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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Espírito da alma



Origem do nome - Hebraico e Latino

Influências - Teologia, Filosofia

Definição - Um ser vivo distinto do corpo.

Conhecida por ser imortal


Nota: Para outros significados, veja Alma (desambiguação).

Alma é um termo derivado do hebraico nephesh, que significa vida ou criatura, e também do latim animu, que significa "o que anima".

Na religião possui grande importância, sendo o motivo de haver capacidade ao indivíduo a fazer e viver coisas e momentos complexos. Foi discutida e citada na filosofia.

Comentário: "A relação com o hebraico é mais importante, por isso a alma tem muito a ver com religião."


Na Teosofia, a alma é associada ao 5º princípio do Homem, Manas, a Alma Humana ou Mente Divina. Manas é o elo entre o espírito (a díade Atman-Budhi) e a matéria (os princípios inferiores do Homem).

Assim, a constituição sétupla do Homem, aceita na Teosofia, adapta-se facilmente a um sistema com três elementos: Espírito, alma e corpo. Sendo a alma o elo entre o Espírito e o corpo.

Comentário - "A partir da constituição do ser humano completo, corpo, alma e espírito, é difícil não lembrar de Pai, Filho e Espírito Santo. Nessa constituição, Jesus é o corpo, Deus é a alma e o Espírito Santo é o que os une.

A divisão da alma, corpo e espírito, é extremamente complexa, não para o entendimento mas, principalmente, para a crença. Algumas pessoas nem conseguem distinguir o espírito do corpo, quanto mais a alma do espírito, o que seria quase impossível.

Apesar disso, a filosofia popular apresenta constantemente esses conceitos,  e nem há necessidade de distinção, identificação, já que para sermos pessoas íntegras deveremos nos preocupar com as três partes."

De uma forma geral, a ciência moderna estuda o homem sem fazer referências a uma alma imaterial, uma vez que, se existe, não pode ser observada nem medida pelos instrumentos atuais. Apesar disso, alguns cientistas têm tentado encontrar evidências da existência e da natureza da alma humana. Muitas das pesquisas científicas nesse assunto vão em direção das experiências de quase-morte, porém não existem provas conclusivas para a ciência moderna de que realmente os pacientes saíram do próprio corpo, ou se sofreram de alucinações. Há também alguns cientistas como Ian Stevenson e Brian Weiss que conduziram estudos de caso sobre crianças narrando experiências anteriores ao nascimento, e que poderiam sugerir uma possibilidade de reencarnação (portanto, existência da alma), embora não tenham demonstrado pelo processo científico como isto poderia ocorrer. Tampouco descartavam hipóteses como as narrativas serem fruto da imaginação.

Comentário: "Fica claro que a ciência não poderia explicar a existência da alma, principalmente depois que as ciências se distinguiram das ciências ocultas. Talvez fosse o caso das ciências estudarem a si mesmas, procurarem a sua própria alma, nas ciências ocultas.

Na questão da Quarta Dimensão, a ciência conseguiu quebrar essa barreira entre o material e o imaterial, contudo, na questão da alma ela hesita justamente para não ceder espaço para a religião."

A neurociência é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso. Muitas descobertas da neurociência trazem intrigantes fatos a respeito da mente.

Comentário: "A neurociência tem evoluído muito mas está muito limitada, apesar disso, foi importante na humanização dos tratamentos mentais."

O estudo de pessoas que tiveram os dois hemisférios cerebrais separados (o que se chama de calosotomia, resultado de cirurgia para tratar casos graves de epilepsia, ou devido a traumatismos ou derrames) têm trazido importantes implicações para o entendimento do funcionamento da mente. Os hemisférios direito e esquerdo são em muitos aspectos simétricos. O hemisfério direito controla o lado esquerdo do corpo e o hemisfério direito controla o lado esquerdo e as funções mentais são distribuídas nos dois. No entanto, na maioria das pessoas, algumas funções mentais são mais concentrados no hemisfério esquerdo (linguagem, raciocínio linear), enquanto outras são mais concentradas no direito (emoções intensas, intuição espacial do próprio corpo, expressão emocional no rosto), embora essas funções não sejam exclusivas de cada hemisfério. Além disso, o campo visual esquerdo de cada olho é recebido pelo hemisfério direito e o campo visual direito é recebido pelo esquerdo. O corpo caloso permite a comunicação entre os dois hemisférios.

