Mostrando postagens com marcador são paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador são paulo. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de outubro de 2015

Realidade do transporte brasileiro


Motorista enfrenta congestionamento na saída para o feriado em SP

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Conspiração confederativa



Conspiração federativa é um termo que eu criei para designar uma das facetas do sistema ocidental do poder de governar, muito útil para o capitalismo e para o sistema elitizado. Eu descobri isso aos oito anos, no início da terceira série.

Quando iniciávamos o período letivo, era comum que todos nos emocionássemos ao ver o livro com o qual estudaríamos todo o ano. Eu lia todo o livro e, apesar de não entender muita coisa, história não tinha muito segredo.

A professora perguntou - O que vocês acharam do novo livro com o qual vocês irão estudar a terceira série?

 - O livro é muito bom, pena que seja tão sem importância - respondi.

 - Por que o livro é tão sem importância? - perguntou novamente a professora.

 - Eu notei que não há nenhum feriado estadual, nenhum evento estadual é importante o suficiente para se justificar um feriado.

Nessa época, foi apenas uma observação, mas hoje eu vejo alguns intelecturais revelando a importância da integridade nacional em seus blogs.

Se os estados tivessem os seus próprios feriados, como em outros países, o Brasil não se sustentaria, e é por isso que não há o reconhecimento de datas históricas estaduais. Resumindo: é tudo manipulação da elite.

Apesar dessa proibição, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo encontraram uma saída para defender suas características estaduais, tornando-se tão forte quanto a união confederada.

Acontece que o que é proibido para as confederações, não é proibido para as cidades, devido ao fato de as cidades não terem tanta representatividade política, econômica, territorial, etc. Os principados são exceções.

Assim, São Paulo tem a sua capital, também chamada São Paulo, o mesmo acontecendo com o Rio de Janeiro.

O eixo rio-são paulo tem importância tal que conseguiu organizar o governo militar, que mais tarde promulgaria a sua própria constituição, base para a nossa burocracia de hoje.

A burguesia se arrependeu de ter organizado o tal sistema, mas essa era a única forma de derrubar a democracia que reinava no país e que discursava muito sobre temas polêmicos, inclusive sobre a tal reforma agrária, que nunca veio mas que tem sido defendida pelos sem-terras.

Apesar de minhas ideias sobre esse período conturbado de nossa história serem polêmicas, uma realidade não pode ser negada: nenhum sistema consegue se sustentar sem o apoio da alta burguesia e das forças armadas.

A abertura política foi a chance que os ricos tiveram para reestruturar o sistema ao seu favor, atingindo finalmente o seu objetivo, mas trouxe como consequência a corrupção política.

Hoje, os super-bilionários estão concentrados nessa região que mais recebeu investimentos na história, mas que está prestes conhecer um crash tupiniquim.

A primeira vitória do socialismo brasileiro, pós governo militar,  PSDB, não convenceu, e as ideias de esquerda defendendo globalização não ficaram bem em seu currículo. Aí, foi a vez do outrora partido radical, PT, que, apesar de ceder ao sistema elitizado, cometeu alguns acertos (erros politicamente corretos), como deixar a Polícia Federal trabalhar, e se aproveitar de vez do populismo político, estratégia típica da política brasileira, inclusive da direita e dos militares.

Uma mudança importante foi abandonar temporariamente o foco da política, que concentrava-se no eixo rio são-paulo, para o norte-nordeste, ou seja, o governo trocou a região mais rica pelas regiões mais pobres, mesmo que isso não mudasse o preço do dólar. Acredite, mexeram no preço do dólar também, mas esse não é o foco do post, se bem que as regiões norte e nordeste também são, hoje, o principal objetivo dos investidores estrangeiros, apesar de isso não aparecer em nenhuma mídia.

Aliás, a Rede Globo perdeu o monopólio do patrocínio do governo, não que isso tenha melhorado muito, afinal, o SBT é do grupo que lavou quatro bilhões e meio de reais da Caixa Econômica Federal.

... e finalmente o governo do PT está prestes a atingir a unanimidade, mesmo com a burguesia contra. Acontece que a aristocracia não precisa mais da burguesia, pelo menos aparentemente.

