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domingo, 22 de setembro de 2013

Primeiro alerta contra o nazismo em filme




A primeira película que advertia sobre os perigos do regime nazista de Adolf Hitler foi descoberto em um arquivo cinematográfico  de Bruxelas, depois de ter passado despercebido por cerca de 75 anos.

"O regime de terror de Hitler" foi produzida por um americano que visitou a Alemanha no momento em que Hitler chegava ao poder, em 1.933, e mostra imagens feitas com câmera oculta, onde são mostradas as reuniões do partido nazista, queima de livros, saques em lojas dos judeus e outras atrocidades, informa Reuters.

O filme estreou nos EUA em 1.934, mas depois de um protesto da embaixada alemã, "foi censurada e adaptada". O filme foi remasterizado e será exibido em New York, em outubro.

O filme, descoberto pelo arquivo, provavelmente teria sido ordenado por alguém que queria mostrá-lo na Bélgica, mas que nunca voltou para buscá-lo, de modo que todo o rolo de filme sobreviveu à guerra e à ocupação nazista da estância aduaneira belga.

O "filme" foi desenvolvido em grande parte como um informativo, onde o autor fornece uma dublagem em seu próprio material original e mistura com imagens de outras fontes.

Fonte: RT-TV

Eugenia - Da genética ao nazismo

Gestado - Choque de raças

Suástica - Simbolo obscuro do nazismo

Pontos chaves do nazismo

Projeto nazista da morte

Thule - Sociedade secreta nazista

A duvidosa teoria da evolução de Darwin

Ku Klux Klan - O câncer americano




quarta-feira, 28 de março de 2012

A natureza em branco



Assim como Rothschild era a família que dominava as riquezas da Europa, Rockefeller era o homem mais poderoso dos EUA. Os boatos de que ele era o principal doador dos projetos de eugenia americanos, aumentam ainda mais a sua fama de homem acima da lei, capaz de decidir entre a vida e a morte, em nome do dinheiro.

As palavras de Maquiavel continuam ensurdecedoras - "A natureza do ser humano é má." - demonstrando que a sociedade evoluiu, mas a natureza do ser humano continua a mesma.

Ironicamente, é essa maldade que leva os defensores da eugenia a insistirem em suas teses, de que a natureza do ser humano pode ser mudada.

Vivemos dias de incertezas e todas essas sementes do mal são formas de organizar pessoas em grupos restritos, ligados por laços de união e confiança elitistas, condições que nos são negadas, através de teorias conspiratórias, impedindo que as minorias  sejam unidas e fortaleçam a democracia.

Os EUA  foram os que mais projetaram a eugenia no mundo, inclusive incorporando essas idéias na legislação. Até a década de 80, o casamento inter-racial era proibido no estado do Alabama.

Os americanos só não apoiaram Hitler porque estavam ao lado da Inglaterra, portanto, defendendo seus próprios interesses, Hitler, por sua vez, era forçado a desafiar o poder imperialista da Inglaterra para sobreviver.

Hoje, toda a Europa está aos pés da Alemanha, mas a coragem para a guerra física já não é mais a mesma.  Nessa forma moderna de guerrear, os EUA parecem se adaptar melhor que a Europa e a Alemanha conseguiu tirar o melhor proveito do Mercado Comum Europeu.

Se o capitalismo sobreviver a essa crise, muita gente pagará muito caro pela falta de alternativa  a esse sistema selvagem e ultrapassado. Haverá ainda um risco muito grande de um regresso aos velhos pensamentos racistas.

A eugenia comete um erro grave, quando o ser humano, os animais e as plantas, são analisados da mesma forma. O desconhecimento de sua própria natureza e a pretensão de achar que conhece sua origem, expõe a elite a um grave erro.

Wikipedia:"O patrocínio privado à eugenia começou nos EUA, nos anos iniciais do século XX. Financiadores tanto do racismo nos EUA, eram os milionários americanos John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie e tantos outros. Ao capital uniram-se cientistas de Harvard, Yale, Princeton e Stanford.

O escritório de imigração de Nova York era mantido por doações da companhia Harriman de trens, e submetia imigrantes judeus, italianos e outros à deportação, confinamento ou esterilização.

Em 1912 foi criado o Comitê Internacional de Eugenia, dominado pelos EUA, e o centro em Cold Spring Harbor era base de treinamento de eugenistas do mundo todo.

De 1932 a 1972, foi realizado na cidade de Tuskegee (Alabama), o Estudo da Sífilis não Tratada de Tuskegee, que usou afro-americanos portadores de sífilis como cobaias.

Começando na década de 1980, a história e conceito de eugenismo foram amplamente discutidos como avançados conhecimentos sobre genética. Empreendimentos, como o Projeto Genoma Humano, fez com que a alteração efetiva da espécie humana parecesse possível novamente (como ocorreu com teoria da evolução de Darwin em 1860, juntamente com a redescoberta de leis de Mendel no início do século XX). A diferença no início do século XXI foi a atitude cautelosa da sociedade em relação ao eugenismo, que tinha se tornado um lema a ser temido e não apoiado, principalmente depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

Companhias de seguro, planos de saúde e centros de imigração estão usando descobertas científicas para detectar características genéticas. Diagnóstico pré-natal de possíveis defeitos permite a opção pelo aborto. Estima-se que entre 91% e 93% das crianças diagnosticadas com Síndrome de Down sejam abortadas.  Estes temas, bem como a AIDS, têm sido discutidos com base em pressupostos eugênicos, sem que se explicite essa referência.

Pesquisadores científicos, como os psicólogos Richard Lynn e Raymond Cattell e o cientista Gregory Stock apoiam abertamente políticas eugênicas utilizando a tecnologia moderna, mas eles representam uma opinião minoritária nos atuais círculos científicos e culturais. Uma tentativa de implementação de uma forma de eugenismo era um "banco de esperma de gênios" (1980–99) criado por Robert Klark Graham, partir do qual quase 230 crianças foram concebidas (os doadores conhecidos eram ganhadores do Prêmio Nobel como William Shockley e J.D. Watson). Nos Estados Unidos e Europa, no entanto, estas tentativas frequentemente têm sido criticadas como formas racistas de eugenismo, como as que ocorriam na década de 1930. Devido à sua associação com esterilização obrigatória e os ideais raciais do partido nazista, a palavra "eugenismo" é raramente usada pelos defensores desses programas.

