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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Bahia divulga lista de espécies da flora ameaçadas de extinção


Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil

O estado da Bahia tem 744 espécies da flora ameaçadas de extinção, entre elas a massaranduba, o oiti-cumbuca, bambuzinho, olho-de-boi e o pau-sangue. Após a publicação das espécies de animais em extinção no estado, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) divulgou também a Lista Oficial das Espécies Endêmicas da Flora Ameaçadas de Extinção. A relação está publicada no Diário Oficial do Estado.

Ao todo, foram avaliadas 1.255 espécies da flora, consideradas raras, endêmicas ou sob ameaça de extinção no território baiano e, entre elas, destacadas as 744 espécies em ameaça de extinção. A lista da fauna ameaçada está dividida em três categorias: 122 estão Criticamente em Perigo, 356 na categoria Em Perigo e 266, em Vulnerável.

Todas as espécies de vegetais que constam na lista passam a ser protegidas de modo integral. Segundo a Sema, ficam proibidos a coleta, o corte, transporte, armazenamento, manejo, beneficiamento e a comercialização no estado. No entanto, ficam permitidas a coleta, o transporte, o beneficiamento, o armazenamento e o manejo para fins de pesquisa científica ou de conservação das espécies, mediante autorização do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema).

Com a publicação das espécies de vegetais, a lista vermelha da Bahia fica completa, e isso pode auxiliar no desenvolvimento de políticas de proteção à flora e à fauna do estado. A portaria estabelece ainda que “os estoques ou plantéis cultivados das espécies enquadradas na lista vermelha sejam declarados em até 180 dias após a data de publicação em qualquer unidade do Inema”.

Participaram do levantamento cerca de 100 especialistas de aproximadamente 30 instituições, incluindo universidades, a Sema, o Inema e o Instituto Dríades de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade.

Edição: Graça Adjuto

Agência Brasil


domingo, 14 de abril de 2013

Maias foram extintos pelas mudanças climáticas




Depois de realizar uma série de testes para verificar a correlação entre o calendário Maia com o gregoriano, um grupo de cientistas voltou a afirmar que os maias foram vítimas da mudança climática.

Estabelecer a relação entre os dois calendários não é uma tarefa fácil, e é importante porque facilita a conversão do atual sistema maia. O famoso calendário maia de Conta Longa é uma contagem de ciclo complexo, onde o grande ciclo durava 13 bactun, alguns de 5.125 anos. Um ciclo longo que culminou precisamente em 21 de dezembro do ano passado, e que foi mal interpretado por muitos como um sinal do fim do mundo.

Os trabalhos de Douglas Kennett, da Universidade da Pennsylvânia, EUA, apoiando os trabalhos da década de 60 (século passado) que afirmavam que a correlação GMT era a mais adequada, efetuando uma série de testes, utilizando métodos mais modernos sobre os mesmos lindeis de madeira de um templo cerimonial, analisados por cinco décadas.

A equipe, que inicialmente procurou confirmar a correlação GMT porque estava investigando os efeitos da mudança climática sobre a civilização maia, confirmou que esta cultura desapareceu  há cerca de 1.000 anos porque não conseguiu se adaptar às mudanças climáticas, uma proposta que surgiu pela primeira vez no ano passado.

A região foi alvo de um desmatamento que propiciou um aumento da temperatura na região e, em consequência, afetou a qualidade do solo, tornando-o menos adequado para a agricultura e mudanças nas estações das chuvas.

"Agora podemos ter mais confiança em nossa capacidade de comparar os registros ambientais com os registros arqueológicos. As informações não estão em uma data maia, podemos estar mais seguros comparando-a com a data européia". Disse Kennett.

Fonte: RT-TV

Chilenos preparam-se par o apocalipse

A profecia dos Incas

domingo, 16 de dezembro de 2012

Zona morta do planeta Terra




Um novo estudo de cientistas chineses e britânicos demonstra que um aquecimento global, há 250 milhões de anos, causou uma extinção  de espécies em grande parte da Terra, transformando o  planeta em deserto, durante 5 milhões de anos.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Leeds (Reino Unido) e da Universidade de Geociências da China,  descobriram que a extinção foi a maior da história do planeta Terra, e ocorreu durante o período geológico Pérmico, há 250 milhões de anos, depois de um aquecimento global.

Os cientistas realizaram uma análise rádio-carbono dos fósseis  de  235 e 245 milhões de anos, que pertenciam aos períodos anteriores e posteriores à catástrofe. Os especialistas demonstraram que nessa época a Terra sofreu com uma grande atividade vulcânica.

Vários vulcões foram ativados em diferentes regiões do planeta. Durante as erupções, saiu uma grande quantidade de lava, bem como substâncias tóxicas no ar, produzindo o efeito estufa que resultou na morte de quase todos os seres vivos.

Aproximadamente 95% de todas as espécies desapareceram, enquanto a vida só voltaria ao nível de antes 5 milhões de anos depois. Durante esse período, conhecido como "zona morta", temperaturas elevadas inibiam o desenvolvimento da vida na Terra.

