quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Suástica - O símbolo obscuro do nazismo



Pelo que parece, a suástica é um símbolo pré-histórico, e sua escolha, para quem pretendia dominar o mundo, tinha objetivos certos.

A suástica é um símbolo que só perde para a cruz em matéria de simbolismo, mesmo assim, ela, a suástica, também é uma cruz.

Pelo fato de representar 10.000, em um desses países, faz-me lembrar um padrão de guerra no passado, onde a maioria dos exércitos tinha dez mil homens, apenas Gengis Khan viria mudar esse padrão, mas isso foi só uma lembrança.  De fato, o significado da suástica está ligado à religião.

Os mentores de Hitler eram ocultistas e não tiveram dúvidas de que Hitler era o escolhido de seus livros sagrados, uma espécie messias do Nazismo. O mundo viu, mais uma vez, a grande prova de que a religião e a política não deveria  se misturar.

Se os nazistas conheciam os significados da suástica em todos esses países? Ninguém sabe, mas provavelmente não, o fanatismo racista dificilmente aceitaria outras culturas, ditas inferiores pelos nazistas.

A suástica "virada à direita", é utilizada em cerimônias civis e religiosas, é utilizada também como amuleto de sorte e sucesso. Aparece no período neolítico da Índia e na pré-história de Tróia e Chipre, e, curiosamente, apesar de aparecer em tão diferentes culturas, não aparece no antigo Egito, Assíria ou Babilônia.

No início do século XX, era utilizada em várias partes do mundo, como amuleto de sorte e sucesso. Nos países nórdicos está relacionada a Runa, Gibur ou Gebo.

Quando o partido nazista adotou a suástica como logomarca, ela passou a ser associada com a ideologia do nazismo.

Heinrich Schliemann descobriu esta imagem no antigo sítio em que localizara a cidade de Tróia, sendo então associada com as migrações ancestrais dos povos "proto-indo-europeus" dos Arianos.

Ele fez uma conexão entre estes achados  e antigos vasos germânicos, e teorizou que a suástica era um "significativo símbolo religioso de nossos remotos ancestrais", unindo os antigos germânicos às culturas gregas e védicas.

O casal William Thomas e Kate Pavitt especulou que a difusão da suástica entre diversas culturas mundiais (Índia, África, América do Norte e do Sul, Ásia e Europa) apontava para uma origem comum, possivelmente da Atlântida.

Alfred Rosenberg, o primeiro a utilizar essas idéias, associou-as aos povos nórdicos, rosember também foi o teórico da pureza racial ariana.

A palavra "suástica" deriva do sânscrito svastika (no script Devanagari), significando felicidade, prazer e boa sorte. Ela é formada do prefixo "su-" (cognata do grego e?-), significando "bom, bem" e "-asti", uma forma abstrata para representar o verbo "ser". Suasti significa, portanto, "bem-ser". O sufixo "-ca" designa uma forma diminutiva, portanto "suástica" pode ser literalmente traduzida por "pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)". O sufixo "-tica", independentemente do quanto foi dito, significa literalmente "marca". Desta forma na Índia um nome alternativo para "suástica" é shubhtika (literalmente, "boa marca"). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata

A palavra "suástica" deriva do sânscrito svastika (no script Devanagari), significando felicidade, prazer e boa sorte. Ela é formada do prefixo "su-" (cognata do grego e?-), significando "bom, bem" e "-asti", uma forma abstrata para representar o verbo "ser". Suasti significa, portanto, "bem-ser". O sufixo "-ca" designa uma forma diminutiva, portanto "suástica" pode ser literalmente traduzida por "pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)". O sufixo "-tica", independentemente do quanto foi dito, significa literalmente "marca". Desta forma na Índia um nome alternativo para "suástica" é shubhtika (literalmente, "boa marca"). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata.

A Europa Ocidental ainda apresenta  significados bizarros como:

"Aranha negra" - como chamada por diversos povos da Europa Ocidental.

"Cruz torta", "Cruz Gamada" (ou "em ganchos") - na Heráldica.

Sinomía em outros idiomas:

Alemão: Hakenkreuz;

Dinamarquês: hagekors;

Neerlandês: hakenkruis;

Esperanto: hokokruco;

Estoniano: haakrist;

Finlandês: ''hakaristi;

Húngaro: horogkereszt;

Islandês: hakakross;

Italiano: croce uncinata;

Norueguês: hakekors;

Romeno: Cruce încârligata;

Sérvio: kukasti krst;

Sueco: hakkors;

Sonnenrad: cruz do sol, quatro pernas;

Grego: martelos de Thor, associado com o deus do trovão nórdico;

Lituano: cruz de trovão;

As primeiras suásticas são datadas de 4.000 anos antes de cristo, em cerâmica, escrita vinca e na região do indo, 3.000 antes de Cristo, utilizada pelo budismo e hinduismo, posteriormente.

Vasos em Sintashta, 2.000 antes de Cristo. Nas idades do bronze e do ferro, foram encontrados no norte do cáucaso e Azerbaijão, oriundos das culturas dos cítios e sarmácios.

Para Bárbara G. Walker, autora de um livro sobre símbolos, oriundos das culturas dos cítios e sarmácios.

Carl Sagan reproduz um antigo manuscrito chinês, cometas com quatro braços curvados, lembrando a  suástica. Sagan sugere que na antigüidade um cometa possa haver se aproximado bastante da Terra de forma que os jatos de gases que fluem dele, vergados pela rotação do cometa, tornaram-se visíveis – o que justificaria a representação da suástica como símbolo mundialmente existente.

