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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O que um prefeito faz



Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

Na reta final para o segundo turno em 57 municípios, o papel dos prefeitos ainda é motivo de dúvida entre eleitores. Representante máximo do Poder Executivo municipal, é o prefeito quem comanda a administração da cidade, sendo responsável pela gestão dos serviços públicos do município como educação, saúde, transporte e limpeza pública, entre outros.

Como boa parte dessas políticas é executada em parceria com os governos estadual e federal, é comum haver dúvida sobre a extensão das responsabilidades municipais, especialmente em áreas como saúde, educação, assistência social, saneamento. Também entram nessa lista temas como mobilidade urbana e segurança pública, que cada vez mais vêm tendo destaque nas campanhas eleitorais dos municípios.

Em geral, a ajuda dos governos estadual e federal se dá por meio de repasses de verbas, convênios e auxílios de toda natureza para a realização de obras e a implantação de programas sociais. Às prefeituras cabe essencialmente cuidar de programas de assistência social, da limpeza das ruas, coleta de lixo, do transporte público, assim como debater e definir, em conjunto com a Câmara de Vereadores, o zoneamento urbano da cidade. Eventualmente, a depender do interesse, os municípios podem assumir os serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

Educação e saúde

No caso da educação, a responsabilidade dos municípios se dá na garantia da educação infantil e do ensino fundamental. Na saúde, compete aos municípios garantir os serviços de atenção básica. As prefeituras também criam políticas de saúde e colaboram com a adoção das políticas nacionais e estaduais, aplicando recursos próprios (mínimo de 15% de sua receita) e os repassados pela União e pelo estado.

Para o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Britto, em políticas nas áreas de saúde e educação, a população está mais consciente do papel desempenhado pelos municípios. “Acredito que nessas políticas a população já está mais ciente de quem deve cobrar, mas, em outros casos, pode haver confusão com relação ao papel do prefeito, a exemplo da questão da segurança pública”, disse à Agência Brasil.

Segurança

O professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e doutor em direito público e direitos humanos pela University College London (UCL) Michael Mohallem considera que temas como mobilidade urbana e segurança pública passaram a ter mais atenção por parte do eleitorado, que reivindica às autoridades soluções para os problemas, mesmo que a responsabilidade, no caso da segurança pública não seja das prefeituras.

Segundo Mohallem, essa confusão mostra a preocupação da população com temas que dizem respeito ao dia a dia e que acabam “respingando” na campanha. “Em alguns lugares, esse debate tem surgido entre os candidatos a prefeito e tem gerado alguma confusão, especialmente no que diz respeito à segurança pública. Isso acaba colocando em segundo plano o debate sobre algumas competências essenciais do município, como a coleta de lixo e a questão do transporte público”.

O professor lembra que a responsabilidade sobre a segurança pública é dos estados e que, no caso dos municípios, as guardas municipais têm muito mais o papel de proteger o patrimônio público do que tratar da segurança pública. “O governador do estado é quem comanda tanto a Polícia Civil quanto a Militar e são elas que têm o papel de investigação, de prender bandidos. No caso municipal, o que a gente tem são as guardas civis metropolitanas, com papel muito mais patrimonial do que repressivo” afirma.

De acordo com Mohallem, apesar de o tema ter entrado na agenda política das eleições municipais, a maioria das propostas ainda é superficial. “A maior parte das propostas gira em torno de se criar sinergias, como um bom diálogo com o governo estadual, uma forma de atuação conjunta da Polícia Militar com a Guarda Civil Metropolitana, de modo que a Guarda Civil possa fazer a proteção de alguns ambientes, de alguns espaços públicos e possa afastar a criminalidade”, disse.

Na opinião do professor da FGV, a atuação conjunta da prefeitura e do governo do estado pode possibilitar que mais áreas da cidade sejam cobertas por algum tipo de segurança. Para ele, tanto prefeitos quanto vereadores têm papel fundamental no debate sobre segurança pública. “Essa é uma das áreas em que a população mais espera resposta e, como é uma área que não está sob responsabilidade direta do prefeito, a situação é delicada no sentido de se tentar uma resposta que não seja simplesmente uma negativa.”

De acordo com Mohallem, prefeitos e vereadores podem entrar no debate de temas como a desmilitarização da Polícia Militar ou da redistribuição das competências constitucionais da União, de estados e municípios. “É competência do deputado federal e do senador alterar a Constituição e as leis federais, mas o prefeito pode atuar como um agente na discussão desses temas”, disse. “Infelizmente não se vê isso com muita frequência nas propostas. Em geral, fica mais no âmbito de promessas como 'vou colocar a Guarda Civil na rua', 'vou atuar com o governador'”, afirmou.

