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domingo, 27 de dezembro de 2015

Eu sou contra o impeachment


Eu vou começar esse texto com uma pergunta aparentemente simples, mas que de simples não tem nada, observando o comportamento da mídia golpista: O que é pior, suportar o governo do PT mais três anos ou a nova ditadura da Rede Globo por muitas décadas, levando-se em conta que a Rede Globo já é a segunda maior rede de televisão do mundo, muito para quem financiou a criação da multinacional com dinheiro público, atendendo interesses globalizados - ou você achou realmente que globalização era um conceito novo?

Os EUA são os grandes jogadores da economia mundial:

01) Assim como o Brasil, EUA fez acordos com a China, visando aquele mercado gigantesco. Deu certo para os ricos, errado para os pobres e sobrou para a outrora super potência econômica.  Depois de descobrir o grande erro, os EUA voltaram a investir no México e a China passou a ter problemas.

Os EUA demoraram para descobrir os problemas que um vizinho pobre pode gerar numa economia rica como os EUA. O muro da vergonha continua lá, os problemas da desigualdade não serão tão simples de serem solucionados. O México poderá provocar nos EUA os mesmos problemas que o Brasil provocou na Argentina.

02) O que o Brasil tem com isso?

Os EUA  é o maior parceiro comercial do Brasil, aliás, EUA, China, Rússia, Argentina, enfim, todos os países importantes e desimportantes do mundo são parceiros do Brasil, talvez seja por isso que o Brasil pareça uma Suíça ao contrário, ou seja, enquanto a Suíça fica com o dinheiro, o Brasil fica com a mão-de-obra escrava  que servem os donos corruptos do dinheiro.

O fato é que sendo o maior parceiro comercial do Brasil, agora, ao investir pesado no México, os EUA começam a resolver um problema terrível, migração ilegal de pobres mexicanos. A legalização da marijuana demonstra uma mudança radical da postura americana contra as drogas, afinal, se os EUA ainda estão no topo do IDH, educação, tecnologia, ambiente de negócios, etc., por outro lado, estão abaixo do Brasil quando o assunto é violência, nem a pena de morte tem inibido a violência americana. Investindo mais na parceria mexicana, atingem outro objetivo, atacar o governo socialista brasileiro. Entretanto, o Brasil ainda continuará forte no cenário internacional, pena que não tenha estrutura para suportar um simples "sopro" sobre nossas intermináveis crises.

Continuando o texto: A burguesia, assim como todo bom crítico, tem mania de criticar sem apresentar alternativas, sem demonstrar a realidade. Querem cassar a presidente, mas não dizem o preço, por outro lado, o PMDB ficou bem no meio dessa guerra. Famoso por livrar corruptos famosos da cadeia, como Sarney, Calheiros, Barbalho, além de aliados como o Maluf, o partido deixou seus "protegidos" do PT serem presos, entretanto, a virtual queda do PT desequilibra a balança do poder e da justiça caolha brasileira, já que a volta do PSDB e da direita tiraria a sua maioria peemedebista e, consequentemente, sua invulnerabilidade.

Fala-se na possibilidade de Michel Temmer assumir a presidência, mas eu acho isso bem pouco provável, se bem que seria muito curioso para testar a capacidade de inteligência do PT. Enquanto sempre se falava em blindagem do presidente Lula, agora eu começo a ver um cenário bem diferente, blindagem do PMDB.

Desde que os primeiros petistas foram presos, o recado estava sendo dado pelo PMDB, "vamos dividir a bufunfa", mas parece que o PT não teve inteligência suficiente para entender o recado. Foi preciso que uma carta fosse vazada para a imprensa, demonstrando a insatisfação do vice-presidente com seus aliados do poder.

Será que eles entenderam agora? Mesmo que tenham entendido, isso não basta, é preciso que o "bolo" roubado seja dividido, caso contrário, o PT perde a maioria.

No caso das ameaças de alguns militares de extrema direita que usam o nome do povo para sugerir um golpe, em plena era digital, prefiro acreditar que seja apenas uma ameaça, o que seria útil, errado mas útil. Recuso-me a acreditar que alguém possa aceitar a possibilidade de mais um golpe, como o de 64, justificando mais um golpe através da corrupção, enquanto o povo retorna ao lugar de expectador, ou talvez seja melhor dizer telespectador. É impressionante como a TV, mesmo com toda a sua decadência diante da era digital, possa estar querendo transformar o país num circo novamente, não que tenha deixado de ser, mas a democracia deveria valer alguma coisa, nosso voto deveria estar acima do poder que ele proporciona para esses corruptos.