A suástica é um dos símbolos sagrados do hinduísmo há pelo menos um milênio e meio. Ela é usada ali em vários contextos: sorte, o Sol, Brahma, ou no conceito da “samsara”. O budismo particularmente teve grande penetração noutras culturas, em especial no Sudeste da Ásia, China, Coreia, Japão, Tibete e Mongólia desde fins do primeiro milênio. Supõe-se que o uso da suástica pelos fiéis “Bom” do Tibet, e de religiões sincréticas como a “Cao Daí” do Vietnã , e “Falun Gong” da China, tenha sido tomado emprestado ao budismo. Da mesma forma, a existência da suástica como símbolo do Sol entre o povo “Akan” – civilização do sudoeste da África, pode ter sido igualmente resultado da transferência cultural em virtude do tráfico escravista por volta do ano de 1500.

O uso do símbolo no ocidente, junto às significações religiosas e culturais que lhe emprestaram, foi corrompido no começo do século XX, quando foi adotado pelo Partido Nazista. Isto ocorreu porque os nazistas declaravam que os arianos eram os antepassados do povo alemão moderno e propuseram, por causa disto, que a subordinação do mundo à Alemanha fosse algo imperativo, e até mesmo predestinado. A suástica então tornou-se um símbolo conveniente, de forma geométrica simples e ao mesmo tempo marcante, a enfatizar este mito ariano-alemão, insuflando o orgulho racial. Desde a II Guerra Mundial a maior parte do mundo ocidental tem a suástica apenas como um símbolo nazista, levando a equivocadas interpretações de seu uso no Oriente, além de confusão quanto ao seu papel sagrado e histórico em outras culturas.

Geometricamente a suástica pode ser definida como um icoságono (polígono de 20 lados) irregular. Os “braços” têm largura variável e são frequentemente retilíneos (mas isto não é obrigatório). As proporções da suástica nazista, entretanto, eram fixas: foram fixadas numa grade 5x5.

Uma característica fixa é a rotação em 180° de simetria e não eqüilateral – portanto com ausência de simetria reflexiva entre as suas metades.

A suástica é, depois da cruz eqüilateral simples (a "cruz grega"), a versão mais difundida da cruz.

A visão de Wilhelm Reich - O polêmico psicanalista Wilhelm Reich (ucraniano de origem germânica), em "Die Massenpsychologie des Faschismus, Frankfurt 1974, S. 102-107", faz a seguinte leitura do efeito psicológico da suástica:

1.O Nazismo serviu-se da simbologia para atrair sobretudo a massa de trabalhadores alemães, enganando-os com a promessa de que Hitler seria um Lênin para a Alemanha;

2."sob o simbolismo da propaganda, a bandeira era o que primeiro chama a atenção (cantando:).

Nós somos o exército da suástica,

Erguemos as bandeiras vermelhas

O trabalhador alemão nós queremos

Assim trazer para a liberdade."

Usando músicas que claramente pareciam comunistas, e com a bandeira habilmente composta, passava o Nazismo um caráter revolucionário para as massas.

Reich atesta que a "teoria irracional" da superioridade racial, tinha apelos ao subconsciente, através das formas da suástica e dos contrastes oferecidos pelas cores utilizadas (vermelho, preto e branco), chegando mesmo Hitler a afirmar que esta cruz era um símbolo anti-semita, em sua origem.

"Se olharmos detidamente para as suásticas no lado direito, vemos que elas claramente revelam formas humanas esquematizadas. Já a suástica voltada para a esquerda, mostra um ato sexual…".

Para o Hinduismo, os dois símbolos representam as duas formas do deus criador, Brahma: voltada para a direita, a cruz representa a evolução do Universo (ou Pravritti); para a esquerda, simboliza a involução do Universo (Nivritti). Também pode ser interpretado como representando as quatro direções (Norte, Leste, Sul e Oeste), com significado de estabilidade e solidez.

O Budismo foi fundado por um príncipe hindu e as duas formas da suástica são uma herança dessa cultura. O símbolo foi incorporado, desde a Dinastia Liao, nos ideogramas chineses, com o sinal representativo ? ou ? (wan, em chinês; man, em japonês; van, em vietnamita), significando algo como "um grande número", "multiplicidade", "grande felicidade" ou "longevidade", mas o desenho ? (suástica virada à direita) é raramente usado. A suástica marca as fachadas de muitos templos budistas. As suásticas (qualquer das duas variantes) costumam ser desenhadas no peito de muitas esculturas de Buda, e frequentemente aparece ao pé da estatuária de Buda.

Em razão da associação da suástica voltada para a direita com o nazismo após a segunda metade do século XX, a suástica budista, fora da Índia, tem sido utilizada apenas na sua forma ( virada para a esquerda).

A suástica, usada na arte e escultura budistas, é conhecida dentro da língua japonesa como "manji" (que, literalmente, pode ser traduzido como: caractere chinês para eternidade ), e representa o Dharma, a harmonia universal, o equilíbrio dos opostos. O símbolo virado à esquerda representa amor e piedade; voltado para a direita é força e inteligência.

No Japão, a suástica é chamada manji. Desde a Idade Média é usado como um Mon - ou "brasão de armas" de algumas famílias. Na simbologia japonesa a suástica virada à esquerda e horizontal ou manji é usada para indicar o local de um templo budista. A suástica à direita é chamada de gyaku manji (literalmente, manji invertido), e também é chamada de kagi juji, significando, literalmente, "cruz em gancho".

O Jainismo dá mais ênfase à suástica que o Hinduísmo. É um símbolo do progresso humano, e representa o sétimo Jina (Santo), o Tirthankara Suparsva. É considerada uma das 24 marcas auspiciosas, emblema do sétimo arhat dos tempos atuais. Todos os templos do Jain, assim como seus livros santos, contêm a suástica. Suas cerimônias começam e terminam com o desenho da suástica feito várias vezes em volta do altar.

Algumas fontes indicam que a imperatriz chinesa Wu, da dinastia Tang (684-704), decretou que a suástica seria usada como um símbolo alternativo para representar o sol. Como parte da lista de caracteres do idioma chinês (mandarim), a suástica tem seu código (Unicode) U+534D (e a pronúncia segue o caractere chinês, no cantonês, man; no mandarim, wan) para a suástica voltada para a esquerda, e U+5350  para a suástica virada à direita.

