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sábado, 15 de abril de 2017

Defesa Civil síria resgata mais de 100 corpos após explosão perto de Aleppo



Da EFE

Explosão de carro-bomba perto de Aleppo, na Síria, deixa mais de 100 mortos (EFE/Direitos Reservados)Sana Handout/EFE/Direitos Reservados
A Defesa Civil da Síria informou ter resgatado mais de 100 corpos do local onde um carro-bomba explodiu neste sábado nos arredores da cidade de Aleppo em uma área onde estavam cerca de 5 mil pessoas retiradas dos redutos xiitas de Fua e Kefraya. As informações são da agência de notícias EFE

Em sua página no Facebook, os chamados "capacetes brancos" disseram que estão prestando assistência a mais de 50 feridos.

A organização não governamental Observatório Sírio de Direitos Humanos calculou anteriormente em 43 o número de mortes no atentado na região de Rashidin, onde as vítimas esperavam desde ontem para serem levadas a seu destino final, como parte de um acordo entre o governo de Bashar al Assad e a oposição.

Agência Brasil


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Rússia pede na ONU investigação completa sobre o ataque químico na Síria



O representante da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, Vladimir Safronkov, pediu hoje (5) na reunião do órgão que qualquer decisão sobre o possível uso de armas químicas na Síria seja adotada apenas após uma completa investigação dos fatos mais recentes e apontou para a suposta responsabilidade de um grupo armado no caso. As informações são da agência espanhola Efe

Safronkov justificou no Conselho sua oposição a um projeto de resolução que buscava condenar o ataque realizado na segunda-feira (3) na cidade síria de Khan Sheikhoun, no norte do país, quando cerca de 70 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas. O diplomata fusso disse que "não seria sério" o Conselho de Segurança aprovar uma resolução sobre estes fatos sem ter feito uma investigação "objetiva" sobre o caso, que só tem "falsos reportes".

"É preciso fazer uma investigação completa para averiguar o que aconteceu e quem foi responsável", reforçou.


O projeto de resolução, que acabou não sendo levado à sessão do Conselho de Segurança, era defendido pelos Estados Unidos, França e Reino Unido e exigia averiguação a fundo do caso. Não estabelecia, no entanto, quem era responsável pela ação, embora os governos dos três países acusassem o regime de Bashar al Assad.

Safronkov mostrou oposição a algumas partes do texto do projeto de resolução, que, segundo ele, deveria condenar "o uso de armas químicas de qualquer tipo". Em sua exposição, ele reiterou relatórios fornecidos por Moscou que dão conta de que a aviação síria realizou um ataque das 11h30 às 12h30 (horário da Síria) da  segunda-feira na parte leste de Khan Sheikhoun.

Segundo a Rússia, esse ataque teve como alvo um estoque de munição e equipamentos de guerra em um território supostamente controlado pelo grupo terrorista Frente Al-Nusra, filial da Al Qaeda.
De acordo com Safronkov, nesse local havia uma instalação para fabricar munição "que usa armas tóxicas" e que aparentemente seria usada no Iraque e na cidade síria de Aleppo.

Dados divergentes

As informações dadas pelo representante russo ao Conselho de Segurança, contudo, não coincidem nem com a hora nem com o local apresentados em relatórios de autoridades locais e organismos de direitos humanos sobre o ataque.

Conforme disse à Agência Efe, Osama al Siada, presidente do Conselho Local de Khan Sheikhoun e uma das testemunhas do ocorrido, o ataque aconteceu por volta das 6h50, no horário local, e os lugares atingidos foram três pontos do norte da cidade e um do centro. De fato, o Observatório dos Direitos Humanos da Síria estava noticiando os fatos duas horas antes da hora que Safronkof mencionou.

Na mesma reunião do Conselho, um representante da Síria, que foi convidado a participar embora seu país não seja membro do órgão, disse que as denúncias eram "invenção" de algumas nações ocidentais. Ele também negou categoricamente que as forças armadas sírias tenham usado armas químicas no conflito iniciado nesse país em 2011. "Nunca usamos e nunca usaremos", assegurou.

Agência Brasil



domingo, 22 de novembro de 2015

Argentina - Chega ao fim a era Kirchnerista


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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Murdoch e Rothschilds querem a Síria




O magnata da mídia, Ruper Murdoch e Jacob Rothschild, do lendário banco Rothschild,  apoiam uma possível guerra na Síria, porque tem interesses nos territórios ocupados por Israel no país árabe.

"A Fox News apoia a ação militar contra o Governo de Bashar Al Assad, mas não informa aos telespectadores que o dono do conglomerado de mídia, a qual pertence a Fox, Murdoch), é o co-proprietário de uma empresa de petróleo que está explorando ilegalmente os recursos dos territórios Sírios ocupados por Israel, assinala o jornalista investigativo Christopher Bollyn em um artigo publicado em seu site ( www.bollyn.com ).

Na mensagem citada, Bollyn lembra que "milhões de americanos assistem a Fox News e lêem diariariamente alguma publicação pertencente a Ruper Murdoch". "Essas mídias geralmente apoiam a ação militar dos EUA contra a Síria", acrescentou o jornalista.

