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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Torcedora racista é demitida e ameaçada




A jovem torcedora flagrada pelas câmeras quando ofendia com palavras racistas o goleiro da equipe adversária, durante o torneio da Copa Brasil, foi demitida e sua casa atacada.

Aumenta a polêmica no país em relação a jovem Patrícia Moreira, 23 anos, torcedora do Grêmio de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, que que assistia uma partida em 28 de agosto de 2.014, contra o Santos, time de São Paulo. A torcedora foi flagrada no momento dos insultos. Durante o jogo, o goleiro Aranha do Santos voltou-se para o árbitro para protestar contra os insultos dos torcedores rivais, que o chamavam de "macaco" e "negro".

Enquanto o vídeo foi visto como insulto, a polêmica se voltou contra Patrícia Moreira, destacada pela câmera em primeiro plano, a tal ponto que o vídeo se tornou viral e foi transmitido por várias redes de TV.

A jovem foi imediatamente apelidada de a "jovem racista do Grêmio", foi alvo de ameaças nas redes sociais, o que a obrigou a apagar seu perfil.

Além de demitida do emprego, em um centro de odontologia da brigada militar, foi intimada a se apresentar perante a justiça, junto com outros cinco acusados de racismo.

A jovem teve de abandonar sua casa, que em sua ausência foi apedrejada e objeto de tentativa de incêndio, ainda que não tenha sido danificada, segundo a Folha de São Paulo. O último ataque ocorreu depois que a jovem pediu desculpas na televisão, quinta-feira, perante um grupo de aproximadamente 30 repórteres.

Chorando e dizendo não ser racista e que fora levada pela paixão de momento pelo seu time que perdia. O goleiro aceitou o pedido de desculpas mas resusou o pedido de encontrar-se com ela pessoalmente, pedido feito por ela.

Fonte: RT-TV

Jovem que queria afogar os nordestinos

Wikileaks mostra o câncer americano

Gestado - Choque de raças

Vinte e cinco pontos chaves do Nazismo

Eugenia - Da genética ao nazismo

Destino manifesto - O início

domingo, 2 de junho de 2013

Mapa do ódio





Para saber em que parte dos EUA vivem as pessoas menos tolerante, basta consultar o "mapa do ódio", criado por estudantes e professores da Universidade Estatal de Humboldt, Califórnia, a partir de análises de "tuits".

Os pesquisadores rastrearam mensagens difundidas entre junho de 2.012 e abril de 2.013, através do Twitter, buscando determinadas palavras próprias de pessoas intolerantes. Estas palavras foram divididas em três grupos, racismo, homofobia e pessoas com deficiências.

Finalmente conseguiram elaborar uma lista com cerca de 150.000 "tuits", geocodificados que contém diferentes tipos de ofensa e criaram um espaço interativo que ordena os dados em duas categorias de forma geral e individual.  Segundo o mapa, os tuitters menos tolerantes localizam-se na metade oriental dos EUA, e as pessoas em regiões costeiras preferem a outros assuntos.

Fonte: RT-TV

Mapa do racismo

Gestado - Choque de raças

Ensinando a deixar de ser racista


Natureza em branco

Não temos vagas para todos




segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mayara Petruso é condenada



O dia 16 de maio foi um dia histórico para a justiça brasileira, e para a sociedade brasileira também, Mayara Petruso, conhecida como a garota que queria afogar os nordestinos, foi condenada a um ano, cinco meses e 15 dias de reclusão. O Ministério Público já avisou que pretende recorrer da decisão da Justiça Federal, considerando tal pena branda demais.

Segundo a Justiça Federal, Mayara Petruso já teve muitos problemas por causa desse ato e por isso a pena seria reduzida.

Mayara perdeu o emprego, saiu da faculdade e passou a viver reclusa.

Essa explicação da justiça, para a redução da pena, já está sendo considerada polêmica, afinal, a justiça estaria considerando a justiça feita pelo povo e isso é perigoso.

Ironicamente, depois de convidar as pessoas para afogarem um nordestino, afirmando que nordestino não é gente, Mayara terá de aprender a ser gente.

Ela não ficará na cadeia, pagará uma multa irrisória de R$620,00, além de ter de prestar serviços à comunidade.

Eu já havia observado essa guerra racial e de classes que vinha crescendo em ritmos alarmantes na internet, na época das eleições e fiz a pergunta: "Quem será o primeiro burguês a cair ou sentir o sabor do próprio veneno?"

Eu li muitos comentários nada sutis, manifestações de uma sociedade que não assumia a culpa por todos os sofrimentos que seu sistema causou a sociedade durante séculos de história racista e discriminatória.

