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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Objetivos da Globo para o governo


Top 03 objetivos da Globo:

01 - Governo militar com (ditadura de extremistas)

02 - Governo Tucano PSDB

03 - Governo da máfia PMDB

A ordem inversamente proporcional ao golpe:

Já que não dá para dar um golpe diretamente, devida a era digital da informação, a estratégia foi invertida. 

01 - Governo da máfia do  PMDB

Praticamente uma repetição da história do impeachment de Collor, quando o PMDB estrou totalmente inocente e com FHC no Ministério. Durante essa época a investigação da morte de PC Farias foi totalmente esquecida e as falências dos bancos deixaram um rastro de lavagem de dinheiro, sob a tutela da República de Curitiba.

Jogar a Dilma contra o Temer, PT X PMDB, foi oportunismo no momento exato em que Dilma dava sinais de crise em seu governo, abriram a caixa de pandora.

02 - Governo do PSDB

Depois do impeachment de Collor, foi só chutar a b**** do Itamar e FHC tornou-se o novo presidente tucano do Brasil. Se Collor ameaçou fechar a bolsa, devida a guerra com especuladores, FHC fez questão de jogar  bilhões de dólares para os especuladores fazerem a festa. Ninguém sabe onde foram parar os recursos das privatizações e os fundos dos bancos, só se falava em crise.

FHC quase acabou com as aposentadorias, Temer seque a cartilha do PSDB, mas não consegue diminuir o déficit das contas públicas. O PSDB começou fingindo apoio e mudanças, mas abriu o bico quando se viu envolvido  em escândalos.

03 - Governo militar sustentado por ditadura extremista.

Esta é a perspectiva atual: enquanto o barco afunda com os golpistas, os tucanos tentam pular fora do barco, apesar de serem afetados no coração do partido, já que seu presidente e esperança do partido tornou-se a maior vergonha política nacional em matéria de escândalos.

A gravação inesperada de Temer e Aécio foi simultânea e deixou para o povo decidir e fazer seu próprio juízo de valor a respeito dos fatos. Por um lado a gravação de Temer desestruturou o gigante político que controla o poder há muito tempo, enquanto  a gravação de Aécio levou a família inteira para a prisão. A prisão não durou muito, já que o PSDB controla a justiça brasileira e decretou o início da crise no judiciário, tudo o que a Globo queria.

Muita gente não sabe, mas a primeira das grandes crises foi da própria Rede Globo, já que a Globo sempre foi a principal ferramenta americana no controle do sistema brasileiro. 

O ataque de 11 de setembro fez com que muita gente mostrasse o dinheiro que tem, parando de enviar tanto dinheiro para os paraísos fiscais. Assim, a Globo despontou como a segunda maior rede de televisão do mundo, além de controlar as principais  mídias no país.

A eleição de Lula e  o sucesso dos BRICS acabou com a farra de dinheiro fácil da Globo e, mesmo depois da entrada de Temer, o patrocínio não veio, devido a sua impopularidade. A ideia de um novo governo tucano não durou muito, já que a perspectiva de lucro fácil não se concretizou, assim, começou  o desmanche do sistema político-econômico do país, para que extremistas possam iniciar uma nova ditadura.

Apesar dos golpes disfarçados no mundo inteiro, a direita não tem força, por isso, faz-se necessário o extremismo que ecoa pelo mundo afora. Mesmo assim, a China é uma realidade indigesta, com uma reserva tão grande que nenhuma crise consegue alcançar. 

Definitivamente os EUA não são mais a única força econômica mundial, nem mesmo são a única potência militar, China, Rússia, Europa, Japão, Índia e outras potências, ameaçam abandonar o banco central mundial, onde estão suas reservas em ouro, garantias  de suas economias.

E isso reflete na Globo que tenta inutilmente controlar o país que tem a maior reserva de recursos naturais e produção de alimentos do mundo. Em era de internet, isso é impossível, já que a Globo tornou-se uma ameaça global. Só os brasileiros não conseguem ver isso, como podemos notar na audiência, que por sinal é muito estranha e também está em crise de confiabilidade.

By Jânio   

Crises institucionais

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pena de morte volta a ser aplicada no Japão




O Japão volta a executar seus presos 20 meses após a última pena capital. Desta vez, três sujeitos foram condenados por homicídios múltiplos nas prisões de Tóquio, Hiroshima e Fukuoka.