A professora de direito da FGV no Rio de Janeiro Silvana Batini disse à Agência Brasil que é comum encontrar esse tipo de confusão em época de eleições. Doutora em direito público e especialista em direito eleitoral, Silvana afirma que apesar da confusão de papéis, é importante que o debate apareça nas eleições. “Até para que o eleitorado saiba o alcance das propostas dos candidatos”, destaca.

Para Silvana, apesar de os municípios terem limitações constitucionais no que diz respeito à segurança pública, é falso dizer que eles não podem desempenhar um papel importante nessa área, especialmente com políticas de prevenção. “Não precisa nem falar somente de Guarda Municipal, que também faz parte desse complexo de medidas, mas de outros aspectos como iluminação pública, ocupação do espaço público, melhoria da mobilidade urbana, políticas de acesso à cultura e ao lazer. São medidas que podem contribuir para essa pauta ampla e complexa de segurança pública”.

Prevenção

De acordo com a professora, políticas de prevenção também ajudam a construir uma cidade mais segura. Ela cita como exemplos projetos voltados para a ocupação de espaços nas cidades, como praças e passeios públicos, ente outros. “Essa ocupação interessa à cidade. Não adianta você fazer uma política para reduzir a violência e criminalidade de uma determinada área se a prefeitura não vier com a sua máquina, com as suas competências para ocupar essa área e trazer melhorias à população. Isso também diz respeito à segurança pública. É importante o eleitor saber qual o papel do prefeito. Mas é importante também que esse debate [sobre a segurança] seja trazido para as eleições municipais”, acrescenta.

Edição: Juliana Andrade

Agência Brasil


domingo, 18 de setembro de 2016

Eleições 2.016 - pesquisa para prefeito de São Paulo


Pesquisa Eleitoral para Prefeitura de São Paulo

CandidatoIntenções de Votos (%)
Celso Russomano (PRB)30%
Marta (PMDB)20%
João Doria (PSDB)17%
Fernando Haddad (PT)9%
Luiza Erundina (PSOL)5%
Major Olimpio (SD)1%
João Bico (PSDC)1%
Levy Fidelix (PRTB)1%
Altino (PSTU)0%
Ricardo Young (Rede)0%
Henrique Áreas (PCO)0%
Branco/nulo13%
Não sabe/não respondeu3%

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Diretor da Google é liberado pela Polícia Federal




Eu fiquei sabendo sobre a decisão do TRE da Paraíba de querer prender o diretor da Google mas não levei muito a sério. A primeira coisa que eu pensei foi: Se os países ricos não conseguiram afetar  a poderosa Google, porque o Brasil acha que vai conseguir?

Cheguei até a pensar num possível monopólio da Google no futuro, já que a Google foi a única empresa de internet a conseguir resistir a censura e a essas leis fajutas, depois que todos os discos virtuais foram alvos da justiça americana, principalmente o Megaupload. Fábio José Silva Coelho acabou sendo preso por outro juiz do Mato Grosso do Sul, Amaury da Silva Kuklinski, sob a acusação de não tirar videos contra o candidato a prefeito  Alcides Bernal (PP).

Não há dúvidas que a justiça federal é implacável na execução dos processos, mas Fábio não ficou preso. A pena prevista era de até um ano de detenção por desobediência e o argumento da google é o mesmo, a empresa afirma não ser responsável pelo conteúdo publicado no site.

De certa forma, tudo é apenas um jogo onde os donos do poder não sabem o que fazer da internet e se utilizam de leis arbitrárias, enquanto a Google procura livrar-se da responsabilidade.

O que a justiça teria de fazer seria identificar o usuário e tratar diretamente com ele. Acontece que para fazer isso, teria de apresentar os motivos, teria de convencer com a Google, e voltaríamos a estaca zero.

Essas brigas entre a Google e a justiça tem sido acompanhadas pelo mundo todo, afinal, o que está em jogo, aqui, é a nossa liberdade. Se um dia a Google aceitar os termos imposto pelos corporativistas, o mundo inteiro perderá a sua liberdade.

No caso desse processo específico, serviu para expor o Brasil e o nome desse juiz no mundo todo e o bom senso falou mais alto

O meu maior temor é que essas prisões sejam apenas para "batizar" essas empresas e/ou nomes importantes da internet, como ocorreu com a Megaupload, The Pirate Bay, Wikileaks e a própria Google.

