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sábado, 30 de novembro de 2013

Pobre doa 188 milhões de dólares



Um americano que durante sua vida foi considerado um homem de poucos recursos, deixou 188 milhões de dólares para caridade.

Nenhum vizinho de Jack MacDonald, Seatle, EUA, sabia que ele era um milionário até sua morte. MacDonald sempre foi considerado um homem humilde: usava roupas velhas, cupons de descontos e transporte público. No entanto, em seu testamento, publicado em setembro deste ano, ele sabia muito bem que estava doando 188 milhões de dólares para várias organizações.

Esta foi a maior doação de Washington e uma das maiores do país em 2.013. De acordo com a declaração de seu enteado, Dennis, o homem, que viveu até os 98 anos, nunca em sua vida quis mostrar que possuía tal fortuna, porque não gostava que lhe pedissem dinheiro. "Respeitamos a sua decisão sobre a forma como ele doou sua fortuna".

Confome informou o "The New York Daily News", MacDonald recebeu seu capital inicial depois da venda da empresa que pertenceu a seus pais. Todo o dinheiro arrecadado foi investido na bolsa de valores. Desde então avaliar ações na bolsa de valores tornou-se seu passatempo  favorito e logo começou a gerar muito lucro.

De acordo com sua enteada, MacDonald já havia demonstrado anteriormente seu espírito caridoso. Por exemplo, em uma ocasião o milionário doou de maneira anônima mais de 500.000 dólares para o Hospital Infantil de Seattle e transferiu 150 mil dólares para a liquidação do orçamento de uma cidade do Canadá, onde seu avô viveu.  Com esse dinheiro, as autoridades locais conseguiram construir uma pista de patinação e um novo prédio da administração.

Dennis também disse que, apesar da fortuna que dispunha, sua mãe e seu pai viveram toda sua vida em uma pequena casa acolhedora com jardim e, na velhice, mudaram-se para uma casa de repouso. Após a morte da esposa, Jack MacDonald dedicava quase todo seu tempo ao estudo da evolução da Bolsa de Valores e vivia muito modestamente.

Segundo se pôde saber, cerca de 40% de sua multimilionária fortuna irá parar no Centro Médico Infantil, outros 30% irão para o exército da salvação e a última parte para a Faculdade de Direito da Universidade de Washington, na qual se graduou o milionário secreto em 1.940.

Fonte: RT-TV

Menor cidade dos EUA é comprada

Homem do braço de ouro

Árvore produz ouro


sábado, 12 de outubro de 2013

Empresas com mais dinheiro que o governo americano




O impasse político nos EUA devido a falta de acordo sobre o aumento do teto da dívida, que aumentou em 16,7 bilhões de dólares, fez com que várias empresas superassem o governo americano em suas reservas.

Há seis meses atrás, o tesouro dos EUA tinha 151 bilhões de dólares para gastar, mas agora, quando os EUA se aproximam-se do prazo para aumentar o prazo para aumentar o teto da dívida, só tem 32 bilhões de dólares em suas contas de negociação. Uma quantidade de dinheiro menor que nove empresas do S&P TOP 500 para investimento de curto prazo em dinheiro.

No gráfico publicado pelo portal Quartz, observamos que, por exemplo,  a General Eletric tem quase três vezes mais dinheiro disponível (quase 89 bilhões) que o governo dos EUA. Logo atrás vem a Microsoft (77 bilhões), Google (54 bilhões) e outras 6 empresas.

Em seu estudo "As empresas americanas tem muito dinheiro?", Laurie Simon Hodrick, professora no Instituto de Pesquisa de Política Econômica de Stanford e da Escola de Negócios de Stanford, explicou no verão passado que a alta liquidez das empresas se deve ao fato de elas serem guiadas por certos fatores  na hora de acumular mais, assim elas tem um escudo contra a instabilidade  econômica, não pagam impostos adicionais e o dinheiro lhes dá liberdade de ação.














quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O risco dos pobres



Tivemos uma má notícia para o Brasil, sobre o aumento do risco-país em 4 pontos, passando a 216. A notícia boa é que o JPMorgan, criador desse índice, não anda mais tão confiável como antigamente, seria melhor que ele avaliasse o seu próprio risco.

Analisando uma das principais causas, por exemplo, vindo da agência Standard & Poor's, onde a classificação de risco da zona do euro entrou em alerta, e de que 15 dos 17 países desse bloco seriam reavaliados, seria uma das causas do aumento do risco-Brasil.

Isso me leva a crer que os ex-países ricos não aprendem mesmo, pior, que não sabem com quem estão brincando. Bastou uma medida do governo chinês, para que todo o capital investido no país ficasse preso a sua vontade, e no Brasil não foi muito diferente, criamos taxas exorbitantes para inibir a entrada de capital especulativo, ou seja, investimento a curto prazo.

Eu penso que tanto o criador do risco-país, JPMorgan, quanto a Standard & Poor's, que coloca o rating AAA da Europa sob revisão, não sabem como funcionam o Brasil, China, Índia, Rússia, África do Sul e até alguns países da própria zona do euro.

Em todas as guerras, quem sofreu mais foi o povo, enquanto seus líderes morreram gordos como leitoas de engorda ou gado de corte.

Em países emergentes, os povos já sofreram durante séculos e toda vez que há uma crise, medidas duras são adotadas. Quem pagará sempre serão os mais pobres.

Com as reservas que os emergentes, como Brasil e China tem, a crise não ameaçará muito. Quando eles passarem fome, os europeus já terão caído.

Essa é a mesma regra que vale para ricos e pobres do Brasil, quando os ricos sentirem a crise, nem sobrará pobres para contar a história.

O principal título da dívida externa brasileira caiu 0,05%, mas essa queda do Global 40 não parece preocupar muito o governo brasileiro, caso contrário, já teria aumentado a taxa SELIC, além do mais, nossa dívida externa nem é tão grande assim.

O relatório da indústria, divulgado pelo IBGE, também é normal. A indústria brasileira é muito instável, basta reduzir o IPI para um ano ou dois, para que ocorra um novo crescimento.

Saldo na balança é outro ítem que nunca preocupou sistemas de governos elitizados, eles podem acabar com a farra quando bem quiserem.

Resumindo: Um agravamento da crise para os países emergentes, só resultará numa economia muito mais fechada à globalização e dificuldades para as pessoas pobres.

By Jânio

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