Eugenicistas argumentam que a imigração proveniente de países com baixo Quociente de inteligência (QI) é indesejável. De acordo com Raymond Cattell "quando um país abre suas portas à imigração de diversos países, é como um agricultor que adquire suas sementes de diferentes fontes, com sacos com conteúdos de diferentes qualidades."

Fonte: Wikipedia

Introdução: By Jânio

T4 - o projeto nazista da morte

Os 25 pontos chaves do nazismo

Suástica - O símbolo obscuro do nazismo

A duvidosa teoria da evolução de Darwin

Eugenia - Da genética ao nazismo

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

T4 - Projeto nazista de morte



Adolf Hitler era um psicopata, compulsivo, e quando podia levar um projeto a Im(perfeição), não pensava muito. Só isso poderia explicar a idéia de eliminar da Europa, uma raça inteira, baseado apenas na duvidosa teoria da evolução de Darwin.

Através da Eugenia, Hitler não só poderia justificar o genocídio - a Inglaterra, país onde o conceito de Eugenia se desenvolveu, foi também o principal motivo da Segunda Guerra Mundial, por razões econômicas - já havia cometido o genocídio  em várias partes do mundo, principalmente na Índia.

O fato de Hitler ser considerado o escolhido, profetizado pelos livros sagrados, só piorou as coisas. Certamente que nem todos acreditavam nisso, mas todos tiraram vantagens vantagens desse fato.

Hitler aproveitava tudo o que havia de mal na filosofia clássica e moderna. Tudo o que entrava em conflito com os seus interesses, era descartado.

No início tudo corria bem, sob o ponto de vista alemão, e seus soldados, colaboradores diretos e a aristocracia, todos eram unânimes com suas estratégias.

Os dois primeiros países foram conquistados sem um único tiro, só com diplomacia, e seguia projetos ambiciosos antigos de imperadores que não tiveram a capacidade de realizá-lo. Foram projetos calculados minunciosamente durante milhares de anos e que poucas pessoas tinham acesso.

Qualquer país que tivesse a pretensão de conquistar o mundo, teria necessariamente de passar por esses passos, para ter o apoio das grandes potências. A influência de Bismark certamente contou, afinal, Bismark Havia vencido o poderoso exército da França, famoso pelas conquistas napoleônicas.

... Mas nada disso explica a obcessão de Hitler pelos judeus.

Tudo bem que os judeus controlavam todos os sindicatos, mídias e instituições estratégicas, além de serem ricos e influentes, o que seria um grande obstáculo para os planos de Hitler. Quando Hitler passou a assassinar os judeus e transferir seus bens para soldados e colaboradores, isso agradou muita gente.

Notem que Hitler poderia não só seguir a filosofia anti-democrática de Platão, para agradar a aristocracia, como poderia utilizar suas obras de ficção para agradar o povo. Platão pregava que a democracia era inviável naquela época e a eugenia também era citada por Platão e outros grandes autores mais modernos.

Seguindo as teorias dos grupos ocultistas presentes em seu governo, Hitler e seu governo passavam a mensagem utópica de que o povo ariano era descendente de Atlântida, cidade lendária da obra literária de Platão, sendo assim, os arianos teriam o direito legal sobre todo o território europeu.

Essa idéia funcionava muito bem na teoria, mas na prática era inviável, fazendo-se necessário o uso da força.

Hitler supostamente queria restaurar o império de Atlantis, devolvendo-o a seus supostos herdeiros, os arianos. Toda essa religião foi idealizada pelos ocultistas, inclusive com o auxílio de símbolos, como a suástica, que davam a entender que os arianos haviam espalhado sua cultura por todo o planeta.

Na prática, só os alemães podiam usar armas, e Hitler sabia muito bem do perigo que representaria, permitir que seus conquistados se armassem.

Os alemães formavam um exército gigantesco, capaz de enfrentar todos os soldados do mundo. Para manter as fábricas funcionando, era preciso trabalhar até vinte horas ao dia.

Como os judeus que controlavam os sindicatos eram um obstáculo, teriam supostamente que ser eliminados, assim como os deficientes, inativos.

Foi aí que surgiu  a idéia da conspiração judaico-comunista, despertando o ódio no povo alemão. Isso era suficiente para prender os judeus, mas Hitler não sabia o que fazer com eles.

Além dos judeus, Hitler achava que pessoas com deficiências físicas, mentais, epilépticas, resumindo, todos que eram diferentes de seu perfil de raça perfeita, deveriam ficar fora de seu império. Foi aí que surgiu o T4 - o projeto nazista da morte, para matar pessoas com deficiências físicas ou mentais.

Depois de conquistar os dois primeiros países, sem um único tiro, Hitler invadiu a Polônia, e a Segunda Guerra Mundial estava declarada.

Foi justamente na polônia que Hitler pôde resolver o seu pequeno problema com as pessoas supostamente imperfeitas, indignas de seu novo império.

Antes disso, a igreja católica já havia se posicionado contra a eutanásia, como forma de solução para problemas sociais, por isso essa lei não foi aprovada. Hitler teria então a alternativa de fazer isso, ilegalmente, na Polônia.

Para esses supostos centros de tratamento, foram enviados os deficientes, que seriam supostamente tratados, isso se Hitler não tivesse outros planos para eles.

Foi assim que surgiu o T4 - o projeto nazista da morte.

Wikipedia: "Aktion T4 ou Programa de Eutanásia, foi um programa de eugenismo e eutanásia obrigatória da Alemanha nazista, cujo objetivo era a eliminação ou a esterilização de pessoas com deficiências físicas, mentais, doentes incuráveis ou com idade avançada, denominados de "vida que não merecia ser vivida" (em alemão: Leben unwürdig zu leben), durante a qual os médicos mataram declaradamente 70.273 pessoas. Em outubro de 1941 devido aos protestos do bispo católico de Münster Clemens August von Galen contra o Aktion T4, houve um grande clamor público contra o programa, então o T4 foi finalizado oficialmente, porém nos Julgamentos de Nuremberg foram encontradas provas de que os médicos continuaram o programa e indícios de que cerca de 275.000 pessoas foram mortas pelo T4.