Podemos entrar na era do chamado "secretismo", com milhões de pequenos grupos trocando arquivos através da Darknet, enquanto na internet pública ficariam apenas os grandes grupos de hackers que, além de divulgar os pequenos grupos, teriam capacidade de resistir, utilizando marcas que não identifiquem uma empresa mas, sim, vários pequenos grupos. Isso já acontece com o Annonimos, Unknown e vários outros grupos que só podem ser identificados pelas suas técnicas, mas nunca pelos nomes.

Não há motivo para pânico entre os internautas, afinal, há muitos interesses envolvidos com a internet e algumas das maiores empresas do mundo estão na rede, como é o caso da Google, Facebook, Twitter, Microsoft.

As próprias empresas que censuram, tem muito a perder com o fim da rede mundial, a internet está virando uma ferramenta de marketing.

By Jânio

Co-fundador do The Pirate Bay é preso

Sopa - A guerra pela liberdade

O site que sabia demais

Darknet - Os filhos da revolução digital


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pré candidatos a prefeito em São Paulo



01) PT - Fernando Haddad vem de uma família com tradição social, seu avô é muito conhecido no Líbano por seus trabalhos com vítimas da guerra, na igreja cristã ortodoxa.

É bacharel em direito e mestre em economia, doutor em filosofia. Escreveu alguns livros, todos ligados a sociologia, economia e política.

Assumiu o Ministério da Educação do governo Lula em 29 de julho de 2005.

Fernando Haddad (São Paulo, 25 de janeiro de 1963) é um acadêmico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente, exerce o cargo de Ministro da Educação do Brasil. Em novembro de 2011, confirmou-se que Haddad seria o candidato do PT à prefeitura de São Paulo.

02) PSDB - Angelo Andrea Matarazzo (São Paulo, 22 de novembro de 1956) é um empresário e político brasileiro, atual Secretário da Cultura do Estado de São Paulo. Foi também secretário de coordenação das subprefeituras da Prefeitura de São Paulo. Graduado em Administração de Empresas, é, atualmente, presidente licenciado da Matarazzo SA Holding e da Metalma SA. É sobrinho-neto do conde Francesco Matarazzo.

Andrea Matarazzo é uma personalidade pública polêmica, acusado de ser duro contra os moradores de rua. Enquanto movimentos sociais o acusam de higienização social, ele se defende dizendo que há alternativas para os sem-tetos, como albergues e hotéis sociais.

Apesar das polêmicas, tem um longo currículo na vida pública.

Já trabalhou em secretarias e estatais e, de 1999 a 2001, foi ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e embaixador do Brasil em Roma, entre 2001 e 2002.

Foi subprefeito de Serra e atualmente é secretário da cultura de Geraldo Alkmin.

03) PSDB - Bruno Covas Lopes, mais conhecido como Bruno Covas (Santos, 7 de abril de 1980) é um advogado, Economista e político brasileiro. É neto do ex-governador de São Paulo, Mário Covas. Atualmente é Secretário de Meio Ambiente do estado de São Paulo.

Formado em Direito pela USP e em Economia pela PUC, mestrado em administração pela FGV e é professor de Direito Constitucional na (ESAMC).

Deputado Estadual em 2.006 e secretário do meio ambiente de Geraldo Alkmin.

04) PSDB - José Serra:

33.º Governador de São Paulo - Mandato 1 de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010.

Prefeito de São Paulo - Mandato 1 de janeiro de 2005 até 31 de março de 2006.

Ministro da Saúde do Brasil, FHC, Mandato 31 de março de 1998 até 20 de fevereiro de 2002.

Senador por São Paulo - Mandato 1.º - 30 de abril de 1996 até 31 de março de 1998.

2.º - 1 de novembro de 2002 até 1 de fevereiro de 2003.

Ministro do Planejamento do Brasil

Mandato 1 de janeiro de 1995 até 30 de abril de 1996

Deputado federal por  São Paulo - Mandato 1 de fevereiro de 1987 até 31 de janeiro de 1995.

Ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996)

Profissão - Economista

Teve uma vida política agitada em seu início, desde quando foi presidente da UNE, fugindo do país depois do golpe militar, morou  e estudou no Chile. Fugiu também do Chile, depois do golpe militar lá, e foi para os EUA, retornando mais tarde ao Brasil.

