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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Conflitos no Oriente Médio



O Oriente Médio, região situada ao lado do Ocidente tendo como referência o Mar Mediterrâneo, inclui os países costeiros do Mediterrâneo Oriental (da Turquia aoEgito), a Jordânia, Mesopotâmia (Iraque), Península Arábica, Pérsia (Irã) e geralmente o Afeganistão.

A condição de área de passagem entre a Eurásia e aÁfrica, de um lado, e entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Índico de outro, favoreceu o comércio de caravanas que enfraqueceu-se posteriormente em proveito das rotas marítimas, renovadas pela abertura do canal de Suez em1869. Logo antes da Primeira Guerra Mundial, a região já era a maior produtora petrolífera do mundo e, por isso, despertava o interesse das grandes potências, tornando-se objeto de rivalidades e conflitos internacionais. Além da economia baseada no petróleoe das fortes desigualdades sociais, a região também apresenta problemas nas uniões tribais e étnicas, na fragilidade das estruturas de governo e, sobretudo na centralização islâmica da vida política.
A maioria dos Estados do Oriente Médio surgiram sob influencia do imperialismofranco-britânico, com a queda do Império Turco-Otomano após a I Guerra Mundial, assim a maior parte da região seria dividida em protetorados. A Palestina, aTransjordânia (atual Jordânia), o Egito, o Iraque (antiga Mesopotâmea) e a Pérsia (atual Irã) ficaram sob domínio da Inglaterra e a Síria e o Líbano tornaram-se protetorados franceses. Essa divisão obedeceu aos interesses das potências, que não levaram em conta os problemas específicos da região como as minorias étnicase religiosas.
Após a Segunda Guerra Mundial, os países do Oriente Médio tentaram relegar a religião somente à esfera privada, através do nacionalismo pan-arabista, cujo maior líder foi o presidente egípcio Gamal Abdel Nasser. Na década de 1970, as massas urbanas e a classe média se afastaram do nacionalismo, adotando ofundamentalismo islâmico, que consolidou-se como ideologia dominante nas últimas décadas do século XX, principalmente após a Revolução Iraniana de 1979 e a ascensão do Talibã ao poder no Afeganistão.
O Oriente Médio permanece uma das áreas mais instáveis do mundo, devido uma série de motivos que vão desde a contestação das fronteiras traçadas pelo colonialismo franco-britânico, a posição geográfica, no contato entre três continentes; suas condições naturais, pois a maior parte dos países ali localizados são dependentes de água de países vizinhos; a presença de recursos estratégicos no subsolo, caso específico do petróleo; posição no contexto geopolítico mundial; até a proclamação do Estado de Israel na Palestina em 1948, o que de imediato provocou uma série de conflitos conhecidos como as guerras árabes-israelenses, entre eles a guerra de independência de Israel, a Guerra dos Seis Dias, a Guerra de Suez e a Guerra do Yom Kippur.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Guerras do fim do mundo




Há muitas formas de guerra mas o único tipo guerra que envolve a violência é a guerra movida por interesses.

Muitas campanhas protestam contra o aquecimento global, indústrias petrolíferas, etc., mas quantas pessoas estão dispostas a boicotar seus produtos? Quantas pessoas usam bicicleta, ao invés de utilizar automóveis?

Sempre voltaremos ao velho problema da educação, por mais que sejamos passionais. Uma revolução pode mudar muita coisa, mas não pode ser movida por interesses.

Conclusão: De um lado temos os interesses e de outro a educação. Isso não quer dizer que as pessoas movidas por interesses não possam mudar, optando por se reeducarem.

Enquanto a sociedade não for educada com informações básicas, assistimos a uma série de costumes, comportamentos bizarros; enquanto os países responsáveis pelos maiores desastres ecológicos continuam lucrando com suas empresas criminosas, continuaremos achando que comprando seus produtos, não estamos sendo contrários às nossas ideologias.

01 - Leilão de virgindade: em época de crise, as estratégias se tornaram mais apelativas, não que não fossem antes, mas se tornaram mais comum e aceitáveis pela sociedade, anestesiada pelo excesso de bizarrices. Algumas mulheres leiloam sua virgindade, outras fazem cirurgia para restauração do hímen, procurando valorizar-se.

Isso não acontece só nos países em crise, acontece no Brasil, a sexta maior economia do mundo. Em pleno século XXI, o machismo  resiste ao tempo.

02 - Eleição de Bumbum: Algumas mulheres lutam para vencerem o concurso de bumbum, enquanto outras mulheres, já consagradas pelos seus bumbuns famosos, tentam a carreira política, acreditando na capacidade cerebral do homem, naturalmente. Felizmente, até agora elas subestimaram o pensamento masculino, ou seja, confundiram o playground com a área de serviço.

