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quarta-feira, 11 de maio de 2016
sábado, 2 de maio de 2015
A história de Zé Pequeno
"Dadinho é o c******. Meu nome é Zé Pequeno.
Eu estava olhando a quantidade de empresas de comunicação que publicaram a notícia bombástica de Dadinho, ou Zé Pequeno, para os mais íntimos lá do morro. Eu pensei comigo, se ele cobrasse cachê por entrevista ou direito de imagem, ele estaria rico, não que a riqueza resolvesse o problema dele. Isso é muito irônico porque grande parte dessas empresas pertence a bilioários que não sentem essa desigualdade e a importância da educação.
Dadinho é um personagem que ficou conhecido mundialmente através do filme "Cidade de Deus", é o personagem mais dramático do filme, aquele que segue para a vida do crime, comandando os pontos de tráfico do morro, tornando-se o bandido perigoso conhecido por Zé Pequeno.
Quando Dadinho nega o nome, pretende mudar sua vida, e muda, infelizmente para pior. Na vida real não é diferente, visto que é real.
Na vida real, ele tem nome famoso, Sabino, igual ao do escritor que gostava de escrever comédias, Fernando Sabino, aquele que escreveu "O Homem Nu", um burguês que está nú, mas que tem de tudo: casa, família, etc.
Dadinho não vive nú porque a sociedade não permitiria, entretanto, não tem nada, e tentou mudar de nome na esperança de mudar seu destino, mas a expectativa de vida no morro é bem conhecida.
Dadinho foi ajudado por Fernando, não o escritor de comédias, mas o diretor do filme "Cidade de Deus". Fernando Meireles achou que estava fazendo a coisa certa, mas não notou que Dadinho não precisava de emprego, dinheiro ou casa, Dadinho precisava aprender a viver. Sem aprender a viver, Dadinho caiu na armadilha mortal do vício e se tornou famoso "Zé pequeno".
Assim, a história que já ouvimos tantas vezes se repete, mas isso não tem importância no país do grande irmão, onde o controle da sociedade e a invasão de privacidade são mais importante que a educação social. Assim como Pixote, Dadinho começa a ver sua vida se confundindo com a ficção, sem conseguir mudar o final que todos nós sabemos qual é.
Mas Dadinho resiste a vida de Zé Pequeno e tem esperança de ser apenas Rubens Sabino, assim como vários Fernando Ramos da Silva nunca conseguiram. Rubens Sabino tem esperança e uma passagem para Portugal, país em crise, mas não maior que a crise de sua vida. Ele espera poder viajar em junho e faltam menos de dois meses, mas dois meses são uma eternidade na cracolêndia, um pedacinho do inferno, como ele mesmo diz.
Rubens Sabino tem esperança de vida, então, a melhor oração para esses dois meses que faltam é o Salmo 23 - o Salmo da vida.
By Jânio
Salmo 23 - O salmo da vida
Pixote - Ficção, realidade e tragédia
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Tragédia do avião na Ucrânia deveria ser na Rússia
Boeing da Malásia deveria ter caído em território russo depois de ser abatido por um avião militar ucraniano, e os militares americanos sabiam, dizem especialistas russos.
Um avião militar ucraniano, como o Su-25 é capaz de alcançar, em um curto período de tempo, a altitude de 10 km, altura em que estava o MH17.
De acordo com o ex-comandante da Força Aérea da Rússia, Vladimir Mijailov, citado pela agência Itar-Tass, um desses aviões não poderia entrar na rota do tráfego aéreo civil de dez quilômetros de largura, uma vez que seria uma manobra também detectável.
Foi por isso que o centro de controle de vôo na cidade ucraniana de Dnepropetrovsk ajudou, ordenando ao Boeing que desviasse para a esquerda, na direção do Su-25.
"O problema é que o voo do Boeing a 900 quilômetros por hora, uma velocidade inalcançável para o Su-25, nesta altitude. Mas se o avião se aproximou do Su-25, a única coisa que restaria fazer é guiar o avião para o objetivo, até os sensores do míssil P-60M. A distância ideal para o ataque é de 3-5 km, que foi mencionado na reunião do Ministério da Defesa", disse Mijáilov em um programa do Canal 1 da TV russa.
"Obviamente, os organizadores deste terrível ataque terrorista esperavam que o avião caísse em território russo", disse o especialista.
Mijáilov mostrou-se seguro de que o Boeing-777 fora abatido assim e não mediante um sistema de defesa anti-aéreo Buk, de acordo com outras versões.
"O Buk teria feito mais danos", disse ele.
Satélites americanos:
Outro especialista, Igor Korotchenko, editor da revista Defesa Nacional, tem a mesma opinião e acredita que EUA sabem a verdade.
"O leste da Ucrânia é vigiado 24 horas por dia por vários satélites americanos, que está distribuído em diferentes altitudes e métodos de reconhecimento. Porque não publicam suas informações? simplesmente porque sabem que o verdadeiro culpado são as Forças Armadas da Ucrânia. "frisou.
Segundo ele, reconhecer isso seria fracassar depois de todos os esforços e bilhões investidos em um projeto destinado a reconfigurar o cenário política da Ucrânia.
A este respeito, o perito prestou atenção à forma como se tem mudado o tom da inteligência americana: ninguém acusa a Rússia, apenas atribuem certa responsabilidade política.
"Não há nenhuma evidência contra a Rússia ou Novorossia, mas há vestígios da Ucrânia", disse ele.
Controladores e a defesa anti-aérea
O ex-Chefe do Estado Maior da Defesa Aérea, Alexander Maslov, acredita que o comitê internacional de investigadores da tragédia deve processar Kiev para que entregue as gravações das conversas entre controladores de voo ucranianos e a tripulação do Boeing, bem como as conversas entre as unidades da defesa anti-aérea ucraniana, localizada ao longo do curso do vôo NH17 onde ocorreu a tragédia.