Ocorre que nos pacientes que tiveram seu corpo caloso completamente dividido (calosotomia), os hemisférios perdem a comunicação entre si (embora com o tempo o cérebro tenda a encontrar outras maneiras de estabelecer comunicação entre os dois hemisférios através de outras conexões nervosas que existem no cérebro além do corpo caloso). Com isso, o hemisfério esquerdo, que controla o lado direito do corpo e é especializado na linguagem, passa a funcionar de modo separado do hemisfério direito, que controla o lado esquerdo do corpo e é especializado nas emoções.

Embora o hemisfério direito não tenha acesso aos centros de linguagem e, portanto, não possa falar, ele pode rearranjar cartas com letras dispostas numa mesa com a mão esquerda. Por exemplo, em um estudo, a um sujeito que havia sofrido calosotomia foi perguntado sobre qual é sua profissão ideal. Verbalmente (ou seja, usando o hemisfério esquerdo), o paciente respondeu que ele gostaria de ser desenhista. No entanto, com a mão esquerda (isto é, usando o hemisfério direito), ele rearranjou as letras formando as palavras "corrida automobilística" ("car race", em inglês) sem que seu hemisfério esquerdo (o que fala) tivesse consciência disso.

Roger Sperry, sobre numa pesquisa com pacientes com o cérebro dividido, relata que, quando foi mostrada ao hemisfério direito do paciente (por meio de óculos especiais que bloqueiam o campo visual direito de cada olho) uma foto de uma pessoa familiar, a mão esquerda apontou a primeira letra do nome dessa pessoa, embora o paciente dissesse (o hemisfério esquerdo) que não via foto alguma e que tampouco movia o braço esquerdo. Quando uma foto do próprio paciente foi mostrada ao hemisfério direito, o paciente respondeu com reações emocionais tais como gargalhadas e sorriso autoconsciente, além de frases emocionais simples como "Oh, não! Oh, Deus!". O hemisfério direito também respondeu com polegar para cima ou para baixo de modo socialmente correto para fotos de personalidades famosas tais como Winston Churchill e Hitler. Tudo isso com o paciente dizendo (seu hemisfério esquerdo) que não via foto nenhuma.

O hemisfério direito do cérebro, funcionando independentemente e isolado do esquerdo, demostra inteligência. Ele pode perceber, analisar, lembrar, realizar raciocínio complexo, compreender emoções e expressá-las, demostrar conhecimento cultural e responder criativamente a novas situações.

Essas pesquisas mostram que, em alguns casos de cérebro dividido, o cérebro gera o que parece ser duas consciências separadas. A pesquisa sobre pacientes com cérebro dividido levou o neurocientista e ganhador do prêmio Nobel Roger Sperry a concluir: "Tudo o que vimos indica que a cirurgia deixou essas pessoas com duas mentes distintas, isto é, duas esferas separadas de consciência. O que é experimentado no hemisfério direito parece estar totalmente fora do âmbito do que é experimentado pelo hemisfério esquerdo."

Uma das consequências mais dramáticas e evitadas da calosotomia é a Síndrome da mão alheia. Uma das mãos "ganha vontade própria" (em geral a esquerda) após a cirurgia e se opõe ao que o paciente deseja, desfazendo o que a mão direita faz (conflito inter-manual). Por exemplo, tarefas como abrir uma porta com a mão direita é desfeita pela esquerda. Ao se vestir, a mão esquerda pode se opor, e luta para tirar a roupa que a mão direita por sua vez luta para colocar. Em outro caso, a mão esquerda (hemisfério direito) de um paciente preferia alimentos diferentes e até mesmo programas de televisão diferentes, intervindo contra a vontade expressa pelas ações da mão direita que é verbalizada pelo paciente. Há ainda o caso de um paciente cuja mão esquerda se opunha sempre que o paciente tentava acender um cigarro e fumar, a mão esquerda frequentemente arrancava o cigarro ou o esqueiro e os atirava longe. Outro caso relatado é a de um paciente cuja mão estranha apalpava o seio de todas as mulheres que se aproximavam dele, provocando um grande constrangimento para ele.