... a não ser que a burguesia vá para o lado que pagar mais, quando então teríamos um poder paralelo e obscuro, sendo que os menos favorecidos sempre pagarão um preço maior.

Mudanças radicais não interessam para aristocracia, tornam o sistema instável. Até agora eles tiveram sucesso, com a ajuda das mídias de massa, a burguesia perdeu a primeira batalha.

Mas esse jogo está longe de acabar, deixou de seu apenas um jogo político, já que a internet conseguiu superar a TV, tornando a sociedade muito mais complexa de ser manipulada. Nem os realities shows conseguem convencer mais.

O Brasil está longe de conhecer uma crise confederativa, como acontece em vários países, mas a nossa história está se tornando muito interessante, principalmente se o PT conseguir vencer na próxima eleição para governador.

By Jânio

Bilionários desconhecidos

Unanimidade política

Lula para governador

Lista de presidentes e mortos

A farsa da falsa democracia

Filosofia anti-democrática

Maldita burocracia

Veneno Bipartidário

Corporativismo midiático

Políticos que apoiaram o golpe de 64

Cidades com mais homicídios no planeta

PT acerta o próprio pé

O jogo do poder

Uma vergonha para os corruptos brasileiros

Arquivo vivo pode ser preso

Policial federal é assassinado

Marcos Valério é preso novamente

Daniel Dantas - A história da corrupção

Trinta anos de corrupção

Lula para governador

Carlinhos Cachoeira - culpado útil

Demóstenes torres é flagrado pela polícia federal

Privataria tucana




quarta-feira, 7 de março de 2012

Hora de parar



São Paulo está enfrentando um impasse muito interessante para ser analisado, a greve dos caminhoneiros - Quem é que não se lembra da famosa greve dos caminhoneiros no governo de Mário Covas?

Na época, depois de uma greve que parou São Paulo, e começava a tomar conta do Brasil, Mário Covas pediu reforço do exército para tirar os caminhões que impediam o tráfego. A atitude de Mário Covas pegou muito mal.

Essa nova greve, promovida pelo sindicato dos caminhoneiros, atingiu em cheio um ponto estratégico, o abastecimento de combustíveis.

É claro que ninguém gostou, e a opinião pública, naturalmente, ficou contra o movimento. Se a opinião pública fica contra, a justiça age rápido.

Foi o que aconteceu, mas, como eu tenho dito, a justiça anda meio desacreditada.

A justiça ameaçou multar o sindicato com um valor alto, para que eles não  recusassem , e deu certo, o problema é que os caminhoneiros não parecem estar acatando a decisão do sindicato, quebrando uma regra básica do sistema de elite.

Essa greve foi uma represália dos caminhoneiros a proibição do trânsito de caminhões na marginal do Tietê em horário de pico.

Kassab disse que não vai ceder e os poucos caminhões que circularam, tiveram que ser escoltados pela polícia. Parece que os caminhoneiros autônomos não estão dispostos a ceder a pressão da justiça.

A greve afetou todas as pessoas e quase parou São Paulo. Alguns postos aproveitaram a falta de combustíveis para por em prática a velha lei da oferta e da procura, dobrando o valor dos preços dos produtos.

É natural que as pessoas estejam incomodadas, quem é que não estaria?

É nessas horas que eu fico pensando em como é inconveniente  uma greve, e como a elite desconhece o sentimento das pessoas.

Em nenhum momento Kassab parou para pensar nas consequências de seu ato, não discutiu,  e agora sofre as consequências. O governo tenta resolver os problemas criados por sua má gestão, penalizando os caminhoneiros, transferindo para eles os problemas do caos no trânsito.

Essas atitudes estão tornando Kassab cada vez menos popular. Algumas vezes, criar um conflito na sociedade pode tornar os dois lados contra, tornando-se uma unanimidade.

By Jânio

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pré candidatos a prefeito em São Paulo



01) PT - Fernando Haddad vem de uma família com tradição social, seu avô é muito conhecido no Líbano por seus trabalhos com vítimas da guerra, na igreja cristã ortodoxa.