O código T4 é uma abreviação de Tiergartenstrasse 4, endereço da central do programa em Berlim, onde se situava o ente público para a "sáude e assistência social" (Gemeinnützige Stiftung für Heil und Anstaltspflege)

Foram criados centros para o T4 em Grafeneck, Brandeburgo, Bernburgo,  Harthein, Sonnenstein e Hadamar.

O T4 não deveria ser conhecido em regiões católicas, como Áustria e região do Sudetos, onde o projeto seria escandaloso.

O T4 foi o úncio projeto nazista que gerou protestos públicos em larga escala. Apesar de secreto, esse secretismo não durou muito, devido ao grande número de pessoas envolvidas.

Era impossível manter o programa T4 secreto, uma vez que centenas de médicos, enfermeiras e administradores foram envolvidos nele, e dada a maioria dos mortos terem famílias que estavam preocupadas com sua saúde. Apesar de ordens diretas de manter o segredo, alguns dos funcionários nos centros de assassinato falaram - algumas vezes bêbados em bares - sobre o que acontecia. Em alguns casos as famílias podiam dizer que as causas da morte notificadas eram falsas, como quando era dito que o paciente havia morrido de apendicite e não tinha apêndice. Em outros casos várias familias na mesma cidade receberiam certificados de óbito no mesmo dia. Nas cidades onde os centros de assassinato residiam, muitas pessoas viram os futuros falecidos chegarem em ônibus, viam a fumaça das chaminés de crematórios e desenhavam a conclusão correta. Em Hadamar, cinzas contendo cabelo humano choveram pela cidade. Em Maio de 1941 a Corte do Condado de Frankfurt escreveu para Gürtner descrevendo cenas de Hadamar onde crianças gritavam nas ruas que pessoas estavam sendo levadas em ônibus para serem gaseificadas.

Era impossível manter o programa T4 secreto, uma vez que centenas de médicos, enfermeiras e administradores foram envolvidos nele, e dada a maioria dos mortos terem famílias que estavam preocupadas com sua saúde. Apesar de ordens diretas de manter o segredo, alguns dos funcionários nos centros de assassinato falaram - algumas vezes bêbados em bares - sobre o que acontecia. Em alguns casos as famílias podiam dizer que as causas da morte notificadas eram falsas, como quando era dito que o paciente havia morrido de apendicite e não tinha apêndice. Em outros casos várias familias na mesma cidade receberiam certificados de óbito no mesmo dia. Nas cidades onde os centros de assassinato residiam, muitas pessoas viram os futuros falecidos chegarem em ônibus, viam a fumaça das chaminés de crematórios e desenhavam a conclusão correta. Em Hadamar, cinzas contendo cabelo humano choveram pela cidade. Em Maio de 1941 a Corte do Condado de Frankfurt escreveu para Gürtner descrevendo cenas de Hadamar onde crianças gritavam nas ruas que pessoas estavam sendo levadas em ônibus para serem gaseificadas.

Durante 1940 rumores do que estava acontecendo se espalharam, e muitos alemães retiraram seus parentes de asilos e sanatórios para cuidarem deles em casa - normalmente com muito custo e dificuldade. Em alguns lugares médicos e psiquiatras cooperaram com famílias para terem pacientes dispensados, ou, se as famílias podessem pagar, transferiam-nos para clínicas privadas onde o alcance do T4 não se estendia. (O aspecto do T4 que deve ser notado: eram em maioria famílias da classe operária cujos parentes ficavam em instituições estaduais. Famílias poderosas podiam proteger seus parentes mantendo-os em casa ou em clínicas privadas). Outros médicos concordaram em "rediagnosticar" alguns pacientes para que eles não estivessem mais nos critérios da T4, apesar de este tipo de risco de exposição ser claro quando zeladores nazistas de Berlim conduziram inspeções. Em Kiel, o Professor Hans Gerhard Creutzfeldt conseguiu salvar praticamente todos os seus pacientes. Na maior parte, entretanto, médicos cooperaram com o programa, tanto por ignorância quanto pela verdadeira natureza do acordo com os Nazistas.

Durante 1940 cartas de protesto começaram a chegar na chancelaria do Reich e no ministério da justiça, alguns por membros do partido nazista. O primeiro protesto aberto contra a remoção de pessoas de asilos teve lugar em Absberg, na Franconia, em fevereiro de 1941, e outras seguiram. O relatório da SD sobre o incidente em Absberg notou que a "remoção de residentes da Casa Ottilien causou uma grande onda de desgosto", como foram destridas as grandes multidões de pessoas da vila, entre membros do partido, protestando contra a remoção. Oposição a política do T4 ficou mais firme depois do ataque da Alemanha à União Soviética em junho de 1941, porque a guerra no leste produziu pela primeira vez fatalidades alemãs em grande escala, e os hospitais e asilos começaram a se encher de soldados alemães jovens e feridos. Rumores começaram a circular de que estes homens também seriam alvo da "Eutanásia", apesar de nenhum plano existir de fato.

Durante 1940 e 1941 alguns pregadores protestantes protestaram privadamente contra o T4, mas nenhum fez um comentário público. Theopil Wurm, o Bispo Luterano de Württemberg, escreveu uma carta forte ao Ministro do Interior Frick em março de 1940. Outros que protestaram privadamente foram o teólogo luterano Friedrich von Bodelschwingh, que era o Diretor da Instituição natal para epiléticos em Bielefield, e anteriormente já tivera desavenças com o governo nazista devido á sua canditura à Bispo da Igreja do Reich, e o Pastor Paul-Gerhard Braune, diretor da Instituição Hoffnungstal em Berlin. Ambos usaram suas conexões com o regime para negociar exceções para suas instituições: Bodelscwingh negociou diretamente com Brandt e indiretamente com Hermann Göring, cujo primo era um proeminente psiquiatra. Braune teve reuniões com o ministro da justiça Gürtner, que sempre foi dúbio sobre a legalidade do programa, e depois escreveu uma carta mal educada para Hitler protestando contra isso: Hitler não leu, mas ouviu falar pelos seus cordeiros. Em geral, no entanto, a igreja protestante estava fincada no regime nazista e não tinha vontade de criticar suas ações.

