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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

É mais fácil ganhar dinheiro que doar




"É mais difícil gastar o dinheiro que ganhá-lo", disse Jack Ma, um dos homens mais ricos da China e do mundo, em uma palestra sobre caridade para estudantes da Universidade de Pequim.

"Os empresários devem usar o dinheiro principalmente para investir", disse Ma, que é fundador e CEO da empresa de comércio on-line Alibaba. "Não está certo empresários doarem dinheiro sem primeiro criarem postos de trabalho e riquezas", acrescentou, de acordo com o site  Pessoas.

Em sua opinião sobre caridade, o ato de doar, em si, não é bom e nem mal.

Sobre a questão das doações na China, Ma acredita que atualmente o país carece de infra-estrutura, sistemas jurídicos e formação de pessoal no campo da caridade.
Ma foi criticado por não doar dinheiro para as vítimas das explosões que ocorreram em agosto em um armazém químico na zona portuária da cidade de Tianjin, no nordeste da China.

Sua atitude causou indignação nas redes sociais. Um internauta comentou no perfil de Jack Ma na Weibo (rede social chinesa): "Para um dos homens mais ricos da China, 100 milhões de yuan (15,6 milhões de dólares) não são nada além de números". Alguns até mesmo ameaçaram: "Se não fizer uma doação, deixarei de comprar no taobao.com" plataforma de comércio eletrônico da Alibaba.
Fonte : RT-TV

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Cidadãos humanológicos




Eu sempre pensei que um dia a alta sociedade iria sentir na pele a violência, os problemas sociais e passaria a influenciar as classes mais pobres rumo as mudanças, mas a guerra bipartidária impediu isso. Depois de quinhentos anos, com a evolução tecnológica e as informações em rede, a verdade se espalha numa velocidade maior que a manipulação.

Assim como os pobres estão bem informados, graças às tecnologias acessíveis e relativamente baratas, apesar de serem muito caras em relação aos outros países, além de apresentarem qualidade muito inferior, mesmo assim tem gerado mudanças. Enquanto a verdade atinge as camadas mais pobres, os donos do poder já estudam formas de enviar também a mentira.

A burguesia está se adaptando muito bem à violência. Eles conhecem a lei e sabem como burlar o sistema, enquanto os pobres não conhecem sequer os seus direitos, quanto mais os seus deveres e obrigações - quem mora debaixo da ponte, não se importa com isso.

Os ricos nunca irão para debaixo da ponte, aceitam com bom humor a ideia da prostituição disfarçada de assédio tolerado.

Todos os ricos andam armados e sabem que uma hora terão de atirar, não se importam com isso.

Enquanto isso, os policiais estão aterrorizados com a quantidade de marginais que desafiam o sistema e usam armas, mesmo sabendo do destino de pobre. Com a quantidade de policiais diminuindo e marginais aumentando, a polícia perde as boas maneiras e confunde-se com a pilantragem, tiroteios entre policiais tornam-se comuns.

Ficamos imaginando se os políticos não sentem isso na pele. De fato sentem, tanto que os políticos andam escoltados por quatro seguranças armados, dentro de carros blindados.

Os salários dos políticos são dez vezes maiores que os salários de celebridades. Se uma celebridade ganha 30 mil, um político ganha mais de 300 mil, além de mordomias, propinas e privilégios, sabem que suas contas estão aumentando em paraísos fiscais.

É curioso como o dinheiro vai para os infernos fiscais, enquanto os bandidos vem para o Brasil.

Isso acontece porque os bandidos sabem que estarão seguros aqui, entretanto, também sabem que não dá para confiar em ninguém por aqui, por isso, preferem manter seu dinheiro nos infernos.

Mesmo com a crise, os capitais podem migrar com liberdade de um inferno para outro, escapando de eventuais armadilhas econômicas regionais.

Mesmo que o Euro e o Dólar quebrem - já estão sendo sustentados de maneira artificial - a maior parte das riquezas estará segura nas mãos dos ricos. A parte das riquezas que se conhece dos novos Rothschilds, estão investidos em produtos que se mantem eternamente, como obras de arte, jóias e vinhos.

Os banqueiros mais famosos da história, atuais conselheiros, já não confiam mais no dinheiro. Enquanto isso, corre o boato que os americanos sustentam suas guerras através das drogas - não é a toa que a CIA informa, através do Wikileaks, que o narcotráfico dá estabilidade ao México.

Os russos estão entre os homens mais ricos do mundo, graças a indústria de armas de guerra. Como a Rússia não tem tanto mercado quanto os EUA, acredito que o seu próprio exército e  o da China, devam ser o destino dessas armas.

Os poderosos se armam e o povo é dominado, através de novelas e realities shows. China, Rússia, Cuba, estão entre os grandes mercados de novelas brasileiras.