É bacharel em direito e mestre em economia, doutor em filosofia. Escreveu alguns livros, todos ligados a sociologia, economia e política.

Assumiu o Ministério da Educação do governo Lula em 29 de julho de 2005.

Fernando Haddad (São Paulo, 25 de janeiro de 1963) é um acadêmico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente, exerce o cargo de Ministro da Educação do Brasil. Em novembro de 2011, confirmou-se que Haddad seria o candidato do PT à prefeitura de São Paulo.

02) PSDB - Angelo Andrea Matarazzo (São Paulo, 22 de novembro de 1956) é um empresário e político brasileiro, atual Secretário da Cultura do Estado de São Paulo. Foi também secretário de coordenação das subprefeituras da Prefeitura de São Paulo. Graduado em Administração de Empresas, é, atualmente, presidente licenciado da Matarazzo SA Holding e da Metalma SA. É sobrinho-neto do conde Francesco Matarazzo.

Andrea Matarazzo é uma personalidade pública polêmica, acusado de ser duro contra os moradores de rua. Enquanto movimentos sociais o acusam de higienização social, ele se defende dizendo que há alternativas para os sem-tetos, como albergues e hotéis sociais.

Apesar das polêmicas, tem um longo currículo na vida pública.

Já trabalhou em secretarias e estatais e, de 1999 a 2001, foi ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e embaixador do Brasil em Roma, entre 2001 e 2002.

Foi subprefeito de Serra e atualmente é secretário da cultura de Geraldo Alkmin.

03) PSDB - Bruno Covas Lopes, mais conhecido como Bruno Covas (Santos, 7 de abril de 1980) é um advogado, Economista e político brasileiro. É neto do ex-governador de São Paulo, Mário Covas. Atualmente é Secretário de Meio Ambiente do estado de São Paulo.

Formado em Direito pela USP e em Economia pela PUC, mestrado em administração pela FGV e é professor de Direito Constitucional na (ESAMC).

Deputado Estadual em 2.006 e secretário do meio ambiente de Geraldo Alkmin.

04) PSDB - José Serra:

33.º Governador de São Paulo - Mandato 1 de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010.

Prefeito de São Paulo - Mandato 1 de janeiro de 2005 até 31 de março de 2006.

Ministro da Saúde do Brasil, FHC, Mandato 31 de março de 1998 até 20 de fevereiro de 2002.

Senador por São Paulo - Mandato 1.º - 30 de abril de 1996 até 31 de março de 1998.

2.º - 1 de novembro de 2002 até 1 de fevereiro de 2003.

Ministro do Planejamento do Brasil

Mandato 1 de janeiro de 1995 até 30 de abril de 1996

Deputado federal por  São Paulo - Mandato 1 de fevereiro de 1987 até 31 de janeiro de 1995.

Ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996)

Profissão - Economista

Teve uma vida política agitada em seu início, desde quando foi presidente da UNE, fugindo do país depois do golpe militar, morou  e estudou no Chile. Fugiu também do Chile, depois do golpe militar lá, e foi para os EUA, retornando mais tarde ao Brasil.

Foi um dos fundadores do PSDB e se destacou no ministério da saúde, sendo conhecido no mundo inteiro. Seu prestígio nesse ministério  tem sido uma faca de dois gumes, já que falar em saúde, no Brasil, implica em falar em problemas sociais.

O maior desafio de Serra tem sido administrar conflito de interesses no próprio partido.

05) PMDB - Gabriel Chalita:

Gabriel Benedito Isaac Chalita (Cachoeira Paulista, 30 de abril de 1969) é um professor, escritor, apresentador e político brasileiro.

Bacharel em Direito e Filosofia, mestre em ciências sociais, doutor em comunicação e semiótica, direito.

Professor em várias universidades, apresenta o programa papo aberto, na TV Canção Nova.

06) PMDB - Paulo Skaf:

Paulo Antônio Skaf (São Paulo, 7 de agosto de 1955) é um empresário e político brasileiro filiado ao PMDB de São Paulo.

Presidende da FIESP, CIESP, SESI, SENAI.

