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sábado, 15 de abril de 2017

Coreia do Norte diz que está pronta para guerra com armas nucleares




Da Agência EFE

O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores de Coreia do Norte, Choe Ryong-hae, disse hoje (15) durante um grande desfile militar em Pyongyang que o povo norte-coreano está "preparado para a guerra" contra os Etados Unidos com suas armas nucleares. As informações são da Agência EFE.

"Estamos completamente preparados para enfrentar qualquer tipo de guerra com nossas armas nucleares se os EUA atacarem a península da Coreia", disse Ryong-hae, considerado O número dois do regime, em seu discurso durante a exibição militar em comemoração ao 105º aniversário do fundador do país, Kim Il-sung.

Durante o desfile do "Dia do Sol", presidido pelo líder Kim Jong-un, o Exército norte-coreano mostrou seu arsenal, incluindo vários mísseis balísticos, entre os quais encontrava-se um possível novo projétil de alcance intercontinental.

"Se os EUA fizerem provocações imprudentes contra nós, nossa força revolucionária contra-atacará num instante, com um ataque aniquilador e responderemos a uma guerra total com guerra total e a ataques nucleares com nosso próprio arsenal atômico", disse Choe.

Ele também acusou os EUA de posicionar armas nucleares no Sul da península coreana, "o que está criando uma situação muito tensa que ameaça a paz e a segurança não só da região, como também do mundo inteiro".

Washington decidiu enviar recentemente um porta-aviões nuclear à península da Coreia em resposta aos lançamentos de mísseis de Pyongyang e Washington, e chegou a insinuar que estuda a possibilidade de um ataque preventivo para frear os avanços armamentísticos do regime norte-coreano.

"Os imperialistas estão tentando isolar nosso povo onde as pessoas só querem viver em paz", afirmou o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores.

Edição: Amanda Cieglinski

Agência Brasil




sábado, 8 de fevereiro de 2014

Nova bomba nuclear americana




EUA conclui com êxito os primeiros testes do novo modelo da bomba nuclear B61-12, como parte de seu esforço contínuo para a renovação do arsenal atômico.

A Administração de Segurança  Nuclear Nacional (NNSA, por suas siglas em inglês), anunciou em seu site que os laboratórios nacionais de Los Álamos e Sandia, realizarão a prova do entorno mecânico de todo o sistema do modelo atualizado da bomba nuclear B61, denominada Mod 12.

"O teste é uma grande conquista e nos dá confiança em nossa capacidade para seguir adiante com nossos esforços para aumentar a segurança e proteção e proteção da bomba", disse o administrador adjunto da NNSA para programas de defesa, Don Cook.

A B6-12 consolidará partes de quatro bombas nucleares, os modelos 3, 4, 7 e 10, no arsenal dos EUA, e com o tempo substituirá os modelos mais antigos. O modelo B61-12 poderia tornar-se a principal arma nuclear tática usada em caças e bombardeiros..

O governo dos EUA descreveu o projeto B61-12 como um prolongamento da vida das armas existentes, mas vários especialistas opinam que é só um pretexto para implantar um novo modelo de arma nuclear, sem violar os acordos de não proliferação. De acordo com a NNSA, o projeto de prolongamento da vida dos B-61-12 tem o objetivo de manter as bombas prontas para seu uso, assim como aumentar a sua fiabilidade e segurança.

Segundo o comunicado da NNSA, parte do Departamento de Energia que tem como responsabilidade a supervisão sobre o desenvolvimento e manutenção do arsenal nuclear americano, o teste do entorno mecânico de todo o sistema, foi a primeira de uma série de análises destinadas a verificar as capacidades da B61-12.

Segundo o portal Defense News, um relatório recente do Escritório de Orçamento do Congresso americano revelou que os planos nucleares do governo Obama para a próxima década vai custar um total de 355 bilhões de dólares, que inclui o custo de desenvolvimento da B61-12, assim como a produção e concepção de novos equipamentos financiados pela Força Aérea americana, necessário para converter a bomba em um míssil tático capaz de incorporar-se aos caças.

Fonte: RT

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ataque ou defesa nuclear?



A Agência Americana de Pesquisas de Projetos Avançados de Defesa (DARPA) criará um programa com métodos  para sobreviver a um desastre nuclear e salvaguardar a saúde, depois da exposição aguda à radiação.

Os danos causados pela falha no reator nuclear de Fukushima, Japão, em 2.011, causou preocupação nos EUA no que diz respeito a preparação do país para tratamento em grande escala, em caso de exposição  humana a radiação ionizante, gerada por uma liberação de material radioativo. A agência busca encontrar uma melhor compreensão dos efeitos biofísicos que a radiação tem sobre o corpo humano, minimizando ao máximo.

A DARPA divide seu programa de pesquisa em três áreas principais. A primeira é "profilática" e abrange a neutralização dos efeitos da radiação ionizante, antes que comece a causar danos graves nas células. A segunda inclui formas de atenuar os efeitos da exposição aguda a longo prazo, incluindo a redução de casos de câncer. A terceira dedica-se a compreender melhor e examinar os danos genéticos e celulares causados pela radiação.

"Os pesquisadores obtiveram certo êxito no desenvolvimento do tratamento para evitar, a curto prazo, a morte por enfermidade radioativa, mas ainda há muito o que estudar sobre como a exposição aguda  afeta o corpo", disse Mildred Donlon, representando o escritório de ciência da DARPA.

Nesse sentido, Donlon disse que os pesquisadores esperam que seu novo programa lhes permita "desenvolver terapias e estratégias  mais eficazes para a sobrevivência a longo prazo."

Fonte RT-TV