"Os militares ucranianos tem esta informação. Este sistema não mudou desde os tempos da União Soviética e sempre funcionou perfeitamente. Certamente, os especialistas estrangeiros também sabem disso", disse o tenente-general.
Fonte: RT-TV
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sábado, 19 de julho de 2014
Dez mistérios queda do avião na Ucrânia
Em declarações à RT, o vice-ministro de Defesa russo, Anatoly Antonov, criticou os países que acusam a Rússia de participar da suposta derrubada do vôo MH17 sem apresentar nenhuma evidência, e pede para a Ucrânia responder a 10 perguntas.
O vice-ministro russo da Defesa, Anatoly Antonov disse: "não consigo entender como alguns países ocidentais concluíram, em menos de '24 horas após o acidente' e sem apresentar qualquer evidência para respaldar suas afirmações de que a Rússia participou no acidente do voo MH17 da Malaysia Airlines que matou cerca de 300 pessoas.
O funcionário russo lamenta que a mídia ocidental tenha difundido tais informações. "Eu acho que isso é parte de uma guerra midiática que começou contra a Rússia e suas Forças Armadas", disse Antonov. Segundo ele, em vez de usar o acidente como pretexto para culpar injustamente a Rússia, a tragédia deveria ser usada como uma possibilidade de retomar a cooperação e tentar evitar tais tragédias no futuro.
"Eu gostaria de fazer algumas perguntas aos meus colegas das Forças Armadas da Ucrânia", disse Antonov em entrevista à RT:
01. Imediatamente após a tragédia, as autoridades ucranianas, naturalmente, atribuíram a responsabilidade à auto-defesa ucraniana. Em que se baseiam para fazer essas acusações?
02. Kiev pode explicar em detalhes como é que se usa lançadores de mísseis Buk (um sistema russo equipado com mísseis terra-ar) em uma área de conflito? E por que esses sistemas estariam ali, considerando que as forças de auto-defesa não tem nenhum avião?
03. Porque as autoridades ucranianas não fazem nada para formar uma comissão internacional? Quando esta comissão vai começar o seu trabalho?
04. Permitiriam as Forças Armadas da Ucrânia a entrada de investigadores internacionais para fazer um inventário de seus mísseis ar-ar e terra-ar, incluídos os já lançados?
05. A comissão internacional terá acesso aos dados dos movimentos dos aviões de guerra ucranianos no dia da tragédia, através de fontes confiáveis?
06. Porque os controladores de tráfego aéreo ucranianos permitiram que o avião se desviasse da rota normal que fazia ao norte, para fazer a rota chamada "zona de operação anti-terrorista"?
07. Porque o espaço aéreo sobre a zona de guerra não foi fechado para voos civis, considerando que a área não estava totalmente coberta pelos sistemas de navegação de radar?
08. Como pôde Kiev comentar oficialmente as palavras difundidas nos meios de comunicação sociais por um suposto controlador de tráfico aéreo espanhol que trabalhava na Ucrânia, sobre a presença de dois aviões militares ucranianos voando ao lado do Boeing 777, no território da Ucrânia?
09. Porque o Serviço de Segurança da Ucrânia começou a trabalhar com as gravações das comunicações entre os controladores de tráfego aéreo e a tripulação ucraniana do Boeing, e com os sistemas de armazenamento de dados de radares ucranianos, sem esperar pelos investigadores internacionais?
10. Que lições aprendeu a Ucrânia de um acidente semelhante em 2001, quando um avião russo, Tu-154, caiu no Mar Negro? Naquela época, as autoridades ucranianas negaram qualquer envolvimento por parte das Forças Armadas da Ucrânia, até que uma evidência irrefutável demonstrou que Kiev era oficialmente culpado.
Fonte: RT-TV
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domingo, 27 de janeiro de 2013
Tragédia de Santa Maria
O elevado número de mortos no incêndio em Santa Maria, RS, na madrugada de domingo, em uma discoteca, teria ocorrido devido ao fato dos guardas do estabelecimento inicialmente terem fechado as portas para impedir que as pessoas não pagassem.
Até agora já foram confirmados 233 mortes na tragédia, segundo o comandante do corpo de bombeiros, Guido de Melo, com referência ao depoimento de testemunhas. As trágicas consequências dessa tragédia se deve a irresponsabilidade de sua segurança, que fecharam as portas do estabelecimento para impedirem as pessoas de não pagarem ingressos, segundo a mídia local.
Segundo informações, haviam pelo menos 2.000 pessoas no estabelecimento, no momento do incidente e, segundo as testemunhas que sobreviveram, a porta da discoteca era muito pequena para tantas pessoas.
As testemunhas também observaram que as chamas se espalharam muito rápido no interior do clube. "O fogo se espalhou rapidamente. Desde o início, estava perto da saída quando comecei a ver fumaça. Então, as pessoas começaram a sair, desesperadas", relatou Luana Santos Silva.
Outro sobrevivente mencionou que as chamas começaram "no teto, em frente ao palco."
Para Aline Santos Silva, 29 anos, o desespero das pessoas contribuiu para que o incidente tenha sido tão trágico. "Eu acho que houve muito pânico, principalmente porque não havia sinais indicando onde era a saída de emergência. com as pessoas empurrando demais, a situação só piorou", disse ela.
Entretanto, Aline ressaltou que os serviços de emergência não demoraram em chegar ao local. "O serviço de emergência foi muito rápido. Chegaram as ambulâncias e a polícia. As equipes de emergência tentaram quebrar as paredes do clube para retirar as pessoas", disse ela.
Fonte: RT-TV
Imagem: AFP
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