Liderou campanhas e movimentos, como o "sou contra a CPMF e a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e redução do spreads bancários.

07) PTB - Luíz Flávio Borges D'Urso:

Advogado criminalista, professor de Direito, Mestre e Doutorado em Direito Penal pela USP.

Participa de várias organizações na área de Direito, como OAB, ABRAC, etc.

08) PC do B - Netinho de Paula:

Netinho de Paula, nome artístico de José de Paula Neto (São Paulo, 11 de julho de 1970) é um cantor, apresentador de televisão, ator e político brasileiro filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Nasceu em um bairro pobre em Santo Amaro e foi criado em Carapicuíba, morando na COHAB 2 e começou a trabalhar ainda criança. Perdeu a mãe aos 11 anos.

Aos quinze anos entrou para o Negritude Júnior, grupo de samba, tornando-se apresentador mais tarde.

Em 2,005 envolveu-se na maior polêmica, acusado de agredir a esposa.

No final do mesmo ano de 2.005 envolveu-se em outra briga, dessa vez com um humorista do Pânico na TV.

Em 2.008 foi eleito vereador, terceiro mais votado de São Paulo.

09) PRB - Celso Russomano:

Celso Ubirajara Russomanno (São Paulo, 20 de agosto de 1956) é um repórter e político brasileiro.

Bacharel em direito, Deputado Federal e apresentador de TV e rádio.

10) PP - Paulo Salim Maluf:

Paulo Salim Maluf (São Paulo, 3 de setembro de 1931) é um empresário, engenheiro e político brasileiro de origem libanesa. Foi duas vezes prefeito de São Paulo, além de secretário dos transportes e governador do estado de São Paulo e candidato à Presidência da República.

Conservador e populista,  sempre esteve a frente de obras faraônicas em São Paulo. Apesar de estar sempre associado a grandes obras, está associado a corrupção também.

Os tempos mudaram e ele não conseguiu se adaptar, sendo preso e tornando-se o primeiro ex-presidiário político  da elite brasileira.

Começou a carreira política na Arena, partido que apoiava o regime militar, fundou o PDS, sucessor do Arena, chamado hoje de PP. Poderia ter sido barrado pela lei do Ficha Limpa mas, com a ajuda do STF, conseguiu manter sua eleição como Deputado Federal.

Filho de imigrante libanês, industriais que investiram na América do Sul, fundaram a Eucatex, a maior empresa do setor madeireiro da América Latina. Era também neto de Miguel Estéfano, um dos homens mais ricos de São Paulo nas décadas de 30 e 40. Fez amizade com Delfim Netto e conseguiu a presidência da Caixa Econômica Federal, em 1967.

Foi governador de São Paulo em 1.979, Deputado Federal, Prefeito de São Paulo em 1.992. Causou polêmica ao presentear a seleção brasileira de 1.970, com um fusca.

Criou a Eletropaulo em 1981.

Em seu mandato. houve o escândalo da VASP, com um desaparecimento de 2,7 milhões de litros de combustível.

Apesar de seu partido ter mudado de nome várias vezes, Maluf nunca mudou de partido. Primeiro foi ARENA, PDS (1980), PPR (1.993), PPB (1.995), PP (2.003).

Foi contra a emenda Dante de Oliveira, para eleições diretas, e venceu Mário Andreazza na convenção do PDS, contrariando a liderança e provocando um crise no partido. O vice-presidente Aureliano Chaves, senadores José Sarney, Marco Maciel e Jorge Bornhausen, além de Antônio Carlos Magalhães.

Depois dessa crise, Sarney tornaria-se o vice de Tancredo Neves, depois de filiar-se ao PMDB. Os outros criaram o PFL, hoje Democrata.

Na sua campanha presidencial defendeu em ato público penas mais rigorosas para estupro seguido de homicídio, por meio da frase "Tá bom, está com vontade sexual, estupra mas não mata!", que acabou veiculada nos meios de comunicação como uma apologia ao estupro e não como uma condenação a tão horrendo crime.

Maluf fez uma revolução em São Paulo, em termos de obras e inovação, mas também foi um dos primeiros políticos a criar um rombo no Banco Estadual de São Paulo (Banespa).