03 - Injetar dinheiro na Caixa: Esta sempre foi uma maneira de reaquecer o mercado imobiliário, mas depois que o Grupo Sílvio Santos levou quatro bilhões e meio de lá, nosso PIB nunca mais foi o mesmo. Será que Sílvio Santos está sabendo?

04 - Compra de franquia: franqueadoras de negócios normalmente oferecem o Know How para quem tem interesse em abrir sua própria empresa, isso vale principalmente quando a concorrência está muito forte. Entretanto, a primeira regra do empreendedorismo deixa bem claro, é preciso conhecimento, planejamento, controle, criatividade, se a pessoa não tem criatividade e nem está preparada, não será a franquia que irá resolver os seus problemas.

05 - Invasão de privacidade: o controle da mídia, concentrado nas mãos das grandes redes de TVs brasileiras só fica pior quando todas as TVs perdem a noção do que é certo e o que é crime. Todos os seus funcionários passam a se comportar como prostitutas da "Classe C", pior, sem a menor chance de que alguma autoridade possa prendê-los.

06 - Educação desatualizada: a educação está se tornando inútil em muitos setores, onde profissionais graduados não conseguem resolver os problemas imediatos da sociedade. As ciências exatas estão pagando caro por isso, resultando em falta de engenheiros no país.

07 - Mendigos famosos: De vez em quando aparecem histórias comoventes de mendigos nas mídias, os telespectadores adoram, só falta avisar que há muitos perdedores na loteria da vida e que um deles poderia ser eu ou você.

08 - Globalização: ao invés de globalizarem nossas culturas, globalizaram as economias, resultando na maior crise que o mundo já viu. Nenhum país tem condições de se defender e terá de formar um exército de escravos para sobreviver.

09 - Esterilidade: estão surgindo casos de esterilidade no mundo inteiro, naturalmente, os alimentos e indústrias químicas tem culpa nisso, resta saber se é acidental ou de propósito.

10 - Mudanças climáticas: as primeiras pessoas a notarem as mudanças climáticas, foram nossos avós, com suas doenças hipersensíveis ao clima. Nós que sempre tivemos uma qualidade melhor de vida, demoramos mais para sentir, as catástrofes naturais ajudaram em nossa percepção.

11 - Scanners e câmeras: foi divulgado que essa tecnologia seria de uso opcional, mas isso não a torna menos assustadora.

By Jânio

Dez formas como o mundo poderá acabar

Dicas para sobreviver ao apocalipse

O erro americano

Filosofia da vida moderna

Perguntas proibidas

Desempenho das celebridades nas urnas

Escândalo do Grupo Sílvio Santos

Governo injetará 20 bilhões nos bancos

Concorrência padrão

Corporativismo midiático

Falta de pessoas qualificadas

Loteria da vida

Fim do império americano

Faltam homens na capital da espanha

Plano B para o fim do mundo

Raio-x deixa pessoas nuas








terça-feira, 29 de maio de 2012

A morte é só um negócio




Eu estou com receio que o meu blog se torne um espaço dedicado a morte, quando na realidade eu prezo tanto pela vida.

A morte se tornou, ao longo dos anos, séculos e milênios, uma forma de controlar a sociedade, através do terror e do medo. Numa sociedade domesticada, isso não tem sido um grande problema.

Não são apenas as instituições que conhecemos, as grandes patrocinadoras da morte, há todo tipo de organização, sistemas e até de conspirações que se utilizam da morte  como base para os seus propósitos. Ironicamente, apesar da morte propiciar o sucesso estratégico dos poderosos, foi preciso criar também um mecanismo psicológico para organizar as mentes fragilizadas por estes sistemas opressores que desenvolveram tantas formas de tortura psicológica.

Coube a religião a dura tarefa de corrigir os estragos provocados pelas políticas milenares.

Quando analisamos os valores destinados pelas igrejas para campanhas de ajuda humanitária, conscientização e outras atividades, ficamos impressionados com as diferenças em relação aos orçamentos políticos. No início, eu achei que fosse a mão-de-obra gratuita dos voluntários, mas não é só isso.

Num país tão sensível como o Brasil, uma campanha como o "Fome Zero" até que demorou para conquistar o coração da sociedade. Depois de já ter conseguido um certo sucesso, o projeto acabou se perdendo, graças a participação da política - onde tem político, sempre tem corrupção e a corrupção é o maior desmotivacional que existe.

Em países como o Brasil, quanto mais morte, maior a quantidade de pessoas dedicadas às políticas sociais e as religiões. É muito fácil agradar a quem não tem nada, mas é muito difícil agradar a quem tem interesse em qualidade de vida.