Nosso sistema não é só racista, nossos bilderbergers conseguiram reunir os afros e os pobres numa única classe, sem nenhuma chance de se defender. Mayara pagou pela classe, graças a sua falta de inteligência, indigna de viver no grupo de facistas mais hipócritas do qual ela pertence, mas que não são tão estúpidos quanto ela.

Mayara não tinha tantos seguidores no Twitter, onde fez as declarações, provavelmente também não era muito influente fora da rede, pelo contrário, era facilmente influenciável. Além disso, demonstrou o quanto a educação cidadã está atrasada.

Apesar da concentração das manifestações contrárias ao racismo e xenofobia, em Mayara, que não é inocente, eu alertei para um problema muito maior.

Mayara demonstrou um pensamento burguês que a elite prefere disfarçar, fazendo piadas discriminatórias. Até há pouco tempo atrás, haviam programas de humor, e uma linguagem politicamente incorreta bem mais tolerante pela sociedade.

A sociedade não mudou, apenas tornou-se mais discreta.

Como nós sabemos que a educação familiar, politica e social, está muito mais decadente, eu me pergunto como ainda não temos uma organização secreta mais perigosa.

Eu diria que as poucas pessoas indesejáveis para a elite, que conseguem alcançar o topo, seguem a cartilha imposta pelo sistema, por isso são toleradas. Elas são úteis e ajudam em sua causa maldita, mesmo sem saber.

O caso Mayara Petruso despertou um sentimento de revolta no povo, principalmente nos mais afetados por discriminações desse tipo, por isso a repercussão que teve.

A burguesia pode ter falado: "Essa história já encheu", mas esse fato serve também para nos lembrarmos que há câmeras nos filmando por toda parte e que mesmo sendo honestos e trabalhadores, estaremos sujeitos à erros e punições  que devemos evitar e que a educação e a família tem de ser repensados.

Ao errar, Mayara mostrou o que a burguesia pensa e que a sociedade já sabia mas só esperava uma oportunidade para pegar um burguês no flagra. Pior para a Mayara.

... e que venham outros flagras como esses.

By Jânio

Texto relacionado:

Mayara Petruso: A garota que queria afogar os nordestinos



sexta-feira, 11 de maio de 2012

A ONU é racista




Eu continuo dizendo que políticas tortas só funcionam com leis tortas, como essa das cotas raciais.

O que poderia acontecer? Além da elitização dos afrodescendentes, dando uma ideia de falsa democracia e distribuição de renda, igualdade, os "brancos" passarão a cobrar mais cursos de graduação do governo. Como a nossa política é torta, aumentarão ainda mais os cursos de graduação de quinta categoria no país.

Como se não bastasse todas essas desgraças, agora é a ONU quem apoia nossa política de cotas raciais, aliás, a ONU tem se mostrado muito amável com o Brasil nos últimos anos.

Segundo a ONU, essas medidas que vem sendo tomadas pelo governo são úteis para diminuir as desigualdades, a Organização das Nações Unidas vai mais longe, eles acreditam que essas medidas devam ser estendidas, além dos afrodescendentes, para indígenas, mulheres e pessoas com deficiências, só esqueceram dos veteranos.

Não há dúvida quando às mudanças de postura da sociedade, quando os afrodescendentes tiverem sua cota nas universidades, quando as pessoas notarem a presença dos afros no topo da pirâmide. O problema é que o ódio racial deverá aumentar e os neonazistas terão conseguido, finalmente, um objetivo para seus ataques de ódio.

O governo brasileiro gosta muito de fazer políticas sociais com base no populismo, sacrificando outras classes. Como sempre, a sociedade deverá pagar pela falta de educação superior para todos.

Depois de formados, os afrodescendentes deverão ser barrados por outras organizações, como a OAB, e voltaremos a estaca zero, mas com um pequeno detalhe, o objetivo diabólico do politicamente correto foi alcançado.

A educação tem se tornado um grande pesadelo para a sociedade, e nem estou falando só da educação escolar, falo também da educação familiar. Os novos padrões de vida tem nos levados a abandonar nossas tradições e costumes, tem nos levado para uma decadência sem volta.

A ONU se revelou preocupada com os dados do IBGE, onde ficou constatado que 70% dos pobres são negros.

By Jânio

quarta-feira, 28 de março de 2012

A natureza em branco



Assim como Rothschild era a família que dominava as riquezas da Europa, Rockefeller era o homem mais poderoso dos EUA. Os boatos de que ele era o principal doador dos projetos de eugenia americanos, aumentam ainda mais a sua fama de homem acima da lei, capaz de decidir entre a vida e a morte, em nome do dinheiro.

As palavras de Maquiavel continuam ensurdecedoras - "A natureza do ser humano é má." - demonstrando que a sociedade evoluiu, mas a natureza do ser humano continua a mesma.

