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sábado, 1 de agosto de 2015

Sintomas de Alzheimer



Sintomas:

Estágios da doença de Alzheimer

Efeitos do envelhecimento na memória, mas que não são Alzheimer

Esquecer-se ocasionalmente das coisas

Perder ocasionalmente objetos

Pequenas perdas de memória a curto prazo

Esquecer-se que ocorreram lapsos de memória

Estágio inicial de Alzheimer:

Estado de distração ou falta de atenção

Esquecer-se de compromissos

Pequenas alterações notadas por familiares próximos

Alguma confusão em ambientes que não sejam familiares

Estágio intermédio de Alzheimer:

Dificuldade acrescida em recordar informações recentes

Confusão crescente num número maior de situações

Problemas na fala

Iniciar repetidamente a mesma conversa

Estágio avançado de Alzheimer:

Maior agressividade ou passividade

Alguma perda de auto-consciência

Défice cognitivo debilitante

Personalidade abusiva, ansiosa ou paranóica

A doença de Alzheimer evolui de forma única em cada pessoa, embora existam sintomas em comum; por exemplo, o sintoma inicial mais comum é a perda de memória. Muitas vezes, os primeiros sintomas da doença são confundidos com os processos normais de envelhecimento ou stress. Quando se suspeita de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos e radiológicos para confirmar o diagnóstico. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão mental, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. Antes de se tornar totalmente aparente, a doença de Alzheimer evolui ao longo de um período indeterminado de tempo e pode manter-se assintomática durante anos. A evolução da doença pode ser dividida em quatro fases:

Pré-demência

Os primeiros sintomas são muitas vezes atribuídos, de forma equivocada, ao envelhecimento natural ou ao o stresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar deficiências cognitivas moderadas até oito anos antes da pessoa cumprir os critérios de diagnóstico de Alzheimer. Estes primeiros sintomas podem afetar algumas das mais complexas atividades do quotidiano. O mais perceptível défice cognitivo na fase inicial é a perda de memória a curto prazo, ou seja, a dificuldade em recordar factos aprendidos recentemente ou em memorizar nova informação.

Entre outros possíveis sintomas dos estágios iniciais de Alzheimer estão também problemas sutis com as funções executivas da atenção, planeamento, flexibilidade, raciocínio abstrato ou problemas na memória semântica (memória dos significados e relações afetivas). Durante este estágio pode também ser observada apatia, que é o mais persistente sintoma neuropsiquiátrico ao longo da evolução da doença. Também são comuns sintomas depressivos, irritabilidade e a diminuição da percepção das próprias dificuldades de memória. Este estágio pré-clínico da doença tem também sido denominado défice cognitivo ligeiro, embora ainda se debata se este termo corresponde a um estágio de diagnóstico distinto ou se identifica o primeiro estágio de Alzheimer.

Estágio inicial

A progressiva degeneração da memória e da capacidade de aprendizagem características da doença permitem, a dado momento, que possa ser realizado um diagnóstico conclusivo de Alzheimer. Embora na generalidade dos casos os problemas de memória sejam o sintoma mais evidente, numa pequena percentagem de pessoas são mais proeminentes as dificuldades de linguagem, funções executivas, perceção (agnosia) ou execução de movimentos (apraxia). A doença não afeta todas as capacidades de memória de igual forma. As memórias mais antigas da vida da pessoa (memória episódica), os factos já aprendidos (memória semântica) e a memória implícita (a memória do corpo para realizar ações, como usar um garfo para comer) são menos afetadas pela doença em comparação com novos factos ou memórias recentes.

Os problemas na linguagem são caracterizados principalmente pela diminuição do vocabulário e pela diminuição na fluência do discurso, o que leva a um empobrecimento geral da linguagem escrita e oral. No entanto, durante este estágio geralmente a pessoa com Alzheimer ainda é capaz de comunicar ideias básicas de forma adequada. As dificuldades de coordenação e de planeamento (apraxia) podem se manifestar durante a realização de tarefas motoras finas, como ao escrever, desenhar ou vestir-se, embora sejam geralmente impercetíveis. À medida que a doença progride, as pessoas com Alzheimer conseguem realizar muitas tarefas de forma autónoma, embora possam precisar de assistência ou supervisão para as atividades de maior exigência cognitiva.

Estágio intermédio

A determinado ponto, a progressiva degeneração cognitiva afeta a independência da pessoa, a qual se mostra incapaz de realizar a maior parte das atividades do dia a dia. As dificuldades na linguagem tornam-se evidentes devido à incapacidade em se recordar de vocabulário, o que leva a substituições incorretas de palavras de forma frequente (parafasia). As capacidades de leitura e de escrita também são progressivamente perdidas. À medida que a doença progride, diminui a coordenação nas sequências motoras mais complexas, pelo que o risco de sofrer uma queda aumenta. Durante esta fase agravam-se também os problemas com a memória e a pessoa pode deixar de reconhecer familiares próximos. Começam também a ser visíveis défices na memória a longo prazo, que em estágios anteriores se mantinha intacta.