Pessoas rebeldes que desafiam o sistema, tornam-se inconvenientes aos poderosos, assim, conspirações são forjadas para que esses rebeldes sejam transformados em monstros, psicopatas, inimigos do estado. Jesus Cristo e outros líderes religiosos foram vítimas dessas conspirações, mostrando como são antigas essas práticas sociais covardes.

Júlio César fazia parte de uma tradição de famílias que conhecia muito bem como funcionava o sistema, mas por maior habilidade que ele pudesse ter, não foi suficiente para evitar que ele protagonizasse uma das maiores tragédias que o mundo já viu, uma versão das tragédias gregas, ambientadas no império romano. Além dele, quase todos os imperadores romanos foram assassinados e apenas três morreram na cama, dormindo.

O império romano deu início às práticas obscuras e mortais, como conhecemos hoje, ligadas ao poder. Até hoje, oligarcas se traem, citando fatos e atitudes imperialistas históricas e, para a sorte deles, poucas pessoas tem a capacidade de ler nas entrelinhas, para interpretar as suas reais intenções.

Os Estados Unidos são vistos como o sistema político mais próximo do império romano, atualmente, e o Brasil segue tão de perto esse estilo que já foi reconhecido pelos próprios como tal.

Assim como na época do império romano, há resistência ao governo norte-americano.

A Alemanha, considerada desde sempre como uma nação dedicada ao desenvolvimento intelectual, viu-se acuada pelo império britânico, a nação idealizadora do sistema imperialista norte-americano. Como a Alemanha já tinha tradição  em defesa de seus direitos internacionais, desde os tempos do império romano, não demorou para que se rebelasse contra as práticas injustas dos ingleses, dando início a Segunda Guerra Mundial.

Naquela época, a Inglaterra já se aproveitava de suas práticas imperialistas para controlar o mundo, assim, sobrava pouco espaço para os outros países crescerem, tudo isso somado as práticas injustas de direito internacional, que tanto mal fazia para os outros países.

Esses problemas internacionais nunca afetaram diretamente o Brasil, um país auto-sustentável, mas afetava todo o resto do mundo.

É no Oriente-Médio  onde podemos constatar o quanto a morte pode ser útil para forjar pseudo-ideologias, criando gerações e gerações de pessoas sem futuro e com um passado que se resume a morte. Em países onde não há petróleo, como nos países africanos, a morte ocorreria naturalmente, se não fosse a fome.

Na África, já ficou difícil esconder o jogo da ONU, uma organização que é controlada pelos países mais ricos do mundo e que já tem despertado a revolta de muitas nações reprimidas pelo poder dos ricos e desenvolvidos.

Todas as maiores guerras dos últimos duzentos tem envolvido grupos capitalistas interessados em comercializar armas e, entre eles, reúnem-se os homens mais ricos do mundo, o Clube de Bilderberg, um grupo que reúne os homens mais ricos do mundo e tem a finalidade de concentrar a maior riqueza possível, mesmo que para isso tenham que provocar várias crises mundiais, guerras, comércio de armas e muitas, muitas mortes.

No Brasil, os bilderbergers brasileiros também não se constrangem em efetuar financiamentos fraudulentos para retirar bilhões da Caixa Econômica Federal, um banco que teoricamente deveria financiar pobres, assim como todos os bancos públicos, mas que é controlado por compadres de políticos e banqueiros, mostrando como somos controlados por bandidos.

Além dos financiamentos fraudulentos, consultorias, lavagem de dinheiro, mensalão e mensalinhos, anões do orçamento e queima de arquivo que são noticiados pelos quatro cantos do mundo, mostram o lado podre de nossos eleitos democraticamente, com a ajuda de redes de tvs que nos passam a ideia de que todos os políticos são bons, exceto aqueles que não os financiam.

O resultado dessa PPP está em filas de hospitais, escolas públicas, vestibulares, concursos, transportes públicos, corrupção policial, máfias de todo tipo, que vão desde contrabando e tráfico até a a terceirização invertida da criminalidade, ou seja, a estatização do crime e, naturalmente, da morte.

Quem já leu o livro "Morte e Vida Severina", pode ter uma ideia do problema chamado Brasil.

Além desse livro, há outros clássicos como "Vidas Secas", "Os Sertões" e até filmes de cangaceiros famosos que já ganharam prêmios internacionais. "O Pagador de Promessas" apresenta perguntas o tempo todo, enquanto as mensagens sublimares apontam para um panorama desolador que ninguém prefere comentar.

De um outro clássico que mostra a guerra de canudos, vem a máxima brasileira: "A ignorância é a mãe de todas as guerras."

... eu diria que é a mãe da morte também.

