quinta-feira, 12 de maio de 2016

Pedido de Impeachment de Dilma é aprovado por 55 a 22


O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 78 parlamentares, mas 77 votaram, já que o presidente da Casa, Renan Calheiros, se absteve.
Estiveram ausentes os senadores Jáder Barbalho (PMDB-PA), Eduardo Braga (PMDB-AM). Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), suplente do senador cassado Delcídio do Amaral, decidiu não assumir ainda o cargo.
A sessão para a votação durou mais de 20 horas. Durante o dia, dos 81 senadores, 69 discursaram apresentando seus motivos para acatar ou não a abertura de processo contra Dilma. 
Comissão Especial
Com a aprovação de hoje, o processo volta para a Comissão Especial do Impeachment. A comissão começará a fase de instrução, coletando provas e ouvindo testemunhas de defesa e acusação sobre o caso. O objetivo será apurar se a presidenta cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos com créditos suplementares mesmo após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para revisão da meta fiscal, alterando a previsão de superávit para déficit. A comissão também irá apurar se o fato de o governo não ter repassado aos bancos públicos, dentro do prazo previsto, os recursos referentes ao pagamento de programas sociais, com a cobrança de juros por parte das instituições financeiras, caracteriza uma operação de crédito. Em caso positivo, isso também é considerado crime de responsabilidade com punição de perda de mandato.
Um novo parecer, com base nos dados colhidos e na defesa, é elaborado em prazo de 10 dias pela comissão especial. O novo parecer é votado na comissão e, mais uma vez, independentemente do resultado, segue para plenário.
A comissão continuará sob comando do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) e a relatoria com Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Embora o Senado não tenha prazo para concluir a instrução processual e julgar em definitivo a presidenta, os membros da comissão pretendem retomar os trabalhos logo. A expectativa de Lira é que até sexta-feira (13) um rito da nova fase esteja definido, com um cronograma para os próximos passos.
Ele não sabe ainda se os senadores vão se reunir de segunda a sexta-feira, ou em dias específicos e nem se vão incluir na análise do processo outros fatos além dos que foram colocados na denúncia aceita pelo presidente da Câmara dos Deputados. A votação dos requerimentos para oitiva de testemunhas e juntada de documentos aos autos deve começar na próxima semana.
Presidente do STF
Na nova etapa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, passa a ser o presidente do processo, sendo também a última instância de recursos na Comissão Processante. “O processo volta para a comissão, sendo que a instância máxima será o presidente do STF. Se houver alguma questão de ordem que eu indeferir, o recurso será apresentado a ele. Ele passa a ser o presidente do julgamento do impeachment”, explicou o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
Afastamento
Com a abertura do processo no Senado, Dilma Rousseff é afastada do exercício do cargo por até 180 dias. A presidenta poderá apresentar defesa em até 20 dias. O vice-presidente Michel Temer assume o comando do Executivo até o encerramento do processo. A comissão pode interrogar a presidenta, que pode não comparecer ou não responder às perguntas formuladas.
Intervenção
Há a possibilidade de intervenção processual dos denunciantes e do denunciado. Ao fim, defesa e acusação têm prazo de 15 dias para alegações finais escritas.
Segunda votação em plenário
Depois que a comissão votar o novo parecer, o documento é lido em plenário, publicado no Diário do Senado e, em 48 horas, incluído na ordem do dia e votado pelos senadores. Para iniciar a sessão são necessários mais da metade dos senadores (41 de 81). Para aprovação, o quórum mínimo é de mais da metade dos presentes.
Recursos
A presidente da República e os denunciantes são notificados da decisão (rejeição ou aprovação). Cabe recurso para o presidente do Supremo Tribunal Federal contra deliberações da Comissão Especial em qualquer fase do procedimento. 
Decisão final
A votação no Senado, desta vez, é comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.
Na votação final no Senado, os parlamentares votam sim ou não ao questionamento do presidente do STF, que perguntará se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade no exercício do mandato.
As partes poderão comparecer pessoalmente ou por intermédio de seus procuradores à votação. Para iniciar a sessão é necessário quórum de 41 dos 81 senadores. Para aprovar o impeachment é preciso maioria qualificada, ou seja, são exigidos votos de dois terços dos senadores presentes. Se estiverem os 81, esse mínimo é 54.
Se o parecer for rejeitado, Dilma é absolvida, o processo é arquivado e ela reassume o cargo. Se for condenada, Dilma é destituída e fica inabilitada para exercer função pública por oito anos. Michel Temer, então, assume a presidência do país até o final do mandato.
* Matéria alterada às 9h26 para ajuste de informações com relação à segunda votação no plenário







