Mostrando postagens com marcador drogas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador drogas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Policial americano investe na industria de drogas




Depois de uma década trabalhando na Agência  de Controle de drogas (DEA, sigla em inglês), um ex-agente federal anti-drogas deixou seu posto e começou a trabalhar para uma empresa de investimento da indústria da marihuana.

O ex-agente do DEA, Patrick Moen, abandonou recentemente seu trabalho e deixou de lutar contra os traficantes de drogas, com o objetivo de seguir carreira na empresa Privateer Holdings, empresa de investimentos com sede em Washington, especializada na indústria de Marihuana.

Desde 2.010, a Privateer fornece dinheiro para novas empresas que buscam entrar no comércio legal de marihuana. Moen, 36 anos, vê vantangens em entrar para o negócio no qual tentou extinguir, agora ocupa o posto de diretor geral na Privateer e é conselheiro-chefe.

"Eu vi isso como uma grande oportunidade de fazer parte da equipe que está ajudando a criar esta indústria", disse Moen para a Reuters. "Realmente não me sinto como se houvesse passado para o 'outro lado'".

"Depois de vários anos, dei-me conta que o foco sobre a marihuana não era uma forma eficaz de aplicar os recursos do Estado", disse Moen a 'The Seattle Times' no mês passado. Ele também disse que perdeu sua função no governo federal, com a legalização da marihuana, e isso o ajudou a considerar novas opções em sua carreira.

Em declarações ao "The Wall Street Journal", Moen sugere também que o crescimento do negócio da marihuana, de forma legal, abriu caminho para se tornar uma indústria muito importante.

"Seus benefícios sociais e econômicos são enormes. As atitudes em relação a essa droga estão mudando rapidamente", disse Moen ao jornal.

Por sua vez, o chefe de operações da Agência Anti-drogas dos EUA disse na semana passada que o recente aumento dos esforços para legalizar a marihuana em todo o país está assustando seus colegas da DEA. Quarta-feira passada James L. Capra da DEA, disse aos membros do Senado que a tendência emergente pro-marihuana é imprudente e irresponsável.

A marihuana está proibida por lei federal nos EUA, apesar disso, os estados do Colorado e Washington aprovaram no ano passado, leis que permitem a venda e consumo de Marihuana para fins recreativos. Na semana passada, o presidente americano apoiou, no modo de falar, a decisão dos estados de legalizar a marihuana, dizendo que não acha a marihuana mais perigosa que o álcool.

Fonte: RT

Comentário: Como eu sempre digo: "nós sabemos muito bem quem paga mais e, quando a guerra começar, todos nós teremos de escolher um lado para não sermos alvejados pelos dois lados.

Eu sempre achei que o fim do tráfico deixaria muita gente "desempregada", mas parece que os EUA estã apostando o contrário. Lembrando que a federação americana funciona, ou seja, muitos estados não aceitarão a legalização.

Niguém esperava a polícia investindo pesado no comércio de marihuana, mas parece que lá não é diferente daqui, ou seja, tem muita gente querendo ficar rica.

A crise econômica dos EUA teve culpa nessas mudanças mas, como essa não é a primeira crise da história, devemos imaginar que a sociedade está decadentes, influenciada pelas sub-culturas como filmes e músicas de baixa qualidade. A droga pode ser bem administrada em países como a Holanda, onde a sociedade é bem desenvolvida e educada, mas não nos EUA.

A população informal dos EUA, estrangeiros intercambistas e imigrantes ilegais, é muito grande e não tem uma boa estrutura para lidar com esse problema. Todas as encrencas que o país tinha, foi descarregado no governo democrata, onde supostamente o povo manda, desde que atenda os interesses dos magnatas.

Democraticamente, se a maioria já está a fim de consumir a droga, então, a maioria vence e a droga se torna legal.

Comentário By Jânio

Knockout - Nova mania aterroriza os EUA

domingo, 11 de março de 2012

Legalização das drogas




Estão fazendo muita propaganda da economia Brasileira lá fora, só se esqueceram de avisar de nosso sistema escravagista, IDH. Aqui no Brasil, o salário é bem inferior às remunerações dos países desenvolvidos.

Pessoas que se aventuram por aqui, tem dificuldade de se adaptar à vida de pobre, sem lei, sem direitos e humilhado.

No caso dos brasileiros que foram para o exterior, o caminho é inverso.