By Jânio

domingo, 18 de março de 2012

Rothschilds I - Os pais das guerras modernas




A família Rothschild, conhecida como A Casa de Rothschild, ou, mais simplesmente, como os Rothschilds, é uma dinastia Europeia, de origem judaico-alemã, que se estabeleceu no setor bancário europeu a partir do final do século 18. Cinco linhas do ramo austríaco da família foram elevados a nobreza austríaca, sendo hereditários do Império Habsburgo pelo Imperador Francisco II, em 1816. Outra linha, do ramo britânico da família, foi elevada à nobreza britânica a pedido da rainha Victoria. Durante os anos de 1800, acredita-se que a família possuía, de longe, a maior fortuna privada do mundo, bem como, de longe, a maior fortuna da história do mundo moderno. Hoje, os negócios Rothschild são menores do que eram durante todo o século 19, apesar de abrangerem uma ampla gama de domínios, incluindo: consultoria de gestão privada, financeira, agricultura mista, vinho e instituições de caridade.

O primeiro membro da família que era conhecido por usar o nome de "Rothschild" foi Izaak Elchanan Rothschild, que nasceu em 1577. O nome significa "escudo vermelho" em alemão antigo. A ascensão da família à proeminência internacional começou em 1744, com o nascimento de Mayer Amschel Rothschild, em Frankfurt, Alemanha. Ele era o filho de Moisés Amschel Rothschild (nascido por volta 1710),  um cambista que tinha negociado com o príncipe de Hesse. Nascido no gueto (chamado de "Judengasse" ou beco judaico) de Frankfurt. Mayer desenvolveu uma instituição financeira e espalhou seu império através da instalação de cada um de seus cinco filhos nos cinco principais centros financeiros europeus, para realizar negócios. O brasão Rothschild contém um punho fechado com cinco setas que simbolizam as cinco dinastias estabelecidas pelos cinco filhos de Mayer Rothschild, em referência ao Salmo 127: "Como flechas nas mãos de um guerreiro". O lema da família aparece abaixo do escudo:

Paul Johnson escreve: "As informações sobre os Rothschilds são tímidas. Não há nenhum livro sobre eles que seja, ao mesmo tempo, revelador e preciso. Muitas tolices têm sido escritas sobre eles... Uma mulher que planejava escrever um livro intitulado "Mentiras sobre os Rothschilds", abandonou o projeto dizendo: "Foi relativamente fácil de detectar as mentiras, mas revelou-se impossível descobrir a verdade". Ela escreve que, ao contrário do tribunal dos judeus dos séculos anteriores, que havia financiado e gerido casas nobres europeias, mas muitas vezes perderam a sua riqueza por meio da violência ou expropriação, o novo tipo de banco internacional, criado pelos Rothschilds era imune a ataques locais. Seus ativos foram realizados em instrumentos financeiros, que circularam através do mundo, como ações, títulos e dívidas. As alterações feitas pelos Rothschilds, permitiu-lhes isolar suas propriedades contra a violência local: "A partir daí, sua verdadeira riqueza estava fora do alcance da multidão, quase fora do alcance dos monarcas gananciosos".  Johnson argumentou que sua fortuna cresceu muito com as medidas atotadas por Nathan Mayer Rothschild, em Londres, a investigação mais recente, feita por Niall Ferguson, indica que os lucros maiores e iguais também foram realizadas pelas outras dinastias Rothschild, incluindo James Mayer de Rothschild, em Paris, Carl von Rothschild e Mayer Amschel em Frankfurt.

Outra parte essencial da estratégia Mayer Rothschild para o sucesso futuro, era manter o controle de seus bancos nas mãos da família, permitindo-lhes manter sigilo total sobre o tamanho de suas fortunas. Sobre 1906, a Enciclopédia Judaica observou: "A prática iniciada pelos Rothschilds, de ter vários irmãos de uma empresa, estabelecendo sucursais em diferentes centros financeiros, foi seguido por outros financistas judeus, como os Bischoffsheims e Pereire e Seligmans e Lazards, e outros, e destes financiadores, por sua integridade e habilidade de crédito financeiro, obtido não só com os seus confrades judeus, mas com a fraternidade bancária em geral. Por este meio financistas judeus obtiveram uma percentagem crescente das finanças internacionais durante o início, meio e final do século XIX. A cabeça de todo o grupo foi a família Rothschild... ". Ele também afirma: "Recentemente, os não-judeus financistas aprenderam o mesmo método cosmopolita, e, em geral, o controle dos judeus é agora um pouco menor."