quarta-feira, 11 de maio de 2016

Dez tragédias acompanhadas ao vivo


segunda-feira, 9 de maio de 2016

MBL - Movimento Brasil Livre


Movimento Brasil Livre (MBL) é um movimento social brasileiro que defende o liberalismo[3] [4]e o republicanismo, fundado em 2014.[5] [6]
O grupo tem sua sede nacional em São Paulo, e realiza frequentes protestos e ações políticas em todo país. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o Movimento Brasil Livre (MBL) foi o principal responsável pela convocação das manifestações do dias 15 de março e 12 de abril de 2015.[7] Segundo o The Economist, foi "fundado no último ano para promover as respostas do livre mercado para os problemas do Brasil".[8] Em seu manifesto, o MBL cita cinco objetivos: "imprensa livre e independente, liberdade econômica, separação de poderes, eleições livres e idôneas e fim de subsídios diretos e indiretos a ditaduras".[9]
Formado em sua maioria por jovens com menos de 30 anos, seus integrantes são conhecidos pelo estilo de suas roupas e por seus discursos incisivos, sendo comparados a uma banda de indie rockpelo jornal El País.[10] [11] Segundo a revista Época, do Grupo Globo, nos protestos do dia 16 de agosto de 2015 suas lideranças se consolidaram entre a população como celebridades da política brasileira.[12]
Desde janeiro de 2015 o MBL está sofrendo uma ação de despejo de sua sede, que é compartilhada com uma produtora de vídeos que faz campanhas políticas. Um de seus líderes, Renan Antônio Ferreira dos Santos, sofre processos na justiça desde 1998 e é réu em mais de 60 processos judiciais.[13]

Fundação

O MBL surgiu em 1º de novembro de 2014, quando promoveu sua primeira manifestação, reunindo cerca de 5.000 pessoas no Masppela investigação e punição dos envolvidos no escândalo apurado pela Operação Lava Jato, e pela liberdade de imprensa, depois da sede do Grupo Abril ter sido vandalizada em outubro do mesmo ano.[14]

Manifestações de 15 de março, 12 de abril e 16 de Agosto


As manifestações populares que ocorreram em diversas regiões do Brasil tiveram como principais objetivos protestar contra o Governo Dilma Rousseff e a corrupção.[15] [16] [17] Reuniram centenas de milhares de pessoas nos dias 15 de março, 12 de abril e 16 de Agosto[18] e, segundo algumas estimativas, foram a maior mobilização popular no país desde o início da Nova República.[19] [20] No dia 15 de março, ocorreram protestos em todos os estados brasileiros, em ao menos 160 cidades.[21] Os estados de São PauloRio Grande do SulSanta CatarinaParaná e Rio de Janeiro registraram as maiores adesões, enquanto os estados do Norte e do Nordeste tiveram menor índice de participação.[19] Em Palmas, por exemplo, não houve protestos.[22]Também foram registrados protestos em seis cidades do exterior:Buenos AiresLondresLisboaMiamiMontreal e Nova York.[23] [24][25] As estimativas totais de participantes variam. Enquanto as polícias militares estimam entre 1 400 000 e 2 400 000, os organizadores afirmam que estiveram presentes 3.600.000 pessoas.[21]