Não, eu não concordo com os crimes que acontecem no país, não concordo com os desmandos e capacidade que a Rede Globo tem de fazer parceria com o governo, CBF, FIFA, igreja católica, etc., mas eu sei que a extrema direita não aceitou o resultado da eleição e não acredita que algum dia voltará ao poder democraticamente. Prova disso foi o surgimento de novos partidos socialistas, primeiro o PSOL e agora o Rede Sustentabilidade da Marina Silva, ambos melhores que o PT, o que demonstra um evolução dos socialistas modernos.

Depois de quinhentos anos, precisamos andar para frente, sem olhar para trás, já que nossa história sempre foi uma farsa forjada para passar uma ideia de que algo de bom de fato estava acontecendo, quando na verdade nunca houve mudança. 

Hoje, as pessoas tem nojo de política, e a única forma aceitável de fazer política passou a ser a maneira revolucionária, e quando eu falo em revolucionária não estou falando em golpe. Nossa história está repleta de golpes e mentiras, um golpe não seria revolução mas, sim, manter tudo como está.

By Jânio

Ditadura da Globo à vista

Lista de presidentes do Brasil

Trinta anos de escândalos

Quem apoiou o golpe de 64





sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Fim da economia e início da especulação



Neste episódio, Max Keiser e Stacy Herbert falarão sobre a especulação nos mercados de ações e imobiliário que antes se mantinha estável e forte e que foi usada para criar uma ilusão de uma economia sempre em crescimento. Na segunda parte, Max continua sua entrevista com Satyajit Das, autor de "Money Extreme ' (O Dinheiro no Limite), com quem vai discutir a economia comunista-capitalista da China e da Austrália ("a grande província do sul da China " - Segundo o autor) .
"Evelyn Waugh escreveu:" Quando os poços secarem, as pessoas terão de beber das miragens ( Quando a economia chegar ao fundo do poço, as pessoas terão de viver de especulação). 'Pois bem, se ele estivesse vivo hoje,  poderia escrever uma novela com o sugestivo  título  «Avaliando o mercado de  de ações'. ; ele poderia muito bem escrever: "Quando as nossas economias secam, banqueiros e rentistas têm de ganhar dinheiro com especulação," começa o co-apresentador em um novo episódio de "Keiser Report '.
Como exemplo, Keiser diz que Macy se  endivida a 0 por cento para recomprar suas próprias ações, já que as reservas Federal possibilita isso. "Neste período de "boom" baseado em recompras de ações (seria  o mesmo que comer seu próprio vômito), os executivos que teriam a opção de investir na bolsa relacionada ao preço das ações não deixariam de ganhar dinheiro em abundância. Mas, em seguida, chegaria a um ponto em que a realidade já não poderia mais ser ocultada ", acrescenta.
"Os Próprios executivos apresentam a opção de investir em ações e, ao mesmo tempo, controlam o seu valor,  sem que os demais acionistas percebam que esta prática reduz o valor de suas ações", disse Herbert. "É tudo  fraude por toda parte", diz ele.
"Se não fosse a especulação criada de uma economia em crescimento  e de um consumidor saudável,  as pessoas poderiam pedir que o Departamento de Justiça fizesse algo a respeito", diz o co-apresentador.





terça-feira, 24 de setembro de 2013

Murdoch e Rothschilds querem a Síria




O magnata da mídia, Ruper Murdoch e Jacob Rothschild, do lendário banco Rothschild,  apoiam uma possível guerra na Síria, porque tem interesses nos territórios ocupados por Israel no país árabe.

"A Fox News apoia a ação militar contra o Governo de Bashar Al Assad, mas não informa aos telespectadores que o dono do conglomerado de mídia, a qual pertence a Fox, Murdoch), é o co-proprietário de uma empresa de petróleo que está explorando ilegalmente os recursos dos territórios Sírios ocupados por Israel, assinala o jornalista investigativo Christopher Bollyn em um artigo publicado em seu site ( www.bollyn.com ).

Na mensagem citada, Bollyn lembra que "milhões de americanos assistem a Fox News e lêem diariariamente alguma publicação pertencente a Ruper Murdoch". "Essas mídias geralmente apoiam a ação militar dos EUA contra a Síria", acrescentou o jornalista.

