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terça-feira, 24 de julho de 2012

Paraíso dos ricos



Quando os brasileiros querem ganhar dinheiro, viajam pelo mundo inteiro lavando privadas; quando os estrangeiros querem ganhar dinheiro no Brasil, quem lava as privadas são os próprios brasileiros - acho que nós já estamos acostumados.

Para arrumar um bom emprego no Brasil, é muto importante ter um nome estrangeiro - italiano, alemão, etc. Nomes como Paulo Roberto, Luis Carlos, não significam muito e tem de ser traduzido para outras línguas.

Mas não são só os pobres que viajam pelo mundo, os executivos também, e não são só os brasileiros.

O mercado globalizado começou a se insinuar no Brasil, novamente. Pessoas importantes do mercado financeiro dizem que os bancos europeus devem se unir, tudo o que o mundo não precisa, quase um apocalipse, sob o ponto de vista socialista.

Enquanto isso, no Brasil, as operadoras de celular, cujos donos trocam de lado como quem troca de roupa, terão de compartilhar suas antenas, se quiserem estar preparadas para a geração 4G. Estaria tudo bem se fosse só isso, mas é assim que começa o fim da concorrência - Compartilhamentos, acordos e dependência.

Cidades favoritas dos investidores:

01 - Xangai 14% - No exterior, o mundo virou um caos,  com empresas aproveitando a mão-de-obra escrava da China, com a parte financeira controlada pelos Rothchilds e Rockfeller. Xangai ainda tem a zona portuária, o país que mais cresce  no mundo, tanto economicamente, quanto tecnologicamente, como seu aliado.

02 - Londres 14% - A Inglaterra (Londres) disputa com os EUA (Nova York), como o maior centro financeiro do mundo. Certamente é para lá que os americanos enviam seus executivos, assim como executivos do mundo inteiro.

03 - Cingapura 4% - Pode ser menor em território e população que a China, mas conseguiu obter êxito às custas de muito trabalho. Quinze por cento da população  são milionários, com mais de um milhão de dólares em patrimônio.

04 - Berlim 4% - A Alemanha é, depois de Londres, o maior centro financeiro da Europa, o país mais forte do Euro. Além da área financeira, Berlin ainda é referência em tecnologia.

05 - Amsterdã 4% - A holanda é escolhida por quinhentas grandes empresas internacionais, para instalar suas filiais.

Em todas as listas elaboradas no mundo, desde melhor lugar para viver, trabalhar, etc., a austrália sempre está entre as melhores, principalmente para os executivos.

06 - Camberra 4%  - e Sydney são bons exemplos de cidades do futuro.

07 - Hong Kong 3% - A mais ocidental das cidades (Estado) da Ásia, Hong Kong possui o maior centro financeiro da Ásia. Segundo lugar para negócios, na Ásia, nona moeda mais forte do mundo, etc.

08 - São Paulo 3% - O Brasil aparece na lista das melhores cidades para executivos, graças a cidade de São Paulo. São paulo não é apenas popular entre os emigrantes, é o centro comercial e financeiro da América do Sul.

Sendo uma das cinco maiores regiões metropolitanas do planeta, 63% das empresas estrangeiras escolheram São Paulo como a melhor cidade brasileira para transferências internacionais.

09 - Mumbai 2% - Assim como o Brasil, a Índia é um país de desigualdades. Deve ser por isso que Mumbai aparece na lista justamente atrás de São Paulo.

10 - Bruxelas 2% - A Bélgica, Holanda e Luxemburgo, formaram o primeiro mercado comum do mundo e inspiraram outros, como o mercado comum europeu. No caso específico da Bélgica, sua abrangência comercial vai de diamantes a petróleo - Precisa mais?

OBS: Para investir em determinados países, as empresas analisam sua infraestrutura, reputação, risco, etc.

Para evitar o capital especulativo, com o qual o país não está preparado para lidar, por ser uma economia extremamente conservadora e frágil, para não dizer outra coisa pior, o Brasil adotou medidas de restrição, evitando investimento de curto prazo, investimentos que tem de pagar uma taxa maior de impostos.

Assim, enquanto o mundo inteiro sonha com um boom especulativo pró, o Brasil evita essa especulação a seu favor. Só quem poderia explicar isso são: PC Farias, Tancredo neves, Celso Daniel, etc., infelizmente, eles já estão mortos.

Fonte: Sullivan

Comentários, texto e tradução: By Jânio

Melhores países em ambiente de negócios


Melhores países segundo o IDH

Os países mais ricos das Américas

Cidades mais odiadas pelos turistas

Paraísos fiscais


domingo, 11 de março de 2012

Legalização das drogas




Estão fazendo muita propaganda da economia Brasileira lá fora, só se esqueceram de avisar de nosso sistema escravagista, IDH. Aqui no Brasil, o salário é bem inferior às remunerações dos países desenvolvidos.