O mandarim Wan é um homófono para o número 10 mil, que é usado para representar o todo da criação, no Tao Te Ching, o livro basilar do taoísmo.

A forma da suástica é um símbolo bastante antigo na cultura Kuna, de Kuna Yala, no Panamá. Para eles a imagem lembra o polvo que criou o mundo: seus tentáculos, voltados para os quatro pontos cardeais, deram origem ao arco-íris, ao sol, à lua e às estrelas.

Em fevereiro de 1925 os Kuna se revoltaram contra a supressão de sua cultura, pelo governo panamenho, e em 1930 conquistaram autonomia. A bandeira oficial do estado exibe a suástica, com formas e cores que variaram ao longo dos tempos: as faixas antes da cor laranja eram vermelhas, e em 1942 um círculo (representando o tradicional anel de nariz dos Kunas) foi acrescentado para diferenciá-la ainda mais do símbolo do partido nazista.

Na Grécia Antiga a deusa Atena era por vezes retratada num roupão ornado por suásticas.

A medieval Liga da Corte Sagrada - Walker (em A Woman's Dictionary of Symbols and Sacred Objects) informa que a suástica duplicada era associada com as Cortes Vêmicas da Idade Média, uma seita secreta fundada para perseguir os hereges e judeus, antes de ficar associada à Inquisição. Esses tribunais, segundo ela diz, continuaram como sociedades ocultas para a prática da justiça sumária e do anti-semitismo, até o século XIX, quando foi sucedida pelo Partido Nazista, cujos associados teriam substituído a suástica dupla pela única.

Insígnia do 45th Infantry.A 45ª Divisão de Infantaria do Exército norte-americano usava uma suástica amarela sobre fundo vermelho como símbolo da unidade até os anos 30, como referência ao Pássaro-trovão da mitologia (Thunderbird).

Bandeira da Espanha Nacionalista durante a Guerra Civil Espanhola. Espanha - Os nacionalistas eram chamados de nazistas pelos republicanos, enquanto os republicanos eram chamados de comunistas pelos nacionalistas.

…o que inspirou Hitler para usar a suástica como símbolo da NSDAP já era usado pela Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft) considerando-se que havia muitas ligações desta com o DAP (Partido dos Trabalhadores) (…) de 1919 até o verão de 1921 Hitler usou a biblioteca Nationalsozialistische especial do Dr. Friedrich Krohn, um sócio muito ativo da Thule-Gesellschaft (…) Dr. Krohn também era dentista de Sternberg, que foi nomeado por Hitler para desenhar uma bandeira semelhante aquela que Hitler projetara em 1920 (…) durante o verão de 1920 a primeira bandeira do partido foi apresentada no Lago Tegernsee (…) sua fabricação foi caseira (…) não foram preservadas as primeiras bandeiras, e a bandeira do Ortsgruppe München foi então considerada como a primeira bandeira do Partido.
A primeira vez que a suástica foi usada com um significado "ariano" foi em 25 de dezembro de 1907, quando os auto-denominados Ordem dos Novos Templários, uma sociedade secreta fundada por Adolf Joseph von de Lanz Liebenfels, içou no Castelo de Verfenstein (na Áustria), uma bandeira amarela com uma suástica e quatro flores-de-lis.


Legislação brasileira:



1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo.
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.



Fonte: Wikipedia

domingo, 1 de janeiro de 2012

Brasil é a segunda maior potência do mercado imobiliário



Segundo os prognósticos dos especialistas, os Estados Unidos devem continuar liderando o ranking dos países com maiores investimentos no setor imobiliário, contudo, o Brasil estará muito próximo, seguindo a tendência dos últimos meses. O Brasil ocupa a segunda posição em investimentos nesse setor, mas o seu crescimento demonstra todo o potencial de melhor opção entre todos os emergentes, podendo ultrapassar os EUA muito em breve.

Os americanos se sentem muito à vontade no Brasil pois, além  síndrome de clone que o Brasil tem pelos americanos, nosso sistema elitizado propicia aos americanos vida de reis e rainhas, nem mesmo no coração do capitalismo o dinheiro tem tanta importância.

Essa perspectiva animadora para o setor imobiliário é resultante da última pesquisa anual da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóvel Real (AFIRE).

Segundo as palavras do diretor executivo da AFIRE, James Fetgatter, "o Brasil é considerado um lugar muito bom para investimento, atualmente, o retorno é muito alto. Os membros da associação possuem investimentos  imobiliários cujo valor chega a cerca de 874 bilhões, sendo 338 bilhões investidos só nos EUA.

O Brasil possui uma economia em rápido desenvolvimento e apresenta condições seguras para investimentos. São Paulo ocupa o quarto lugar entre as melhores cidades para se investir em dólares, em 2.012.

... e isso não é pouco, para uma cidade que ocupava o 26º lugar em 2.010.

Veja a lista das cidades com mais reputação no setor:

Nova Iorque

Londres

Washington

São Paulo

São Francisco

A crise européia expulsou quase todos os países da zona do euro do mapa de investimentos preferenciais. Com exceção da Suíça e da Polônia, todos os demais países saíram da lista.

A Alemanha, por exemplo, perdeu 50% de aprovação entre os investidores consultados pela pesquisa. Até outros países em desenvolvimento, com menos reputação, como a China, Turquia e a Colômbia, obtêm cada vez mais credibilidade entre os investidores.

Comentário final: Só para constar, vale lembrar o que eu tenho sempre chamado a atenção, em meus últimos textos.

Entre os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China  e África do Sul, é o Brasil quem tem as melhores condições de crescimento sustentável, todos os outros apresentam problemas, sejam sociais, políticos, geográficos etc.

