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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Setor de serviços cai 4.7 % nos primeiros nove meses de 2.016



Com o recuo de 0,3% no volume de serviços de agosto para setembro deste ano (série livre de influências sazonais), o setor já acumula queda de 4,7% nos primeiros nove meses do ano. Os dados foram divulgados hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam, porém, que a receita nominal dos serviços cresceu 0,4% no mesmo período (janeiro/setembro).

Os dados do IBGE indicam, ainda, que o volume dos serviços já havia caído 1,4% em agosto frente a julho, que, por sua vez, fechou com crescimento de 0,6%. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com setembro do ano passado, a queda acumulada pelo setor chega a 4,9%, a maior para setembro neste tipo de comparação, desde o início da série em janeiro de 2012; é também a 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. No acumulado dos últimos 12 meses a queda dos serviços é ainda maior: de 5%.

Já os dados relativos à receita nominal do setor indicam queda de 0,7% de agosto para setembro; e de 0,2% na comparação com setembro de 2015. Além do crescimento de 0,4% da receita nominal no resultado acumulado no ano, houve também expansão do indicador também no acumulado dos últimos 12 meses.

Segmentos

A queda de 0,3% no setor de serviços na série livre de influências sazonais entre agosto e setembro deste ano reflete resultados negativos nos segmentos de Outros Serviços (-2,5%), Serviços Prestados às Famílias (-0,9%) e de Serviços de Informação e Comunicação (-0,6%).

Entre as atividades que apontaram variações positivas estão Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares (0,7%) e Transportes, Serviços Auxiliares dos Transportes e Correios (0,3%). Já o agregado especial das Atividades Turísticas apresentou crescimento de 1,5% na comparação com agosto.

Na contramão

Enquanto o setor de serviços vem apresentando números predominantemente negativos em praticamente todas as bases de comparação, principalmente quanto ao volume de vendas, os Serviços de Tecnologia da Informação vêm se destacando por se contrapor aos resultados de retração de outras atividades.

Segundo o IBGE, na série sem ajuste sazonal, o setor apresenta crescimentos contínuos desde abril de 2016, “o que ressalta sua característica de segmento dinâmico, com a geração de serviços de elevado valor agregado”.

Na avaliação do IBGE, as empresas vêm retomando a contratação de serviços de informática para atender necessidades estratégicas com objetivo de manter os níveis de competitividade e produtividade. “A maior demanda por programas não customizáveis contribui para esse crescimento, principalmente os referentes à produção de games e programas de computação gráfica para o segmento audiovisual”, ressalta o instituto.

Resultados regionais

A queda de 0,3% no volume dos serviços entre agosto e setembro deste ano tem como destaques negativos os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Pará com as maiores retrações entre um mês e outro, todos com resultados bem superiores à média do setor para o período. No Rio de Janeiro, estado com a maior queda, a retração chegou a 5,8%; seguido do Mato Grosso (-5,3%); e Pará (-3,2%.

Já as maiores variações positivas, ainda em relação aos resultados regionais, também na série com ajuste sazonal, foram registradas em Rondônia (6,5%), Sergipe (6,2%) e Espírito Santo (4,3%).

Nas Atividades Turísticas com ajuste sazonal, segundo os regiões selecionadas, as variações positivas de volume foram observadas em São Paulo (6,4%), Distrito Federal (5,0%), Bahia (4,9%), Espírito Santo (3,9%), Pernambuco (3,6%), Ceará (3,5%), Rio Grande do Sul (2,9%), Minas Gerais (2,5%), Paraná (1,4%) e Goiás (0,3%). As negativas foram anotadas no Rio de Janeiro (-5,2%) e Santa Catarina (-5,1%).

(*) Texto alterado às 9h55 para acréscimo de informações

Edição: Kleber Sampaio

Agência Brasil 






domingo, 1 de janeiro de 2012

Brasil é a segunda maior potência do mercado imobiliário



Segundo os prognósticos dos especialistas, os Estados Unidos devem continuar liderando o ranking dos países com maiores investimentos no setor imobiliário, contudo, o Brasil estará muito próximo, seguindo a tendência dos últimos meses. O Brasil ocupa a segunda posição em investimentos nesse setor, mas o seu crescimento demonstra todo o potencial de melhor opção entre todos os emergentes, podendo ultrapassar os EUA muito em breve.

