo Introvigne, John Hall, Lorne Dawson, Anson Shupe, Gordon Melton, Marc Galanter, Saul Levine (entre outros estudiosos que pesquisam NRMs) argumentaram e estabelecidos para a satisfação de tribunais, de associações profissionais relevantes e das comunidades científicas de que não existe nenhuma teoria científica, geralmente aceitos e com base em pesquisas metodologicas, que suporte as teorias de lavagem cerebral avançados pelo movimento anti-culto.

Outros estudiosos discordam desta consenso entre os sociólogos da religião. Benjamin Zablocki afirma que é óbvio que a lavagem cerebral ocorre, pelo menos para qualquer observador objetivo, o "verdadeiro problema sociológico", diz ele, é se a "lavagem cerebral ocorre com freqüência suficiente para ser considerado um importante problema social".  Zablocki discorda de estudiosos como Richardson, afirmando que a observação de Richardson é falha. De acordo com Zablocki, Richardson não entende de lavagem cerebral, concebendo-o como um processo de recrutamento, em vez de um processo de retenção.  Assim, embora os dados de Richardson estejam corretos, Zablocki, bem entendido, lavagem cerebral não implica que NRMs terá um notável sucesso na contratação, de modo que a crítica é inapta. Além disso, Zablocki tenta desbancar as outras críticas de Richardson: aplicar a lavagem cerebral: se Zablocki está correto, há uma infinidade de provas em favor da alegação de que alguns NRMs fizeram lavagem cerebral em alguns de seus membros. Talvez, mais notadamente, Zablocki diz, o grande número de líderes de cultos antigos e ex-membros que atestam a lavagem cerebral em entrevistas (realizadas em conformidade com as diretrizes do Instituto Nacional de Saúde Mental e da National Science Foundation) é muito grande para ser um resultado de qualquer coisa que não seja um fenômeno genuíno.  Zablocki também revela que de duas revistas mais prestigiadas, dedicadas à sociologia da religião, o número de artigos "apoiam a perspectiva da lavagem cerebral" ter sido zero, enquanto mais de cem tais artigos foram publicados em outras revistas "não especializadas".  A partir deste fato, conclui Zablocki que 'lavagem cerebral' é um conceito da "lista negra" de forma injusta no campo da sociologia da religião.  Além disso, Zablocki afirma que alguns estudiosos proeminentes que não compartilham seu ponto de vista receberam "financiamentos generosos" de NRMs.  Stephen A . Kent também publicou vários artigos sobre a lavagem cerebral.  Estes estudiosos tendem a ver se há consenso, enquanto que Melton vê como a maioria dos estudiosos que consideram como uma rejeição de lavagem cerebral e de controle da mente como teorias legítimas.

Questões jurídicas, a APA e DIMPAC

Desde a sua criação, as teorias de controle da mente também têm sido utilizadas em vários processos judiciais contra o grupos de "culto". Em 1980, o ex-cientologista Lawrence Wollersheim processou com sucesso a Igreja da Cientologia em um tribunal da Califórnia, que decidiu em 1986 que as práticas da igreja haviam sido realizadas em um ambiente psicologicamente coercitiva e por isso não foram protegidos por garantias de liberdade religiosa.  Outros que tentaram reivindicar uma "defesa da lavagem cerebral" por crimes cometidos enquanto supostamente sob o controle da mente, incluindo Patty Hearst, Steven Fishman e Boyd Lee Malvo, não foram bem sucedidos.

Em 1983, a Associação Americana de Psicologia (APA) pediu Margaret Singer para presidir uma força-tarefa chamado de Força-Tarefa APA em Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle (DIMPAC) para investigar se lavagem cerebral ou "persuasão coercitiva" de fato desempenham um papel no recrutamento por tais movimentos. Antes  o grupo de trabalho tinha apresentado o seu relatório final, a APA apresentado em 10 de fevereiro 1987, um Curiæ amicus breve em um processo judicial em curso relacionado à lavagem cerebral. Embora os amicus curiae, escrito pela APA, negue a credibilidade da teoria lavagem cerebral, a APA submetida a breve "pressão intensa por um consórcio de religião pró-acadêmicos (estudiosos aka NRM)". No entanto, em 11 mai 1987, o Conselho da APA de Responsabilidade Social e Ética de Psicologia (BSERP), rejeitou o relatório de DIMPAC porque o relatório "não tem o rigor científico e a abordagem crítica imparcial necessário para APA r", e concluiu que "depois de muita consideração, BSERP não acredito que nós temos informação suficiente para nos guiar e em tomar uma posição sobre esta questão". Portanto, a posição da APA sobre lavagem cerebral como equivalente a:. são necessárias mais pesquisas até que um veredicto definitivo científica pode ser dado.

Duas cartas críticas de revisores externos Benjamin Beit-Hallahmi e Jeffery D. Fisher acompanharam o memorando de rejeição. As letras criticaram a "lavagem cerebral" como um conceito reconhecidamente teórico e o raciocínio de Singer como tão falho que era "quase ridículo".  Após suas conclusões terem sido rejeitadas, Singer processou a APA, em 1992, por "difamação, fraudes, cumplicidade e conspiração "e perdeu.  Benjamin Zablocki e Alberto Amitrani interpretaram a resposta da APA no sentido de que não houve decisão unânime sobre a questão, de qualquer forma, sugerindo também que Singer manteve o respeito da comunidade psicológica após o incidente. No entanto, sua carreira como perito terminou neste momento. Ela foi feita para aparecer com Richard Ofshe no v EUA 1990, Caso Fishman, em que Steven Fishman alegou ter estado sob o controle da mente pela Igreja da Cientologia, a fim de se defender contra as acusações de peculato, mas os tribunais indeferiram o seu testemunho. Nos olhos da corte, "nem a APA nem o ASA endossou a opinião de Singer e Ofshe Dr. sobre reforma do pensamento ".

Após esse tempo nos tribunais dos EUA consistentemente rejeitado, testemunhos sobre o controle da mente e de manipulação, afirmando que tais teorias não eram parte da linha principal, aceitaram a ciência de acordo com o padrão Frye (Anthony Robbins & 1992: 5-29). de 1923.

Outras áreas

Controle da mente é um termo geral para uma série de teorias controversas que propõem que o pensamento de um indivíduo, o comportamento, as emoções ou decisões podem, em maior ou menor grau, ser manipulado à vontade por fontes externas. De acordo com o sociólogo James T. Richardson , alguns dos conceitos de lavagem cerebral que se espalhou para outros campos e são aplicados "com algum sucesso" em contextos não relacionados com as controvérsias de culto anteriores, como batalhas de custódia e de abuso sexual infantil", onde um dos pais é acusado de lavagem cerebral da criança para rejeitar o outro genitor, e, em casos de abuso sexual infantil, onde um pai é acusado de lavagem cerebral a criança a fazer acusações de abuso sexual contra o outro progenitor".

Stephen A. Kent analisa e resume o uso da lavagem cerebral por não sociólogos no período 2000-2007, encontrando o termo útil não só no contexto das "Novas Religiões / Cultos", mas igualmente sob os títulos de "programas de modificação do comportamento adolescente; grupos terroristas ; disfuncional cultura corporativa; violência interpessoal, e Alegadas violações de direitos Governamentais pelos chineses, além dos direitos humanos Falun Gong".

APA Task Force on Técnicas Deceptive e indireta de persuasão e Controle

Fonte: Wikipedia