A Igreja Católica, que desde 1933 vinha buscando uma política de escapar de um confronto com o regime nazista na esperança de preservar suas instituições intactas, começou cada vez mais a não conseguir manter o silêncio conforme surgiam as evidências de assassinato de internos de hospitais e asilos. O líder da Igreja Católica, Michael von Faulhaber, Cardeal de Munich, escreveu privadamente para o governo protestanto contra esta política. Em julho de 1941 a Igreja quebrou seu silêncio quando uma carta pastoral dos Bispos saiu em todas as igrejas, declarando que era errado matar (exceto em autodefesa ou em uma guerra moralmente justificada). Isto permitiu aos Católicos fazerem mais protestos em público.

Algumas semanas depois da carta pastoral ter saído, o Bispo Católico de Münster em Westphalia, Clemens August Graf von Galen, publicamente denunciou o programa T4 em um sermão, e telegrafou para Hitler, chamando o "Führer para defender o povo da Gestapo". "É uma coisa terrível, injusta e catastrófica quando homem põe sua vontade acima da de Deus" Galen disse. "Estamos falando de homens e mulheres, nossos compatriotas, nossos irmãos e irmãs. Pessoas pobres e improdutivas, se você quiser chamar assim, mas isto significa que eles não tem direito de viver?" Robert Lifton disse deste sermão: "Este sermão poderoso e populista foi imediatamente reproduzido e distribuido através da Alemanha. De fato, foi jogado entre as tropas alemãs pelos aviões da Real Força Aérea Britânica. O sermão de Galen provavelmente teve um impacto maior que qualquer outro pronunciamento em consolidar o sentimento anti-"eutanásia". Outro Bispo, Franz Bornewasser de Trier, também mandou prostestos a Hitler, apesar de não em público. Em agosto Galen foi ainda mais longe, condenando a perseguição Nazista a ordens religiosas e ao fechamento de instituições católicas. Ele atribuiu o bombardeio pesado aliado em Westphalia à fúria de Deus contra a Alemanha por quebrar Suas regras. Obviamente os sermões de Galen não foram impressos na imprensa alemã, mas eles foram largamente circulados na forma de folhetos ilegalmente impressos. Nazistas locais pediram a prisão de Galen, mas Goebbels disse a Hitler que se isso acontecesse provavelmente haveria uma revolta em Westphalia.

Em agosto os protestos se espalharam pela Baviera. De acordo com a Serenidade Gitta, o próprio Hitler foi vaiado por uma multidão raivosa em Hof - O único momento em que ele sofreu oposição em frente ao público em seus 12 anos de governo. Apesar de sua fúria privada, Hitler sabia que ele não aguentaria um confronto com a Igreja em um momento em que a Alemanha estava engajada em uma fronte de guerra de vida ou morte, um sentimento que foi reforçado com o aviso de Goebells, Martin Bormann, o líder da Chancelaria, e Heinrich Himmler, cabeça da SS. Robert Lifton escreveu: "Líderes Nazistas encontraram a proposição de prender homens do clero altamente admirados e proeminentes e outros protestantes - um caminho com consequências em termos de reação pública adversa que eles temiam profundamente - ou então encerrar o programa." Himmler disse: "Se a operação T4 tivesse sido entregue a SS, as coisas teriam acontecido de forma diferente", porque "quando o Führer nos entrega um trabalho, nós sabemos como lidar com ele corretamente, sem causar alvoroços sem sentido entre o povo."

Em 24 de agosto de 1941 Hitler ordenou o cancelamento do programa T4, e também enviou instruções estritas para as instituições de que não seriam mais aceitas provocações de Igrejas durante a guerra. A invasão da União Soviética em junho abriu novas oportunidades para o pessoal do T4, que logo foi transferido para o leste para começar a trabalhar em um programa de assassinato muito maior: a "Solução final". Mas a temática do programa T4 não era de fato matar pessoas com deficiências, apesar de que em 1941 a matança se tornou menos sistemática. Lifton documenta que a morte tanto de crianças quanto de adultos continuou até o fim da guerra, na iniciativa local de diretores de instituto e líderes de partido. Os métodos reverteram para aqueles usados antes da implantação das câmaras de gás: injeções letais, ou simplesmente fome. Kershaw estima que pelo final de 1941 aproximadamente 100.000 pessoas haviam sido mortas como resultado do programa, mas muitos outros internos foram mortos em campos de concentração, e pessoas julgadas incapazes de trabalhar foram mortas na Alemanha entre 1942 e 1945 (Isto não inclui Judeus que foram deportados para suas mortes em 1942 e 1943). Hartheim, por exemplo, continuou matando pessoas enviadas de toda a Alemanha até 1945."

A questão do Nacional-Socialismo, Nazismo, é bem mais complexa do que parece, veja bem:

Socialismo: Muitos países são socialistas, nem por isso deve-se confundir o governo de Hitler como o socialismo de outros países de hoje.

Nacionalismo: Todos os países são protecionistas e são poucos que oferecem oportunidades para estrangeiro. Isso vale para todos, inclusive para o Brasil.

No caso específico do Brasil, devo acrescentar ainda que nossa economia aberta é de fachada, com altas cargas de impostos, pago apenas por quem não conhece a lei a fundo. Os escândalos das Ongs tem se espalhado pelo mundo inteiro.

Tudo o que seja relacionado ao Nazismo é popular, começando pela suástica que teve de ser modificada em  praticamente todas as culturas por onde ela existe. A suástica nazista passou a ser proibida, carregando a maldição de Adolf Hitler.

Polícia Secreta: Todos os países tem e faz parte do processo de elitização onde, supostamente, o povo não teria o direito de saber o que acontece lá em cima, no topo da pirâmide.

Tirando a perseguição e a conspiração contra os judeus e a eutanásia, o restante do sistema Nazista fica muito próximo ao resto do mundo.

Eugenia: Como eu disse, é uma herança maldita dos ingleses e é praticada até hoje pelas famílias tradicionais, aquelas que preferem casamentos consanguíneos e não sabem lidar com conflitos inter-culturais. Também há sociedades eugênicas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

... E por falar em Brasil, aqui no Brasil o nacional socialismo é menos temido que o comunismo, prova disso era a simpatia declarada de Getúlio Vargas ao Jovem Adolf Hitler. Já no caso do comunismo, não teve a menor chance e terminou em um golpe.