Ironicamente, é essa maldade que leva os defensores da eugenia a insistirem em suas teses, de que a natureza do ser humano pode ser mudada.

Vivemos dias de incertezas e todas essas sementes do mal são formas de organizar pessoas em grupos restritos, ligados por laços de união e confiança elitistas, condições que nos são negadas, através de teorias conspiratórias, impedindo que as minorias  sejam unidas e fortaleçam a democracia.

Os EUA  foram os que mais projetaram a eugenia no mundo, inclusive incorporando essas idéias na legislação. Até a década de 80, o casamento inter-racial era proibido no estado do Alabama.

Os americanos só não apoiaram Hitler porque estavam ao lado da Inglaterra, portanto, defendendo seus próprios interesses, Hitler, por sua vez, era forçado a desafiar o poder imperialista da Inglaterra para sobreviver.

Hoje, toda a Europa está aos pés da Alemanha, mas a coragem para a guerra física já não é mais a mesma.  Nessa forma moderna de guerrear, os EUA parecem se adaptar melhor que a Europa e a Alemanha conseguiu tirar o melhor proveito do Mercado Comum Europeu.

Se o capitalismo sobreviver a essa crise, muita gente pagará muito caro pela falta de alternativa  a esse sistema selvagem e ultrapassado. Haverá ainda um risco muito grande de um regresso aos velhos pensamentos racistas.

A eugenia comete um erro grave, quando o ser humano, os animais e as plantas, são analisados da mesma forma. O desconhecimento de sua própria natureza e a pretensão de achar que conhece sua origem, expõe a elite a um grave erro.

Wikipedia:"O patrocínio privado à eugenia começou nos EUA, nos anos iniciais do século XX. Financiadores tanto do racismo nos EUA, eram os milionários americanos John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie e tantos outros. Ao capital uniram-se cientistas de Harvard, Yale, Princeton e Stanford.

O escritório de imigração de Nova York era mantido por doações da companhia Harriman de trens, e submetia imigrantes judeus, italianos e outros à deportação, confinamento ou esterilização.

Em 1912 foi criado o Comitê Internacional de Eugenia, dominado pelos EUA, e o centro em Cold Spring Harbor era base de treinamento de eugenistas do mundo todo.

De 1932 a 1972, foi realizado na cidade de Tuskegee (Alabama), o Estudo da Sífilis não Tratada de Tuskegee, que usou afro-americanos portadores de sífilis como cobaias.

Começando na década de 1980, a história e conceito de eugenismo foram amplamente discutidos como avançados conhecimentos sobre genética. Empreendimentos, como o Projeto Genoma Humano, fez com que a alteração efetiva da espécie humana parecesse possível novamente (como ocorreu com teoria da evolução de Darwin em 1860, juntamente com a redescoberta de leis de Mendel no início do século XX). A diferença no início do século XXI foi a atitude cautelosa da sociedade em relação ao eugenismo, que tinha se tornado um lema a ser temido e não apoiado, principalmente depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

Companhias de seguro, planos de saúde e centros de imigração estão usando descobertas científicas para detectar características genéticas. Diagnóstico pré-natal de possíveis defeitos permite a opção pelo aborto. Estima-se que entre 91% e 93% das crianças diagnosticadas com Síndrome de Down sejam abortadas.  Estes temas, bem como a AIDS, têm sido discutidos com base em pressupostos eugênicos, sem que se explicite essa referência.

Pesquisadores científicos, como os psicólogos Richard Lynn e Raymond Cattell e o cientista Gregory Stock apoiam abertamente políticas eugênicas utilizando a tecnologia moderna, mas eles representam uma opinião minoritária nos atuais círculos científicos e culturais. Uma tentativa de implementação de uma forma de eugenismo era um "banco de esperma de gênios" (1980–99) criado por Robert Klark Graham, partir do qual quase 230 crianças foram concebidas (os doadores conhecidos eram ganhadores do Prêmio Nobel como William Shockley e J.D. Watson). Nos Estados Unidos e Europa, no entanto, estas tentativas frequentemente têm sido criticadas como formas racistas de eugenismo, como as que ocorriam na década de 1930. Devido à sua associação com esterilização obrigatória e os ideais raciais do partido nazista, a palavra "eugenismo" é raramente usada pelos defensores desses programas.

Eugenicistas argumentam que a imigração proveniente de países com baixo Quociente de inteligência (QI) é indesejável. De acordo com Raymond Cattell "quando um país abre suas portas à imigração de diversos países, é como um agricultor que adquire suas sementes de diferentes fontes, com sacos com conteúdos de diferentes qualidades."

Fonte: Wikipedia

Introdução: By Jânio

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