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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ataque ou defesa nuclear?



A Agência Americana de Pesquisas de Projetos Avançados de Defesa (DARPA) criará um programa com métodos  para sobreviver a um desastre nuclear e salvaguardar a saúde, depois da exposição aguda à radiação.

Os danos causados pela falha no reator nuclear de Fukushima, Japão, em 2.011, causou preocupação nos EUA no que diz respeito a preparação do país para tratamento em grande escala, em caso de exposição  humana a radiação ionizante, gerada por uma liberação de material radioativo. A agência busca encontrar uma melhor compreensão dos efeitos biofísicos que a radiação tem sobre o corpo humano, minimizando ao máximo.

A DARPA divide seu programa de pesquisa em três áreas principais. A primeira é "profilática" e abrange a neutralização dos efeitos da radiação ionizante, antes que comece a causar danos graves nas células. A segunda inclui formas de atenuar os efeitos da exposição aguda a longo prazo, incluindo a redução de casos de câncer. A terceira dedica-se a compreender melhor e examinar os danos genéticos e celulares causados pela radiação.

"Os pesquisadores obtiveram certo êxito no desenvolvimento do tratamento para evitar, a curto prazo, a morte por enfermidade radioativa, mas ainda há muito o que estudar sobre como a exposição aguda  afeta o corpo", disse Mildred Donlon, representando o escritório de ciência da DARPA.

Nesse sentido, Donlon disse que os pesquisadores esperam que seu novo programa lhes permita "desenvolver terapias e estratégias  mais eficazes para a sobrevivência a longo prazo."

Fonte RT-TV

domingo, 30 de setembro de 2012

Binóculo que lê a mente




Agência de projetos de defesa (DARPA) apresentou ao exército dos EUA binóculos que analisam ondas cerebrais dos soldados e alertam para o perigo antes que sua consciência tenha percebido.

O novo dispositivo da Agência de Projetos de defesa dos EUA (DARPA) é na verdade um sistema eletrônico composto de binóculos e um capacete especial equipado com sensores capazes de analisar os sinais eletrônicos emitidos pelo cérebro humano quando uma pessoa vê algo.

A principal vantagem do dispositivo, chamado de CT2WS, é que alerta ao militar para os perigos que o cérebro registra a nível subconsciente, antes que o sinal eletrônico cerebral chegue a consciência.

Ensaios em uma base militar no estado do Arizona demonstraram a eficácia do sistema, já que de 2.304 acontecimentos que ocorreram diante dos olhos dos voluntários, só cinco foram mal interpretados pelo CT2WS.

Outras provas feitas para comparar a eficácia da interpretação do perigo com estes binóculos, mostram que o dispositivo registra 91% dos riscos.  Sem o CT2WS, o percentual era de 60%.

Agora os especialistas contratados pela DARPA irão incorporar estes binóculos em sistemas de visão noturna militar e tentar eliminar a necessidade de usar gel de contato para fixar os sistemas de  eletrodos ao corpo. tentarão também instalar um sofisticado sistema de radar que reduziria a margem de erro do CT2WS a zero.

Foi informado que o dispositivo, que custou mais de US$10 milhões, contará com uma câmera de 120 megapixels para registrar o que o usuário vê, numa tela de visão de 120 graus.

Fonte: RT-TV

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