De acordo com alguns ideais ateístas, esses estudos científicos colocam sérias questões ao dualismo, pois seus resultados parecem inconciliáveis com a ideia da existência de uma alma individual (isto é, indivisível) independente do cérebro, já que fornecem fortes evidências de que uma divisão física do cérebro produz como que duas almas diferentes que possuem propósitos, gostos, opiniões, personalidade e pensamentos diversos, embora compartilhem lembranças de fatos anteriores à separação dos hemisférios. Se a mente se torna duas mentes ao nível físico do cérebro dividido em dois, como não concluir que, durante o momento da morte física do cérebro e a ruptura cada vez maior das conexões neurais, o que chamamos de mente se multiplica em numeráveis mentes cada vez mais dispersas até que todas as conexões se desfazem?

Porém, do ponto de vista de defensores da alma, isto implica apenas no resultado de um efeito fisiológico do corpo. Sendo o corpo o invólucro temporário da alma, esta fica sujeita as condições que este lhe oferece para se expressar. Sendo a alma do ser humano condizente com o seu grau de evolução, esta também não é perfeita e esta sujeita as suas vontades enquanto no corpo, seguindo os princípios do livre-arbítrio, e também as suas limitações. Acontecimentos como estes podem ser parte de processos reencarnatórios, segundo os princípios da reencarnação. E também simplesmente explicados com o fato de o corpo ser a dualidade de emoção e raciocínio. Se o seu cérebro, órgão condutor e comandante do sistema nervoso, está dividido, o corpo fica passível de suas consequências. O fato de aparente duas consciências surgirem, nada mais é do que o emocional e o racional, que normalmente trabalham em conjunto, quando não em harmonia mas em acordo quando um supera o outro, neste caso ficam totalmente separados, expondo talvez, coisas que um deixava escondido do outro, quando expresso na atitude do ser humano alvo da Calosotomia.

Comentários: "Muita atenção nessa parte do texto pois é nessa parte que a polêmica se torna mais forte. As experiências com Calosotomia podem até insinuar que a religião é só uma crendice ou que a paranormalidade é só alucinação, mas só quem já passou por tais experiências sentiram essas emoções.

O fato é que nosso cérebro não é totalmente desenvolvido, apesar dos ambidestros levarem uma vantagem imensa - nesse ponto, a sociedade passa por uma revolução, já que todos estamos nos tornando involuntariamente ambidestros.

Particularmente, os epilépticos também podem apresentar algumas distinções em relação ao padrão de desenvolvimento mental normal de uma pessoa, podendo ou não se tornar canhoto, ambidestro, empreendedor, autodidata, além de apresentar históricos de sonhos lúcidos, sonambulismo, terror noturno, etc.

Quem tem experiência com epilepsia sabe como isso tudo funciona. Algum tipo de distúrbio leva a mente a um comportamento incontrolável para a ciência padrão, exigindo muito mais do que apenas técnicas científicas.

Nesse caso, a pessoa pode se tornar hiperativa, sua mente acelera e raramente traz consequências indesejáveis, levando a conclusão de que é um processo normal do cérebro.

Acontece que essas experiências podem levar uma pessoa a ter uma percepção maior que as outras, podendo proporcionar experiências inconfessáveis.

Os relatos da Idade Média são os mais corajosos, já que havia uma certa liberdade de culto à morte. Assim, uma pessoa que podia ver os mortos era considerada uma pessoa especial e não uma lunática.

O fato é que os epilépticos são muito sensíveis e certas experiências só pessoas muito sensíveis podem ter. A sensibilidade não era considerado um sentido vital, até há pouco tempo, mas isso tem mudado."


Chegou a uma altura na história da humanidade em que o Homem começou verdadeiramente a assumir a existência de uma alma.

A Alma sempre foi motivo de controvérsia entre as diferentes denominações religiosas e crenças, mesmo porque nunca foi totalmente compreendida, explicada ou observada.

Antes que o homem concluísse que a possibilidade de uma alma em evolução em conjunto com a mente de um indivíduo e com a paternidade de um espírito divino, julgou-se que ela residia em diferentes órgãos físicos – nos olhos, no fígado, nos rins, no coração e, posteriormente, no cérebro. Os selvagens associavam a alma ao sangue, à respiração, às sombras e aos reflexos do seu eu na água.

Mais tarde os hindus conceberam o atman. Os mestres hindus realmente aproximaram-se duma avaliação da natureza e da presença de um espírito, mas houve uma falha provável quando não distinguiram a co-presença da alma em evolução, potencialmente imortal.