Foi um dos fundadores do PSDB e se destacou no ministério da saúde, sendo conhecido no mundo inteiro. Seu prestígio nesse ministério  tem sido uma faca de dois gumes, já que falar em saúde, no Brasil, implica em falar em problemas sociais.

O maior desafio de Serra tem sido administrar conflito de interesses no próprio partido.

05) PMDB - Gabriel Chalita:

Gabriel Benedito Isaac Chalita (Cachoeira Paulista, 30 de abril de 1969) é um professor, escritor, apresentador e político brasileiro.

Bacharel em Direito e Filosofia, mestre em ciências sociais, doutor em comunicação e semiótica, direito.

Professor em várias universidades, apresenta o programa papo aberto, na TV Canção Nova.

06) PMDB - Paulo Skaf:

Paulo Antônio Skaf (São Paulo, 7 de agosto de 1955) é um empresário e político brasileiro filiado ao PMDB de São Paulo.

Presidende da FIESP, CIESP, SESI, SENAI.

Liderou campanhas e movimentos, como o "sou contra a CPMF e a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e redução do spreads bancários.

07) PTB - Luíz Flávio Borges D'Urso:

Advogado criminalista, professor de Direito, Mestre e Doutorado em Direito Penal pela USP.

Participa de várias organizações na área de Direito, como OAB, ABRAC, etc.

08) PC do B - Netinho de Paula:

Netinho de Paula, nome artístico de José de Paula Neto (São Paulo, 11 de julho de 1970) é um cantor, apresentador de televisão, ator e político brasileiro filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Nasceu em um bairro pobre em Santo Amaro e foi criado em Carapicuíba, morando na COHAB 2 e começou a trabalhar ainda criança. Perdeu a mãe aos 11 anos.

Aos quinze anos entrou para o Negritude Júnior, grupo de samba, tornando-se apresentador mais tarde.

Em 2,005 envolveu-se na maior polêmica, acusado de agredir a esposa.

No final do mesmo ano de 2.005 envolveu-se em outra briga, dessa vez com um humorista do Pânico na TV.

Em 2.008 foi eleito vereador, terceiro mais votado de São Paulo.

09) PRB - Celso Russomano:

Celso Ubirajara Russomanno (São Paulo, 20 de agosto de 1956) é um repórter e político brasileiro.

Bacharel em direito, Deputado Federal e apresentador de TV e rádio.

10) PP - Paulo Salim Maluf:

Paulo Salim Maluf (São Paulo, 3 de setembro de 1931) é um empresário, engenheiro e político brasileiro de origem libanesa. Foi duas vezes prefeito de São Paulo, além de secretário dos transportes e governador do estado de São Paulo e candidato à Presidência da República.

Conservador e populista,  sempre esteve a frente de obras faraônicas em São Paulo. Apesar de estar sempre associado a grandes obras, está associado a corrupção também.

Os tempos mudaram e ele não conseguiu se adaptar, sendo preso e tornando-se o primeiro ex-presidiário político  da elite brasileira.

Começou a carreira política na Arena, partido que apoiava o regime militar, fundou o PDS, sucessor do Arena, chamado hoje de PP. Poderia ter sido barrado pela lei do Ficha Limpa mas, com a ajuda do STF, conseguiu manter sua eleição como Deputado Federal.

Filho de imigrante libanês, industriais que investiram na América do Sul, fundaram a Eucatex, a maior empresa do setor madeireiro da América Latina. Era também neto de Miguel Estéfano, um dos homens mais ricos de São Paulo nas décadas de 30 e 40. Fez amizade com Delfim Netto e conseguiu a presidência da Caixa Econômica Federal, em 1967.

Foi governador de São Paulo em 1.979, Deputado Federal, Prefeito de São Paulo em 1.992. Causou polêmica ao presentear a seleção brasileira de 1.970, com um fusca.

Criou a Eletropaulo em 1981.

Em seu mandato. houve o escândalo da VASP, com um desaparecimento de 2,7 milhões de litros de combustível.

Apesar de seu partido ter mudado de nome várias vezes, Maluf nunca mudou de partido. Primeiro foi ARENA, PDS (1980), PPR (1.993), PPB (1.995), PP (2.003).

Foi contra a emenda Dante de Oliveira, para eleições diretas, e venceu Mário Andreazza na convenção do PDS, contrariando a liderança e provocando um crise no partido. O vice-presidente Aureliano Chaves, senadores José Sarney, Marco Maciel e Jorge Bornhausen, além de Antônio Carlos Magalhães.