Israel concedeu em fevereiro passado, uma licença para extração de gás e petróleo nas Colinas de Golã, território ocupado pelo estado judeu, e a empresa energética americana-israelense Genie Energy, cujos maiores acionistas são Murdoch e Rothschild.

Na sua opinião, ambos apoiaram a derrubada do governo de Bachar Al Assad porque assim enfraqueceria ainda mais a Síria e a nação seria dividida, tal como aconteceu com a Iugoslávia na década de 1.990.

De acordo com o direito internacional, é ilegal para Israel, conceder direitos de exploração de petróleo nos territórios ocupados, disse o ativista britânico e ex-embaixador Craig Murray.

Israel ocupou as colinas de Golã durante a guerra de 1.967 e posteriormente anexou às suas estratégias não reconhecidas pela comunidade internacional.

Fonte: RT

Rotschilds - Os pais das guerras modernas

Rotschilds vai investir na China

O clube de Bilderberg

Política dos fortes

quarta-feira, 27 de março de 2013

Chuvas e tempestades




Desde a guerra fria, com o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) eu perdi a referência sobre os perigos de um apocalipse, a Rússia deixou de ocupar a vaga de vilã do planeta, que anteriormente fora da Alemanha.

Mas na realidade o perigo sempre existiu, a indústria bélica não poderia nunca deixar de faturar. Foi assim contra o Iraque que cometeu o erro de invadir o Kuwait e com muitas outras guerras de menor importância para a mídia internacional.

As mudanças de estratégias na política internacional ocorreram devido a intolerância do mundo diante da violência da guerra. De fato, as guerras só não foram extintas por causa do monopólio da informação que oculta verdades inconvenientes para os senhores do mundo.

Entre as novas estratégias de política internacional, está o fim das ditaduras.

A primeira ditadura a cair foi o Egito, depois foi a vez da Líbia, que aliás deu mais trabalho do que se esperava, forçando o ja falido governo americano a dividir suas glórias com os aliados. Tanto o Egito, quanto a Líbia, foram grandes aliados dos EUA, assim como Osama Bin Laden, que foi treinado pela CIA para matar e que poderia ou não ter saído de controle.

A encrenca começou quando novas ditaduras resistiram às mudanças, algumas, inclusive, com tecnologia nuclear.

É difícil saber qual encrenca é maior, Coréia do Norte ou Irã, o que eu sei, é que a melhor forma de começar uma terceira guerra mundial é com boicotes comerciais, principalmente quando tais países não cedem às pressões de instituições internacionais como a ONU.

A principal causa da Segunda Guerra Mundial foram os conflitos de interesses econômicos entre Inglaterra e Alemanha, enquanto entre as causas agravantes estavam a corrida armamentista e problemas não resolvidos de conflitos anteriores.  

Eu revejo tudo isso agora, ao mesmo tempo em que revemos o início da queda do império americano.

É o orgulho imperialista americano que o leva a impor uma política mundial truculenta, capaz de levar uma pequena ditadura como a Coréia do Norte a direcionar mísseis em sua direção.

Boicotes internacionais deveriam enfraquecer regimes ditatoriais, como de fato acontece, mas quem paga o preço maior sempre será o povo. Como se isso não bastasse, culturas distintas podem dificultar o entendimento.

Bill Clinton foi bem recebido na Coréia do Norte, no incidente da prisão de um americano, deixando bem claro que incidentes internacionais não deve ser resolvido pelo poder da força. O ex-imperador também não gostou de seu papel no filme de 007, o que mostra que ele tem noção de bem e mal, ou seja, não é estúpido.

Vale lembrar, aqui, de políticos como Hugo Chávez que tinha argumentos suficientes para contradizer a mídia internacional, o que incitava uma boa discussão.

O que sabemos é que se um político resiste a pressão internacional, pode ser por interesses financeiros, o que poderia ser negociado, mas também pode ser por falta de alternativas, o que não dá para negociar e que pode levar a uma grande guerra.

Países como a Líbia e o Irã, sempre tiveram relações amistosas e comerciais com várias nações, então, a opinião dessas nações devem ser ouvidas.

Já no caso da Coréia do Norte, a própria história mostra casos mal resolvidos e que são agravados com a presença de culturas alheias a esses problemas.

É preciso estar muito atento pois quem planta muita chuva, colhe tempestades. O ódio fundamentalista do Oriente Médio já mostrou que é eterno, assim como os conflitos entre as duas Coreias já dura mais tempo do que deveria, já que são um povo só, separados pelo muro da vergonha.