Imperialismo: Ainda há imperialismo, a diferença é que a força não é mais tolerada. O sistema de Hitler já estava ultrapassado e só foi aceito porque a ideologia de seu partido era fundamentalista.

Disputa econômica: Com os boicotes e ditatura econômica, promovida pelos ingleses, a guerra era inevitável, assim como foi inevitável a busca por terras, no Japão, e o facismo italiano, que teve origem idêntica ao nazismo alemão.

Como podemos ver, a questão principal sempre foi e continuará sendo Adolf Hitler.

Se Adolf Hitler acreditava no que dizia? Certamente que não, ele próprio deixou bem claro que tudo o que fosse muito complexo, intelectual, deveria ser mantido longe do povo.

Hitler não acreditava que  o mundo se voltaria contra ele, mas quando os judeus começaram a sua propaganda contra o nazismo, despertou a sua fúria.

"Se eu envio jovens alemães, sem remorso, para a morte na guerra, devo ter o direito de eliminar uma raça inferior" - Adolf Hitler.

O nazismo está proibido, é verdade, assim como a suástica nazista, considerada uma propaganda do nazismo, mas o problema maior não é esse. O mundo inteiro tem medo que algum outro homem desafie a harmonia fundamentalista do bem e do mal, bipartidarismo, e queira impor uma condição que ainda não tenha sido planejada pelo Clube de Bilderberg.

É de sua própria natureza que os poderosos tem medo, de sua ambição.

Quando uma crise mundial atinge a todos, como está prestes a acontecer, seres antes domesticados, tendem a se rebelar. A fachada de números criados pela economia, e todas as outras formas de controle  tornam-se inúteis.

A única alternativa dos poderosos seria voltar ao sistema anterior, ou seja, o temido feudalismo, onde eles, os Bilderbergers,  teriam como controlar as pessoas, além de se vingar da burguesia.

Nunca se viu tantos documentários sobre Adolf Hitler e o Nazismo, nunca  se viu tanto medo na face de governos ricos. Alguns países, como a Inglaterra, começam a se mobilizar, preparando suas forças armadas, enquanto outros, como a Rússia, preparam sua defesa.

Enquanto isso, a República Federativa Militar do Brasil é uma grande incógnita, onde ninguém sabe quem manda. O que se sabe é que a maior parte de nossas riquezas financeiras já estão em infernos fiscais.

... mas como somos um país auto-sustentável, sempre poderemos nos mobilizar e, com uma território continental, poderemos  nos tornar o Reino Militar do Brasil, na nova Idade Média.  

Fonte: Wikipedia

Textos de introdução e conclusão: By Jânio

Eugenia - A ciência favorita de  Adolf Hitler

A duvidosa teoria da evolução de Darwin

Sociedade secreta mão negra

Pontos chaves da ideologia nazista

Suástica - O símbolo obscuro do nazismo




quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Suástica - O símbolo obscuro do nazismo



Pelo que parece, a suástica é um símbolo pré-histórico, e sua escolha, para quem pretendia dominar o mundo, tinha objetivos certos.

A suástica é um símbolo que só perde para a cruz em matéria de simbolismo, mesmo assim, ela, a suástica, também é uma cruz.

Pelo fato de representar 10.000, em um desses países, faz-me lembrar um padrão de guerra no passado, onde a maioria dos exércitos tinha dez mil homens, apenas Gengis Khan viria mudar esse padrão, mas isso foi só uma lembrança.  De fato, o significado da suástica está ligado à religião.

Os mentores de Hitler eram ocultistas e não tiveram dúvidas de que Hitler era o escolhido de seus livros sagrados, uma espécie messias do Nazismo. O mundo viu, mais uma vez, a grande prova de que a religião e a política não deveria  se misturar.

Se os nazistas conheciam os significados da suástica em todos esses países? Ninguém sabe, mas provavelmente não, o fanatismo racista dificilmente aceitaria outras culturas, ditas inferiores pelos nazistas.

A suástica "virada à direita", é utilizada em cerimônias civis e religiosas, é utilizada também como amuleto de sorte e sucesso. Aparece no período neolítico da Índia e na pré-história de Tróia e Chipre, e, curiosamente, apesar de aparecer em tão diferentes culturas, não aparece no antigo Egito, Assíria ou Babilônia.

No início do século XX, era utilizada em várias partes do mundo, como amuleto de sorte e sucesso. Nos países nórdicos está relacionada a Runa, Gibur ou Gebo.

Quando o partido nazista adotou a suástica como logomarca, ela passou a ser associada com a ideologia do nazismo.

Heinrich Schliemann descobriu esta imagem no antigo sítio em que localizara a cidade de Tróia, sendo então associada com as migrações ancestrais dos povos "proto-indo-europeus" dos Arianos.

Ele fez uma conexão entre estes achados  e antigos vasos germânicos, e teorizou que a suástica era um "significativo símbolo religioso de nossos remotos ancestrais", unindo os antigos germânicos às culturas gregas e védicas.

O casal William Thomas e Kate Pavitt especulou que a difusão da suástica entre diversas culturas mundiais (Índia, África, América do Norte e do Sul, Ásia e Europa) apontava para uma origem comum, possivelmente da Atlântida.

Alfred Rosenberg, o primeiro a utilizar essas idéias, associou-as aos povos nórdicos, rosember também foi o teórico da pureza racial ariana.

A palavra "suástica" deriva do sânscrito svastika (no script Devanagari), significando felicidade, prazer e boa sorte. Ela é formada do prefixo "su-" (cognata do grego e?-), significando "bom, bem" e "-asti", uma forma abstrata para representar o verbo "ser". Suasti significa, portanto, "bem-ser". O sufixo "-ca" designa uma forma diminutiva, portanto "suástica" pode ser literalmente traduzida por "pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)". O sufixo "-tica", independentemente do quanto foi dito, significa literalmente "marca". Desta forma na Índia um nome alternativo para "suástica" é shubhtika (literalmente, "boa marca"). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata

A palavra "suástica" deriva do sânscrito svastika (no script Devanagari), significando felicidade, prazer e boa sorte. Ela é formada do prefixo "su-" (cognata do grego e?-), significando "bom, bem" e "-asti", uma forma abstrata para representar o verbo "ser". Suasti significa, portanto, "bem-ser". O sufixo "-ca" designa uma forma diminutiva, portanto "suástica" pode ser literalmente traduzida por "pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)". O sufixo "-tica", independentemente do quanto foi dito, significa literalmente "marca". Desta forma na Índia um nome alternativo para "suástica" é shubhtika (literalmente, "boa marca"). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata.