Depois dessa crise, Sarney tornaria-se o vice de Tancredo Neves, depois de filiar-se ao PMDB. Os outros criaram o PFL, hoje Democrata.

Na sua campanha presidencial defendeu em ato público penas mais rigorosas para estupro seguido de homicídio, por meio da frase "Tá bom, está com vontade sexual, estupra mas não mata!", que acabou veiculada nos meios de comunicação como uma apologia ao estupro e não como uma condenação a tão horrendo crime.

Maluf fez uma revolução em São Paulo, em termos de obras e inovação, mas também foi um dos primeiros políticos a criar um rombo no Banco Estadual de São Paulo (Banespa).

Sua popularidade entrou em decadência quando indicou Celso Pitta para a prefeitura. No horário político de Pitta, Maluf dizia: "Votem no Pitta e se ele não for um grande prefeito, nunca mais vote em mim". Pitta foi considerado o pior prefeito que São Paulo teve com índices de rejeição na casa dos 80%. Pouco depois, em 1999, Maluf e Pitta romperiam seus laços políticos e a controversa atuação desse último à frente do cargo acabou por prejudicar gravemente a imagem de Maluf.

Preso em 2005 acusado de intimidar uma testemunha, permaneceu na cárcere sede da Polícia Federal de São Paulo de 10 de setembro a 20 de outubro de 2005 (totalizando 40 dias). Este episódio ocorreu após as graves denúncias de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e crime contra o sistema financeiro (evasão fiscal). O STF julgou que a prisão de Paulo Maluf era juridicamente ilegal, pois sua saúde seria frágil para permanecer preso, autorizando assim a sua saída da prisão. Os jornais denunciaram à época que apesar da saúde "frágil", Maluf no dia seguinte foi encontrado comendo pastéis e tomando chope em Campos do Jordão. Atualmente, Paulo Maluf é deputado federal.

Paulo Maluf é acusado pela justiça brasileira de ter uma vultosa conta no paraíso fiscal das ilhas Jersey. Em 10 de junho de 2006 o jornal Folha de S. Paulo revelou que a polícia da ilha de Jersey, paraíso fiscal no canal da Mancha, bloqueou contas com cerca de US$ 200 milhões de Paulo Maluf e seus familiares.

Em março de 2010, seu nome foi incluído na difusão vermelha da Interpol, a partir de solicitação dos Estados Unidos. Seu filho, Flávio Maluf, também está na lista de procurados. Por isso, ele pode ser preso em 181 países. No dia 20 de março, divulgou uma nota relatando que Maluf teria sido expulso de seu partido, o Partido Progressista, o que foi desmentido pelo presidente nacional da legenda, Francisco Dornelles.

11) PV - Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho:

Filiado ao Partido Verde desde 2003, Eduardo Jorge, 55 anos, é médico sanitarista da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Nascido em Salvador, Bahia, é casado e pai de seis filhos. É co-autor da legislação constitucional da área da seguridade social (previdência, assistência social e saúde) e autor ou co-autor de leis federais, como a de regulamentação do planejamento familiar e da esterilização voluntária; da produção de medicamentos genéricos; da lei orgânica da assistência social; da vinculação de recursos orçamentários para o SUS e da restrição ao uso do amianto. Deixou, ainda, outros projetos em tramitação no Congresso, como a emenda constitucional que propõe o regime parlamentarista para o Brasil.

Deputado Federal e Deputado Estadual.

Formado em medicina pela Universidade Federal da Paraíba, foi secretário da saúde e é o atual secretário meio amiente.

12) PSD - Guilherme Afif Domingos:

Guilherme Afif Domingos (São Paulo, 18 de setembro de 1943) é um administrador de empresas, empresário e político brasileiro do PSD. É o atual vice-governador de São Paulo.

Presidiu a FACESP, SEBRAE, e está envolvido em alguns processos junto a Maluf, por uso da imprensa oficial e venda de imóvel da IMESP para a Associação Comercial de São Paulo.

Secretário da Agricultura de Maluf, criador do pro-feijão, sistema de abastecimento de feijão, e foi também Supersecretário (planejamento) de Celso Pitta.

É o criador do impostômetro.

A Indiana Seguros S/A da qual é co-Diretor foi acusada de favorecimento em  contratos públicos, no governo de Kassab.

Vice-Governador na Chapa de Geraldo Alckmin, foi demitido do cargo de secretário do desenvolvimento, depois de sair do DEM para criar o PSD, junto a Kassab.