Os executados, com idades respectivas de 48, 46 e 44 anos, foram condenados a morte por matar cinco pessoas e ferir dez outras, assassinar seus sogros e filho adotivo, roubar e matar duas mulheres, respectivamente - Obs: Todos esses crimes forram cometidos há mais de dez anos.

Uma pesquisa de opinião organizada em 2.009, revelou que 86% dos japoneses apoiavam a aplicação da pena de morte, estatísticas  usadas pelo ministro da Justiça Toshio Ogawa, para dar ordem para executar os assassinos.

Já que no Japão nunca foi declarada oficialmente uma moratória sobre as execuções, analista consideram que o longo período sem aplicação da pena de morte terminou com a chegada poder do partido democrata. Efetivamente falando, esta é a segunda vez que se executa a pena de morte desde que o governo democrata chegou ao poder.

Atualmente, há 132 réus  condenados a morte nas cadeias japonesas, entre eles, presos que foram declarados culpados do ataque com gás no metro de Tókio em 1.995.

Fonte RT-TV

Comentário: A pena capital, ou pena de morte, é sempre uma questão complicada, não é mesmo?

É Natural que sociedades civilizadas sejam contra a pena de morte, eu sou contra, mas para os governos imperialistas (Japão, EUA, China, etc.) que consideram essa a melhor forma de intimidar os marginais a não cometerem crimes, indiretamente criam um temor em toda a população, quanto a possíveis injustiças.

Efetivamente, a pena de morte não funciona, já que o governo sabe de suas limitações. Em qualquer país que tenha religiões, e a maioria tem, o poder de vida e de morte só cabe a Deus e o governo está longe disso, aliás, após a rendição do Japão, depois da Grande guerra, o imperador teve de declarar ao povo não ser deus, mas alguém de carne e osso.

Politicamente, a pena capital constitui-se numa alternativa extrema de controle, acreditando-se que ela seja de fato eficaz, mas nem nisso os dados tem ajudado. As pesquisas tem desmentido os governos imperialistas, mostrando que a pena de morte não tem diminuído a criminalidade.

Se a pena de morte não pode ser aplicada, então porque ela ainda existe?

A resposta está na manutenção do poder e é isso o que eu mais temo, quando penso nas consequências da crise mundial. Até onde esses governos outrora intolerantes e cruéis suportarão sua condição de derrotados?

É claro que nos sabemos que a verdadeira culpa está na concentração de capital, mas são justamente os donos desse capital concentrado que conspiram pelo separatismo das classes e criam leis idiotas, baseadas em argumentos forjados, para manter todas as riquezas em suas mãos.

By Jânio

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Blocos de países ricos



O mundo passa por uma grande transformação, uma transformação como nunca se viu antes. Essa crise de poder dos ricos certamente não tornará os pobres mais pobres, mas tornará o controle das massas menor e o povo voltará a sentir o gosto pela liberdade, sem a ditadura do dinheiro.

Nessa época de transformações, nada como fazer um pequeno retrospecto com a ajuda da Wikipedia, a respeito dos objetivos, interesses de cada um.

Durante muito tempo, o G7 tornou-se sinônimo de fama, poder e dinheiro, desfilar pelo G7 significava ser importante, não só politicamente, mas artisticamente, cientificamente, politicamente, etc. Resumindo, indicava reputação.

No topo dessa pirâmide, sempre esteve os EUA, mas eles sempre tiveram a presença de algum país estranho no ninho, por mais que tentassem controlar o mundo.

Até os terremotos no Japão e no Haiti, próximo de Cuba, o que justificaria a presença dos americanos por lá, é visto como conspiração, mas isso remotamente possível.

Ao G7, depois da crise do comunismo, juntou-se a eles a Rússia, tornando-se o G8, e o controle parecia perfeito.

... mas aí veio o Japão e enquanto todos os olhares e cobiça se voltavam para o país do sol nascente, surgiu o fenômeno China, polêmico, arcaico e com cara de Idade Média, mostrando que tudo o que é errado, pode dar certo, inclusive com a ajuda do Brasil.

Wikipédia: "O Grupo dos Sete e a Rússia (inglês:Group of Seven and Russia, alemão: Sieben führende Industrieländer und Russland, antigo G7), mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional.