Rússia - Desde o fim da União Soviética, a Rússia tem enfrentado altos índices de criminalidade e de infraestrutura em geral, e é entre os ricos que o problema é mais grave. O surgimento de máfias e criminosos do colarinho branco, combinados com a herança do precário antigo regime comunista, pior, sem o controle rígido do antigo sistema, deixa a economia Russa com muitas incertezas.

Índia - A índia apresenta, na minha opinião, uma grande desigualdade social, lembrando muito o Brasil. A índia é uma espécie de Brasil piorado, e é a parte rica que mostra o lado desenvolvido do país.

Além das desigualdades sociais, a Índia ainda sofre com problemas milenares, típicos daquela região. O país apresenta uma super população e secas frequentes, em contraste com sua tecnologia desenvolvida.

China - A China é uma caso a parte, além de possuir a quarta maior população do planeta, tornou-se um contra-peso na balança da economia mundial, mais forte e mais inteligente que a Rússia. Depois da queda a União Soviética, a China ganhou mais personalidade, negativamente falando, é claro.

Enquanto os americanos preocupavam-se com a invasão dos japoneses e tigres asiáticos, nem imaginavam que o impossível pudesse acontecer. A China conseguiria provar que a gestão de bilhões de pessoas seria possível, pior, sem nenhuma qualidade.

Além de ter desenvolvido a sua própria tecnologia, com sistemas de espionagem que até hoje é desconhecido do mundo inteiro, desenvolveu  uma logística que eu considero a melhor do mundo.  A china conseguiu agradar a gregos e troianos, ricos e pobres, capitalistas e socialistas e ainda ameaça dominar a economia mundial, tudo com um sistema que parece infalível: Ditadura, desenvolvimento tecnológico, economia fechada, mão-de-obra escrava e  política externa bem ao estilo chinês.

África do Sul - Além das epidemias frequentes, o país recém saído de um regime de apartheid, tenta passar da teoria para a prática. Tem fama de rico, mas sina de pobre.

Fonte: RT - TV

Texto: By Jânio

Texto relacionado:

Imobiliárias americanas no Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Estados Unidos querem controlar a internet



Enquanto os políticos brasileiros se esforçam para aprovar a lei de controle da internet, nos EUA não é diferente.

Os americanos estão com o projeto de lei SOPA (Stop Online Piracy Act), que se aprovado poderá tirar qualquer site do ar, sem a necessidade de processo judicial.

No Brasil, tem-se argumentado muito sobre esse tema, até a pedofilia tem entrado na discussão, mas até agora não convenceu não.

Os políticos ignoram a democracia promovida pela internet e, além disso, esquecem a responsabilidade dos gerentes de servidores.

Os internautas podem policiar os sites que visitam, assim como denunciar aqueles que estão infringindo a lei, para que a polícia tome as medidas necessárias.

A própria polícia federal tem afirmado ser impossível cometer um crime na rede, sem deixar rastro, isso mostra que essa lei arbitrária só serviria a interesses obscuros. Segundo comentários, o governo está preocupado com a liberdade da internet e com as consequências que isso está provocando no sistema político.

Até as mídias de massa e os grandes portais, estão tendo de se adaptar ao sistema de informação em tempo real, isso tem proporcionado uma informação rápida e de qualidade, impossibilitando que tais notícias sejam maquiadas antes de chegar ao leitor.

A imparcialidade também é outra característica considerável na internet, o que deixa os analistas políticos perdidos e sem controle de coisa alguma.

Em várias eleições, bastou uma estratégia, acompanhada do monopólio da comunicação, para que um novo candidato tivesse sua vitória assegurada, nem as pesquisas foram poupadas, o que dificilmente voltará a acontecer, enquanto todas as pessoas estiverem participando ativamente, através da rede.

A questão dos direitos autorais, o que supostamente estaria mobilizando os políticos a criarem tal projeto, é muito complexa e não poderia ser tratado como eles sugerem que seja.

Isso nos lembra da questão da privacidade, que sempre atormentou quem usa a rede. Seria preciso muita ingenuidade para achar que não estamos sendo observados na internet.

A grande verdade é que os EUA não poderiam aprovar tal lei, antes de promovê-la por todo o mundo. A sua aprovação apenas nos EUA, provocaria uma reação dos povos que são contrários a ela.

Muita gente seria prejudicada, já que as melhores plataformas de blogs estão nos Estados Unidos.

Executivos das maiores empresas da internet reagiram muito mal, ao saberem do projeto, principalmente do criador da Google, que afirmou estar decepcionado ao saber que a maio ameaça a liberdade, vem de seu próprio país.

O criador da Wikipedia ameaçou tirar o site do ar, caso a tal lei seja aprovada.

Se aprovado tal projeto de lei, várias áreas poderiam ter seu desenvolvimento comprometidos. Além da informação em tempo real e imparcial, a educação e o comércio seriam apenas a ponta do iceberg.

Milhões de assinaturas contra essa censura foram recolhidas nos Estados Unidos, com o Slogan "Vamos salvar a Internet", e o slogam não somente força de expressão, a verdade está em risco.

Com a adoção de tal medida, os EUA desceriam ao nível do Iran e China, na questão da liberdade de expressão, segundo Serguei Brin, criador da Google.

Fonte: Wikipedia


A política torta do Brasil

Eu não acredito em teoria da conspiração

Mortes misteriosas de celebridades

Presidentes do Brasil

A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

Políticos com problemas na justiça

O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil

Texto: By Jânio

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Brasil poderá ser a sexta maior economia




A notícia de que o Brasil poderia terminar o ano como a sexta maior economia do mundo me deixou intrigado. Acontece que toda vez que a mídia divulga uma notícia dessas, é porque vem notícia ruim por aí.

Levando-se em conta que faltam cinco dias para o final do ano, essa notícia é muito boa para os bilionários brasileiros. Talvez seja boa para os pobres também, se considerarmos que a estabilidade e o crescimento poderá atrair muitas empresas estrangeiras.

