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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Somos escravos da dívida



Neste episódio de 'Keiser Report', Max e Stacy falam dos escravos da dívida, mais obedientes e servis na medida em que a dívida aumenta, enquanto que aqueles que são os donos dessas dívidas não param de enrriquecer. Na segunda parte, Max entrevista Andy Johnson, do site ClearChat.com, com o qual fala sobre a criptografia e autenticação na era pós pós-Snowden. Eles discutem o meio bilhão de dólares "roubado" das empresas anualmente através da pirataria e como sua empresa pode impedir isso.

"Eu libertei mil escravos, e eu poderia ter libertado mais mil se eles mesmos reconhecessem que eram escravos." Dizia Harriet Tubman, lembra Max Keiser. "Somos escravos desse sistema da dívida", acrescenta Stacy Herbert, antes de exibir vários titulares da mídia que  destacam esta declaração.

Keiser diz que "as razões pelas quais as pessoas odeiam o [prefeito de Londres] Boris Johnson, o chanceler britânico do Tesouro (George Osborne) ou o primeiro-ministro britânico (David Cameron) são consequência da dívida". "Osborne dobrou a dívida britânica, atualmente está em cerca de 1,6 bilhões de libras. E ambas as universidades de má qualidade cobram taxas exorbitantes, além dos médicos universitários de saúde pública que decidiram entrar em greve como o colapso dos transportes no Reino Unido, devido ao mesmo problema: a necessidade urgente para pagar uma dívida que Osborne está aumentando ", anaisa o co-apresentador.

"O Reino Unido está disposto a destruir o tecido social para alimentar a dívida pública que continua a crescer", lamenta Keiser. "Eles querem incentivar mais dívida ainda, porque quanto mais dívida uma pessoa tem, mais obediente e servil ela se torna", reclama Herbert. "É o chamado "neo-feudalismo "Isso é o os britâncios fazem de mehor; o feudalismo da II Guerra Mundial  foi uma exceção", brinca Keiser.

Além disso, ambos os apresentadores discutiram a situação dos EUA onde, diz Herbert, "a crise financeira eclodiu como resultado da crise das hipotecas,que permanece, curiosamente, sendo um problema". De acordo com Keiser, a Goldman Sachs projetou "toda esta catástrofe": "Não só vendeu hipotecas fraudulentass aos seus próprios clientes, mas também apostou contra eles para beneficiar-se da sua ruína e mentiu descaradamente aos órgãos reguladores."

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domingo, 4 de agosto de 2013

Momentos mais próximos da Terceira Guerra Mundial




O governo britânico descartou um rascunho do discurso que a rainha Isabel II  teria que fazer a nação para defender sua liberdade em caso de começar a Terceira Guerra Mundial.

O documento citava os primeiros dias do mês de março de 1.983 como a data de início de uma guerra nuclear entre os países do Pacto de Varsóvia e da OTAN. Em seguida nos recordamos dos momentos mais tensos na história da humanidade que colocaram o mundo a beira de um Terceira Guerra Mundial.

01 - A crise de Suez (1.956-1.957)

Em Julho de 1.956, o Egito anunciou a nacionalização do Canal de Suez. França, Reino Unido e Israel, em resposta, formaram uma aliança militar para manter o controle sobre o canal.

Em novembro do mesmo ano, a Assembleia Geral da ONU exigiu que a aliança parasse com as ações militares e retirasse suas tropas do território egípcio. A União Soviética, por sua vez, ameaçou usar armas modernas de destruição contra Londres e Paris, caso eles não recuassem. Os EUA, com temor de uma guerra global, ameaçaram impor sanções econômicas contra a aliança. Em Dezembro de 1.956, a França e o Reino Unido finalizaram a retirada de suas tropas e, em março de 1.957, Israel voltou ao Egito, na região que haviam ocupado durante a campanha militar.