By Jânio

Atividade que mais dá lucro

O erro americano

O fim do império americano


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Guerras do fim do mundo




Há muitas formas de guerra mas o único tipo guerra que envolve a violência é a guerra movida por interesses.

Muitas campanhas protestam contra o aquecimento global, indústrias petrolíferas, etc., mas quantas pessoas estão dispostas a boicotar seus produtos? Quantas pessoas usam bicicleta, ao invés de utilizar automóveis?

Sempre voltaremos ao velho problema da educação, por mais que sejamos passionais. Uma revolução pode mudar muita coisa, mas não pode ser movida por interesses.

Conclusão: De um lado temos os interesses e de outro a educação. Isso não quer dizer que as pessoas movidas por interesses não possam mudar, optando por se reeducarem.

Enquanto a sociedade não for educada com informações básicas, assistimos a uma série de costumes, comportamentos bizarros; enquanto os países responsáveis pelos maiores desastres ecológicos continuam lucrando com suas empresas criminosas, continuaremos achando que comprando seus produtos, não estamos sendo contrários às nossas ideologias.

01 - Leilão de virgindade: em época de crise, as estratégias se tornaram mais apelativas, não que não fossem antes, mas se tornaram mais comum e aceitáveis pela sociedade, anestesiada pelo excesso de bizarrices. Algumas mulheres leiloam sua virgindade, outras fazem cirurgia para restauração do hímen, procurando valorizar-se.

Isso não acontece só nos países em crise, acontece no Brasil, a sexta maior economia do mundo. Em pleno século XXI, o machismo  resiste ao tempo.

02 - Eleição de Bumbum: Algumas mulheres lutam para vencerem o concurso de bumbum, enquanto outras mulheres, já consagradas pelos seus bumbuns famosos, tentam a carreira política, acreditando na capacidade cerebral do homem, naturalmente. Felizmente, até agora elas subestimaram o pensamento masculino, ou seja, confundiram o playground com a área de serviço.

03 - Injetar dinheiro na Caixa: Esta sempre foi uma maneira de reaquecer o mercado imobiliário, mas depois que o Grupo Sílvio Santos levou quatro bilhões e meio de lá, nosso PIB nunca mais foi o mesmo. Será que Sílvio Santos está sabendo?

04 - Compra de franquia: franqueadoras de negócios normalmente oferecem o Know How para quem tem interesse em abrir sua própria empresa, isso vale principalmente quando a concorrência está muito forte. Entretanto, a primeira regra do empreendedorismo deixa bem claro, é preciso conhecimento, planejamento, controle, criatividade, se a pessoa não tem criatividade e nem está preparada, não será a franquia que irá resolver os seus problemas.

05 - Invasão de privacidade: o controle da mídia, concentrado nas mãos das grandes redes de TVs brasileiras só fica pior quando todas as TVs perdem a noção do que é certo e o que é crime. Todos os seus funcionários passam a se comportar como prostitutas da "Classe C", pior, sem a menor chance de que alguma autoridade possa prendê-los.

06 - Educação desatualizada: a educação está se tornando inútil em muitos setores, onde profissionais graduados não conseguem resolver os problemas imediatos da sociedade. As ciências exatas estão pagando caro por isso, resultando em falta de engenheiros no país.

07 - Mendigos famosos: De vez em quando aparecem histórias comoventes de mendigos nas mídias, os telespectadores adoram, só falta avisar que há muitos perdedores na loteria da vida e que um deles poderia ser eu ou você.

08 - Globalização: ao invés de globalizarem nossas culturas, globalizaram as economias, resultando na maior crise que o mundo já viu. Nenhum país tem condições de se defender e terá de formar um exército de escravos para sobreviver.

09 - Esterilidade: estão surgindo casos de esterilidade no mundo inteiro, naturalmente, os alimentos e indústrias químicas tem culpa nisso, resta saber se é acidental ou de propósito.

10 - Mudanças climáticas: as primeiras pessoas a notarem as mudanças climáticas, foram nossos avós, com suas doenças hipersensíveis ao clima. Nós que sempre tivemos uma qualidade melhor de vida, demoramos mais para sentir, as catástrofes naturais ajudaram em nossa percepção.

11 - Scanners e câmeras: foi divulgado que essa tecnologia seria de uso opcional, mas isso não a torna menos assustadora.