Os chineses, contudo, reconheceram dois aspectos num ser humano, o yang e o yin, a alma e o espírito.

Os egípcios e muitas tribos africanas também acreditavam em dois factores, o ka e o ba; e não acreditavam geralmente que a alma fosse preexistente, apenas o espírito. Os antigos habitantes das terras que circundavam o vale do Nilo acreditavam que todo indivíduo favorecido tinha recebido à nascença, ou pouco depois, um espírito protector a que chamavam ka. Eles ensinavam que esse espírito guardião permanecia com o sujeito mortal ao longo da vida e que passava, antes dele, para o estado futuro.

Nas paredes de um templo em Luxor, onde está ilustrado o nascimento de Amenhotep III, o pequeno príncipe está retratado nos braços do deus do Nilo e, próximo a ele, está uma outra criança, idêntica ao príncipe na aparência, que é o símbolo daquela entidade a que os egípcios chamavam ka. Essa escultura foi terminada no décimo quinto século antes de Cristo.

Julgava-se que o ka era um gênio de espírito superior, que desejava guiar o mortal ligado a ele em caminhos melhores na vida temporal; porém, mais especialmente, ele desejava influenciar a sorte do sujeito humano na próxima vida. Quando um egípcio desse período morria, era esperado que o seu ka estivesse aguardando por ele do outro lado do Grande Rio. A princípio, supunha-se que apenas os reis tivessem kas, mas afinal, acreditou-se que todos os homens rectos possuíam-nos.

Toda esta rica ideologia cresceu, fomentando as raízes que derivaram posteriormente nos conceitos atuais da alma, base de muitas religiões cujos seguidores acreditam possuir almas, ou serem acompanhados por elas e mesmo até serem eles próprios as almas.

Comentários: "Nessa parte do texto notamos como é variada a relação dos vários povos com o conceito da alma e que, apesar de poucas pessoas dessas sociedades terem sensibilidade suficiente para buscar sua natureza divina, elas foram suficientes para estabelecerem religiões que foram tão importante para as suas culturas e para a evolução da humanidade.

A religião ganha força quando o caos toma conta do mundo, quando crises acontecem, como aconteceu na Idade Média, foi nessa época que o pensamento do ser humano passou por uma espécie de reciclagem, ou seja, foi nessa época que o ser humano voltou sua mente para o passado, para pensamentos, descobertas e criações que não foram reconhecidas, nessa época redescobrimos nossa alma.

Essas crises de época, causadas pela insustentabilidade de sistemas imperialistas ambiciosos, tornam as pessoas mais humanas, sensíveis, conscientes de suas almas. Isso poderá evitar que possamos adorar um artefato como uma bomba atômica, como aconteceu no filme "O Planeta dos Macacos", no futuro."

Comentários: By Jânio

Fonte: Wikipedia

Texto relacionado:

Alma penada






terça-feira, 19 de junho de 2012

Alma penada



Alma penada é uma entidade do universo sobrenatural da mitologia portuguesa. As crenças populares reconhecem como sendo o espírito de pessoas falecidas que, tendo deixado compromissos por cumprir na vida terrena, regressam a ela, sob enigmáticas transfigurações (na forma de luzes, vozes, suspiros, animais, vultos imprecisos, caveiras…), apelando ao socorro e à oração de familiares e amigos.

Leite de Vasconcellos escreveu que “as almas daqueles que morrerem sem restituir o que devem voltam a este mundo, por favor de Deus, e imploram de algum amigo e parente que restitua a cousa roubada”.

Nos seus estudos sobre mitologia popular portuguesa, o escritor e etnógrafo Alexandre Parafita interpreta a figura da alma penada como uma inquietação incontornável, perante o mistério da morte, que vigora nas culturas tradicionais cristãs, segundo as quais a alma dos que morrem, após uma existência arredia das convenções divinas, tem assegurado um de dois lugares no Além, consoante a dimensão da sua culpa: o Inferno ou o Purgatório.

E se o primeiro representa um “castigo eterno”, o segundo pode ser “um lugar transitório, sendo permitido que as almas, após um período de purgação das suas faltas, acabem por obter um lugar no Céu”. Para tal, “voltam a este mundo a penar, em busca de auxílios para a resolução dos males que causaram em vida”.