Mayer Rothschild, com sucesso, manteve a fortuna da família, com cuidado, casamentos arranjados, muitas vezes, entre o primeiro ou segundo grau da família (semelhante ao casamento real). No final do século 19, porém, quase todos os Rothschilds começaram a casar fora da família, geralmente na aristocracia ou outras dinastias financeiras. Seus filhos eram:

Mayer Amschel Rothschild (1773-1855): Frankfurt , morreu sem filhos, passou a filhos de Salomon e Calmann

Salomon Mayer Rothschild (1774-1855): Viena

Nathan Mayer Rothschild (1777-1836): London

Calmann Mayer Rothschild (1788-1855): Nápoles

Jakob Mayer Rothschild (1792-1868): Paris

Famílias:

othschild família de banqueiros de Nápoles

Rothschild família de banqueiros da Inglaterra

Rothschild família de banqueiros da Áustria

Rothschild família de banqueiros da Alemanha

Rothschild família de banqueiros da França

Rothschild família de banqueiros da Suíça

Os Rothschilds já possuíam uma fortuna muito importante antes do início das Guerras Napoleónicas (1803-1815), e a família ganhara proeminência no  comércio nessas alturas.  De Londres, em 1813 a 1815, Nathan Mayer Rothschild foi fundamental, praticamente sozinho, pelo financiamento do esforço de guerra britânico, financiando o envio de ouro para os exércitos do Duque de Wellington, em toda a Europa, assim como organizou o pagamento de subsídios financeiros britânicos para seus aliados continentais. Em 1815, sozinhos, os Rothschilds financiaram £ 9.800.000 (em moeda de 1815, cerca de £ 566.000.000 hoje, quando se utiliza o índice de preços no varejo, e £ 6580000000 ao utilizar o salário médio) em empréstimos de subsídios aos aliados continentais da Grã-Bretanha.

Uma coleção de palácios vienenses, conhecidos como Palais Rothschild, foram derrubadas durante a Segunda Guerra Mundial.

Os irmãos ajudaram a coordenar atividades de Rothschild em todo o continente, e a família desenvolveu uma rede de agentes, carregadores e mensageiros para transportar ouro em toda Europa devastada pela guerra. A rede da família também permitiu tempo para que Nathan Rothschild, com informação política e financeira à frente de seus colegas, dessem-lhe uma vantagem nos mercados e tornassem a casa de Rothschild ainda mais valiosa para o governo britânico. Em um exemplo, a rede familiar habilitou Nathan para receber, em Londres, a notícia da vitória de Wellington na Batalha de Waterloo, um dia à frente de mensageiros oficiais do governo.

A primeira preocupação de Rothschild, nesta ocasião, era a potencial vantagem financeira, no mercado, que o conhecimento teria dado a ele. Ele e seu mensageiro não deram imediatamente a notícia para o governo. Em seguida, repetiram as operações em contas populares, tais como a de Morton.

A base para a operação rentável mais famosa de Rothschild foi feita após a notícia da vitória britânica que tinha se tornado pública. Nathan Rothschild calculou que a futura redução da dívida pública provocada pela paz, criaria uma alta nos títulos do governo britânico, após uma estabilização de dois anos, durante o pós-guerra e  a re-estruturação da economia nacional. No que foi descrito como uma das operações mais audaciosas da história financeira, Nathan compraria no mercado de títulos do governo, que na época parecia um preço excessivamente alto, antes de aguardar dois anos, para então vender os títulos na alta do mercado em 1817, com um lucro de 40%. Dado o enorme poder de alavancagem que família Rothschild tinha à sua disposição, este lucro foi de uma soma enorme.

Fonte: Wikipedia

A nova ordem mundial

História universal das riquezas




sábado, 3 de março de 2012

A atividade que mais dá lucro no mundo



Onze empresas russas figuram no ranking das cem maiores fabricantes de armas do mundo, segundo o Instituto Internacional de Estocolmo de investigação para a paz (SIPRI).

No top 10 da lista estão as fabricantes de sempre, norte-americanas, apenas três não são dos EUA: A britânica BAE Systems, em segundo lugar (especializada na fabricação de mísseis, veículos militares, armas e munições).

A européia EADS, controlada principalmente por capital alemão, ocupando o sétimo lugar (fabrica aviões, equipamentos de eletrônica, tecnologia espacial e mísseis); e a italiana Finmmeccanica está na oitava posição (fabricante de aviões,artilharia, equipamentos eletrônicos, mísseis, veículos militares, munições).

Nessa lista não estão incluídas algumas das maiores fabricantes de armas do mundo, as chinesas, cujos dados não estão disponíveis. No topo está a americana Lockheed Martin.

Os fabricantes russos confirmam sua presença no ranking, depois de incluir sete fabricas em 2.008, em 2.009 já contavam com nove empresas do ramo. Em 2.010, a Rússia conta com onze fabricantes de armas no top 100.