Marcha pela Liberdade

Após os últimas manifestações, o MBL iniciou uma marcha de São Paulo até Brasília, pleiteando o impeachment de Dilma Rousseff. Chamada de "Marcha pela Liberdade", saiu de São Paulo no dia 24 de abril e percorreu três estados e mais de mil quilômetros, ao longo de 33 dias, chegando a Brasília em 27 de maio[26] e ingressando com um pedido de impeachment contra a presidenta no Congresso Nacional.[26] Os manifestantes foram recebidos por líderes da oposição no Congresso Nacional e, em seguida, se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Durante a marcha, o ator Kim Kataguiri, um dos líderes do MBL sofreu um atentado quando um motorista atingiu o carro que dava apoio ao grupo na estrada.[26]

Posicionamentos

O MBL define suas posições em diversas áreas conforme:
"Quanto à Organização do Estado: descentralização administrativa e real federalismo; redução drástica da carga tributária; simplificação dos impostos; fim da progressividade tributária e das cobranças em cascata.
Quanto aos Direitos Individuais: o direito de propriedade é o direito individual essencial e não pode ser relativizado em nenhuma hipótese. Negamos a função social da propriedade e a função social dos contratos. A liberdade de escolha do indivíduo não pode ser suprimida, salvo em caso de lesão ao direito de outrem. Defendemos, ainda, a descriminalização dos “crimes sem vítima”; legalização de jogos de azar; fim do alistamento militar obrigatório; fim da discriminação oficial estabelecida pelo sistema de cotas; garantia do direito à posse e porte de arma; reforma política ampla, liberdade para criação de partidos, inclusive regionais, correção da proporcionalidade na Câmara dos Deputados, fim do fundo partidário e fim do voto obrigatório.
Quanto aos Serviços Públicos: progressiva retirada do Estado da prestação de serviços públicos, tais como educação, saúde, infra-estrutura, administração presidiária, entre outros. Defendemos a participação e o investimento privado na prestação de tais serviços.
Quanto ao Sistema Econômico: eliminação dos controles de salários, preços, aluguéis, lucros, produção e juros; fim do favorecimento público a setores privados da economia; plena liberdade econômica; fim dos monopólios estatais; privatização das empresas públicas e sociedades de economia mista; fim da interferência governamental nas relações trabalhistas com total liberdade entre as partes; liberdade de organização sindical; livre mercado com circulação de bens, produtos e serviços."[27] O MBL se define publicamente como um movimento liberal e republicano, político, porém apartidário. Em prol do livre mercado, da redução do Estado e em defesa do direito natural, do império da lei enquanto a organização coletiva do direito individual de legítima defesa.[9]

Pautas atuais

Oficialmente suas pautas atuais são: "O Impeachment imediato da presidente Dilma Rousseff; Redução do número de ministérios pela metade; Fim da fraude orçamentaria; Saida do Ministro do Supremo Tribunal Dias Toffoli do colegiado julgador da Operação Lava Jato; CPI do programa mais médicos; CPI do BNDES; Ajuste fiscal sem aumento de impostos; Repúdio ao Foro de são Paulo; Concessão de asilo político a Leopoldo López; fim das verbas de publicidade estatal."[28]

Raizes ideológicas

Em seu Manual, o movimento cita como fontes teóricas, o liberalismo brasileiro de Meira Penna, a doutrina econômica de Friedrich Hayek eLudwig von Mises, a defesa do império da lei de Frédéric Bastiat e a ciência política de Eric VoegelinEdmund BurkeRussell Kirk e deJosé Ortega y Gasset.[29]

Controvérsias

Em artigo na revista Sputnik Internacional, o economista brasileiro e presidente da REGGEN Theotonio dos Santos afirma que o movimento foi financiado pela CIA como parte da "guerra psicológica" da agência na América Latina.[30] Durante os Protestos antigovernamentais no Brasil em 2015, a rede de televisão estatal venezuelana TeleSUR publicou artigos afirmando que o Movimento Brasil Livre era financiado pelos empresários liberais americanos Charles e David Koch.[31] [32] Algumas publicações sugerem que o movimento faz parte de uma ação da CIA financiada por magnatas como George Soros, Warren Buffet e Jorge Paulo Lemann, o que evidenciaria ameaças à consciência de classe.[33] [34] [35]

