terça-feira, 4 de outubro de 2011

Histórias de guerras



Durante o século XIX a França e a Inglaterra se tornaram as duas maiores potências do mundo - eu acho até que já eram. Ambas tinham muito em comum, além de uma longa história de lutas, tradições e culturas.

Logo após a revolução industrial, na segunda metade do século XVIII, a Inglaterra iniciou sua expansão imperialista, dominando boa parte da África e da Ásia. A chamada Era vitoriana tinha o comando de uma mulher, a Rainha Vitória I (1.837 à 1.901).

As características marcantes desse período foram:

Consolidação do parlamentarismo - Os partidos políticos foram muito valorizados, mesmo com o poder nas mãos da Rainha Vitória. Isso demonstrava não só que que os políticos eram respeitados pelo povo, como também que o povo era bem representado por eles.

O que ninguém nunca ficou sabendo, foi das barbaridades do império inglês pelo mundo afora, atrocidades capazes de transformar Hitler numa criança. Foi nessa época que a eugenia foi desenvolvida, a mesma ciência maldita que seria utilizada por Hitler no século seguinte.

Internamente, sem falar da eugenia, a Inglaterra ia bem. O povo era representado e fazia valer os seus direitos, mesmo que todo o resto do mundo fosse devastado pelo império, como foram os casos do norte da África e da Índia.

A Rainha fortaleceu os partidos políticos, com isso sabia exatamente o que o povo queria ou pensava. Concedeu direito ao voto, primeiro aos operários e, posteriormente, aos camponeses.

Após a derrota de Napoleão, aproveitando-se do conflito de interesses dos vencedores, o representante  francês, Talleyrand, propôs que as nações européias do Império Napoleônico voltassem a ser governadas pelas mesmas dinastias de antes da guerra.

Como ninguém estava satisfeito, a proposta foi aceita e a França livrou-se de ter um exército de ocupação em seu território.

O Congresso de Viena, setembro de 1.814 à junho de 1.815, estabeleceu o Princípio da legitimidade, devolvendo as nações para as antigas dinastias.

Na França, o poder voltou a dinastia Bourbon, representada por Luis XVIII. Luis XVIII foi deposto por Carlos x, que tentou restabelecer o absolutismo, mas foi derrotado por uma revolução burguesa de 1.830, assumindo, assim, Luis filipe  D'Orleans.

Luis Filipe, o Rei Burguês, foi um governo que ignorava o povo, em benefício da burguesia. A revolta do povo, em 1.948, que passava fome, contra a corrupção, levou a França à uma nova revolução que, depois de um governo provisório que promulgou uma nova constituição e uma nova república, possibilitou ao povo eleger o presidente Napoleão III, sobrinho do Imperador Napoleão.

Em 1.852, através de um prebiscito, Luis Napoleão bonaparte tornou-se o Imperador Napoleão III.

Napoleão III lutou contra a Rússia, ao lado da Turquia.

Apoiou os italianos contra a Áustria.

Invadiu o México, em 1862, colocando o Arquiduque da Áustria, Maximiliano, no poder.

Em 1.870, pensando em declarar guerra à Prússia, encontrou um homem precavido chamado Bismarck, sendo derrotado na batalha de Sedan.

Além da idenização em ouro, a França perdeu as províncias de Lorena e Alsácia.

A Derrota de Napoleão III, foi muito útil para a unificação da Alemanha (Prússia) e também da Itália.

Acontece que os exércitos de Napoleão III apoiavam os Estados Pontifícios, quando estourou a guerra Franco-Prussiana. A saída de seus exércitos, fez com que a Itália finalmente se unificasse.

Fonte: História Geral (Marlene e Silva)

Texto: By Jânio

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