Nesta fase, as alterações comportamentais e neuropsiquiátricas tornam-se mais prevalentes. As manifestações mais comuns são um estado geral de confusão e ausência, irritabilidade e episódios incontroláveis de manifestações emotivas, como choro, agressão involuntária ou resistência à prestação de cuidados de saúde. Cerca de 30% das pessoas com Alzheimer desenvolvem sintomas de delírio. As pessoas perdem também a consciência do processo e das limitações da sua própria doença (anosognosia). Pode também aparecer incontinência urinária. Estes sintomas geram stresse para os familiares e cuidadores, que pode ser diminuído inscrevendo a pessoa em apoio domiciliário ou lares de repouso.

Estágio avançado:

Durante a última fase da doença, a pessoa está completamente dependente dos cuidadores. A linguagem é reduzida a frases simples ou até a palavras isoladas, levando eventualmente à perda completa da capacidade de se exprimir verbalmente. Apesar da perda da linguagem verbal, muitas vezes as pessoas continuam a compreender e responder a sinais emocionais. Embora a agressividade ainda possa estar presente, a apatia extrema e o cansaço são sintomas muito mais comuns. Nesta fase, as pessoas com a doença eventualmente acabam por não conseguir realizar sem assistência até mesmo as tarefas mais simples. A massa muscular e a mobilidade degeneram-se ao ponto em que a pessoa não consegue sair da cama e perde a capacidade de alimentar a si própria. Alzheimer é uma doença terminal, em que a causa direta de morte não é a doença em si, mas geralmente um fator externo, como uma infeção por escaras ou pneumonia.

Fonte: Wikipedia

Doença de Alzheimer

Epilepsia - quando a mente tem um ataque

Perigos da pressão alta

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Corpo e mente insanos



Na medida em que o tempo passa, nosso corpo envelhece, mas só começamos a sentir isso geralmente a partir dos 65 anos.

Eu tenho minhas dúvidas se é mais saudável para uma pessoa estar lúcida, num mundo insano, ou viver sua própria loucura adaptando-se a ela. Da mesma forma, penso que a demência poderia poupar nosso sofrimento, no final de nossa vida, mas isso é apenas uma idéia.

Seguindo esse raciocínio, a demência seria um processo natural de uma pessoa que não consegue se adaptar naturalmente às novas condições impostas pela sua idade. Eu conheci muitas pessoas que tiveram muita saúde até o fim de suas vidas, mesmo no fim, aceitaram tudo naturalmente.

O diretor de cinema David Cronemberg costumava dizer que, em pessoas saudáveis, não há nada mais bizarro que o envelhecimento. "Nosso corpo envelhece enquando nossa mente assiste a tudo, não envelhecemos a mente", esse era apenas um ponto de vista de um diretor polêmico.

Outro dia eu vi um médio dizendo: "O ser humano nasceu para viver em pé, andando, ou deitado, por isso, mesmo depois de aposentado, a pessoa deve se preocupar com sua saúde.

Algumas pessoas fogem a regra e acabam sendo belos maus exemplos para a sociedade, fumando, bebendo, levando uma vida sedentária, descompromissada. Além disso, não lêem livros, não estudam, não vão ao médico e não participam de projetos para veteranos.

Wikipedia: "Caracteriza-se a Demência quando, em um indivíduo que teve o desenvolvimento intelectual saudável, ocorre a perda ou diminuição da capacidade cognitiva, de forma parcial ou completa, permanente ou momentânea e esporádica. Dentre as causas potencialmente reversíveis estão disfunções metabólicas, endócrinas e hidroeletrolíticas, quadros infecciosos, déficits nutricionais e distúrbios psiquiátricos, como a depressão (pseudodemência depressiva).

A prevalência média de demência, acima dos 65 anos de idade, é de 2,2% na África, 5,5% na Ásia, 6,4% na América do Norte, 7,1% na América do Sul e 9,4% na Europa."

Podemos notar nas estatísticas  acima, que os casos de demência aumentam nos países da Europa, pode parecer estranho, mas na Europa o IDH é melhor, a estimativa de vida é maior, portanto há mais pessoas com idades acima de 65 anos. O ideal seria fazer um pesquisa diferenciada, avaliando pessoas com mais de 65 anos, sem a denúncia da qualidade de vida, mas é justamente a vida saudável que previne os quadros de demência.

Assim como os exercícios físicos são importantes para o corpo, para o coração, os exercícios mentais são importantes para a mente. Nas zonas rurais, a porcentagem de demência chega atingir um número absurdo de 21,9%, entre as pessoas acima de 65 anos.