Após Kim Kataguiri e outra participante da Marcha Pela Liberdade, em maio de 2015, terem sido atropelados próximo à cidade de Alexânia (GO),[36] o Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) levantou a suspeita de que o MST agiu no atropelamento.[37] E em Julho a deputadaJandira Feghali (PC do B-RJ) acusou o movimento em entrevistas de receber financiamento internacional.[38] Os responsáveis pelo MBL afirmam apenas que ele é financiado pela contribuição financeira de seus seguidores e por recursos pessoais para promover seus atos e divulgá-los nas redes sociais.[39]
Durante a discussão do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados, em 16 de abril de 2016, quando o acesso à Camara estava restrito, seus líderes entraram no plenário com crachás fornecidos irregularmente pelos deputados oposicionistas Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Pauderney Avelino, líder do DEM.[40]

Kim Patroca Kataguiri

Kim Patroca Kataguiri, um dos mais famosos articuladores do Movimento Brasil Livre, tornou-se recentemente colunista do jornal Folha de S.Paulo.[41] O rapaz, que afirma ter sido surpreendido com um convite para fazer parte do PSOL no ano de 2015, alcançou a fama após ser entrevistado por revistas de grande circulação no país, onde teceu comentários explicando sua visão acerca da política nacional. Ao mencionar suas qualificações, Kim afirmou ter abandonado o curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do ABC,[42]alegando que "sabia mais que o professor, que não conhecia nemMilton Friedman, e o pessoal me chamava de reacinha".[43] [44]
Em resposta aos comentários de Kataguiri, o professor Ramon Vicente Garcia Fernandez, coordenador do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do ABC, concedeu entrevista aoportal iG esclarecendo que o curso possui disciplinas que passam pelos economistas liberais e que Kataguiri não teve contato com qualquer professor de Ciências Econômicas da Universidade. O coordenador explicou que ele foi apenas aluno de bacharelado em Ciências e Humanidades, curso de ingresso na Universidade Federal do ABC, ao término do qual é possível escolher matricular-se nos cursos de Filosofia, Ciências Econômicas e Políticas Públicas.[6] [45]

Renan Antônio Ferreira dos Santos

Filiado ao PSDB de 2010 a 2015, Renan é réu em mais de 60 processos de ações cíveis e trabalhistas. Com problemas na justiça desde 1998, ele é acusado de fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações por danos morais, cujos valores indenizatórios somam pelo menos R$ 4,9 milhões. Ele nega todas as acusações e condenações à revelia.[13]

Ver também

Fonte: Wikipedia
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sábado, 7 de maio de 2016

Cinema 2.016 - A lenda de Tarzan


The Legend of Tarzan (A Lenda de Tarzan), é um filme de acção/aventura realizado por David Yates, baseado no personagem Tarzan, criado por Edgar Rice Burroughs. The Legend of Tarzan é co-produzido por Jerry Weintraub, e escrito por Stuart Beattie, Craig Brewer, John Collee e Adam Cozad. Tem a participação de Alexander Skarsgård como Tarzan, Samuel L. Jackson, Margot Robbie, Djimon Hounsou e Christoph Waltz.

A fotografia começou em Junho de 2014 nos estúdios da Warner em Leavesden no Reino Unido. A Warner Bros. Pictures, Village Roadshow Pictures e Jerry Weintraub Productions estão a co-produzir o filme com a Dark Horse Entertainment e Riche Productions. Tem lançamento previsto para 1 de julho de 2016 em 3D e IMAX 3D. O filme é dedicado a Weintraub, que faleceu em 6 de julho de 2015.

Sinopse:

Já se passaram muitos anos desde que o homem conhecido como Tarzan (Alexander Skarsgård) deixou as selvas de África para viver em Londres como John Clayton III, Lorde Greystoke, e a sua esposa, Jane Porter (Margot Robbie). Agora, foi convidado para regressar ao Congo para servir como emissário do Parlamento, sem se perceber que é apenas um peão numa convergencia letal de ganancia e vingança, engendrada pelo corrupto Capitão Rom (Christoph Waltz).