O G8 é muito criticado por um grande número de movimentos sociais, normalmente integrados no movimento anti-globalização, que acusam o G8 de decidir uma grande parte das políticas globais, social e ecologicamente destrutivas, sem qualquer legitimidade nem transparência. Em 2001 na cimeira anual, em Gênova, um manifestante foi morto a tiro pela polícia. Em Portugal, a associação ecologista GAIA e um conjunto de cidadãos na Rede G8 desenvolveram iniciativas de oposição à do G8 em Rostock, no Norte da Alemanha, em 2007.

A maior polêmica relacionada ao G8, certamente gira em torno de sua luta para acabar com a miséria quando, na realidade, são eles que provocam esse desnível. Quando tentam ajustar esse controle, estão na verdade tentando corrigir o seu próprio erro e manter o controle em níveis suportáveis para mundo, mas o suportável também é discutível.

Se o grupo representava o poder econômico no início, a exclusão da China, mostrou que nem a isso eles são fiéis, a China é o país que tem mais pobre no mundo e eles não querem se aproximar muito dos pobres.

Como a China se tornou a segunda maior economia do mundo, e com a crise que ameaça derrubar os ricos e tornar os países socialistas mais ricos, surge uma nova ameaça aos G7.

Eu acredito que o Clube de Bilderberg deva ter uma grande influência nesse grupo de países ricos, principalmente quando se trata de defender a globalização, e também pelo fato dos presidentes desses países pertenceram ao clube de Bilderberg.

Se eles pregam o fim da lavagem de dinheiro, isso já é difícil de acreditar. Eles podem até combater  a movimentação financeira de supostos terroristas, mas nunca se importaram com as movimentações financeiras dos antigos presidentes da Líbia e Egito, até que esses caíssem, naturalmente.

Outros Grupos:

G4 - Formado por Alemanha, Japão, Índia e Brasil, tem o objetivo de apoiar uns aos outros e conseguir um lugar no Conselho de Segurança da ONU.

Isso até seria interessante, caso os EUA não tivessem passado por cima da ONU, ao atacar o Iraque, mostrando que a ONU tem uma função um tanto quanto obscura nessa história.

Wikipédia: "A ONU possui atualmente cinco membros permanentes com poder de veto no Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

A República Popular da China é contra a entrada do Japão e a Alemanha não recebe apoio dos EUA.

A França e o Reino Unido anunciaram que apoiam as reivindicações do G4, principalmente o ingresso da Alemanha e do Brasil. Uma questão importante são os países vizinhos (com chances menores de ingressar) aos que propõem a entrada que frequentemente são contra os esforços do G4: o Paquistão é contra a entrada da Índia; a Coréia do Sul e a China são contra o Japão; a Argentina e o México são contra o Brasil e a Itália é contra a Alemanha; formando um grupo que ficou conhecido como Coffee Club, contra a expansão do Conselho por aqueles que a propõem.

O Japão chegou abandonar o grupo dos quatro, por não acreditar na força de suas propostas,  mas acabou voltando atrás."

G10 - Formado por Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Holanda e Reino Unido, além dos bancos centrais da Alemanha e Suécia. A suíça foi a última convidada pelo grupo.

O grupo forma o General Arrangements to Borrow (GAB), (Acordo geral para a obtenção de empréstimos). O acordo visa obter empréstimos, quando os recursos do FMI estiverem abaixo das expectativas.

As atividades do G10 são fiscalizadas por instituições internacionais.

G15 - Formado por Argélia, Argentina, Brasil, Chile, Egito, Índia, Indonésia, Irã, Jamaica, Quênia, Nigéria, Malásia, México, Peru, Senegal, Sri Lanka, Venezuela e Zimbawe.

O Irã entrou para o G15, países não alinhados, na reunião de cúpula de 2.006 em Havana.

Focaliza áreas de investimentos, comércio e tecnologia.

Depois do crescimento dos BRICS, o G8 decidiu convidá-los para a criação de um novo e polêmico grupo, o G20. Quem não gostou nada dessa história, formam os ativistas anti-globalização.

Com objetivos claramente econômicos, apesar das aparências, o G20 é formado por:

Veja Os vinte países da lista do grupo G20.

África do Sul

Alemanha

Arábia Saudita

Argentina

Austrália

Brasil

Canadá

China

Coreia do Sul

Estados Unidos

França

Índia

Indonésia

Itália

Japão

México

Reino Unido

Rússia

Turquia

By Jânio

Blocos econômicos latino-americanos