02 - A crise de Berlim (1.961)

Em 1958, a URSS, mediante um ultimato, exigiu dos aliados a desmilitarização de Berlim Oriental e a retirada de suas forças armadas. Depois de uma série de negociações fracassadas, a URSS retirou o ultimato, mas continuou a chamar a Alemanha Oriental para reforçar o controle de suas fronteiras. A crise culminou em agosto de 1.961, com a construção da parede que dividia a cidade em duas partes, impossibilitando qualquer ligação entre ambos os lados da capital. Porém nenhum dos dois blocos estava disposto a ceder zonas de influências: A URSS e os EUA suspenderam temporariamente a desmobilização e soldados adicionais enviados a Berlim. O confronto continuou até o incidente de Checkpoint Charlie (um dos pontos de passagem do Muro de Berlim), onde os tanques soviéticos e norte-americanos  se enfrentaram  durante a noite, com munição pesada.

Em 28 de outubro, pela manhã, a URSS retirou seus tanques, e os EUA fizeram o mesmo.

03 - A crise dos mísseis (1.962)

Em 1.962, através de seus aviões americanos Lockheed U-2, os EUA descobriram bases de mísseis soviéticos em Cuba, o que provocou a chamada crise dos mísseis cubanos. Washington  exigiu que a URSS impedisse a entrada de novas armas na ilha, e que desmontasse as bases existentes, bloqueando toda a costa cubana. O momento máximo de tensão ocorreu em 27 de outubro de 1.962, quando um dos U-2 americanos foi derrubado em Cuba, enquanto outro U-2 esteve prestes a ser interceptado sobre o território russo da Sibéria.

No mesmo dia um grupo de destroyers americanos cercaram um submarino soviético nas proximidades de Cuba, e um avião lançou mísseis sobre ele. De acordo com o comandante do submarino soviético, ele estava a ponto responder o ataque com torpedos nucleares, mas dois oficiais o convenceram a não fazer isso. finalmente o submarino transmitiu uma mensagem, onde pedia que parassem com as provocações,

Em 28 de outubro, Moscou e Washingtonconcordaram em acabar com a crise.

04 - Star Wars (09 de novembro de 1.979)

Em 09 de novembro de 1.979, os computadores de Norad (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) mostraram em suas telas que a URSS tinha começado um ataque nuclear de grande escala. Washington não tentou se comunicar através da linha vermelha com a URSS para esclarecer a situação. De acordo com testemunhas, o pânico foi absoluto e foi emitido um alerta. No entanto, ao verificar os dados dos radares, perceberam que nenhum sistema mostrava lançamentos. Resultou que haviam ativado por engano, um programa que servia para treinar as reações em caso de um ataque nuclear, em um computador que estava  de plantão.

05 - Os anos negros (1.983)

Com o início da campanha militar da URSS no Afeganistão, em dezembro de 1.979, a guerra fria teve um novo impulso. Em 08 de março de 1.983, o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, tachou a União Soviética de Império do Mal, e ordenou estabelecer na Europa Ocidental misseis cruzeiros, em resposta aos mísseis soviéticos com ogivas nucleares na Europa Oriental.

Em primeiro de setembro de 1.983, os caças soviéticos derrubaram um avião de passageiros, Boeing 747-200, da companhia aérea sul-coreana, que viajava de Nova Yorqk para Seul, sobre território soviético restrito. O incidente deixou as relações entre URSS e EUA tensas. A administração Reagan respondeu suspendendo  todas as atividades de companhias aéreas  russas dentro dos EUA, e quebrou vários contratos comerciais.

Em 26 de setembro de 1.983, um satélite soviético deu o alarme: cinco mísseis balísticos intercontinentais haviam sido lançados de Malmstrom (Montana, EUA) e em 20 minutos alcançariam a URSS. Apesar de receber o alarme, o oficial encarregado, Stanislav Petrov, por sua própria responsabilidade pessoal, não avisou a ninguém, já que concluiu que cinco mísseis nucleares seriam suficientes para iniciar uma guerra nuclear. Seis meses depois concluiu-se que o falso alarme havia sido provocado pelos raios do sol.

Em fevereiro de 2.013, Petrov foi agraciado com  o prêmio Dresde da Paz.