Elenco:

Alexander Skarsgård como John Clayton III, Lord Greystoke/Tarzan. Sobre o seu personagem, Skarsgård disse "é sobre um homem que está preso ao passado e que, lentamente, vai se descobrindo, ficando num estado mais selvagem, permitindo que esse lado da sua personalidade venha a tona". Para ficar na forma de Tarzan, Skarsgård esteve quatro meses em regime de treino, antes de começarem a produção da fotografia.

Rory J. Saper como jovem Tarzan
Margot Robbie como Jane Porter
Ella Purnell como Jovem Jane Porter
Samuel L. Jackson como George Washington Williams
Christoph Waltz como Captain Rom um capitão belga impiedoso e corrupto.
Djimon Hounsou como Chief Mbonga
John Hurt como Prof. Archimedes Q. Porter, pai de Jane, sogro de Tarzan.
Simon Russell Beale
Osy Ikhile
Casper Crump como Capt. Kerchover
Ashley Byam

Ficha Técnica

Realização - David Yates

Produção:
David Yates
David Barron
Mike Richardson
Alan Riche
Jerry Weintraub

Argumento:
Stuart Beattie
Craig Brewer
John Collee
Adam Cozad

Baseado em Tarzan de Edgar Rice Burroughs
Elenco Alexander Skarsgård
Samuel L. Jackson
Margot Robbie
Djimon Hounsou
Christoph Waltz

Música - Mario Grigorov

Cinematografia - Henry Braham

Edição - Mark Day

Companhia(s) produtora(s):

Village Roadshow Pictures
RatPac-Dune Entertainment
Jerry Weintraub Productions
Dark Horse Entertainment
Riche Productions

Distribuição - Warner Bros. Pictures

Lançamento - 1 de julho de 2016

Orçamento - $180 milhões

Wikipedia

trailer legendado 

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Cinema 2.016

O bom gigante amigo

Um espião e meio

Cinema 2.015




quinta-feira, 5 de maio de 2016

terça-feira, 3 de maio de 2016

She drives me crazy - Fine Young Cannibals


I can't stop
the way I feel
Things you do
don't seem real
Tell you what I got in mind
'cause we're runnin' out of time
Won't you ever set me free?
This waitin' 'rounds killin' me

She drives me crazy
like no one else
She drives me crazy
and I can't help myself

I can't get
any rest
People say
I'm obsessed
Everything that's serious lasts
But to me there's no surprise
What I have, I knew was true
Things go wrong, they always do

She drives me crazy
Like no one else
She drives me crazy
And I can't help myself

I won't make it,
On my own
No on likes,
To be alone

She drives me crazy
Like no one else
She drives me crazy
And I can't help myself

Uh huh huh

She drives me crazy
Like no one else
She drives me crazy
And I can't help myself

Uh huh huh

She drives me crazy
Like no one else
She drives me crazy
And I can't help myself

Tradução:

Eu não posso parar do jeito que me sinto
As coisas que você faz não parecem reais
Te contei o que eu tinha em minha mente
Porque nós estamos nos afastando fora do tempo
Você sempre vai me deixar livre?
Só esperar está me matando

Refrão:

Ela me leva a loucura
Como ninguém... Ohh
Ela me leva a loucura
Eu não posso ajudar a mim mesmo

Eu não posso descansar
Pessoas dizem que eu estou obcecado
Tudo é sério
Mas para mim não há surpresa

O que eu tenho é fatal, mas é verdade
As coisas estão erradas, mas eles sempre fazem

Refrão:

Ela me leva a loucura... Ohh
Como ninguém
Ela me leva a loucura
Eu não posso ajudar a mim mesmo

Eu vou fazer do meu jeito
Ninguém gosta de ficar sozinho

Ela me leva a loucura... Ohh
Como ninguém... Yeah
Ela me leva a loucura
Eu não posso ajudar a mim mesmo... Ohh Yeah