By Jânio

Dez formas como o mundo poderá acabar

Dicas para sobreviver ao apocalipse

O erro americano

Filosofia da vida moderna

Perguntas proibidas

Desempenho das celebridades nas urnas

Escândalo do Grupo Sílvio Santos

Governo injetará 20 bilhões nos bancos

Concorrência padrão

Corporativismo midiático

Falta de pessoas qualificadas

Loteria da vida

Fim do império americano

Faltam homens na capital da espanha

Plano B para o fim do mundo

Raio-x deixa pessoas nuas








sexta-feira, 18 de maio de 2012

Top 10 - Nobel da paz polêmicos



Pela lista dos prêmios mais polêmicos, nota-se que a organização parece querer agradar e atender interesses, além disso, está mais interessada em fazer política e não tem nenhuma coragem de reconhecer os fatos mais graves.  As próprias polêmicas abaixo devem ser analisadas com cuidado, já que apresentam uma visão parcial dos fatos.

Obs: O industrial Alfred Bernhard Nobel foi o inventor da dinamite, além de 350 patentes diferentes (21 de outubro de 1.833 - 10 dezembro de 1.896). Era fabricante de canhão e outros armamentos, por isso não causa surpresa seus prêmios polêmicos, não só da "paz".

Eu nem vou comentar o prêmio de Barack Obama (2.009), isso é o que nós chamamos, aqui no Brasil, de bajulação, para não dizer outra coisa.

10) Jimmy Carter (2.002) - Numa época em que as duas maiores potências do planeta ameaçavam entrar em guerra, Jimmy Carter foi fundamental  na busca de soluções pacíficas para os conflitos.  Pelo menos essa é a versão oficial, mas no fundo é apenas o outro lado da mesma moeda.

Nos EUA, vale tudo para manter o bipartidarismo, um sistema fácil de ser manipulado e quando alguém começa a achar que tudo é sério, como John Kennedy, aí, a história muda...

09) Wangari Maathai (2.004) - Criou a teoria de conspiração onde o HIV teria sido inventado para exterminar os negros e que havia saído de controle, daí o silêncio no início da epidemia.

08) Al Gore (2.007) - Foi o maior promotor da campanha contra o aquecimento global, mas muita gente começou a duvidar de seus objetivos. Além de pelo menos nove erros científicos na teoria do aquecimento global, Al Gore revelou-se um desinteressado pela economia, já que gastava vinte vezes mais que a média americana.

Além de tudo isso, a realidade é que as mudanças climáticas são problemas a serem considerados, tanto no aquecimento, quanto no resfriamento.

07) Rigoberta Menchú (1.992) - Teria criado uma farsa para dar uma ideia de que sua vida havia sido diferente. Sua vida na Guatemala, como esquerdista, foram contestadas pelo antropólogo David Stoll.

06) Henry Kissinger (1.973) - Recebeu o prêmio pelos acordos de paz no Vietnã. No lado obscuro de sua carreira estão: Campanha secreta 69-75 com bombardeio no Camboja; Operação Condor em 1.970, sequestro e assassinatos pelos serviços de inteligência da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai; assassinato de franceses no chile; invasão do Chipre.

05)Yitzhak Rabin (1.994) - Rabin ganhou o prêmio juntamente com Shimon Peres e Yasser Arafat. A polêmica fica por conta da expulsão dos árabes de Israel durante a guerra de 1.948; autorização de assentamentos nos territórios ocupados.

04) Shimon Peres - Ganhou o prêmio Junto com Rabin e Arafat. Polêmicas: Desenvolvimento de arsenal de armas nucleares; massacre de Qana, com 106 mortos e 116 feridos, em 1.996.

03) Yasser Arafat (1.994) - Dividiu o prêmio com Peres e Rabin, apesar de ser considerado um líder terrorista. Arafat era tão polêmico quanto Osama Bin Laden, mas levava a política muito mais a sério.

02) Cordell Hull (1.945) - Esforços pela paz e para estabelecer as Nações unidas. Polêmicas: Antes da Segunda Guerra, um navio partiu de Hamburgo, SS St Louis, com 950 judeus, a maioria ricos, em busca de asilo contra o nazismo. Roosevelt permitiu a entrada do navio, mas Hull, seu Secretário de Estado, ameaçou não apoá-lo na eleição de 1.940, por isso, Roosevelt negou a entrada do navio, muitos passageiros que retornaram a Alemanha, foram mortos nos campos de concentração.