Sua popularidade entrou em decadência quando indicou Celso Pitta para a prefeitura. No horário político de Pitta, Maluf dizia: "Votem no Pitta e se ele não for um grande prefeito, nunca mais vote em mim". Pitta foi considerado o pior prefeito que São Paulo teve com índices de rejeição na casa dos 80%. Pouco depois, em 1999, Maluf e Pitta romperiam seus laços políticos e a controversa atuação desse último à frente do cargo acabou por prejudicar gravemente a imagem de Maluf.

Preso em 2005 acusado de intimidar uma testemunha, permaneceu na cárcere sede da Polícia Federal de São Paulo de 10 de setembro a 20 de outubro de 2005 (totalizando 40 dias). Este episódio ocorreu após as graves denúncias de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e crime contra o sistema financeiro (evasão fiscal). O STF julgou que a prisão de Paulo Maluf era juridicamente ilegal, pois sua saúde seria frágil para permanecer preso, autorizando assim a sua saída da prisão. Os jornais denunciaram à época que apesar da saúde "frágil", Maluf no dia seguinte foi encontrado comendo pastéis e tomando chope em Campos do Jordão. Atualmente, Paulo Maluf é deputado federal.

Paulo Maluf é acusado pela justiça brasileira de ter uma vultosa conta no paraíso fiscal das ilhas Jersey. Em 10 de junho de 2006 o jornal Folha de S. Paulo revelou que a polícia da ilha de Jersey, paraíso fiscal no canal da Mancha, bloqueou contas com cerca de US$ 200 milhões de Paulo Maluf e seus familiares.

Em março de 2010, seu nome foi incluído na difusão vermelha da Interpol, a partir de solicitação dos Estados Unidos. Seu filho, Flávio Maluf, também está na lista de procurados. Por isso, ele pode ser preso em 181 países. No dia 20 de março, divulgou uma nota relatando que Maluf teria sido expulso de seu partido, o Partido Progressista, o que foi desmentido pelo presidente nacional da legenda, Francisco Dornelles.

11) PV - Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho:

Filiado ao Partido Verde desde 2003, Eduardo Jorge, 55 anos, é médico sanitarista da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Nascido em Salvador, Bahia, é casado e pai de seis filhos. É co-autor da legislação constitucional da área da seguridade social (previdência, assistência social e saúde) e autor ou co-autor de leis federais, como a de regulamentação do planejamento familiar e da esterilização voluntária; da produção de medicamentos genéricos; da lei orgânica da assistência social; da vinculação de recursos orçamentários para o SUS e da restrição ao uso do amianto. Deixou, ainda, outros projetos em tramitação no Congresso, como a emenda constitucional que propõe o regime parlamentarista para o Brasil.

Deputado Federal e Deputado Estadual.

Formado em medicina pela Universidade Federal da Paraíba, foi secretário da saúde e é o atual secretário meio amiente.

12) PSD - Guilherme Afif Domingos:

Guilherme Afif Domingos (São Paulo, 18 de setembro de 1943) é um administrador de empresas, empresário e político brasileiro do PSD. É o atual vice-governador de São Paulo.

Presidiu a FACESP, SEBRAE, e está envolvido em alguns processos junto a Maluf, por uso da imprensa oficial e venda de imóvel da IMESP para a Associação Comercial de São Paulo.

Secretário da Agricultura de Maluf, criador do pro-feijão, sistema de abastecimento de feijão, e foi também Supersecretário (planejamento) de Celso Pitta.

É o criador do impostômetro.

A Indiana Seguros S/A da qual é co-Diretor foi acusada de favorecimento em  contratos públicos, no governo de Kassab.

Vice-Governador na Chapa de Geraldo Alckmin, foi demitido do cargo de secretário do desenvolvimento, depois de sair do DEM para criar o PSD, junto a Kassab.