Pessoas que se aventuram por aqui, tem dificuldade de se adaptar à vida de pobre, sem lei, sem direitos e humilhado.

No caso dos brasileiros que foram para o exterior, o caminho é inverso.

Isso acontece porque esses brasileiros tem boa formação e trabalhavam no exterior por falta de oportunidade, aqui. Esse é o caso de odontologia, tecnologia da informação, pedagogia, línguas, turismo, etc.

Outro detalhe que tem me chamado a atenção, é que a fluência em outras línguas ganhou muita importância por aqui. Não basta aprender uma língua, tem de praticar, tem de ter fluência, e é isso o que os brasileiros trazem de suas aventuras.

A situação, aqui, é bem diferente do que acontece lá fora, onde a pobreza já chegou ao limite da marginalidade. Na Inglaterra, já foi registrado casos de prostituição entre estudantes, enquanto os americanos vêem cidades abandonadas e conhecem as primeiras comunidades de miseráveis, morando em trailers, sem condições de pagar seus financiamentos imobiliários.

Numa realidade caótica assim, os discursos dos políticos americanos tornam-se  muito familiares aos eleitores brasileiros e, assim como aqui, a mudança de direita para esquerda, lá, não mudou em nada a situação econômica americana.

Novos pontos de vistas são formados, a história começa a ser recontada, tudo para agradar os parceiros econômicos. Não há dúvidas que estamos em guerras bem diferentes das que foram travadas no passado.

Questões polêmicas surgem na internet a cada dia, enquanto os donos do poder, apavorados, ameaçam fechar a rede. Até a tempestade solar entrou nessa conspiração, disputando com os Anonymous a condição de vilões da internet, tudo de mentira, é claro.

Ficou claro que os países emergentes não tem a menor condição de lidar com questões polêmicas, como legalização das drogas, eutanásia, pena de morte, sexualidade, etc. Falta educação, informação, tradição, cultura e infraestrutura.

Em países ricos que se encontram em situações caóticas, o que faltam são alternativas para solucionar os problemas da miséria repentina que se abateu sobre boa parte da população. Notem que até agora, ninguém falou nas fortunas desviadas para os infernos fiscais, principalmente nos países capitalistas, adeptos da globalização.

Falam em atacar o Irã, ameaçam a Coréia do Norte, derrubam ditadores, mas não falam nada sobre as fortunas dos Bilderbergers. Pelo contrário, são as fortunas dos ditadores, ex-aliados dos imperialistas que passaram a financiar essas guerras.

O problema é que a miséria repentina, mostra o fim do capitalismo. Além do dinheiro dos ditadores e da prostituição, um último recurso para os desesperados é o tráfico de drogas.

Eles tem muita experiência nessa área, afinal, já faz algum tempo que vem explorando esse comércio ilegal, necessário a bancar as guerras patrocinadas pelos países falidos.

Afeganistão, Colômbia, Cuba  e tantos outros, sempre foram suspeitos de promover o tráfico internacional, inclusive o Brasil que sempre foi o paraíso das máfias. O caso mais escandaloso no Brasil, foi quando o país se negou a extraditar o famoso ladrão Ronald Biggs, eternizado no "Assalto ao Trem Pagador".

O caso Battisti pode ser um escândalo no Brasil, mas passa longe das prioridades dos donos do mundo que, agora, já tem até uma visão mais sombria sobre a maconha.


A mídia de massa já passou a analisar o uso da maconha sob uma ótica controvertida, sendo comparada com o fumo e o álcool, só não falam na educação que seria necessária para conviver com uma droga assim.

Além das drogas ilegais, já temos a falta de controle das drogas lícitas, vendidas em farmácias. É bom nem falar na teoria da conspiração das máfias das indústrias de alimentos industrializados, onde poderiam causar a infertilidade, como acontece na Rússia, uma alternativa que nem a China havia considerado.

E por falar em drogas, uma cidade da Espanha já aderiu ao plantio da planta, e nem me pergunte qual será objetivo do consumo. Na fronteira dos EUA e México, paraíso dos maconheiros, rs, essa droga nunca foi tão comentada.

As mulas que vem da Europa, buscar a droga, estão sendo presos - Ou seria presas? - no aeroporto. No Brasil, o paraíso das máfias, essas mercadorias estão proibidas de sair. Só não disseram se é crime contra a economia brasileira, evasão de divisas ou se é porque o bagulho é de estimação mesmo, o fato é que as drogas não podem sair daqui, assim como Ronald Biggs e Cesare Battisti.

Concluindo: A maconha poderia se tornar de fato uma alternativa para a eonomia global, os bem educados Bilderbergers não dariam a mínima importância para isso, afinal, todos nós sabemos que traficante de verdade nunca usa a droga que vende.

By Jânio