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terça-feira, 20 de novembro de 2012

O grupo dos onze




Não é surpresa que a taxa de juros seja baixa no México, afinal, taxa alta de juros só ocorria no Brasil, chegando a ultrapassar os 20% ao ano, o que assustava até os países mais otimistas. Entretanto, a baixa da taxa de juros não alterou muita coisa no Brasil, já que a classe média não tem mais força nem para especular contra o governo.

Se no México surgiram os oligopólios, controlando tudo, aqui no Brasil não está longe disso, afinal de contas, com a falta de concorrência, provocada pela alta carga de impostos, é a melhor forma de monopolizar o mercado.

O México que sofria com a concorrência da China, aproveita a desaceleração econômica chinesa para reassumir o posto de maior parceiro econômico dos EUA. O Brasil vai perder espaço no mercado internacional, tanto com o crescimento mexicano, quanto com a desaceleração econômica da China,  grande parceira econômico do Brasil.

Os países mais atraentes para investimentos são:

México

Indonésia

Coréia do Sul

Turquia

Além do Mist, os outros países que são considerados bons para investimentos estrangeiros são:

Bangladesh

Egito

Irã

Nigéria

Paquistão

Filipinas

Vietnã

Apesar do Crescimento do MIST e de todo o grupo dos onze, relacionados acima, o BRICS ainda continua muito importante para a economia mundial, devido ao seu PIB.

Colômbia e Nigéria também são considerados importantes, assim como o grupo do onze, que apresentam um PIB bem menor que o BRICS e uma grande dependência da exportação de matérias-primas.

O MIST tem melhorado o ambiente de negócios, um fator decepcionante no Brasil, assim como a má distribuição de renda, baseada em distribuição de cestas básicas e outros benefícios.

As medidas protecionistas brasileiras não agradaram o mercado internacional, que estão preferindo observar outros países mais atrativos.

Eu, pessoalmente, acho que o governo demorou para baixar as taxas de juros, o que beneficiou os monopólios mas prejudicou as indústrias e principalmente a concorrência.

Agora, o governo descobrirá da maneira mais dura, que o jogo macro-econômico, baseado nas taxas de juros, não funciona mais, pior, vai ter de baixar impostos e melhorar a concorrência.

Só há uma maneira de fazer isso: Prendendo os corruptos, poderosos e banqueiros.

Caso isso não aconteça, o país poderá ter sua crise aumentada e o mercado informal voltará a crescer. Isso sem falar nas organizações criminosas, formadas principalmente por pessoas que não acreditam no sistema e que já encontraram sua forma alternativa de vida.

Previsão do PIB para 2.050 - em trilhões.

01 China em 2050 70.710.000

02 EUA PIB 2.050 38.514.000

03 India  37.668.000

04 Brasil 11.366.000

05 México 9.340.000

06 Russia  8.580.000

07 Indonesia 7.010.000

08 Japão 6.677.000

09 Reino Unido 5.133.000

10 Alemanha 5.024.000

11 Nigeria 4.640.000

12 França 4.592.000

13 Corea do Sul 4.083.000

14 Turquía 3.943.000

15 Vietnã 3.607.000

16 Canadá 3.149.000

17 Filipinas 3.010.000

18 Italia 2.950.000

19 Irã 2.663.000

20 Egito 2.602.000

21 Paquistão 2.085.000

22 Bangladesh 1.466.000
 
PIB (nominal) per capita  2050

01 Estados Unidos 91.697

02 Corea do Sul 90.294

03 Reino Unido 80.234

04 Russia 78.576

05 Canadá 76.002

06 França 75.253

07 Alemanha 68.253

08 Japão 66.846

09 México 63.149

10 Italia 58.545

11 Brasil 49.759

12 China 49.650

13 Turquía 45.595

14 Vietnã 33.472

15 Irã 32.676

16 Indonesia 22.395

17 India 20.836

18 Egito 20.500

19 Filipinas 20.388

20 Nigeria 13.014

21 Paquistão 7.066

22 Bangladesh 5.235

23 Miembros de MIKT

Fonte: Wikipedia

Países que mais crescem no mundo

Blocos de países ricos

Blocos econômicos latino-americanos

A força dos BRICS


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Blocos de países ricos



O mundo passa por uma grande transformação, uma transformação como nunca se viu antes. Essa crise de poder dos ricos certamente não tornará os pobres mais pobres, mas tornará o controle das massas menor e o povo voltará a sentir o gosto pela liberdade, sem a ditadura do dinheiro.

Nessa época de transformações, nada como fazer um pequeno retrospecto com a ajuda da Wikipedia, a respeito dos objetivos, interesses de cada um.

Durante muito tempo, o G7 tornou-se sinônimo de fama, poder e dinheiro, desfilar pelo G7 significava ser importante, não só politicamente, mas artisticamente, cientificamente, politicamente, etc. Resumindo, indicava reputação.

No topo dessa pirâmide, sempre esteve os EUA, mas eles sempre tiveram a presença de algum país estranho no ninho, por mais que tentassem controlar o mundo.

Até os terremotos no Japão e no Haiti, próximo de Cuba, o que justificaria a presença dos americanos por lá, é visto como conspiração, mas isso remotamente possível.