A doença de alzheimer é o tipo de doença mais comum, é mais comum também entre as mulheres. O segundo tipo de demência mais comum são vasculares, mais comum nos homens.

Entre 70% e 94% dos pacientes com demência, vivem em casa. Nos países desenvolvidos, fica em torno de 65%.

Metade dos casos de demência no Brasil, são doença de Alzheimer, assim como as mulheres tem uma espectativa maior de vida.

Os tipos de demências mais comuns são:

Demência no mal de Alzheimer;

Demência vascular e;

Demência com corpos de Lewy.

Podem ainda ser classificadas internacionalmente como:

CID 10 - F02.0 Demência da doença de Pick

CID 10 - F02.1 Demência na doença de Creutzfeldt-Jakob

CID 10 - F02.2 Demência na doença de Huntington

CID 10 - F02.3 Demência na doença de Parkinson

CID 10 - F02.4 Demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)

O tratamento integrativo que pretendemos avaliar foi proposto no estudo de.[7] A amostra do estudo foi formada por 35 pacientes (20 do sexo masculino, 15 do feminino) com uma idade média de 71,05 anos, diagnosticados com demência moderada e depressão. O tratamento proposto pelos autores incluiu: antidepressivos (sertralina, citalopram ou venlafaxina XR, apenas ou em combinação com bupropiona XR), inibidores de colinesterase (donepezil, rivastigmine ou galantamine), como também vitaminas e suplementos (multivitaminas, vitamina E, ácido alfa lipóico, omega-3 e coenzima Q-10). As pessoas participantes do estudo foram encorajadas a modificar a sua dieta e estilo de vida bem como a executarem exercícios físicos moderados. Os resultados do estudo demonstraram que a abordagem integrativa não apenas diminuiu o declínio cognitivo em 24 meses, mas até mesmo melhorou a cognição, especialmente a memória e as funções executivas (planejamento e pensamento abstrato).

Atualmente, o principal tratamento oferecido para as demências baseia-se nas medicações inibidoras da colinesterase (donepezil, rivastigmina ou galantamina), que oferecem relativa ajuda na perda cognitiva, característica das demências, porém, com uma melhora muito pequena. Nesse sentido, a melhora das funções cognitivas verificadas no estudo avaliado não pode ser relacionada apenas a esse tipo de medicação.

Ajudam a diminuir a demência:

Exercícios físicos

Uma dieta funcional

vitaminas antioxidantes (vitamina e C e E, por exemplo)

Ademais, Shatenstein e identificaram que pessoas com demência tenderam a ter uma alimentação mais pobre em macronutrientes, cálcio, ferro, zinco, vitamina K, vitamina A e ácidos gordurosos. O que pode acentuar o curso degenerativo da doença. Aspecto que justifica a ministração de suplementos alimentares para essa população, devido à dificuldade de se alimentar, um dos sintomas que tendem a fazer parte do quadro de demência.

Em relação ao ácido alfa lipóico e à coenzima Q10, potentes antioxidantes cerebrais, ou seja, redutores dos radicais livres.

Metade das demências podem ser prevenidas ou pelo menos adiadas mantendo uma vida social, intelectual e profissional ativa

Uma vida com compromissos e ativa também revelou melhorar as perdas cognitivas em demências mais moderadas. O uso do fumo também pode vulnerabilizar as pessoas para a demência. Desse modo, a mudança do estilo de vida é um fator fundamental para minimizar o curso das perdas evidenciadas na demência.

Assim, o diagnóstico precoce da demência é um aspecto importante para que os tratamentos existentes possam diminuir a progressão das perdas cognitivas, funcionais, sociais e profissionais em pessoas com essa patologia. Conforme demonstrou o estudo de Bragin et al. (2005), o tratamento deve ser integrativo, envolvendo uma equipe multidiscliplinar, com medicações específicas e suplementação alimentar, além de uma mudança do estilo de vida que inclui exercícios físicos moderados, cessação do uso do fumo, uma alimentação adequada e uma vida com o máximo possível de atividades.

É frequente a comorbidade entre depressão, transtornos de ansiedade, distúrbios comportamentais e transtornos delirantes e demências, por isso é importante o acompanhamento psicológico regular.

Esse acompanhamento inclui os familiares pois a demência causa grande impacto nos cuidadores, especialmente na família nuclear, os deixando vulneráveis a transtornos psicológicos como síndrome de burnout (exaustão física e psicológica).

Wikipedia

Introdução: By Jânio

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Síndrome do pânico



O texto do wikipedia sobre a síndrome do pânico, ou transtorno do pânico, é esclarecedor. Só numa coisa eu tive algumas dúvidas e não concordei totalmente, o medo fictício.