Os autores do estudo observam que a pesquisa apresenta, pela primeira vez, a possibilidade de compreender como a Terra reage a um grande aumento de gases de efeito estufa e quanto tempo é necessário para a sua recuperação.

"O aquecimento global  durante muito tempo tem sido associado com a extinção massiva do Permiano (Pérmico), mas nosso estudo demonstra que as altas temperaturas impediram a recuperação da vida por milhões de anos", disse Yadong Sun, um dos pesquisadores.

"Ninguém está querendo dizer que o nosso clima poderia alcançar esse nível de calor. Esperamos que o futuro aquecimento global jamais chegue às temperaturas de 250 milhões de anos atrás. Mas, se isso acontecer, teremos mostrado as consequências desse efeito e  o tempo de recuperação que isso pode levar",  disse o pesquisador, Paul Wignall.

Fonte RT-TV

Comentário: O aquecimento global é apenas um lado das mudanças climáticas, assusta pelo fato de isso trazer o fim da vida, a extinção da terra. O outro lado bizarro, mas não tão assustador, é o resfriamento global, trazendo a nova era glacial.

A teoria do aquecimento global é assustadoramente interessante e falha apenas num ponto, uma observação também teórica e, portanto, de pouco valor científico, apenas uma simples filosofia.

Se o aquecimento global for provocado pelo homem, então o homem está provocando o fim do planeta? Não, eu acho muita pretensão do homem achar que pode acabar com o planeta, então, a teoria da nova era glacial torna-se mais plausível, mas isso é apenas uma conclusão filosófica.

Não será a primeira vez que o planeta passará por uma crise climática, não será a primeira vez que o planeta mudará de controle, passando para uma nova raça de seres.

Herdamos o mundo dos dinossauros e agora passaremos para uma nova raça, a questão é o que acontecerá no planeta e quem herdará a Terra. A resposta não importa muito, afinal, teremos pouca chance de sobreviver.

Ninguém é eterno, pelo menos em carne e osso, não.

By Jânio

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domingo, 15 de janeiro de 2012

Tecnologias em risco de extinção



Algumas tecnologias consideradas pelo ponto de vista científico, modernas, já correm o risco de extinção. Já poderiam ter sido extintas, se algumas pessoas não insistissem em ignorar os avanços tecnológicos.

Apesar do boicote de alguns setores, a verdade é que a evolução não pode ser interrompida.

Veja a lista de algumas tecnologias que correm o risco de extinção.

01 - Reproduzir fotografias e criar álbuns fotográficos.

02 - Reservar passagens por telefone.

03 - Ligar para o cinema para perguntar sobre o horário dos filmes.

04 - Utilizar um telefone público.

05 - Usar gravadores de CD portáteis, comprar e criar coleções de CDs.

06 - Escrever e enviar cartas pelos correios.

07 - Comprar enciclopédias.

08 - Olhar o mapa antes de sair de carro e consultá-lo durante a viagem.

09 - Ir a um banco ou caixa eletrônico para realizar operações financeiras, transverências ou pagamentos.

10 - Comprar jornais e revistas com a  programação da TV, aliás, a própria tv está se transverindo para a internet.

11 - Esquentar leite ou outros líquidos, com fogo, em uma cozinha tradicional.

12 - Usar o "beeper", busca e fax.

13 - Lavar roupa manualmente.

14 - Buscar ofertas em páginas amarelas.

15 - Pagar com cheques.

Notem que das quinze atividades tecnológicas enumeradas aqui, apenas duas não podem ser feitas pela internet.

By Jânio

Fonte: RT-TV

domingo, 11 de setembro de 2011

Línguas brasileiras em risco




Nem é preciso dizer que o mundo inteiro sabe da importância das línguas indígenas para conhecer a própria natureza do homem.

Sua ciência, tradição, danças, músicas, histórias, etc., que podem ser conferidos no site do lison, dão uma idéia da riqueza cultural indígena.

Se não forem tomadas medidas cabíveis, corremos o risco de não termos nem a história dos índios para contar. Prova disso é o número de línguas indígenas extintas e em risco de extinção.

Enquanto o mundo inteiro caminhava para a globalização, esse processo já estava em fase final entre os índios, há muito tempo. Sem as línguas indígenas, perdemos contato com a maior parte de seus conhecimentos, como lendas, religiões, filosofias, etc.

wikipedia:

"A originalidade das línguas indígenas brasileiras tem uma importante relação com os marcos históricos do povo, afinal, antes de mais nada, a língua representa as transformações ocorridas em uma tribo, desde seu nascimento, invasões, mudanças e o resultado final."

Uma parte da própria história do Brasil pertence aos índios e a visão que eles tinham da colonização. O problema é que as línguas indígenas vem sendo substituídas pelo português, espanhol e pelos idiomas indígenas mais fortes.

Alguns exemplos de línguas indígenas em extinção são: Ofayê, menos de 20 índios; guató, menos de 50 índios; vítimas de um dos maiores processos de desenvolvimento econômico do mundo, em Mato grosso do Sul.

Em Rondônia, o wayoró é falado por menos de oitenta pessoas.