13) DEM - Rodrigo Garcia:

Rodrigo Garcia (Tanabi, 10 de maio de 1974) é um advogado, empresário, corretor de imóveis e político brasileiro. Foi deputado estadual eleito por três legislaturas consecutivas, 1999-2003, 2003-2007 e 2007-2011 e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo de 15 de março de 2005 a 15 de março de 2007. Licenciou-se do cargo de deputado para estar à frente da Secretaria Municipal de Modernização, Gestão e Desburocratização da Prefeitura de São Paulo de 2008 a 2010. Em abril de 2010, voltou à Assembleia Legislativa para dar continuidade aos seus trabalhos como deputado estadual pelo DEM-SP. Atualmente, é deputado federal por São Paulo, eleito com mais de 226 mil votos, estando entre os 10 mais votados do estado.

Secretário do desenvolvimento de Alckmin, presidente do DEM de Ribeirão Preto.

Deputado Federal, Presidente da Assembléia legislativa, Deputado Estadual, Secretário da Agricultura e Planejamento, Governador Interino de São Paulo.

14) PDT - Paulinho da Força:

Paulo Pereira da Silva, conhecido também como Paulinho da Força (Porecatu, 25 de janeiro de 1956) é um metalúrgico, sindicalista e político brasileiro.

Foi condenado em 2011 a pagar multa civil de cerca de R$ 1 milhão pelo crime de improbidade administrativa na aplicação de R$ 3 milhões em recursos públicos. Conforme a sentença, do juiz João Batista Machado, da 1ª Vara Federal de Ourinhos, a quantia será revertida para a União. Ainda caberá recurso. Os R$ 3 milhões seriam usados para comprar uma fazenda no interior de São Paulo e assentar no local 72 famílias, e os proprietários das terras teriam se beneficiado com sobrepreço no imóvel, que, segundo avaliação de peritos do Ministério Público Federal, valia R$ 1,29 milhão. A compra foi realizada por R$ 2,3 milhões. Na época, a Força Sindical, presidida por Paulinho, participava do conselho do Banco da Terra, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que liberou os recursos. A ação pedia ainda a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos do deputado, o que foi negado pelo Juiz.

15) PPS - Soninha Francine:

Sonia Francine Gaspar Marmo (São Paulo, 25 de agosto de 1967) é uma jornalista, apresentadora de televisão e política brasileira.

Soninha começou a trabalhar na MTV de São Paulo como assistente de produção, depois como diretora e coordenadora de produção, e então redatora, redigindo os textos para os VJ's. Em 1994, começou a trabalhar ela mesma como apresentadora, substituindo os VJ's. Permaneceu na emissora por dez anos.

Foi demitida da TV Cultura por uma declaração polêmica que nem vale a pena comentar, na minha opinião, é claro.

Engajada em defesa de grupos de minorias, como o GLBTs.

Nomeada subprefeita da Lapa, Governo de Kassab.

16) PSOL - Carlos Gianazzi:

O deputado estadual Carlos Giannazi segue um caminho diferente dos políticos convencionais. Suas bandeiras não são as mesmas de representantes do povo que vivem engravatados, e de seus gabinetes não entendem os anseios do jovem. Militante social desde a adolescência, o hoje político do PSOL já foi filiado ao PT, mas após muitas divergências com o partido, que segundo o próprio "perdeu suas ideologias", decidiu mudar de ares. Fã de Bossa Nova, Giannazi já organizou mostras de música na câmara legislativa da capital paulista, na época que foi vereador. Conheça um pouco mais dos projetos e ideias do deputado estadual pelo estado de São Paulo Carlos Giannazi.

Militante Social, Professor, Diretor.

17) PSOL - Ivan Valente:

Ivan Valente (São Paulo, 5 de julho de 1946) é um engenheiro, professor e político brasileiro. Iniciou sua militância ainda na juventude, no movimento estudantil. Durante os anos de chumbo, combateu o regime militar, sendo diretor do centro acadêmico da Escola de Engenharia Mauá. Dirigente do Movimento de Emancipação do Proletariado, foi preso e torturado.

Participou da fundação do PT,  participou das organizações MEP, MCR, Força Socialista e atualmente pertence a APS.

Deputado Federal desde 1.994, faz parte de um grupo de políticos que saiu do PT por não concordar com os rumos que o partido estava tomando e de suas alianças com  os os conservadores.

Fonte: Wikipedia