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quarta-feira, 12 de junho de 2013

EUA - 500 bilhões em defesa



O Congresso dos EUA aprovou o projeto de lei de gastos de Defesa para o anos de 2.014, estimado em 512 bilhões de dólares, segundo informou a Reuters.

"Creio que este orçamento é adequado e justificado", disse o congressista republicano Hal Rogers.

De acordo com o projeto de lei, 85.800 bilhões desse valor se destinará a financiar operações militares no Afeganistão.

Comentário: De fato, a política americana é muito parecida com a brasileira. O governo financia as guerras que ocultam inúmeros tipos de crimes, inclusive cultivo de drogas, e  ainda aquecem o mercado de armas.

Assim como no Brasil, a direita está começando a gostar do governo de esquerda, afinal, podem fazer tudo o que faziam antes e, melhor, nem precisam sujar mais as mãos.

Fonte: RT-TV

EUA estão preparando o armagedom 

O erro americano

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ataque ou defesa nuclear?



A Agência Americana de Pesquisas de Projetos Avançados de Defesa (DARPA) criará um programa com métodos  para sobreviver a um desastre nuclear e salvaguardar a saúde, depois da exposição aguda à radiação.

Os danos causados pela falha no reator nuclear de Fukushima, Japão, em 2.011, causou preocupação nos EUA no que diz respeito a preparação do país para tratamento em grande escala, em caso de exposição  humana a radiação ionizante, gerada por uma liberação de material radioativo. A agência busca encontrar uma melhor compreensão dos efeitos biofísicos que a radiação tem sobre o corpo humano, minimizando ao máximo.

A DARPA divide seu programa de pesquisa em três áreas principais. A primeira é "profilática" e abrange a neutralização dos efeitos da radiação ionizante, antes que comece a causar danos graves nas células. A segunda inclui formas de atenuar os efeitos da exposição aguda a longo prazo, incluindo a redução de casos de câncer. A terceira dedica-se a compreender melhor e examinar os danos genéticos e celulares causados pela radiação.

"Os pesquisadores obtiveram certo êxito no desenvolvimento do tratamento para evitar, a curto prazo, a morte por enfermidade radioativa, mas ainda há muito o que estudar sobre como a exposição aguda  afeta o corpo", disse Mildred Donlon, representando o escritório de ciência da DARPA.

Nesse sentido, Donlon disse que os pesquisadores esperam que seu novo programa lhes permita "desenvolver terapias e estratégias  mais eficazes para a sobrevivência a longo prazo."

Fonte RT-TV