01) Menachem Begin (1.978) -  Ganhou o prêmio junto a Anwar Sadat. Pol|êmica: Militante do grupo Sionista Irgun, um grupo terrorista que foi responsável pelo atentado no Hotel King David em 1.946.

By Jânio

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Blocos de países ricos



O mundo passa por uma grande transformação, uma transformação como nunca se viu antes. Essa crise de poder dos ricos certamente não tornará os pobres mais pobres, mas tornará o controle das massas menor e o povo voltará a sentir o gosto pela liberdade, sem a ditadura do dinheiro.

Nessa época de transformações, nada como fazer um pequeno retrospecto com a ajuda da Wikipedia, a respeito dos objetivos, interesses de cada um.

Durante muito tempo, o G7 tornou-se sinônimo de fama, poder e dinheiro, desfilar pelo G7 significava ser importante, não só politicamente, mas artisticamente, cientificamente, politicamente, etc. Resumindo, indicava reputação.

No topo dessa pirâmide, sempre esteve os EUA, mas eles sempre tiveram a presença de algum país estranho no ninho, por mais que tentassem controlar o mundo.

Até os terremotos no Japão e no Haiti, próximo de Cuba, o que justificaria a presença dos americanos por lá, é visto como conspiração, mas isso remotamente possível.

Ao G7, depois da crise do comunismo, juntou-se a eles a Rússia, tornando-se o G8, e o controle parecia perfeito.

... mas aí veio o Japão e enquanto todos os olhares e cobiça se voltavam para o país do sol nascente, surgiu o fenômeno China, polêmico, arcaico e com cara de Idade Média, mostrando que tudo o que é errado, pode dar certo, inclusive com a ajuda do Brasil.

Wikipédia: "O Grupo dos Sete e a Rússia (inglês:Group of Seven and Russia, alemão: Sieben führende Industrieländer und Russland, antigo G7), mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional.

O G8 é muito criticado por um grande número de movimentos sociais, normalmente integrados no movimento anti-globalização, que acusam o G8 de decidir uma grande parte das políticas globais, social e ecologicamente destrutivas, sem qualquer legitimidade nem transparência. Em 2001 na cimeira anual, em Gênova, um manifestante foi morto a tiro pela polícia. Em Portugal, a associação ecologista GAIA e um conjunto de cidadãos na Rede G8 desenvolveram iniciativas de oposição à do G8 em Rostock, no Norte da Alemanha, em 2007.

A maior polêmica relacionada ao G8, certamente gira em torno de sua luta para acabar com a miséria quando, na realidade, são eles que provocam esse desnível. Quando tentam ajustar esse controle, estão na verdade tentando corrigir o seu próprio erro e manter o controle em níveis suportáveis para mundo, mas o suportável também é discutível.

Se o grupo representava o poder econômico no início, a exclusão da China, mostrou que nem a isso eles são fiéis, a China é o país que tem mais pobre no mundo e eles não querem se aproximar muito dos pobres.

Como a China se tornou a segunda maior economia do mundo, e com a crise que ameaça derrubar os ricos e tornar os países socialistas mais ricos, surge uma nova ameaça aos G7.

Eu acredito que o Clube de Bilderberg deva ter uma grande influência nesse grupo de países ricos, principalmente quando se trata de defender a globalização, e também pelo fato dos presidentes desses países pertenceram ao clube de Bilderberg.

Se eles pregam o fim da lavagem de dinheiro, isso já é difícil de acreditar. Eles podem até combater  a movimentação financeira de supostos terroristas, mas nunca se importaram com as movimentações financeiras dos antigos presidentes da Líbia e Egito, até que esses caíssem, naturalmente.

Outros Grupos:

G4 - Formado por Alemanha, Japão, Índia e Brasil, tem o objetivo de apoiar uns aos outros e conseguir um lugar no Conselho de Segurança da ONU.

Isso até seria interessante, caso os EUA não tivessem passado por cima da ONU, ao atacar o Iraque, mostrando que a ONU tem uma função um tanto quanto obscura nessa história.

Wikipédia: "A ONU possui atualmente cinco membros permanentes com poder de veto no Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

A República Popular da China é contra a entrada do Japão e a Alemanha não recebe apoio dos EUA.