Os americanos se sentem muito à vontade no Brasil pois, além  síndrome de clone que o Brasil tem pelos americanos, nosso sistema elitizado propicia aos americanos vida de reis e rainhas, nem mesmo no coração do capitalismo o dinheiro tem tanta importância.

Essa perspectiva animadora para o setor imobiliário é resultante da última pesquisa anual da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóvel Real (AFIRE).

Segundo as palavras do diretor executivo da AFIRE, James Fetgatter, "o Brasil é considerado um lugar muito bom para investimento, atualmente, o retorno é muito alto. Os membros da associação possuem investimentos  imobiliários cujo valor chega a cerca de 874 bilhões, sendo 338 bilhões investidos só nos EUA.

O Brasil possui uma economia em rápido desenvolvimento e apresenta condições seguras para investimentos. São Paulo ocupa o quarto lugar entre as melhores cidades para se investir em dólares, em 2.012.

... e isso não é pouco, para uma cidade que ocupava o 26º lugar em 2.010.

Veja a lista das cidades com mais reputação no setor:

Nova Iorque

Londres

Washington

São Paulo

São Francisco

A crise européia expulsou quase todos os países da zona do euro do mapa de investimentos preferenciais. Com exceção da Suíça e da Polônia, todos os demais países saíram da lista.

A Alemanha, por exemplo, perdeu 50% de aprovação entre os investidores consultados pela pesquisa. Até outros países em desenvolvimento, com menos reputação, como a China, Turquia e a Colômbia, obtêm cada vez mais credibilidade entre os investidores.

Comentário final: Só para constar, vale lembrar o que eu tenho sempre chamado a atenção, em meus últimos textos.

Entre os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China  e África do Sul, é o Brasil quem tem as melhores condições de crescimento sustentável, todos os outros apresentam problemas, sejam sociais, políticos, geográficos etc.

Rússia - Desde o fim da União Soviética, a Rússia tem enfrentado altos índices de criminalidade e de infraestrutura em geral, e é entre os ricos que o problema é mais grave. O surgimento de máfias e criminosos do colarinho branco, combinados com a herança do precário antigo regime comunista, pior, sem o controle rígido do antigo sistema, deixa a economia Russa com muitas incertezas.

Índia - A índia apresenta, na minha opinião, uma grande desigualdade social, lembrando muito o Brasil. A índia é uma espécie de Brasil piorado, e é a parte rica que mostra o lado desenvolvido do país.

Além das desigualdades sociais, a Índia ainda sofre com problemas milenares, típicos daquela região. O país apresenta uma super população e secas frequentes, em contraste com sua tecnologia desenvolvida.

China - A China é uma caso a parte, além de possuir a quarta maior população do planeta, tornou-se um contra-peso na balança da economia mundial, mais forte e mais inteligente que a Rússia. Depois da queda a União Soviética, a China ganhou mais personalidade, negativamente falando, é claro.

Enquanto os americanos preocupavam-se com a invasão dos japoneses e tigres asiáticos, nem imaginavam que o impossível pudesse acontecer. A China conseguiria provar que a gestão de bilhões de pessoas seria possível, pior, sem nenhuma qualidade.

Além de ter desenvolvido a sua própria tecnologia, com sistemas de espionagem que até hoje é desconhecido do mundo inteiro, desenvolveu  uma logística que eu considero a melhor do mundo.  A china conseguiu agradar a gregos e troianos, ricos e pobres, capitalistas e socialistas e ainda ameaça dominar a economia mundial, tudo com um sistema que parece infalível: Ditadura, desenvolvimento tecnológico, economia fechada, mão-de-obra escrava e  política externa bem ao estilo chinês.

África do Sul - Além das epidemias frequentes, o país recém saído de um regime de apartheid, tenta passar da teoria para a prática. Tem fama de rico, mas sina de pobre.

Fonte: RT - TV

Texto: By Jânio

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