Eu acredito que o medo do perigo real não é menos noscivo para a mente que o medo do perigo fictício, imaginário. Eu não falo de balas passando sobre a nossa cabeça, numa comunidade do morro, mas o medo de que uma dessas balas nos atinja.

Não é só o medo de morrer, uma situação que já está bem resolvida pela mente, é o medo de ficar paralítico, medo de ver a vida que já está no limite, piorar dezenas ou centenas de vezes mais. 

Assim como na epilepsia, a mente vai sendo bombardeada por situações de perigo, real ou imaginário, até desenvolver um processo de defesa, por parte da mente.

Eu tive conhecimento de um homem que morreu de susto, depois de ver um amigo morto. Acontece que esse homem tinha fama de pistoleiro, apesar de nunca ninguém ter visto ele matar ninguém.

A maioria das pessoas que o conheciam, tinham medo dele, o que lhe dava uma grande tranquilidade em relação a sociedade, de um modo geral. Seus medos, se é que ele tinha algum, poucas pessoas puderam conhecer.

O fato dele ter morrido de susto, como alguns dizem, poderia indicar que ele não estava acostumado com essa situação, não sabia o que é sentir medo.

O medo, quando bem trabalhado, leva a pessoa a desenvolver mecanismos de defesa, fazendo com que essa pessoa tenha mais coragem.

Uma pessoa que tem medo da morte, reza muito e tem muita fé; uma pessoa que tem medo da solidão, vive em busca de romances e amizade; há pessoas que tem medo de ficar sem dinheiro, perder o emprego, ficar doente, além de fobias inconscientes, como medo de barata, altura, cobra, avião, etc.

Note que alguns medos são mais complexos, aparentemente insolúveis, apesar disso, é possível criar um mecanismo de defesa, o que poderia parecer impossível até para um médico.

Desenvolver um mecanismo de defesa, nem sempre satisfaz a sociedade. Uma sociedade decadente pode torturar uma mente perturbada até a loucura, mas nem todos seguem por esse caminho, alguns podem ragir.  

Em certos casos, a pessoa acostuma-se com o perigo, ignorando os riscos, mas isso não significa que, inconscientemente, seus medos estejam resolvidos. Enganar-se a si mesmo é o pior engano que se pode cometer.

Sintomas do transtorno do pânico, segundo o Wikipedia incluem:

- Sistema Nervoso Central: ocorre vasoconstrição arterial que se traduz em vertigem, escurecimento da visão, sensação de desmaio.

- Sistema Nervoso Periférico: ocorre dificuldade na transmissão dos estímulos pelos nervos sensitivos, ocasionando parestesias (formigamentos) que possuem uma característica própria: são centrípetos, ou seja, da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca (característico do quadro).

- Musculatura Esquelética: a hipocalcemia causa aumento da excitabilidade muscular crescente que se traduz inicialmente por tremores de extremidades, seguido de espasmos musculares (contrações de pequenos grupos musculares: tremores nas pálpebras, pescoço, tórax e braços) e chegando até a tetania (contração muscular persistente). Em relação à tetania, é comum a queixa de dificuldade para abertura dos olhos (contratura do músculo orbicular dos olhos), dor torácica alta (contratura da porção superior do esôfago), sensação de aperto na garganta (contração da musculatura da hipofaringe, notadamente do cricofaringeo), de abertura da boca (contratura do masseter e de músculos faciais - sinal de Chvostec), e contratura das mãos (mão de parteiro - sinal de Trousseau). São muito frequentes as cãimbras.

Quando, durante uma síndrome do pânico, uma pessoa sente que está tendo um ataque cardíaco, o perigo é real. Nem todas as pessoas tem a sensibilidade para reconhecer todos os sinais que seu corpo e mente emitem, mente sã em corpo são, não é apenas força de expressão.

O medo, quando não é bem processado pelo cérebro, pode matar. Algumas pessoas, quando sentem arrepios sem motivos aparentes, costumam dizer: A morte passou por aqui.

Genéticamente, todas as pessoas de uma família deveriam morrer na mesma idade, quando o problema é do coração, mas algumas vivem menos, e, em alguns casos, há pessoas que tem uma vida normal e nem morrem desse problema. Seriam casos de pessoas que venceram seus  medos?

O que sabemos é que os problemas tem de ser resolvidos, apesar de nem sempre ser o que acontece. Viver sob pressão psicológica pode desencadear muitos problemas, doenças e comportamentos estranhos, além de atrair vampiros dispostos a tirar vantagens.

Em alguns casos, basta dizer para uma pessoa cair fora, em outros, é nescessário mudar de residência, mas há casos de polícia que, com a polícia que temos, são um convite para uma pessoa entrar em parafuso, enlouquecer.

By Jânio