Israel concedeu em fevereiro passado, uma licença para extração de gás e petróleo nas Colinas de Golã, território ocupado pelo estado judeu, e a empresa energética americana-israelense Genie Energy, cujos maiores acionistas são Murdoch e Rothschild.

Na sua opinião, ambos apoiaram a derrubada do governo de Bachar Al Assad porque assim enfraqueceria ainda mais a Síria e a nação seria dividida, tal como aconteceu com a Iugoslávia na década de 1.990.

De acordo com o direito internacional, é ilegal para Israel, conceder direitos de exploração de petróleo nos territórios ocupados, disse o ativista britânico e ex-embaixador Craig Murray.

Israel ocupou as colinas de Golã durante a guerra de 1.967 e posteriormente anexou às suas estratégias não reconhecidas pela comunidade internacional.

Fonte: RT

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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Quinze indícios de guerra da Síria



A ONU nem chegou a investigar o uso de armas químicas na Síria, mas os EUA insistem que o incidente da semana passada foi das forças de Bashar Al Assad e pede intervenção na Síria.

Por outro lado, muitos especialistas estão seguros de que Bashar Al Assad não está por trás do emprego de armas químicas na Síria. Michael T. Snyder, advogado, escritor, ativista político e blogueiro americano famoso, ressalta que Damasco parece estar ganhando a guerra civil, além disso, Assad sabe que para Obama usar armas químicas na Síria, significaria cruzar a linha vermelha.

Assim, de acordo com o escritor: "O usso de armas químicas a poucos quilômetros de onde estavam hospedados os inspetores da ONU" não faria sentido para Assad. "Assad teria que ser muito suicida para fazer uma coisa dessas", diz Snyder em seu blog.

"Nós provavelmente nunca saberemos quem foi realmente o autor do ataque. Mesmo que isso tivesse ocorrido, Os EUA e seus aliados da OTAN provavelmente haveriam encontrado outra justificativa para, de qualquer modo, entrar em guerra contra a Síria. Parecem estar estar totalmente obsecados em se livrar de Assad, mesmo sem pensar nas consequências", insiste Snyder.

Em seu blog, O autor lista 15 sinais que confirmam que Obama já tomou a decisão de ir a guerra contra a Síria.

01) A Síria permitiu que os funcionários da ONU inspecionassem o local do recente ataque de armas químicas, mas o governo dos EUA considerou que a oferta da Síria chegou muito tarde para ser confiável".

02) De acordo com a ABC News, a Casa Blanca insiste que há poucas dúvidas de que o regime de Assad estava por trás do ataque mortal com armas químicas na semana passada.

03) Quatro navios de guerra dos EUA, com mísseis balísticos, estão se movimentando em suas posições no Mediterrâneo Oriental. Se for dada uma ordem, a Síria vai receber uma "chuva" de mísseis cruzeiro, tipo Tomahawk, em poucos minutos.

04) A CBS News informou que "o Pentágono está realizando os preparativos iniciais para um ataque com mísseis cruzeiro às forças do governo sírio".

05) Sábado passado Barack Obama se reuniu com sua equipe de segurança nacional para discutir que ações devem ser tomadas na Síria.

06) O Secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, diz que Barack Obama lhe pediu que "prepare opções para todas as eventualidades", referindo-se a um possível conflito com a Síria.

07) Depois de uma conversa telefônica com o primeiro ministro britânico, David Cameron, sobre a situação na Síria, a Casa Branca anunciou que ambos os líderes expressaram sua grande preocupação pelo ataque com armas químicas que ocorreu na semana passada.

08) Oito comandantes militares dos Estados Unidos, Reino Unido, Arábia Saudita, Catar, Turquia, França, Itália e Canadá, estão com uma reunião prevista em Amán, Jordânia, para coordernar os planos para os próximos ataques contra a Síria.

09) De acordo com o Le Fígaro, as forças rebeldes treinadas pela CIA chegaram à Síria no início de Agosto.

10) No início deste ano, o exército americano mobilizou um número significativo de aviões de combates F-16 para a Jordânia para realizar exercícios militares, e lá permaneceu depois de "o Governo jordaniano formular um pedido".

11) De acordo com um documento secreto que vazou em março de 2.012, pelo Wikileaks, o pessoal da OTAN estão  na Síria desde 2.011 para mudar o regime (governo) daquele país.

12) The Times of Israel informa que uma avaliação militar interna chegou a conclusão que Washington está considerando seriamente um ataque limitado mas eficaz para deixar claro ao regime de Damasco que a comunidade internacional não vai tolerar o uso de armas de destruição em massa contra civis sírios ou outros possíveis alvos.

13) O senador americano John McCain disse recentemente que, se os militares americanos não atacarem a Síria, "ditadores de todo o mundo terão carta branca para usar armas químicas".

14) De acordo com o The New York Times, está sendo estudada uma "guerra aérea da OTAN em Kosovo, como um possível modelo para operação na Síria, sem mandato da ONU".

15) A casa branca divulgou um comunicado dizendo que o governo de Obama não tem planos de colocar as forças armadas na Síria, mas não descartou outro tipo de operação militar.

Fonte: RT-TV

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