A notícia repercutiu pelo mundo inteiro, principalmente no Reino Unido, afinal, serão eles que perderão a honrosa sexta colocação no ranking do PIB.

Por outro lado, a notícia nem é tão boa assim, como explicam os economistas. O ranking do PIB é uma notícia boa para os bilionários e seus funcionários milionários, deveria ser divulgada só para eles.

O PIB Per Capta, resultado da divisão das riquezas produzidas, pelo número de habitantes, deixa o Brasil numa situação bem menos favorável. Na lista de índice de desenvolvimento humano (IDH), ficamos ainda pior.

Isso também é normal, e estamos até melhores que o esperado, considerando que esse crescimento do PIB ocorre devido ao crescimento da China, nosso rico parceiro econômico.

Crescimento do PIB, sem o acompanhamento do crescimento do IDH, é muito perigoso, principalmente para países como a China. A perda do poder da classe média brasileira, também é preocupante.

A previsão para 2.020 é ainda pior, nessa lista, o BRICS, formado pelos países emergentes, aparecem todos no topo do ranking, deixando para trás as poderosas nações como a Alemanha, Inglaterra, França, etç.

O BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China e South África, poderão provar que a teoria dos países desenvolvidos estava errada, e que um país não precisa ter uma boa educação, saúde, transporte, segurança, etc., para poder crescer, os BRICS poderão provar que tudo o que é errado pode dar certo.

By Jânio

domingo, 25 de dezembro de 2011

O mercado bilionário de capitais brasileiro continua aumentando



O Brasil já é um dos dez países mais ricos do mundo há mais de trinta anos, e disso todos nós sabemos, foi um dos oito e agora está em sétimo.

Durante todo esse tempo, sabíamos que o país era rico, mas não sabíamos onde o dinheiro estava. Pessoas que tinham acesso a elite chegavam a cantar em suas músicas, "Onde está o dinheiro?", "O seu paradeiro está no estrangeiro!"

Essas pequenas dicas não eram suficientes para chamar a atenção dos menos informados e essa demora para promover mudanças, permitia que os ratos mudassem de barco. Nada mudou, nesse sentido.

Apesar das mudanças serem lentas, internamente, a globalização promoveu outras mudanças lá fora e, finalmente, o capitalismo chegou ao limite. Chegando ao limite, a tolerância  aos paraísos fiscais também chegou ao fim.

O problema é que tanto os capitalistas ocidentais tinham privilégios em paraísos fiscais, como os ditadores, aliados do império americano também tinham. Com o "ataque terrorista" de onze de setembro, supostamente promovido pelos próprios americanos, um novo capítulo da globalização teve início.

O amigo leitor notou como a história se complica aqui, não é mesmo?

Isso é natural, afinal, o jogo do poder tornou-se muito complexo, ao longo dos tempos. De um lado temos a palavra do governo americano e aliados, querendo policiar o mundo, de outro temos o resto do mundo em dificuldades, com vinte e cinco por cento deles passando fome, enquanto a ONU prefere patrocinar as guerras, ao invés de promover políticas sociais de combate a fome.

Em meio a tudo isso, um grupo muito mais perigoso, o Clube de Bilderberg, protegido pelas estruturas de suas organizações secretas, onde, enquanto todos pensam que eles querem controlar o mundo, eles já o controlam há muito tempo.

Notem que controlar é diferente de dominar, que é o que está acontecendo agora.

Enquanto todos os países lutam para não quebrar, achando que o dólar, FMI ou Banco Mundial, entre outras instituições, poderão salvá-los, a Argentina e o Brasil quebraram e se reergueram com suas próprias pernas.

O que seria melhor para o mundo, quando todo o dinheiro encontra-se concentrado nas mãos de poucos capitalistas? Não seria melhor que o mundo inteiro quebrasse econômicamente, como aconteceu com a Argentina?

Se o mundo inteiro quebrasse, cada país teria que criar sua própria unidade real de valor, URV, um dinheiro REAL garantido pelo governo de cada país de origem, como aconteceu no Brasil. Isso faria com que todo o dinheiro concentrado nas mãos de especuladores desaparecesse da face da Terra, como aconteceria com o dólar, como aconteceu com o dinheiro brasileiro recentemente.

Caso isso demore para acontecer, todo o capital especulativo corre o risco de migrar para países como o Brasil.

A China fechou as portas ao capital especulativo, o Brasil também, mas esses não são os únicos países emergentes. Excluindo os vinte e cinco por cento dos países mais pobres, aqueles que passam fome, todos os outros podem ser alvos de capitais especulativos.

O ataque de onze de setembro poderia até  ser usado para especulação, mas teria de haver acordo entre os governos de países ricos, membros do Clube de Bilderberg, CIA e outras instituições que controlam o mundo, entre elas, algumas organizações secretas muito fortes.

Se o centro da crise capitalista são os Estados Unidos, porquê a Grécia é a primeira a sofrer as consequências?

Recente pesquisa revelou que as grandes potências estão quebradas porque  devem para suas próprias empresas, que por sua vez mantinham seu dinheiro em paraísos fiscais, com o objetivo de fugir dos impostos.

... mas não era só para fugir de impostos que essas empresas se escondiam em paraísos fiscais, era para manter o sigilo de suas contas fraudulentas.

Eu acredito que o ataque de onze de setembro tenha sido promovido por empresários que já tinham  tirado seu dinheiro dos paraísos fiscais, se não todo o dinheiro, a maior parte dele, para poderem especular justamente sobre aqueles que não poderiam retirar, após o ataque de onze de setembro.

... e será assim agora, antes de cada medida dos governos de países ricos, um grupo de poderosos estarão avaliando as consequências dessas medidas sobre o seu dinheiro, antes que elas sejam tomadas.

Segundo a Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet), as multinacionais que antes investiam no país, estão voltando para seus países de origem.