13) DEM - Rodrigo Garcia:

Rodrigo Garcia (Tanabi, 10 de maio de 1974) é um advogado, empresário, corretor de imóveis e político brasileiro. Foi deputado estadual eleito por três legislaturas consecutivas, 1999-2003, 2003-2007 e 2007-2011 e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo de 15 de março de 2005 a 15 de março de 2007. Licenciou-se do cargo de deputado para estar à frente da Secretaria Municipal de Modernização, Gestão e Desburocratização da Prefeitura de São Paulo de 2008 a 2010. Em abril de 2010, voltou à Assembleia Legislativa para dar continuidade aos seus trabalhos como deputado estadual pelo DEM-SP. Atualmente, é deputado federal por São Paulo, eleito com mais de 226 mil votos, estando entre os 10 mais votados do estado.

Secretário do desenvolvimento de Alckmin, presidente do DEM de Ribeirão Preto.

Deputado Federal, Presidente da Assembléia legislativa, Deputado Estadual, Secretário da Agricultura e Planejamento, Governador Interino de São Paulo.

14) PDT - Paulinho da Força:

Paulo Pereira da Silva, conhecido também como Paulinho da Força (Porecatu, 25 de janeiro de 1956) é um metalúrgico, sindicalista e político brasileiro.

Foi condenado em 2011 a pagar multa civil de cerca de R$ 1 milhão pelo crime de improbidade administrativa na aplicação de R$ 3 milhões em recursos públicos. Conforme a sentença, do juiz João Batista Machado, da 1ª Vara Federal de Ourinhos, a quantia será revertida para a União. Ainda caberá recurso. Os R$ 3 milhões seriam usados para comprar uma fazenda no interior de São Paulo e assentar no local 72 famílias, e os proprietários das terras teriam se beneficiado com sobrepreço no imóvel, que, segundo avaliação de peritos do Ministério Público Federal, valia R$ 1,29 milhão. A compra foi realizada por R$ 2,3 milhões. Na época, a Força Sindical, presidida por Paulinho, participava do conselho do Banco da Terra, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que liberou os recursos. A ação pedia ainda a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos do deputado, o que foi negado pelo Juiz.

15) PPS - Soninha Francine:

Sonia Francine Gaspar Marmo (São Paulo, 25 de agosto de 1967) é uma jornalista, apresentadora de televisão e política brasileira.

Soninha começou a trabalhar na MTV de São Paulo como assistente de produção, depois como diretora e coordenadora de produção, e então redatora, redigindo os textos para os VJ's. Em 1994, começou a trabalhar ela mesma como apresentadora, substituindo os VJ's. Permaneceu na emissora por dez anos.

Foi demitida da TV Cultura por uma declaração polêmica que nem vale a pena comentar, na minha opinião, é claro.

Engajada em defesa de grupos de minorias, como o GLBTs.

Nomeada subprefeita da Lapa, Governo de Kassab.

16) PSOL - Carlos Gianazzi:

O deputado estadual Carlos Giannazi segue um caminho diferente dos políticos convencionais. Suas bandeiras não são as mesmas de representantes do povo que vivem engravatados, e de seus gabinetes não entendem os anseios do jovem. Militante social desde a adolescência, o hoje político do PSOL já foi filiado ao PT, mas após muitas divergências com o partido, que segundo o próprio "perdeu suas ideologias", decidiu mudar de ares. Fã de Bossa Nova, Giannazi já organizou mostras de música na câmara legislativa da capital paulista, na época que foi vereador. Conheça um pouco mais dos projetos e ideias do deputado estadual pelo estado de São Paulo Carlos Giannazi.

Militante Social, Professor, Diretor.

17) PSOL - Ivan Valente:

Ivan Valente (São Paulo, 5 de julho de 1946) é um engenheiro, professor e político brasileiro. Iniciou sua militância ainda na juventude, no movimento estudantil. Durante os anos de chumbo, combateu o regime militar, sendo diretor do centro acadêmico da Escola de Engenharia Mauá. Dirigente do Movimento de Emancipação do Proletariado, foi preso e torturado.

Participou da fundação do PT,  participou das organizações MEP, MCR, Força Socialista e atualmente pertence a APS.

Deputado Federal desde 1.994, faz parte de um grupo de políticos que saiu do PT por não concordar com os rumos que o partido estava tomando e de suas alianças com  os os conservadores.

Fonte: Wikipedia