Entre os dias 02 e 11 de novembro de 1.983, a OTAN realizou exercícios militares na Europa Ocidental. O caráter realista do exercício, juntamente com a deterioração das relações entre os EUA e a URSS, e com a chegada dos mísseis nucleares Pershing II à Europa, levou Moscou a acreditar que eram preparativos secretos para um genuíno primeiro ataque nuclear. Em resposta, os soviéticos prepararam suas forças nucleares e colocaram unidades aéreas da Alemanha Oriental e da Polônia, em alerta.

06 - Ataque Científico (25 de janeiro de 1.995)

Em 25 de janeiro de 1.995, um grupo de cientistas lançou o maior míssil metereológico jamais  visto. Black Brant XII, da ilha norueguesa de Andoya, para observar as auroras boreais. A Noruega havia informado a URSS sobre seus planos de lançamento, mas, como ocorre nesses casos, mencionou apenas a data e não a hora. A trajetória do míssil e suas características físicas, fizeram Moscou acreditar que era um míssil balístico nuclear, lançado de um submarino dos EUA. Como resultado, Moscou colocou suas forças nucleares em alerta. O então presidente, Boris Yelttsin, recorreu a "mala nuclear" da Rússia, dispositivo que armazena códigos para ativar o arsenal atômico. O alerta foi desativado quando os radares mostraram que o míssil havia mudado de trajetória.

Segundo comentam vários historiadores, os militares russos sabiam que não poderia ser um ataque nuclear, mas queria ao presidente a capacidade de mobilização de seus especialista, em caso de haver necessidade.

07 - Terrorismo

Muitos analistas acreditam que a Terceira Guerra Mundial está em andamento desde 11 setembro de 2.001, um guerra mundial contra o terrorismo.

08 - Conflito Israel-Irã

Em junho de 2.008, a mídia israelense, citando várias fontes da inteligência do país, vazaram informações secretas de que o Irã estaria preparando um ataque ao complexo nuclear de Dimona, com 12 mísseis nucleares que tinham à sua disposição. O governo israelense respondeu com retórica bélica, mas absteve-se de ações ofensivas concretas.

Cabe destacar que Teerã insistiu várias vezes que possui mísseis capazes de apagar o estado hebreu da face da Terra. Tel Aviv, por sua vez, anunciou que não irá permitir que o Irã obtenha armas nucleares e que está disposto a empreender um ataque preventivo, mesmo que seja uma operação independente, sem o apoio dos EUA.

De acordo com analista, em caso de conflito militar irromper entre Israel e Irã, não envolveria só os países da região, mas todo o mundo, trazendo consequências catastróficas.

09 - Ares de Guera na península coreana (2.013)

Em 29 de março de 2.013, a Coréia do Norte anunciou que as relações na península coreana haviam entrado em estado de guerra, e que os problemas com a Coréia do Sul seriam resolvidas segundo as normas de guerra. Apesar das várias tentativas de negociações e reação drástica por parte da comunidade internacional, PyongYang não recuou em sua retórica belicosa.

Fonte: RT-TV

Incidente no estreito de Juan de Fuca

Bomba Tsunami

Qual o preço de uma guerra


segunda-feira, 11 de março de 2013

China tem a maior reserva cambial do mundo




As reservas da China aumentaram até cerca de 3,3 trilhões até o final de 2.012, além de duplicar a soma das reservas mundiais de ouro, informou a Bloomberg, citando seus próprios cálculos.

As reservas da China superaram o valor de todas as reservas de ouro em 2.004, desde então, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Conselho Mundial do Ouro, o preço deste metal aumentou  em 263%, até 1.580 dólares por onça troy.

Enquanto isso, as reservas da China nesse mesmo período aumentaram 721%. Em comparação, as reservas de outros países do BRIC - Brasil, Rússia e Índia - cresceram 400%, para um valor total de $1,1 trilhão.

Entre outubro e dezembro de 2.011, as reservas externas de câmbio da China caíram pela primeira vez desde o segundo trimestre de 1.998. O índice caiu de 20 para 3,18 bilhões nesse trimestre, devido a saída de capital em ativos em dólares e da reavaliação de reservas em moeda estrangeira.