Segundo esse relatório, a Rússia exportou 6,7 bilhões de dólares em 2.008 e chegou a dez bilhões de dólares em 2.010 - Pelo menos agora eu seu porque os EUA querem desarmar Irã, Coréia do Norte, Síria, etc. e a Rússia não.

Os especialistas esperam uma forte alta no faturamento russo, em exportação de armas e materiais bélicos na próxima década. Além da exportação, a Rússia pretende modernizar seu exército.

O projeto não é nada modesto, cerca de 700 bilhões de dólares para a próxima década. A Rússia pretende fabricar para seu próprio exército: 400 mísseis intercontinentais, 8 submarinos de mísseis balísticos, 20 submarinos multifuncionais, 100 aparatos espaciais militares, 600 aviões de última geração (entre eles, caças de quinta geração), mil helicópteros, 28 sistemas anti-aéreos s-400, 38 sistemas antiaéreos de médio alcance, dez sistemad e míssil terra-terra Iskander_M, 2.300 tanques última geração, 2.000 peças de artilharia e mais 17 mil veículos militares.

Os EUA, responsáveis por 43% do mercado de armas e outros materiais bélicos tem 44 empresa no top 100. Além de 43%  de vendas relacionados ao mercado interno, respondem por cerca de 60% do total de vendas nesse mercado mundial

01) Lockheed Martin

02) BAE Systems

Being, Northrop Grumman, General Dynamics, Raytheon (exceto a Boeing, com 49%) respondem por 70% de seu faturamento total, em fabricação de material bélico.

Em nono e décimo estão as americanas L-3 e a United Technologies (aeronáutica e motores).

As vendas totais do top 10 alcançaram 230, 2  bilhões de dólares, 56% de todo o faturamento das empresas citadas no relatório top 100.

No geral, todas as top 100 venderam 411,1 bilhões de dólares, crescimento de 1%, em relação a 2.009, passando longe da crise que afeta outros setores.

A empresa Russa com o maior faturamento militar é o consórcio antiaéreo, Almaz-Atel (desenvolvimento e produção de sistemas de defesa antiaérea e antimísseis, que ocupa o vigésimo lugar na lista).  O consórcio faturou 3,9 bilhões de dólares, 690 milhões a mais que o ano anterior, 89% do faturamento da empresa.

No 21º lugar da lista, está a Corporação Aeronáutica Unificada da Rússia, OAK, cujas empresas mais conhecidas são o consórcio aeronáutico Skhoi, a Irkut e a corporação MiG, além de outras empresas do setor.

Outros fabricantes russos da lista são:

47º - Consórcio de helicópteros da Rússia

51º - Corporação União de Construção Naval, OSK.

62º - Corporação União para Fabricação de motores.

69º - Corporação de mísseis táticos, TRV.

89º - Uralvagonzavod, o maior fabricante de tanques T-34, T-54 e T-55.

92º - Salyut, fabricante de motores.

Muitas empresas, como as fabricantes de submarinos, não se encontram na lista por fazerem parte de consórcios, que por sua vez fazem parte de corporações, presentes na lista.

Atualmente, as exportadoras de material bélico russo, encontram mercado em 57 países, entre eles: Índia, Argélia, China, Venezuela, Vietnã e Síria.

Comentário: Com a desculpa de proteger a Europa, os EUA criaram os sistemas anti-mísseis que vigiam a Rússia por todos os lados. Através dessa lista, podemos ver que os americanos ainda constituem o maior perigo para o mundo.

Quanto ao resto dos países, estão proibidos de desenvolver armas, exceto se aceitarem a fiscalização dos americanos, e nós sabemos como seria difícil explicar a quantidade de armas fabricadas na Rússia e EUA. Mais difícil ainda, seria explicar quem são os clientes.

Apesar disso, os missionários da guerra, fabricantes de mísseis e outros artefatos, sabem o quanto é lucrativo esse mercado. Só nos últimos cinco anos, a instabilidade econômica e a paz armada foram responsáveis por um crescimento de 22% nesse mercado e pode aumentar ainda mais, afinal, os países emergentes não devem investir na pobreza e sim em armas que nunca poderão usar.

Até Bill Gates já avisou: "Devemos investir mais em países pobres".

A julgar pela fome na África e pelo seu patrimônio, não resta dúvida que estamos investindo muito em países pobres, só não sabemos como... ou será que sabemos?

Fonte: RT

Comentário: By Jânio

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Aparências reais



Ontem eu falei sobre aparências virtuais, no Made In Blog, hoje, no Buscando Mudanças, eu vou falar sobre as aparências do mundo real.

A aparência é um tema de infinitas possibilidade e falar sobre ela é irresistível.