A França e o Reino Unido anunciaram que apoiam as reivindicações do G4, principalmente o ingresso da Alemanha e do Brasil. Uma questão importante são os países vizinhos (com chances menores de ingressar) aos que propõem a entrada que frequentemente são contra os esforços do G4: o Paquistão é contra a entrada da Índia; a Coréia do Sul e a China são contra o Japão; a Argentina e o México são contra o Brasil e a Itália é contra a Alemanha; formando um grupo que ficou conhecido como Coffee Club, contra a expansão do Conselho por aqueles que a propõem.

O Japão chegou abandonar o grupo dos quatro, por não acreditar na força de suas propostas,  mas acabou voltando atrás."

G10 - Formado por Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Holanda e Reino Unido, além dos bancos centrais da Alemanha e Suécia. A suíça foi a última convidada pelo grupo.

O grupo forma o General Arrangements to Borrow (GAB), (Acordo geral para a obtenção de empréstimos). O acordo visa obter empréstimos, quando os recursos do FMI estiverem abaixo das expectativas.

As atividades do G10 são fiscalizadas por instituições internacionais.

G15 - Formado por Argélia, Argentina, Brasil, Chile, Egito, Índia, Indonésia, Irã, Jamaica, Quênia, Nigéria, Malásia, México, Peru, Senegal, Sri Lanka, Venezuela e Zimbawe.

O Irã entrou para o G15, países não alinhados, na reunião de cúpula de 2.006 em Havana.

Focaliza áreas de investimentos, comércio e tecnologia.

Depois do crescimento dos BRICS, o G8 decidiu convidá-los para a criação de um novo e polêmico grupo, o G20. Quem não gostou nada dessa história, formam os ativistas anti-globalização.

Com objetivos claramente econômicos, apesar das aparências, o G20 é formado por:

Veja Os vinte países da lista do grupo G20.

África do Sul

Alemanha

Arábia Saudita

Argentina

Austrália

Brasil

Canadá

China

Coreia do Sul

Estados Unidos

França

Índia

Indonésia

Itália

Japão

México

Reino Unido

Rússia

Turquia

By Jânio

Blocos econômicos latino-americanos

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Burguesia - Ricos modernos




Wikipedia: "A burguesia é uma classe social que surgiu na Europa na Idade Média (séculos XI e XII) com o renascimento comercial e urbano. Dedicava-se ao comércio de mercadorias (roupas, especiarias, joias) e prestação de serviços (atividades financeiras)."

No início de sua formação, a burguesia não tinha interesse em poder e riquezas, suas atividades eram decorrentes de sua falta de opção. Viviam em pequenas cidades, protegidas por muros, burgos, enquanto as pessoas mais pobres que viviam fora dos burgos eram chamadas de extraburgos.

Com o crescimento das cidades, os burgueses tornaram-se mais importantes, criando suas primeiras organizações, artesãos e comerciantes formaram as guildas, promovendo o comércio. A consciência corporativa dessas associações, levou-os a objetivar os interesses de sua própria classe social.

Ainda na Idade média, esses burgueses aliaram-se à nobreza, através de casamentos, enfraquecendo o sistema feudal e, consequentemente, passando à ser a classe governante de nação-estados industrializados.

O crescimento burguês fez com que essa classe social chegasse ao topo da hierarquia, enquanto surgia a classe trabalhadora, operária, o proletariado, uma classe empregada pela burguesia.

Os burgueses tornaram-se mais ambiciosos, mesmo assim, mantinham sua tradição de desenvolvimento tecnológico e educativo.

A educação deixou de ser atividade religiosa, passando a ser parte do processo social burguês.

Essas mudanças foram fundamentais para que a nobreza promovesse novas revoluções na busca de atender os anseios burguês e da própria nobreza, acabar com os monopólios.

Novas idéias surgiram na era do pensamento, mas a filosofia passava a ter suas idéias fundamentadas no povo (burguês), nada faria sentido sem a organização e a participação burguesa.

O acordo entre o governo e o pequeno burguês (classe média), fez com que os governos desenvolvessem sistemas cada vez mais sofisticado de controle da sociedade.

Quando há uma crise, a burguesia não cede recursos e privilégios, quem sofre as consequências é o proletariado.

Há um ditado que diz que quem trabalha não tem tempo de contar o dinheiro. Esse ditado pode ser aprofundado, quem trabalha não tem tempo de pensar, estudar, organizar-se.

Poderíamos incluir aqui a TV, uma forma perfeita de anestesiar o espírito rebelde dos trabalhadores desfavorecidos. A igreja, naturalmente tem a sua culpa.