A proporção de ouro nas reservas da China é de apenas 2%, enquanto que, por exemplo, as reservas dos Estados Unidos e da Alemanha são de 70%.  Entretanto, a China ocupa o primeiro lugar em termos de reservas internacionais, Seguido do Japão, Arábia Saudita, Rússia e Suécia.

Fonte RT-TV

O poder dos BRICS

Países que mais crescem

Latino-americanos que mais resistem à crise

sábado, 28 de julho de 2012

Brasil e Argentina impedem o crescimento da América Latina



O Banco Mundial disse que o Brasil e Argentina estão impedindo o crescimento da América Latina. O Banco reduziu de 3,6% a previsão de crescimento, para 3,5% para este ano, na América Latina.

O Banco Mundial (BM) rebaixou, hoje, em um décimo suas previsões de crescimento na América Latina em 2.012, além de alertar para a desaceleração da economia brasileira e argentina.

Segundo seu último informativo sobre as perspectivas econômicas mundiais, o BM rebaixou de 3,6% para 3,5% a previsão de crescimento para esse ano, destacando os "ventos contrários" procedentes das tensões na Europa que provocaram um declínio dos preços das matérias-primas e fluxo de capital na região.

Uma das razões que mais pesa nessa previsão que explicam esses dados é a perspectiva de crescimento para o Brasil, a principal economia da região, prevista para fechar o ano de 2.012 em 2,9%, meio ponto abaixo das previsões de janeiro, que eram de 3,4%, segundo essa agência.

De acordo com esse contexto, a situação externa é séria e, de acordo com o Banco Mundial, é uma das causas da desaceleração do crescimento no Brasil. No entanto, a agência também aponta para um retorno de crescimento em 2.013, como resultado de forte investimento previsto para a Copa do Mundo de 2.014, além da expansão das políticas monetárias.

Enquanto isso, a agência prevê uma desaceleração significativa na Argentina, durante esse ano. Segundo o relatório, este país sul-americano vai enfrentar essa desaceleração devido a uma menor demanda interna e parceiros comerciais fracos, especialmente o Brasil.

O México, outra das grandes economias latino-americanas, registraram um pequeno aumento da atividade econômica deste ano. Além disso, o BM indica que, apesar da ligeira queda nos preços da energia fornecidos durante o ano, os grandes exportadores de petróleo e gás da região, incluindo o Equador, Bolívia e Venezuela, mantiveram bom ritmo.

Enquanto em países de renda alta, o Banco mundial não muda seus prognósticos de que o crescimento continuará fraco (1,4% em 2.012), neste último relatório o BM prevê um crescimento em países em desenvolvimento em queda, ou seja, continuará crescendo mas num ritmo menor, 5,3%, um décimo menor que a previsão de janeiro.

Para essas nações, o organismo internacional apela para a luta contra as vulnerabilidades e os aconselha a reduzir sua dívida de curto prazo, reduzindo o déficit fiscal e e recuperando uma política monetária mais neutra.

Fonte: RT-TV

Comentário: É a primeira vez que eu vejo o Brasil e Argentina de mãos dadas.

Depois de a Argentina estatizar empresas de petróleo, começa a bater de frente com a comunidade econômica internacional. Já a insistência em afirmar que o Brasil está com problemas econômicos, eu diria que isso se deve ao fato de o Brasil estar blindando sua economia contra a especulação.

Tanto o Brasil quanto a Argentina estão praticando políticas bilaterais com a China. A China tem conquistado países socialistas, como Brasil e Argentina, e países capitalistas de direita, como Austrália e Japão.

Não dá para fechar os olhos para uma super economia que consegue mão-de-obra extremamente barata, elaborando estratégias que combinam desde o socialismo e capitalismo, até práticas tradicionais de expansão de influência econômica, típicas de instituições como FMI e Banco Mundial, fazendo alianças e oferecendo crédito a todos os seus parceiros, fazendo com que eles se tornem fortes e não afetem a sua própria economia e a sua demanda por matérias-primas, por causa da crise mundial.

Comentário: By Jânio