Antes de me decidir  sobre o tema, eu fiquei pensando como corremos o risco de viver de aparências, naturalmente, sem a percepção de que isso esteja ocorrendo, por exemplo:

Uma pessoa triste e deprimida, tende a valorizar imensamente a felicidade, e eu tenho notado isso na vida real e até na vida virtual. Na vida paranormal, ainda não, mas é depois da morte que a conciência pode ficar ainda mais pesada.

Ocorre o oposto com pessoas felizes e o exemplo mais claro são os rebeldes sem causas.

Assim, uma pessoa demonstrando felicidade, em seu interior pode estar muito triste, como ocorreu recentemente com Leila Lopes e como ocorre com alguns amigos meus também. Associando ao caso Leila Lopes, eu cheguei a escrever sobre o Miss Brasil, onde um jogo de interesses pairava no ar.

Até os cinco ou seis anos, aprendemos o básico para a vida, inclusive muita coisa que não queríamos, como aprender a falar, por exemplo. O motivo de nos recusarmos a falar, até os cinco anos, deve-se ao fato de que a fala torna nosso pensamento programado e nos prende aos sistemas derivados da fala.

O pensamento programado, induzido pelas palavras, possibilita-nos evoluir como pessoas, mas o preço que pagamos por isso é a nossa liberdade de pensar, agir ou falar. Depois de entrarmos no programa de palavras, seguiremos um padrão, com ou sem os protocolos impostos pela sociedade.

Vejam o caso de Osama Bin Laden:

Osama Bin Laden foi um jovem idealista rico, tinha tudo, mas não estava satisfeito. E foi no estilo "american life" em que ele se realizou.

Durante muito tempo arriscou a vida ao lado dos americanos, até que sentiu que estava sendo enganado, mudou de lado e mostrou toda a fúria de um idealista enganado. Isto é o que eu penso, mas eu posso estar enganado.

O fato de o corpo de Osama Bin Laden não ter sido mostrado, deixou a suspeita de que havia duas hipóteses: Osama Bin Laden poderia já estar morto, o que é pouco provável, já que seus vídeos eram exibidos o tempo todo, a não ser que os vídeos estivessem gravados antes dos atentados; há também a hipótese de que ele não tenha morrido, uma hipótese muito mais convincente.

Se Bin Laden estivesse trabalhando para os próprios Bilderbergers, sua morte não poderia ser real, mas ele também nunca mais poderia aparecer. A morte real de Osama Bin Laden faria com que a elite da organização ficasse desmotivada e fora do controle dos bilderbergers, portanto perderiam um grande aliado  em seus objetivos, propagar a guerra e a indústria bélica.

Eu fiquei impressionado ao saber que um dos maiores financiadores do nazismo poderia ter sido um judeu, Rothschild, tendo seus cinco filhos se espalhado por toda a Europa, controlando toda a riqueza da Terra, pelo menos até agora. Perto dessa família, a família Bourbon seria sem terra.

Esses casos mostram como um programa de palavras pode controlar a nossa percepção, através das mídias de massa, e isso só se torna possível após os cinco anos, quando aprendemos a falar. É como se sofrêssemos uma lavagem cerebral.

Antes que o programa de palavras seja instalado em nosso cérebro, nossa inteligência é muito maior, prova disso é que ninguém, até hoje, conseguiu dominar as palavras, em idade avançada. Antes dos cinco anos, nossa mente obedece o instinto primário.

Os epilépticos apresentam um transtorno - ou seria apenas sensibilidade? - que acelera o pensamento, durante suas crises de ataque. O estudo da epilepsia levou uma especialista a teorizar o despertar para a superconsciência.

Durante uma crise epiléptica, o pensamento acelera numa velocidade tão grande que a pessoa quase perde a consciência - a hipótese de fuga ao programa de palavras não está descartado - e eu já notei que a epilepsia é própria de pessoas sensíveis.

Nós sabemos que o tratamento de choque já foi utilizado em hospitais psiquiátricos, e que esse tratamento é considerado criminoso, já que ficou provado não ser eficiente. Não podemos tratar doenças mentais  com esses métodos, afinal, algumas perguntas básicas ainda não foram respondidas, como "O que é ser louco e o que é ser normal?"

Tudo o que sabemos, contraria as teses preconceituosas do passado.

Pessoas muito sensíveis tem ataques derivados de sua própria sensibilidade e podem ser comprovados em pessoas que desafiam o sistema, a ordem natural das coisas, ou não se encaixam aos padrões pré-estabelecidos através dos programas de palavras.

É durante a noite que a mente revela seu lado mais obscuro, através de nossa conciência, subconciência ou semi-consciência. Durante a noite, nossa mente em repouso parece se rebelar, demonstrando o nossa natureza primitiva, primária, básica, através de sonhos lúcidos, sonhos, pesadelos, sonambulismo, terror noturno, etc.