Quando um cidadão da classe baixa começa a se desenvolver - É, o capitalismo propicia isso - organizações secretas, ou não, saem a sua caça, para evitar mudanças no sistema.

Além de ser a base para o capitalismo, democracia, etc., a burguesia, naturalmente, opõe-se ao socialismo, em defesa de suas riquezas. Prega a idéia de que o comunismo tornará as pessoas pobres e sem nenhuma propriedade ou bens. Essa idéia deu certo até agora.

Na origem histórica, a união da burguesia e a nobreza fez com que as duas classes se tornassem cúmplices, criando o monopólio do poder, mas abolindo outros tipos de monopólios, onde os senhores feudais deixavam de competir pelo controle do Estado.

Houve estabilidade e os intelectuais passaram a ser fundamentais no desenvolvimento do absolutismo, totalitarismo e outras formas de governo.

Os intelecturais fiéis ao marxismo, esquecem a origem histórica. Nesse caso, o conceito de burguesia passa a designar os empregadores, período posterior à revolução indústrial, diretamente relacionado ao capitalismo.

Notem que o movimento burguês influenciou o mundo inteiro, alguns posicionando-se a favor e outros contra. O problema não está na burguesia, mas na forma como ela se tornou.

Fonte

quarta-feira, 30 de março de 2011

Carta das Nações Unidas




Nós, os povos das Nações Unidas, determinados a salvar sucessivas gerações do flagelo da guerra, que duas vezes em nossas vidas trouxe indescritível tristeza à humanidade, e reafirmar a fé nos Direitos Humanos fundamentais, na dignidade e valor da pessoa humana, nos direitos iguais dos homens e das mulheres e das nações grandes e pequenas, e estabelecer condições sob as quais a justiça e o respeito pelas obrigações derivadas de tratados e outras fontes de direito internacional possam ser mantidas, e promover progresso social e melhores padrões de vida em maior liberdade;

E para estes objetivos, praticar a tolerância e viver juntos em paz uns com os outros, como bons vizinhos, e unir nossa força para manter a paz e a segurança internacionais, e empregar mecanismos internacionais para o avanço social e econômico de todos os povos.

Resolvemos combinar nossos esforços para realizar esses objetivos.

Em consequência, nossos respectivos Governos, através de representantes reunidos na Cidade de São Francisco e que exibiram seus plenos poderes, achados em boa e devida forma, concordaram com a presente Carta das Nações Unidas e através dela estabelecer uma organização internacional a ser conhecida como Nações Unidas.

CAPÍTULO 1 - PROPÓSITOS E PRINCÍPIOS

ARTIGO 1

Os objetivos das Nações Unidas são:

1 - Manter a paz e a segurança internacionais, e com esse fim: tomar medidas coletivas efetivas para a prevenção e remoção de ameaças a paz, e para a supressão de atos de agressão ou outras violações da paz, e realizar por meios pacíficos e em conformidade com os princípios da justiça e do direito internacional, ajustamentos ou acordos de disputas ou situações internacionais que possam levar a uma violação da paz;

2 - Desenvover relações amistosas entre as nações, baseadas no princípio de igualdade de direitos e de autodeterminação dos povos, e tomar outras medidas apropriadas para reforçar a paz universal;

3 - Realizar cooperação internacional resolvendo problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural e humanitário, e promovendo e encorajando o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, linguagem ou religião; e

4 - Constituir-se em um centro de harmonização da ação das nações para atingir aqueles objetivos comuns.

ARTIGO 2

A organização e seus membros, na busca dos objetivos estabelecidos no artigo 1, agirão de acordo com os seguintes princípios:

1 - A organização se baseia no princípio da soberana igualdade de todos os seus membros.

2 - Todos os membros, para assegurar a todos os direitos e benefícios resultantes da associação, cumprirão de boa fé as obrigações assumidas por eles de acordo com a presente carta.

3 - Todos os membros resolverão suas disputas internacionais por meios pacíficos, de tal maneira que a paz e a segurança internacionais e a justiça não sejam postas em perigo.

4 - Todos os membros abster-se-ão, em suas relações internacionais, da ameaça ou uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer estado ou de outras atitudes incompatíveis com os Propósitos das Nações Unidas.

5 - Todos os membros darão às Nações Unidas toda a assistência em qualquer ação que ela tiver de acordo com a presente carta e se absterão de dar assistência a qualquer Estado contra a qual as Nações Unidas estiverem agindo preventiva ou coativamente.

Tradução: Pedro F. Ribeiro