Por outro lado, quem comanda o show é Holywood, ainda tentando ocultar verdades, divulgando mentiras que só são digeridas por quem tem o cérebro de mingau.

O mundo inteiro perdeu o interesse em divulgar os números da economia, dívida externa, PIB, desemprego, etc., mas nós sabemos que a situação não está boa. Brasil, Argentina e México, são as poucas alternativas que restam, apesar de muita gente se recusar a descer para o mundo dos pobres dos países elitizados.

Morrer já se tornou parte do jogo da vida, aqui no Brasil. Educados em frente das telas, as pessoas só pensam em matar, para esquecer que podem morrer.

By Jânio

Países mais pobres do mundo

Sistemas corrompem

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Demóstenes torres é flagrado pela polícia federal

Privataria tucana

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Países mais pobres do mundo



País menos desenvolvido ou Least developed country (LDC) é o nome dado a um país que, de acordo com as Nações Unidas, apresenta os menores indicadores de desenvolvimento sócio-econômico e com o menor Índice de Desenvolvimento Humano das classificações de todos os países do mundo.

Para entrar para uma lista de países menos desenvolvidos, um país precisa preencher esses critérios:

Renda trienal de menos de 905 dólares, para sair da lista deverá ultrapassar os 1.086 dólares.

Baseando-se em indicadores de nutrição, saúde, educação, alfabetização de adultos, vulnerabilidade econômica (com base na instabilidade agrícola, exportações de bens e serviços, importância econômica de atividades não tradicionais, concentração de exportação de mercadorias, deficiência de pequenez econômica e a porcentagem de população deslocada por desastres naturais.

Os critérios são revistos a cada três anos, pelo comitê de politica de desenvolvimento da ONU e do conselho de desenvolvimento

A partir de 01 de janeiro de 2.011, a lista de países menos desenvolvidos listaram quarenta e oito países.

Desde o início da classificação de países menos desenvolvidos, apenas três países se habilitaram a deixar essa lista, passando a países em desenvolvimento.

01) Botswana - Em 1.994, a Botswana foi o primeiro país a deixar essa lista.

02) Ilhas de Cabo Verde - Em 2.007, foi a vez das ilhas de cabo verde.

03) Maldivas - Foi o terceiro país a alcançar o status de país em desenvolvimento.

Guiné Equatorial, Samoa, Tuvalu, Vanuatu, são os países com mais possibilidades de deixar o grupo de países menos desenvolvidos.

Os países menos desenvolvidos estão distribuídos de acordo com as seguintes regiões: África (33 países), Ásia (14 países), América (01 país).

A classificação da ONU é discutível, considerando essa baixa renda. Podemos notar que os países com maior chance de desenvolvimento, são os países de território pequeno.

É muito fácil promover uma organização como a ONU, através de países com pequeno território e população.

Guerra civil, corrupção política e falta de estabilidade político-social, são fatores que podem levar um país a se encontrar em condições de extrema pobreza.

Autoritarismo, ditadura, cleptocracia e até problemas de saúde pública como a AIDS, são verificados em países subdesenvolvidos.

Note, no entanto, que as características acima, geralmente não se aplicam a países menos desenvolvidos localizado na Oceania. Quiribati , Samoa , Tuvalu e Vanuatu são democracias estáveis politicamente, e a falta de qualquer forma de guerra civil ou étnica.

Isso nos leva a conclusão de que a pobreza pode ser consequência de canibalismo econômico, onde nem todos os povos reagem da mesma maneira. Isso poderia explicar a ausência de conflitos em alguns países pobres, mas isso a ONU não pode publicar.

Embora tenham economias pequenas, muitas vezes dependentes de monoculturas , a população geralmente não sofrem de pobreza extrema, graças a um duradouro setor de subsistência na economia.

As Ilhas de Salomão são as únicas da Oceania atualmente afetadas pela instabilidade política e tensões étnicas.

 ÁFRICA  (33 países)

 Angola

 Benin

 Burkina Faso

 Burundi

 República Central Africana

 Chad

 Comoros

 República Democrática do Congo

 Djibouti

 Guiné Equatorial

 Eritreia

 Etiópia

 Gâmbia

 Guiné

 Guiné-Bissau

 Lesotho

 Libéria

 Madagáscar

 Malawi

 Mali

 Mauritânia

 Moçambique

 Niger

 Ruanda

 São Tomé e Príncipe

 Senegal

 Serra Leoa

 Somália

 Sudão

 Togo

 Tanzânia

 Uganda

 Zâmbia

ASIA (14 países)

 Afeganistão

 Bangladesh

 Butão

 Camboja

 Timor Leste

 Laos

 Mianmar

 Nepal

 Iémen

 Quiribati

 Samoa

 Ilhas Salomão

 Tuvalu

 Vanuatu

AMÉRICAS (1 país)

 Haiti

Fonte: Wikipedia