Ao G7, depois da crise do comunismo, juntou-se a eles a Rússia, tornando-se o G8, e o controle parecia perfeito.

... mas aí veio o Japão e enquanto todos os olhares e cobiça se voltavam para o país do sol nascente, surgiu o fenômeno China, polêmico, arcaico e com cara de Idade Média, mostrando que tudo o que é errado, pode dar certo, inclusive com a ajuda do Brasil.

Wikipédia: "O Grupo dos Sete e a Rússia (inglês:Group of Seven and Russia, alemão: Sieben führende Industrieländer und Russland, antigo G7), mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional.

O G8 é muito criticado por um grande número de movimentos sociais, normalmente integrados no movimento anti-globalização, que acusam o G8 de decidir uma grande parte das políticas globais, social e ecologicamente destrutivas, sem qualquer legitimidade nem transparência. Em 2001 na cimeira anual, em Gênova, um manifestante foi morto a tiro pela polícia. Em Portugal, a associação ecologista GAIA e um conjunto de cidadãos na Rede G8 desenvolveram iniciativas de oposição à do G8 em Rostock, no Norte da Alemanha, em 2007.

A maior polêmica relacionada ao G8, certamente gira em torno de sua luta para acabar com a miséria quando, na realidade, são eles que provocam esse desnível. Quando tentam ajustar esse controle, estão na verdade tentando corrigir o seu próprio erro e manter o controle em níveis suportáveis para mundo, mas o suportável também é discutível.

Se o grupo representava o poder econômico no início, a exclusão da China, mostrou que nem a isso eles são fiéis, a China é o país que tem mais pobre no mundo e eles não querem se aproximar muito dos pobres.

Como a China se tornou a segunda maior economia do mundo, e com a crise que ameaça derrubar os ricos e tornar os países socialistas mais ricos, surge uma nova ameaça aos G7.

Eu acredito que o Clube de Bilderberg deva ter uma grande influência nesse grupo de países ricos, principalmente quando se trata de defender a globalização, e também pelo fato dos presidentes desses países pertenceram ao clube de Bilderberg.

Se eles pregam o fim da lavagem de dinheiro, isso já é difícil de acreditar. Eles podem até combater  a movimentação financeira de supostos terroristas, mas nunca se importaram com as movimentações financeiras dos antigos presidentes da Líbia e Egito, até que esses caíssem, naturalmente.

Outros Grupos:

G4 - Formado por Alemanha, Japão, Índia e Brasil, tem o objetivo de apoiar uns aos outros e conseguir um lugar no Conselho de Segurança da ONU.

Isso até seria interessante, caso os EUA não tivessem passado por cima da ONU, ao atacar o Iraque, mostrando que a ONU tem uma função um tanto quanto obscura nessa história.

Wikipédia: "A ONU possui atualmente cinco membros permanentes com poder de veto no Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

A República Popular da China é contra a entrada do Japão e a Alemanha não recebe apoio dos EUA.

A França e o Reino Unido anunciaram que apoiam as reivindicações do G4, principalmente o ingresso da Alemanha e do Brasil. Uma questão importante são os países vizinhos (com chances menores de ingressar) aos que propõem a entrada que frequentemente são contra os esforços do G4: o Paquistão é contra a entrada da Índia; a Coréia do Sul e a China são contra o Japão; a Argentina e o México são contra o Brasil e a Itália é contra a Alemanha; formando um grupo que ficou conhecido como Coffee Club, contra a expansão do Conselho por aqueles que a propõem.

O Japão chegou abandonar o grupo dos quatro, por não acreditar na força de suas propostas,  mas acabou voltando atrás."

G10 - Formado por Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Holanda e Reino Unido, além dos bancos centrais da Alemanha e Suécia. A suíça foi a última convidada pelo grupo.

O grupo forma o General Arrangements to Borrow (GAB), (Acordo geral para a obtenção de empréstimos). O acordo visa obter empréstimos, quando os recursos do FMI estiverem abaixo das expectativas.

As atividades do G10 são fiscalizadas por instituições internacionais.

G15 - Formado por Argélia, Argentina, Brasil, Chile, Egito, Índia, Indonésia, Irã, Jamaica, Quênia, Nigéria, Malásia, México, Peru, Senegal, Sri Lanka, Venezuela e Zimbawe.

O Irã entrou para o G15, países não alinhados, na reunião de cúpula de 2.006 em Havana.

Focaliza áreas de investimentos, comércio e tecnologia.

Depois do crescimento dos BRICS, o G8 decidiu convidá-los para a criação de um novo e polêmico grupo, o G20. Quem não gostou nada dessa história, formam os ativistas anti-globalização.

Com objetivos claramente econômicos, apesar das aparências, o G20 é formado por:

Veja Os vinte países da lista do grupo G20.

África do Sul

Alemanha

Arábia Saudita

Argentina

Austrália

Brasil

Canadá

China

Coreia do Sul

Estados Unidos

França

Índia

Indonésia

Itália

Japão

México

Reino Unido

Rússia

Turquia

By Jânio

Blocos econômicos latino-americanos