Isso acontece porque esses brasileiros tem boa formação e trabalhavam no exterior por falta de oportunidade, aqui. Esse é o caso de odontologia, tecnologia da informação, pedagogia, línguas, turismo, etc.

Outro detalhe que tem me chamado a atenção, é que a fluência em outras línguas ganhou muita importância por aqui. Não basta aprender uma língua, tem de praticar, tem de ter fluência, e é isso o que os brasileiros trazem de suas aventuras.

A situação, aqui, é bem diferente do que acontece lá fora, onde a pobreza já chegou ao limite da marginalidade. Na Inglaterra, já foi registrado casos de prostituição entre estudantes, enquanto os americanos vêem cidades abandonadas e conhecem as primeiras comunidades de miseráveis, morando em trailers, sem condições de pagar seus financiamentos imobiliários.

Numa realidade caótica assim, os discursos dos políticos americanos tornam-se  muito familiares aos eleitores brasileiros e, assim como aqui, a mudança de direita para esquerda, lá, não mudou em nada a situação econômica americana.

Novos pontos de vistas são formados, a história começa a ser recontada, tudo para agradar os parceiros econômicos. Não há dúvidas que estamos em guerras bem diferentes das que foram travadas no passado.

Questões polêmicas surgem na internet a cada dia, enquanto os donos do poder, apavorados, ameaçam fechar a rede. Até a tempestade solar entrou nessa conspiração, disputando com os Anonymous a condição de vilões da internet, tudo de mentira, é claro.

Ficou claro que os países emergentes não tem a menor condição de lidar com questões polêmicas, como legalização das drogas, eutanásia, pena de morte, sexualidade, etc. Falta educação, informação, tradição, cultura e infraestrutura.

Em países ricos que se encontram em situações caóticas, o que faltam são alternativas para solucionar os problemas da miséria repentina que se abateu sobre boa parte da população. Notem que até agora, ninguém falou nas fortunas desviadas para os infernos fiscais, principalmente nos países capitalistas, adeptos da globalização.

Falam em atacar o Irã, ameaçam a Coréia do Norte, derrubam ditadores, mas não falam nada sobre as fortunas dos Bilderbergers. Pelo contrário, são as fortunas dos ditadores, ex-aliados dos imperialistas que passaram a financiar essas guerras.

O problema é que a miséria repentina, mostra o fim do capitalismo. Além do dinheiro dos ditadores e da prostituição, um último recurso para os desesperados é o tráfico de drogas.

Eles tem muita experiência nessa área, afinal, já faz algum tempo que vem explorando esse comércio ilegal, necessário a bancar as guerras patrocinadas pelos países falidos.

Afeganistão, Colômbia, Cuba  e tantos outros, sempre foram suspeitos de promover o tráfico internacional, inclusive o Brasil que sempre foi o paraíso das máfias. O caso mais escandaloso no Brasil, foi quando o país se negou a extraditar o famoso ladrão Ronald Biggs, eternizado no "Assalto ao Trem Pagador".

O caso Battisti pode ser um escândalo no Brasil, mas passa longe das prioridades dos donos do mundo que, agora, já tem até uma visão mais sombria sobre a maconha.


A mídia de massa já passou a analisar o uso da maconha sob uma ótica controvertida, sendo comparada com o fumo e o álcool, só não falam na educação que seria necessária para conviver com uma droga assim.

Além das drogas ilegais, já temos a falta de controle das drogas lícitas, vendidas em farmácias. É bom nem falar na teoria da conspiração das máfias das indústrias de alimentos industrializados, onde poderiam causar a infertilidade, como acontece na Rússia, uma alternativa que nem a China havia considerado.

E por falar em drogas, uma cidade da Espanha já aderiu ao plantio da planta, e nem me pergunte qual será objetivo do consumo. Na fronteira dos EUA e México, paraíso dos maconheiros, rs, essa droga nunca foi tão comentada.

As mulas que vem da Europa, buscar a droga, estão sendo presos - Ou seria presas? - no aeroporto. No Brasil, o paraíso das máfias, essas mercadorias estão proibidas de sair. Só não disseram se é crime contra a economia brasileira, evasão de divisas ou se é porque o bagulho é de estimação mesmo, o fato é que as drogas não podem sair daqui, assim como Ronald Biggs e Cesare Battisti.

Concluindo: A maconha poderia se tornar de fato uma alternativa para a eonomia global, os bem educados Bilderbergers não dariam a mínima importância para isso, afinal, todos nós sabemos que traficante de verdade nunca usa a droga que vende.

By Jânio