Todos nós sabemos que o Brasil está longe de ser um paraíso fiscal, está mais para paraíso da corrupção e, mesmo sendo um país corrupto, esses capitais são legais, de acordo com nossa legislação criminosa.

Com a venda desses ativos de empresas estrangeiras, as empresas brasileiras fazem a festa e adquiriram, desde 2.008, cerca de 27 bilhões de dólares, isso mesmo, dólares, como aquele financiamento fraudulento do Sílvio santos, que passou de 2,5 bilhões de  dólares para 4,5 bilhões de reais, diretamente da Suíça.

O dinheiro ilegal da Suíça não pode ser movimentado, por isso, é preciso levar o dinheiro do Brasil. Por outro lado, as empresas brasileiras tem tido dificuldade para enviar remessas para os paraísos fiscais, já que a Polícia Federal tem vários processos em andamento e não desgruda dos doleiros e dos bancos.

Com a venda de ativos, as empresas americanas levaram de volta 17 bilhões de dólares, Portugal e Espanha, juntas,  levaram 6,7 bilhões, enquanto as empresas brasileiras compraram 27,5 bilhões de dólares, saldo positivo de 13,6 bilhões de dólares. O encarecimento da lavagem de dinheiro e a Polícia Federal e Polícias Internacionais criaram essa nova tendência.

... mas nem todas as empresas estrangeiras estão só vendendo, segundo a Sobeet, as asiáticas então em sentido contrário, superando até as compras das empresas brasileiras em cerca de 10 bilhões de dólares, com um saldo positivo de 23,6 bilhões de dólares, principalmente China e Japão.

Lembrando que as áreas que as asiáticas tem mais interesse são petróleo, matérias-primas e pelo que o Lison falou, abastecimento de alimentos também.

By Jânio

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A farsa do perigo norte-coreano




As reações após a morte do ditador da Coréia do Norte, tem dividido opiniões. Ele foi polêmico em vida e, naturalmente, será também após a morte.

A irritação talvez esteja surgindo  por experiência  própria, quem se irrita, vê na histeria norte-coreana a sua própria hipocrisia, e isso assusta.

As tentativas de globalização de costumes, promovidas pelas lideranças ocidentais, principalmente os Estados Unidos, tem falhado. É preciso reconhecer que as culturas orientais são distintas das nossas e que será preciso estudá-las a fundo se quisermos nos aproximar  deles, afirmar que o ditador promoveu a miséria no país e que vivia das glórias de sua intransigência e do partido comunista, não é novidade, é isso o que acontece em Cuba e em vários outros países atrasados, entre eles o Brasil.

O Boicote imposto pelos Estados Unidos é um dos principais fatores que levam a miséria os países desestabilizados do mundo inteiro, acho um verdadeiro milagre que nenhuma bomba atômica tenha sido detonada na guerra do Iraque, e o mundo inteiro reza para que isso não ocorra.

A imprensa tem sido parcial em suas opiniões e confirma o que diz Daniel Estulin, especialista em conspirações e estratégias pró-globalização, a imprensa está monopolizada. Só isso explica a idéia estúpida de achar que a Coréia do Norte teria ousadia e força suficiente para desestabilizar a Ásia.

Eu acho muito engraçado isso, principalmente porque ninguém acredita no Brasil, e o Brasil é a sétima nação mais rica do mundo, economicamente falando é claro. O Brasil nem precisaria dominar a tecnologia nuclear, poderia comprar uma bomba pronta, desde que haja estupidez suficiente para isso no governo.

Eu estava lendo a lista dos temas mais polêmicos da Wikipedia e descobri que os EUA estão muito preocupados com países como Coréia do Norte, Honduras, Cuba, Brasil, Venezuela, Irã e outros ainda mais insignificantes, parece mais paranóia dos senhores da guerra.

A morte de Kim Jong-il mostra o que todos já sabíamos, quem controla o país é a elite do partido e o velho playboy estava mais interessado em suas mordomias. Com sua morte foi comprovada a disciplina militar do governo norte-coreano, ao barrar o filho mais velho, devido as suas gafes, enquanto o filho mais novo governará ao lado do tio e do partido.

Isso tudo mostra que o governo norte-coreano está mais preocupado com o seu país que os estrangeiros, e que pior não pode ficar.

Os EUA deveriam estar cientes que a Coréia do Norte não é o seu maior problema, nunca foi, o maior problema é a China e, por falar em China, é a China quem dita as regras por lá, os EUA, no máximo, fazem um marketing barato e ultrapassado do tempo da guerra fria.

Se quiserem resolver algo, procurem a China e conversem com eles, supliquem a sua clemência porque do jeito que o mundo está caminhando, vamos precisar rezar muito para que os chineses não espalhem sua miséria pelos países ricos da Europa e EUA.

By Jânio

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tecnologias do Paquistão




O Paquistão é um país ainda jovem, e ganha destaque principalmente por seus conflitos com a Índia, do qual conseguiu independência. Entre suas descobertas e invenções, estão algumas bem curiosas e revolucionárias, como a criação do primeiro vírus, cujo objetivo era atacar quem tentasse copiar um programa com direitos autorais,  sem permissão.

Sua tecnologia combina características de países de terceiro mundo, como a briga de galo e o veículo brindado, até tecnologias de ponta, dominadas por países subdesenvolvidos, como o Brasil, como é o caso da conexão do computador ao cérebro.

A sonda SMB lembra um temor que o mundo sempre teve, o desenvolvimento de armas nucleares, mas demonstra também a potência tecnológica e independência do Paquistão.

E, finalizando esses comentários, nada é mais importante para o mundo, hoje, que a criação do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH.

Botões ornamentais - Originalmente os botões tinham funções ornamentais e, apesar de serem atribuídos às invenções da Índia, pertencem ao Paquistão, que conseguiria sua independência somente em 1.947. Foram utilizados em 2.000 A.C, mas há vestígios de antes disso, 5.000 atrás.