Nem quando acordarmos estaremos livres dessas revelações, ainda estaremos sujeitos a ver fantasmas, assombrações e o pior de todos nossos medos, nossa própria natureza.

Bons exemplos de rebeldia não faltam, mas a rebeldia não é necessariamente sinônimo de moral, ética:

São exemplos de rebeldes sistemáticos: Epilépticos, autodidatas, ambidestros, loucos, etc.

Entre os membros assíduos estão: Bill Gates, Júlio César, Alexandre o Grande, Van Gogh, Napoleão, Sócrates, Rei Saul, Lênin, etc.

Apesar de sua genialidade, nenhum deles teve habilidade para controlar o sistema padronizado, não de maneira sensata.

O fim das aparências

O início das aparências

Percepção do nada

A natureza obscura da mente humana


Osama Bin Laden

Epilepsia - Quando a mente tem um ataque


O despertar para a superconsciência


Sonhos lúcidos


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By Jânio

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Histórias de guerras



Durante o século XIX a França e a Inglaterra se tornaram as duas maiores potências do mundo - eu acho até que já eram. Ambas tinham muito em comum, além de uma longa história de lutas, tradições e culturas.

Logo após a revolução industrial, na segunda metade do século XVIII, a Inglaterra iniciou sua expansão imperialista, dominando boa parte da África e da Ásia. A chamada Era vitoriana tinha o comando de uma mulher, a Rainha Vitória I (1.837 à 1.901).

As características marcantes desse período foram:

Consolidação do parlamentarismo - Os partidos políticos foram muito valorizados, mesmo com o poder nas mãos da Rainha Vitória. Isso demonstrava não só que que os políticos eram respeitados pelo povo, como também que o povo era bem representado por eles.

O que ninguém nunca ficou sabendo, foi das barbaridades do império inglês pelo mundo afora, atrocidades capazes de transformar Hitler numa criança. Foi nessa época que a eugenia foi desenvolvida, a mesma ciência maldita que seria utilizada por Hitler no século seguinte.

Internamente, sem falar da eugenia, a Inglaterra ia bem. O povo era representado e fazia valer os seus direitos, mesmo que todo o resto do mundo fosse devastado pelo império, como foram os casos do norte da África e da Índia.

A Rainha fortaleceu os partidos políticos, com isso sabia exatamente o que o povo queria ou pensava. Concedeu direito ao voto, primeiro aos operários e, posteriormente, aos camponeses.

Após a derrota de Napoleão, aproveitando-se do conflito de interesses dos vencedores, o representante  francês, Talleyrand, propôs que as nações européias do Império Napoleônico voltassem a ser governadas pelas mesmas dinastias de antes da guerra.

Como ninguém estava satisfeito, a proposta foi aceita e a França livrou-se de ter um exército de ocupação em seu território.

O Congresso de Viena, setembro de 1.814 à junho de 1.815, estabeleceu o Princípio da legitimidade, devolvendo as nações para as antigas dinastias.

Na França, o poder voltou a dinastia Bourbon, representada por Luis XVIII. Luis XVIII foi deposto por Carlos x, que tentou restabelecer o absolutismo, mas foi derrotado por uma revolução burguesa de 1.830, assumindo, assim, Luis filipe  D'Orleans.

Luis Filipe, o Rei Burguês, foi um governo que ignorava o povo, em benefício da burguesia. A revolta do povo, em 1.948, que passava fome, contra a corrupção, levou a França à uma nova revolução que, depois de um governo provisório que promulgou uma nova constituição e uma nova república, possibilitou ao povo eleger o presidente Napoleão III, sobrinho do Imperador Napoleão.

Em 1.852, através de um prebiscito, Luis Napoleão bonaparte tornou-se o Imperador Napoleão III.

Napoleão III lutou contra a Rússia, ao lado da Turquia.

Apoiou os italianos contra a Áustria.

Invadiu o México, em 1862, colocando o Arquiduque da Áustria, Maximiliano, no poder.

Em 1.870, pensando em declarar guerra à Prússia, encontrou um homem precavido chamado Bismarck, sendo derrotado na batalha de Sedan.

Além da idenização em ouro, a França perdeu as províncias de Lorena e Alsácia.

A Derrota de Napoleão III, foi muito útil para a unificação da Alemanha (Prússia) e também da Itália.

Acontece que os exércitos de Napoleão III apoiavam os Estados Pontifícios, quando estourou a guerra Franco-Prussiana. A saída de seus exércitos, fez com que a Itália finalmente se unificasse.

Fonte: História Geral (Marlene e Silva)

Texto: By Jânio