A Europa Ocidental ainda apresenta  significados bizarros como:

"Aranha negra" - como chamada por diversos povos da Europa Ocidental.

"Cruz torta", "Cruz Gamada" (ou "em ganchos") - na Heráldica.

Sinomía em outros idiomas:

Alemão: Hakenkreuz;

Dinamarquês: hagekors;

Neerlandês: hakenkruis;

Esperanto: hokokruco;

Estoniano: haakrist;

Finlandês: ''hakaristi;

Húngaro: horogkereszt;

Islandês: hakakross;

Italiano: croce uncinata;

Norueguês: hakekors;

Romeno: Cruce încârligata;

Sérvio: kukasti krst;

Sueco: hakkors;

Sonnenrad: cruz do sol, quatro pernas;

Grego: martelos de Thor, associado com o deus do trovão nórdico;

Lituano: cruz de trovão;

As primeiras suásticas são datadas de 4.000 anos antes de cristo, em cerâmica, escrita vinca e na região do indo, 3.000 antes de Cristo, utilizada pelo budismo e hinduismo, posteriormente.

Vasos em Sintashta, 2.000 antes de Cristo. Nas idades do bronze e do ferro, foram encontrados no norte do cáucaso e Azerbaijão, oriundos das culturas dos cítios e sarmácios.

Para Bárbara G. Walker, autora de um livro sobre símbolos, oriundos das culturas dos cítios e sarmácios.

Carl Sagan reproduz um antigo manuscrito chinês, cometas com quatro braços curvados, lembrando a  suástica. Sagan sugere que na antigüidade um cometa possa haver se aproximado bastante da Terra de forma que os jatos de gases que fluem dele, vergados pela rotação do cometa, tornaram-se visíveis – o que justificaria a representação da suástica como símbolo mundialmente existente.

A suástica é um dos símbolos sagrados do hinduísmo há pelo menos um milênio e meio. Ela é usada ali em vários contextos: sorte, o Sol, Brahma, ou no conceito da “samsara”. O budismo particularmente teve grande penetração noutras culturas, em especial no Sudeste da Ásia, China, Coreia, Japão, Tibete e Mongólia desde fins do primeiro milênio. Supõe-se que o uso da suástica pelos fiéis “Bom” do Tibet, e de religiões sincréticas como a “Cao Daí” do Vietnã , e “Falun Gong” da China, tenha sido tomado emprestado ao budismo. Da mesma forma, a existência da suástica como símbolo do Sol entre o povo “Akan” – civilização do sudoeste da África, pode ter sido igualmente resultado da transferência cultural em virtude do tráfico escravista por volta do ano de 1500.

O uso do símbolo no ocidente, junto às significações religiosas e culturais que lhe emprestaram, foi corrompido no começo do século XX, quando foi adotado pelo Partido Nazista. Isto ocorreu porque os nazistas declaravam que os arianos eram os antepassados do povo alemão moderno e propuseram, por causa disto, que a subordinação do mundo à Alemanha fosse algo imperativo, e até mesmo predestinado. A suástica então tornou-se um símbolo conveniente, de forma geométrica simples e ao mesmo tempo marcante, a enfatizar este mito ariano-alemão, insuflando o orgulho racial. Desde a II Guerra Mundial a maior parte do mundo ocidental tem a suástica apenas como um símbolo nazista, levando a equivocadas interpretações de seu uso no Oriente, além de confusão quanto ao seu papel sagrado e histórico em outras culturas.

Geometricamente a suástica pode ser definida como um icoságono (polígono de 20 lados) irregular. Os “braços” têm largura variável e são frequentemente retilíneos (mas isto não é obrigatório). As proporções da suástica nazista, entretanto, eram fixas: foram fixadas numa grade 5x5.

Uma característica fixa é a rotação em 180° de simetria e não eqüilateral – portanto com ausência de simetria reflexiva entre as suas metades.

A suástica é, depois da cruz eqüilateral simples (a "cruz grega"), a versão mais difundida da cruz.

A visão de Wilhelm Reich - O polêmico psicanalista Wilhelm Reich (ucraniano de origem germânica), em "Die Massenpsychologie des Faschismus, Frankfurt 1974, S. 102-107", faz a seguinte leitura do efeito psicológico da suástica:

1.O Nazismo serviu-se da simbologia para atrair sobretudo a massa de trabalhadores alemães, enganando-os com a promessa de que Hitler seria um Lênin para a Alemanha;

2."sob o simbolismo da propaganda, a bandeira era o que primeiro chama a atenção (cantando:).

Nós somos o exército da suástica,

Erguemos as bandeiras vermelhas

O trabalhador alemão nós queremos

Assim trazer para a liberdade."

Usando músicas que claramente pareciam comunistas, e com a bandeira habilmente composta, passava o Nazismo um caráter revolucionário para as massas.

Reich atesta que a "teoria irracional" da superioridade racial, tinha apelos ao subconsciente, através das formas da suástica e dos contrastes oferecidos pelas cores utilizadas (vermelho, preto e branco), chegando mesmo Hitler a afirmar que esta cruz era um símbolo anti-semita, em sua origem.

"Se olharmos detidamente para as suásticas no lado direito, vemos que elas claramente revelam formas humanas esquematizadas. Já a suástica voltada para a esquerda, mostra um ato sexual…".

Para o Hinduismo, os dois símbolos representam as duas formas do deus criador, Brahma: voltada para a direita, a cruz representa a evolução do Universo (ou Pravritti); para a esquerda, simboliza a involução do Universo (Nivritti). Também pode ser interpretado como representando as quatro direções (Norte, Leste, Sul e Oeste), com significado de estabilidade e solidez.