Ela me leva a loucura
Como ninguém
Ela me leva a loucura
Eu não posso ajudar a mim mesmo

letras.mus.br - letra e vídeo

Mais músicas

Maria Magdalena - Sandra Cretu



If wishes came true - Sweet Sensation


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Somos escravos da dívida



Neste episódio de 'Keiser Report', Max e Stacy falam dos escravos da dívida, mais obedientes e servis na medida em que a dívida aumenta, enquanto que aqueles que são os donos dessas dívidas não param de enrriquecer. Na segunda parte, Max entrevista Andy Johnson, do site ClearChat.com, com o qual fala sobre a criptografia e autenticação na era pós pós-Snowden. Eles discutem o meio bilhão de dólares "roubado" das empresas anualmente através da pirataria e como sua empresa pode impedir isso.

"Eu libertei mil escravos, e eu poderia ter libertado mais mil se eles mesmos reconhecessem que eram escravos." Dizia Harriet Tubman, lembra Max Keiser. "Somos escravos desse sistema da dívida", acrescenta Stacy Herbert, antes de exibir vários titulares da mídia que  destacam esta declaração.

Keiser diz que "as razões pelas quais as pessoas odeiam o [prefeito de Londres] Boris Johnson, o chanceler britânico do Tesouro (George Osborne) ou o primeiro-ministro britânico (David Cameron) são consequência da dívida". "Osborne dobrou a dívida britânica, atualmente está em cerca de 1,6 bilhões de libras. E ambas as universidades de má qualidade cobram taxas exorbitantes, além dos médicos universitários de saúde pública que decidiram entrar em greve como o colapso dos transportes no Reino Unido, devido ao mesmo problema: a necessidade urgente para pagar uma dívida que Osborne está aumentando ", anaisa o co-apresentador.

"O Reino Unido está disposto a destruir o tecido social para alimentar a dívida pública que continua a crescer", lamenta Keiser. "Eles querem incentivar mais dívida ainda, porque quanto mais dívida uma pessoa tem, mais obediente e servil ela se torna", reclama Herbert. "É o chamado "neo-feudalismo "Isso é o os britâncios fazem de mehor; o feudalismo da II Guerra Mundial  foi uma exceção", brinca Keiser.

Além disso, ambos os apresentadores discutiram a situação dos EUA onde, diz Herbert, "a crise financeira eclodiu como resultado da crise das hipotecas,que permanece, curiosamente, sendo um problema". De acordo com Keiser, a Goldman Sachs projetou "toda esta catástrofe": "Não só vendeu hipotecas fraudulentass aos seus próprios clientes, mas também apostou contra eles para beneficiar-se da sua ruína e mentiu descaradamente aos órgãos reguladores."

Video


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Cinema 2.016 - Um espião e meio



Central de Inteligência - Um espião e meio - é um filme americano de  comédia e ação, dirigido por Rawson Marshall Thurber e escrito por Thurber, Ike Barinholtz e David Stassen. O filme é estrelado Dwayne Johnson e Kevin Hart e está programado para ser lançado em 17 de junho de 2016.

Sinopse:

Bob Stone (Dwayne Johnson), um brutamontes que cresceu para ser um perigoso agente da CIA, chega para a sua reunião de colégial. Afirmando ser um caso ultra-secreto, ele conta com a ajuda do antigo "grande homem no campus" ( Kevin Hart ), agora um contador que perdeu seus dias de glória. Os dois entram num mundo de tiroteios, traições e espionagem que poderia levá-los a morte.