Briga de galos - Cockfighting era um passatempo em 2.000 a.c. Além do Paquistão (região da Índia), a China, Pérsia e outros povos do Oriente também mantinham essas tradições, inclusive a sicília, gregos e romanos.

Forno - O primeiro forno foi escavado em Balakot, Paquistão, 2.500 a 1.900 a.C, provavelmente para fabricação de objetos de cerâmica.

Arado - Segundo estudos, data de 2.500 a.c.

Régua - É do tempo em que o Paquistão pertencia a Índia, em Lothal, com uma precisão em polegadas que impressionaram os pesquisadores, 1.500 a.c à 2.400 a.c.

Vãos de escada - Também é do Paquistão, antiga Índia, 550 - 625 d.c.,

Conexão do computador ao cérebro -  Doutor Naweed Syed, especialista em engenharia biomédica, foi o primeiro cientista a conectar células cerebrais a um chip de silício, fundamental para o controle artificial  dos membros, perda da memória e deviciências visuais.

Interação eletrofraca - Abdus Salam recebeu o nobel de física, com a ajuda de dois americanos.

Desenvolvimento da sonda SMB, utilizada para detectar água pesada, vazamentos em usinas nucleares. Por  Sultan Mahmood Bashiruddin.

Vírus de computador criado por Alvi Farrooq Brothers, em 1.986, para proteger seu programa de pitataria (cópias ilegais).

IDH - O Índice de Desenvolvimento Humano foi  criado pelo economista Mahbub ul Haq em 1.990, com o objetivo de mudar o foco da economia do desenvolvimento da contabilidade da renda  nacional para políticas centradas em pessoas. Esse passou a ser o principal índice de desenvolvimento de um país, o PIB passava para segundo plano.

Babur - Primeiro míssil de cruzeiro de ataque terrestre.

Mohafiz (veículo blindado) - Projetado e fabricado no Heavy Industries Taxila.

Wikipedia

domingo, 18 de dezembro de 2011

Invenções e descobertas da Índia




Botões - Apesar dos registros de cerca de 2.000  a.c, já foram encontrados botões em forma de concha há 5.000. Naquela época os botões eram apenas ornamentais.

Xadrez - Foram os precursores do xadrez, entre 250 e 550 d.c.

Descaroçador de algodão  de um único rolo - Século V.

Aço - registros revelam a busca pela pureza do ferro em 300 a.c.

Cais - Para atracar navios e serviços (2.400 a.c).

Tinta de nanquim - Século IV a.c. Era obtido da queima de ossos, alcatrão, breu e outras substâncias.

Clubes indianos - Já no século XVIII, soldados ingleses utilizavam os clubes indianos para o seu preparo físico.

Luta livre - O Kabaddi teve origem, provavelmente, na pré-história da Índia (1.500 a 400) a.c.

Cartas de baralho - Acredita-se que tenham sido inventadas na Índia.

Casas pré-fabricadas - Provavelmente no século XVI.

Artilharia de foguetes - Foram utilizados contra a Inglaterra, em 1780, e depois da vitória contra a Índia, utilizaria contra a Napoleão.

Régua - Na região onde hoje fica o Paquistão, foram encontrados indícios de extrema precisão, mostrando que essa ferramenta tinha a incrível precisão de 0,0005 polegada.

Globo Celeste (1.500 d.c.) - Metalúrgicos modernos acreditavam ser impossível produzir globo de metal sem costuras.

Vãos de escadas (2.500 a.c) - Foram encontrados em piscinas de banho para rituais.

Estribo (200 a.c ou 500 a.c) - Muito útil na região, onde as pessoas andavam a cavalo e sem sapatos.

Algodão (século V a.c) -

Indigo corante - A ìndia foi o primeiro centro de produção, até chegar aos gregos e romanos.

Refinamento do açúcar - 647.

Teste de primalidade AKS (algoritmo)

Abreviaturas algébricas (século 7) - Muito útil em problemas complexos.

Sistema de numeração Hindú (2000 - 1500) a.c - Nessa época surgiu também o zero.

Pi, série infinita - Eles usaram a série para melhor derivar a expressão racional.

Funções trigonométricas a partir do seno e coseno, gregos (século V).

Medicina tradicional - Praticado  hoje em dia  como medicina alternativa ou complementar.

Cirurgia de catarata (século VI a.c)

Inoculação  e inoculação da varíola (século VIII) - Madhav chegou a escrever um estudo completo sobre a doença.

Lepra (hanseníase) - Descrita  no século VI a.c, porém outro livro já registrava sua cura entre 1500 e 1200 a.c (livro atharva-veda).

Cirurgia plástica em 2.000 a.c.

Tratamento de litíase (pedras) através da bexiga. No ano de VI a.c.

Tratamento de Leishmaniose 1.929, que deu o nobel de medicina à Índia.

Diamante (cerca de 3000 a.c) - O primeiro diamante foi encontrado na Índia e a produção era restrita aquele país, até o século XVIII, quando foi descoberto diamante no Brasil.

Amônia

Estrutura e evolução estelar - teoria que deu mais um prêmio nobel para a Índia em física em 1.983.

Wikipedia

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O risco dos pobres



Tivemos uma má notícia para o Brasil, sobre o aumento do risco-país em 4 pontos, passando a 216. A notícia boa é que o JPMorgan, criador desse índice, não anda mais tão confiável como antigamente, seria melhor que ele avaliasse o seu próprio risco.

Analisando uma das principais causas, por exemplo, vindo da agência Standard & Poor's, onde a classificação de risco da zona do euro entrou em alerta, e de que 15 dos 17 países desse bloco seriam reavaliados, seria uma das causas do aumento do risco-Brasil.