O Budismo foi fundado por um príncipe hindu e as duas formas da suástica são uma herança dessa cultura. O símbolo foi incorporado, desde a Dinastia Liao, nos ideogramas chineses, com o sinal representativo ? ou ? (wan, em chinês; man, em japonês; van, em vietnamita), significando algo como "um grande número", "multiplicidade", "grande felicidade" ou "longevidade", mas o desenho ? (suástica virada à direita) é raramente usado. A suástica marca as fachadas de muitos templos budistas. As suásticas (qualquer das duas variantes) costumam ser desenhadas no peito de muitas esculturas de Buda, e frequentemente aparece ao pé da estatuária de Buda.

Em razão da associação da suástica voltada para a direita com o nazismo após a segunda metade do século XX, a suástica budista, fora da Índia, tem sido utilizada apenas na sua forma ( virada para a esquerda).

A suástica, usada na arte e escultura budistas, é conhecida dentro da língua japonesa como "manji" (que, literalmente, pode ser traduzido como: caractere chinês para eternidade ), e representa o Dharma, a harmonia universal, o equilíbrio dos opostos. O símbolo virado à esquerda representa amor e piedade; voltado para a direita é força e inteligência.

No Japão, a suástica é chamada manji. Desde a Idade Média é usado como um Mon - ou "brasão de armas" de algumas famílias. Na simbologia japonesa a suástica virada à esquerda e horizontal ou manji é usada para indicar o local de um templo budista. A suástica à direita é chamada de gyaku manji (literalmente, manji invertido), e também é chamada de kagi juji, significando, literalmente, "cruz em gancho".

O Jainismo dá mais ênfase à suástica que o Hinduísmo. É um símbolo do progresso humano, e representa o sétimo Jina (Santo), o Tirthankara Suparsva. É considerada uma das 24 marcas auspiciosas, emblema do sétimo arhat dos tempos atuais. Todos os templos do Jain, assim como seus livros santos, contêm a suástica. Suas cerimônias começam e terminam com o desenho da suástica feito várias vezes em volta do altar.

Algumas fontes indicam que a imperatriz chinesa Wu, da dinastia Tang (684-704), decretou que a suástica seria usada como um símbolo alternativo para representar o sol. Como parte da lista de caracteres do idioma chinês (mandarim), a suástica tem seu código (Unicode) U+534D (e a pronúncia segue o caractere chinês, no cantonês, man; no mandarim, wan) para a suástica voltada para a esquerda, e U+5350  para a suástica virada à direita.

O mandarim Wan é um homófono para o número 10 mil, que é usado para representar o todo da criação, no Tao Te Ching, o livro basilar do taoísmo.

A forma da suástica é um símbolo bastante antigo na cultura Kuna, de Kuna Yala, no Panamá. Para eles a imagem lembra o polvo que criou o mundo: seus tentáculos, voltados para os quatro pontos cardeais, deram origem ao arco-íris, ao sol, à lua e às estrelas.

Em fevereiro de 1925 os Kuna se revoltaram contra a supressão de sua cultura, pelo governo panamenho, e em 1930 conquistaram autonomia. A bandeira oficial do estado exibe a suástica, com formas e cores que variaram ao longo dos tempos: as faixas antes da cor laranja eram vermelhas, e em 1942 um círculo (representando o tradicional anel de nariz dos Kunas) foi acrescentado para diferenciá-la ainda mais do símbolo do partido nazista.

Na Grécia Antiga a deusa Atena era por vezes retratada num roupão ornado por suásticas.

A medieval Liga da Corte Sagrada - Walker (em A Woman's Dictionary of Symbols and Sacred Objects) informa que a suástica duplicada era associada com as Cortes Vêmicas da Idade Média, uma seita secreta fundada para perseguir os hereges e judeus, antes de ficar associada à Inquisição. Esses tribunais, segundo ela diz, continuaram como sociedades ocultas para a prática da justiça sumária e do anti-semitismo, até o século XIX, quando foi sucedida pelo Partido Nazista, cujos associados teriam substituído a suástica dupla pela única.

Insígnia do 45th Infantry.A 45ª Divisão de Infantaria do Exército norte-americano usava uma suástica amarela sobre fundo vermelho como símbolo da unidade até os anos 30, como referência ao Pássaro-trovão da mitologia (Thunderbird).

Bandeira da Espanha Nacionalista durante a Guerra Civil Espanhola. Espanha - Os nacionalistas eram chamados de nazistas pelos republicanos, enquanto os republicanos eram chamados de comunistas pelos nacionalistas.

…o que inspirou Hitler para usar a suástica como símbolo da NSDAP já era usado pela Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft) considerando-se que havia muitas ligações desta com o DAP (Partido dos Trabalhadores) (…) de 1919 até o verão de 1921 Hitler usou a biblioteca Nationalsozialistische especial do Dr. Friedrich Krohn, um sócio muito ativo da Thule-Gesellschaft (…) Dr. Krohn também era dentista de Sternberg, que foi nomeado por Hitler para desenhar uma bandeira semelhante aquela que Hitler projetara em 1920 (…) durante o verão de 1920 a primeira bandeira do partido foi apresentada no Lago Tegernsee (…) sua fabricação foi caseira (…) não foram preservadas as primeiras bandeiras, e a bandeira do Ortsgruppe München foi então considerada como a primeira bandeira do Partido.
A primeira vez que a suástica foi usada com um significado "ariano" foi em 25 de dezembro de 1907, quando os auto-denominados Ordem dos Novos Templários, uma sociedade secreta fundada por Adolf Joseph von de Lanz Liebenfels, içou no Castelo de Verfenstein (na Áustria), uma bandeira amarela com uma suástica e quatro flores-de-lis.


Legislação brasileira:



1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo.
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.



Fonte: Wikipedia

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Os 25 ponto chaves do nazismo



Que o nazismo, e a  Eugenia, foi um dos maiores erros da (des)humanidade, não há nenhuma dúvida, mas os estudiosos nunca chegaram a um consenso sobre as verdades do nazismo. Essa falta de consenso pode ser perigosa, principalmente se uma nova crise mundial quebrar toda a economia, como ocorreu na década de 20, do século XX.

Eu, particularmente, sempre achei que Hitler era um grande maluco. Na minha opinião, havia um grupo que dava suporte administrativo ao ditador nazista.