Elenco:

Dwayne Johnson as Bob Stone
Kevin Hart as Calvin
Amy Ryan
Aaron Paul
Danielle Nicolet as Maggie
Timothy John Smith as Agent Nick Green
Megan Park as Lexi

Ficha Técnica:

Directed by Rawson Marshall Thurber

Produced by:

Scott Stuber
Peter Principato
Paul Young
Michael Fottrell

Written by:
Rawson Marshall Thurber
Ike Barinholtz
David Stassen

Story by:
Ike Barinholtz
David Stassen

Starring:
Dwayne Johnson
Kevin Hart
Amy Ryan
Aaron Paul

Music by:

Theodore Shapiro
Ludwig Göransson

Cinematography - Barry Peterson

Edited by:

Michael L. Sale
Brian Olds

Production:

New Line Cinema
Bluegrass Films
Principato-Young Entertainment
RatPac-Dune Entertainment

Distributed by

Warner Bros. Pictures
(United States)
Universal Pictures
(International)

Data de estreia:

17 de Junho 2016 (EUA - United States)

País da produção - EUA - United States

Língua - Inglês

Wikipedia 

Trailer legendado

Trailer legendado 02

Cinema 2.01

 Popstar

Como eu era antes de você

cinema 2.015


segunda-feira, 25 de abril de 2016

If wishes came true - Sweet Sensation



All alone silence fills my room

But in a memory, I hear you calling me

Close my eyes and I'm there with you

Like it was yesterday, but then it fades away

Take me back, turn back the hands of time

When you kissed me in the warm September rain

Back before my heart was filled with pain

If only we could be in love that way agan

If wishes came true

Then all the dreams at night of love were real

I'd be holding you

If wishes cam true

Then I would be that someone always special in your heart

And we would still be lovers, not apart

If wishes came true

Now you're gone and I'm on my own

Feeling lost inside since you said good-bye

In my dreams I still feel your touch

Lying next to me, feeling ecstacy

Take me back, turn back the hands of time

When you kissed me in the warm September rain

Back before my heart was filled with pain

If only we could be in love that way again

If wishes came true

Then all the dreams at night of love were real

I'd be holding you

If wishes came true

Then I would be that someone always special in your heart

And we would still be lovers, not apart

If wishes came true

I love you madly

I need you badly

Give our love one more chance

If wishes came true

Then all the dreams at night of love were real

I'd be holding you

If wishes came true

Then I would be that someone always special in your heart

And we would still be lovers, not apart

If wishes came true

Tradução:

Sozinho o silêncio preenche o meu quarto

Mas em uma lembrança, eu ouço você me chamar

Fecho os meus olhos e estou lá com você

Como se fosse ontem, mas depois isto desaparece

Me leve de volta, de volta pras mãos do tempo

Quando você me beijou naquele setembro quente e chuvoso

Antes que meu coração se encha de dor

Só a gente pode se apaixonar assim outra vez

Se os desejos se tornassem reais

Todos os sonhos da noite de amor que sonhei seriam reais

Eu estaria te abraçando

Se os desejos se tornassem reais

Eu seria alguém especial em seu coração

E nós ainda seremos amantes, nunca separados

Se os desejos se tornassem reais

Agora você se foi e estou sozinha

Me sentindo perdida desde que você me disse adeus

Em meus sonhos eu posso ainda sentir seu toque

Deitado perto de mim, sentindo o extâse

Me leve de volta, de volta pras mãos do tempo

Quando você me beijou naquele setembro quente e chuvoso

Antes que meu coração se encha de dor

Só a gente pode se apaixonar assim outra vez

Se os desejos se tornassem reais

Todos os sonhos da noite de amor que sonhei seriam reais

Eu estaria te abraçando

Se os desejos se tornassem reais

Eu seria alguém especial em seu coração

E nós ainda seremos amantes, nunca separados

Se os desejos se tornassem reais

Eu te amo loucamente

Eu preciso de você loucamente

Dê ao nosso amor mais uma chance

Se os desejos se tornassem reais

Todos os sonhos da noite de amor que sonhei seriam reais

Eu estaria te abraçando

Se os desejos se tornassem reais

Eu seria alguém especial em seu coração

E nós ainda seremos amantes, nunca separados

Se os desejos se tornassem reais

letras.mus.br

video em inglês 

video clip legendado

Mais músicas

I will  always love you - Whitney Houston

All out of love  - Air Supply