Interpretação semelhante têm encontrado nas culturas tradicionais galegas antropólogos como Gonzalez Reboredo. Segundo este estudioso, a crença nas almas penadas traduz as inquietações de um povo aterrorizado pelos seus próprios delírios, ao mesmo tempo que cumpre uma missão importante na lógica cristã: trata-se de um medo que mitiga outro mais insuportável; os seres humanos aliviam o medo da morte, acreditando que os mortos continuam vivendo.

Fornte: Wikipedia

Comentário: Um texto simples e com pouca profundidade mas que servirá de introdução para outros baseados em experiências pessoas, opiniões científicas e realatos de pessoas que conhecem bem de perto esse fenômeno.

O melhor desse pequeno texto são os vários pontos de vistas diferentes, as fontes e a inevitável polêmica que pode gerar esse tema.


domingo, 29 de maio de 2011

Infidelidade de corpo e alma





Vários blogs falando de um tema muito interessante, o conflito entre o homem e a mulher, fizeram-me retornar a esse assunto que sempre gera polêmicas.

Primeira observação: Se o sexo é superficial, porque se fala tanto essa palavra?

Por exemplo: Estamos falando de ambos os sexos, relação entre o sexo masculino e o sexo feminino.

Espere aí, talvez essa seja uma análise antiquada, afinal já temos as relações do mesmo sexo, entre homens e entre mulheres.

Aqui, vale lembrar da polêmica cartilha que pretendia educar as crianças para entenderem como é a vida de gays e lésbicas. Na realidade, esqueceram-se de que a questão sempre foi a tolerância e não o sexo.

Então, talvez devamos esquecer o sexo, parar de dar tanta ênfase ao sexo, ser mais moderados e discretos. Será que assim a sociedade será mais tolerante?

Se for, então os homens não são tão diferentes das mulheres - somos iguais - se não for idem.

Será que está muito confuso? - Então vamos começar tudo de novo:

A mulher não suporta ser traída mas se o amor termina, azar do parceiro - pelo menos era assim, até pouco tempo atrás.

Para a mulher, o amor é infinito enquanto dura, como dizia o poeta playboy que terminou sozinho. Será que é pura paixão?

O homem não pode ver um rabo de saia, mas não dá o menor valor ao sexo. Para o homem, mulher só tem uma, aquela que ele deixou em casa.

Se pudesse, um homem ficaria com a mesma mulher a vida toda, não importa quantas vezes a tenha traído.

Então o homem dá mais valor ao espírito, a alma, caso contrário ficaria com as meretrizes.

Talvez o homem seja apenas uma criança imatura, incapaz de sobreviver só, manipulado por uma mente muito mais inteligente e responsável - Será que isso explica a eterna atração pelas secretárias, enfermeiras e babás?

Quando uma mulher ama um homem, ela acredita que deve engravidar dele, acredita que aquele é o homem da sua vida.

A mulher não suporta ficar só, mas tem maturidade suficiente desde jovem, enquanto o homem gosta de independência, mesmo sabendo que não pode viver sem a mulher.

A mulher poderia trair um homem mil vezes, antes que ele percebesse, mesmo assim achando que não o traiu, afinal, ela não foi para a cama com ninguém, isso porque é a única coisa que eles querem.

Para o homem, só haverá traição se ele descobrir, enquanto isso, sua mulher será a mais pura criatura do mundo.

Dizem que o homem busca lá fora, o que não encontra em casa - Acredite se quiser, a mulher sempre encontrará o que precisa em casa, justamente com um homem que está procurando fora, o que não encontrou em casa.

Essa mulher poderá abandonar tudo, em nome de um grande amor que ela finalmente encontrou - Parece que esse homem realmente é responsável e maduro, parece que ambos aprenderam com o sexo oposto e serão felizes até que a morte os separe.

Nem me perguntem sobre o que ficou para trás. Talvez um homem fiel de espírito e uma mulher que realmente não conhecia o marido que tinha.

Também não me perguntem de quem foi a culpa. Talvez dos dois, talvez de nenhum, talvez só da sociedade machista que está mudando.

Para saber como um homem ou uma mulher são, bastaria conversar, perguntar diretamente, um ao outro. Se o homem é mais fechado como dizem, também é verdade que dizem que os homens são todos iguais, então, só falta saber como são as mulheres.

By Jânio