Programa do NSDAPO Programa do Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores (NSDAP) pode ser resumido em 25 pontos-chaves:

1."Nós pedimos a constituição de uma Grande Alemanha, que reúna todos os alemães, baseados no direito dos povos a disporem de si mesmos.

2.Pedimos igualdade de direitos para o Povo Alemão em relação às outras nações e a revogação do Tratado de Versalhes e do Tratado de Saint Germain.

3.Pedimos terras e colônias para nutrir o nosso povo e reabsorver a nossa população.

4.Só os cidadãos gozam de direitos cívicos. Para ser cidadão, é necessário ser de sangue alemão. A confissão religiosa pouco importa. Nenhum judeu, porém, pode ser cidadão.

5.Os não cidadãos só podem viver na Alemanha como hóspedes, e terão de submeter-se à legislação sobre os estrangeiros.

6.O direito de fixar a orientação e as leis do Estado é reservado unicamente aos cidadãos. Por isso pedimos que todas as funções públicas, seja qual for a sua natureza, não possam ser exercidas senão por cidadãos. Nós combatemos a prática parlamentar, origem da corrupção, de atribuição de lugares por relações de Partido sem importar o caráter ou a capacidade.

7.Pedimos que o Estado se comprometa a proporcionar meios de vida a todos os cidadãos. Se o país não puder alimentar toda a população, os não cidadãos devem ser expulsos do Reich.

8.É necessário impedir novas imigrações de não-alemães. Pedimos que todos os não-alemães estabelecidos no Reich depois de 2 de Agosto de 1914, sejam imediatamente obrigados a deixar o Reich.

9.Todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres.

10.O primeiro dever do cidadão é trabalhar, física ou intelectualmente. A atividade do indivíduo não deve prejudicar os interesses do coletivo, mas integrar-se dentro desta e para bem de todos. É por isso que pedimos:

11.A supressão do rendimento dos ociosos e dos que levam uma vida fácil, a supressão da escravidão do juro.

12.Considerando os enormes sacrifícios de vidas e de dinheiro que qualquer guerra exige do povo, o enriquecimento pessoal com a guerra deve ser estigmatizado como um crime contra o povo. Pedimos por isso o confisco de todos os lucros de guerra, sem exceção.

13.Pedimos a nacionalização de todas as empresas que atualmente pertencem a trusts.

14.Pedimos uma participação nos lucros das grandes empresas.

15.Pedimos um aumento substancial das pensões de reforma.

16.Pedimos a criação e proteção de uma classe média sã, a entrega imediata das grandes lojas à administração comunal e o seu aluguel aos pequenos comerciantes a baixo preço. Deve ser dado prioridade aos pequenos comerciantes e industriais nos fornecimentos ao Estado, aos Länder ou aos municípios.

17.Pedimos uma reforma agrária adaptada às nossas necessidades nacionais, a promulgação de uma lei que permite a expropriação, sem indemnização, de terrenos para fins de utilidade pública – a supressão de impostos sobre os terrenos e a extinção da especulação fundiária.

18.Pedimos uma luta sem tréguas contra todos os que, pelas suas atividades, prejudicam o interesse nacional. Criminosos de direito comum, traficantes, agiotas, etc., devem ser punidos com a pena de morte, sem consideração de credo religioso ou raça.

19.Pedimos que o Direito romano seja substituído por um direito público alemão, pois o primeiro é servidor de uma concepção materialista do mundo.

20.A extensão da nossa infra-estrutura escolar deve permitir a todos os Alemães bem dotados e trabalhadores o acesso a uma educação superior, e através dela os lugares de direção. Os programas de todos os estabelecimentos de ensino devem ser adaptados às necessidades da vida prática. O espírito nacional deve ser incutido na escola a partir da idade da razão. Pedimos que o Estado suporte os encargos da instituição superior dos filhos excepcionalmente dotados de pais pobres, qualquer que seja a sua profissão ou classe social

21.O Estado deve preocupar-se por melhorar a saúde pública mediante a proteção da mãe e dos filhos, a introdução de meios idôneos para desenvolver as aptidões físicas pela obrigação legal de praticar desporto e ginástica, e mediante um apoio poderoso a todas as associações que tenham por objetivo a educação física da juventude.

22.Pedimos a supressão do exército de mercenários e a criação de um exército nacional.

23.Pedimos a luta pela lei contra a mentira política consciente e a sua propagação por meio da Imprensa. Para que se torne possível a criação de uma imprensa alemã, pedimos que:

1.Todos os diretores e colaboradores de jornais em língua alemã sejam cidadãos alemães.

2.A difusão dos jornais não-alemães seja submetida a autorização expressa. Estes jornais não podem ser impressos em língua alemã.

3.Seja proibida por lei qualquer participação financeira ou de qualquer influência de não-alemães em jornais alemães. Pedimos que qualquer infração estas medidas seja sancionada com o encerramento das empresas de impressão culpadas, bem como pela expulsão imediata para fora do Reich os não-alemães responsáveis. Os jornais que forem contra o interesse público devem ser proibidos. Pedimos que se combata peã lei um ensino literário e artístico gerador da desagregação da nossa vida nacional; e o encerramento das organizações que contrariem as medidas anteriores.

24.Pedimos a liberdade no seio do Estado para todas as confissões religiosas, na medida em que não ponham em perigo a existência do Estado ou não ofendam o sentimento moral da raça germânica. O Partido, como tal, defende o ponto de vista de um cristianismo positivo, sem todavia se ligar a uma confissão precisa. Combate o espírito judaico-materialista no interior e no exterior e está convencido de que a restauração duradoura do nosso povo não pode conseguir-se senão partindo do interior e com base no princípio: o interesse geral sobrepõe-se ao interesse particular.

25.Para levar tudo isso a bom termo, pedimos a criação de um poder central forte, a autoridade absoluta do gabinete político sobre a totalidade do Reich e as suas organizações, a criação de câmaras profissionais e de organismos municipais encarregados da realização dos diferentes Länder, de leis e bases promulgadas pelo Reich.

Os dirigentes do Partido prometem envidar todos os seus esforços para a realização dos pontos antes enumerados, sacrificando, se for preciso, a sua própria vida.

Munique, 24 de Fevereiro de 1920".

Fonte: Wikipedia+nazismo