Isso me leva a crer que os ex-países ricos não aprendem mesmo, pior, que não sabem com quem estão brincando. Bastou uma medida do governo chinês, para que todo o capital investido no país ficasse preso a sua vontade, e no Brasil não foi muito diferente, criamos taxas exorbitantes para inibir a entrada de capital especulativo, ou seja, investimento a curto prazo.

Eu penso que tanto o criador do risco-país, JPMorgan, quanto a Standard & Poor's, que coloca o rating AAA da Europa sob revisão, não sabem como funcionam o Brasil, China, Índia, Rússia, África do Sul e até alguns países da própria zona do euro.

Em todas as guerras, quem sofreu mais foi o povo, enquanto seus líderes morreram gordos como leitoas de engorda ou gado de corte.

Em países emergentes, os povos já sofreram durante séculos e toda vez que há uma crise, medidas duras são adotadas. Quem pagará sempre serão os mais pobres.

Com as reservas que os emergentes, como Brasil e China tem, a crise não ameaçará muito. Quando eles passarem fome, os europeus já terão caído.

Essa é a mesma regra que vale para ricos e pobres do Brasil, quando os ricos sentirem a crise, nem sobrará pobres para contar a história.

O principal título da dívida externa brasileira caiu 0,05%, mas essa queda do Global 40 não parece preocupar muito o governo brasileiro, caso contrário, já teria aumentado a taxa SELIC, além do mais, nossa dívida externa nem é tão grande assim.

O relatório da indústria, divulgado pelo IBGE, também é normal. A indústria brasileira é muito instável, basta reduzir o IPI para um ano ou dois, para que ocorra um novo crescimento.

Saldo na balança é outro ítem que nunca preocupou sistemas de governos elitizados, eles podem acabar com a farra quando bem quiserem.

Resumindo: Um agravamento da crise para os países emergentes, só resultará numa economia muito mais fechada à globalização e dificuldades para as pessoas pobres.

By Jânio

Notícias para rir ou chorar

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Países mais pobres do mundo



País menos desenvolvido ou Least developed country (LDC) é o nome dado a um país que, de acordo com as Nações Unidas, apresenta os menores indicadores de desenvolvimento sócio-econômico e com o menor Índice de Desenvolvimento Humano das classificações de todos os países do mundo.

Para entrar para uma lista de países menos desenvolvidos, um país precisa preencher esses critérios:

Renda trienal de menos de 905 dólares, para sair da lista deverá ultrapassar os 1.086 dólares.

Baseando-se em indicadores de nutrição, saúde, educação, alfabetização de adultos, vulnerabilidade econômica (com base na instabilidade agrícola, exportações de bens e serviços, importância econômica de atividades não tradicionais, concentração de exportação de mercadorias, deficiência de pequenez econômica e a porcentagem de população deslocada por desastres naturais.

Os critérios são revistos a cada três anos, pelo comitê de politica de desenvolvimento da ONU e do conselho de desenvolvimento

A partir de 01 de janeiro de 2.011, a lista de países menos desenvolvidos listaram quarenta e oito países.

Desde o início da classificação de países menos desenvolvidos, apenas três países se habilitaram a deixar essa lista, passando a países em desenvolvimento.

01) Botswana - Em 1.994, a Botswana foi o primeiro país a deixar essa lista.

02) Ilhas de Cabo Verde - Em 2.007, foi a vez das ilhas de cabo verde.

03) Maldivas - Foi o terceiro país a alcançar o status de país em desenvolvimento.

Guiné Equatorial, Samoa, Tuvalu, Vanuatu, são os países com mais possibilidades de deixar o grupo de países menos desenvolvidos.

Os países menos desenvolvidos estão distribuídos de acordo com as seguintes regiões: África (33 países), Ásia (14 países), América (01 país).

A classificação da ONU é discutível, considerando essa baixa renda. Podemos notar que os países com maior chance de desenvolvimento, são os países de território pequeno.

É muito fácil promover uma organização como a ONU, através de países com pequeno território e população.

Guerra civil, corrupção política e falta de estabilidade político-social, são fatores que podem levar um país a se encontrar em condições de extrema pobreza.

Autoritarismo, ditadura, cleptocracia e até problemas de saúde pública como a AIDS, são verificados em países subdesenvolvidos.

Note, no entanto, que as características acima, geralmente não se aplicam a países menos desenvolvidos localizado na Oceania. Quiribati , Samoa , Tuvalu e Vanuatu são democracias estáveis politicamente, e a falta de qualquer forma de guerra civil ou étnica.

Isso nos leva a conclusão de que a pobreza pode ser consequência de canibalismo econômico, onde nem todos os povos reagem da mesma maneira. Isso poderia explicar a ausência de conflitos em alguns países pobres, mas isso a ONU não pode publicar.

Embora tenham economias pequenas, muitas vezes dependentes de monoculturas , a população geralmente não sofrem de pobreza extrema, graças a um duradouro setor de subsistência na economia.

As Ilhas de Salomão são as únicas da Oceania atualmente afetadas pela instabilidade política e tensões étnicas.

 ÁFRICA  (33 países)

 Angola

 Benin

 Burkina Faso

 Burundi

 República Central Africana

 Chad

 Comoros

 República Democrática do Congo

 Djibouti

 Guiné Equatorial

 Eritreia

 Etiópia

 Gâmbia

 Guiné

 Guiné-Bissau

 Lesotho

 Libéria

 Madagáscar

 Malawi

 Mali

 Mauritânia

 Moçambique

 Niger

 Ruanda

 São Tomé e Príncipe

 Senegal

 Serra Leoa

 Somália

 Sudão

 Togo

 Tanzânia

 Uganda

 Zâmbia

ASIA (14 países)

 Afeganistão

 Bangladesh

 Butão

 Camboja

 Timor Leste

 Laos

 Mianmar

 Nepal

 Iémen

 Quiribati

 Samoa

 Ilhas Salomão

 Tuvalu

 Vanuatu

AMÉRICAS (1 país)

 Haiti

Fonte: Wikipedia