Devido ao alerta de extinção dessas línguas, em algumas regiões já estão sendo adotadas medidas pelas próprias autoridades, como adotar a língua indígena nas escolas, estudá-las. Apesar dessa medida ser eficiente, são poucos os casos.

Exemplos de municípios que chegaram a co-oficializar a língua indígena foram:

01 - São Gabriel da Cachoeira (nheengatu, o tukanu e baniwa).

02 - No município de Tacuru (guarani);

03 - Em Paranhos (guarani, em aprovação).

Na Amazônia, apesar do Tupi ter desaparecido, outra lìngua que é o elo de ligação para o Tupi, ainda é falada, como é o caso do nheengatu. Essa língua já é independente do tupi, mas serve de referência.

Wikipédia: "A língua tupi é aglutinante, não possui artigos (assim como o latim) e não flexiona em gênero nem em número.

Um bom exemplo disso é: Paranapiacaba = paraná + epiak + -(s)aba, "mar" + "ver" + "lugar onde" = "lugar de onde se vê o mar.

O tupi identifica um conjunto de 31 fonemas, dos quais doze são vogais, três semivogais e dezesseis consoantes. Característica notória de sua fonologia é, sem dúvida, o seu caráter cutural. Uma outra, os abundantes metaplasmos."

As semivogais, entre outras características do tupi-guarani, levaram os estudiosos a especular sua influência sobre o português do Brasil, essa idéia é polêmica e encontra resistência. Eu, por exemplo, considero o sistema fonético português imperialista, quase racista, o que dificulta qualquer influência externa.

A idéia de "Academia Brasileira de letras", ou a expressão errônea "eu só sei falar brasileiro", mostra como a língua é importante para um povo, e como ela identifica determinadas culturas, tornando-se quase impossível separá-los.

Por outro lado, a quantidade de vogais e semivogais, presentes no tupí, poderiam explicar o sotaque brasileiro, transformando nossa língua numa linguagem quase cantada.

Depois que os cientistas descobriram vestígios de civilização na américa, há cerca de 9.000 anos, a língua indígena ganhou importância. Imaginar um grupo de apenas 20 pessoas, com sua própria língua, é fantástico.

Um tesouro antropológico, uma riqueza para o turismo, um futuro para a humanidade. Resta saber se o governo estará disposto a dar para essas vinte pessoas, a dignidade que elas merecem, como representantes  de tal língua.

Línguas macro-tupi

Ariquém - família linguística.

Ariquém - (ariquéns).

Caritiana - (caritianas).

Aueti - família linguística.

Aueti - (auetis).

Juruna - família linguística.

Juruna - (jurunas).

Manitsauá - extinta (manitsauás).

Xipaia - (xipaias).

Maué - família linguística.

Maué (Sateré) - (maués).

Mondé - família linguística.

Aruá - (aruás).

Cinta-larga - (cintas-largas).

Mondé - (mondés).

Suruí-paíter - (suruís-paíteres).

Zoró - (zorós).

Mundurucu - família linguística.

Mundurucu - (mundurucus).

Curuaia - (curuaias).

Puruborá - família linguística (extinta).

Puruborá - (puruborás).

Ramarrama - família linguística.

Língua caro - (Araras-de-rondônia).

Tupari - família linguística.

Ajuru - (ajurus).

Macurape - (macurapes).

Mequém - (mequéns).

Saquirabiape - (saquirabiapes).

Tupari - (tuparis).

Tupi-guarani - família linguística.

Amanaié - (amanaiés).

Anambé - (anambés).

Apiacá - (apiacás).

Aquáua - (aquáuas).

Paracanã - dialeto (paracanãs).

Suruí-aiqueuara - dialeto (suruís-aiqueuaras).

Araueté - (arauetés).

Assurini-do-xingu - (assurinis-do-xingu).

Assurini-do-tocantins - dialeto (assurinis-do-tocantins).

Avá-canoeiro - (avás-canoeiros).

Caapor - (caapores-urubus).

Caiabi - (caiabis).

Camaiurá - (camaiurás).

Cambeba - (cambebas).

Cauaíbe - (cauaíbes).

Diahói - dialeto (diahóis).

Juma - dialeto (jumas).

Parintintim - dialeto (parintintins).

Tenharim - dialeto (tenharins).

Uru-eu-uau-uau - dialeto (uru-eu-uau-uaus).

Cocama - (cocamas).

Guajá - (guajás).

Guarani - uma das línguas oficiais do Paraguai, também falado no Brasil (guaranis).

Caiouá - dialeto (caiouás).

Embiá - dialeto (embiás).

Nhandeva - dialeto (nhandevas).

Oiampi - (oiampis).

Tapirapé - (tapirapés).

Teneteara - (guajajaras e tembés).

Guajajara - dialeto (guajajaras).

Tembé - dialeto (tembés).

Tupi - (tupis).

Tupinambá - extinta no Brasil (tupinambás).

Nheengatu - dialeto falado no Brasil, já considerada oficial no passado.

Geral paulista - dialeto crioulo formado à época dos bandeirantes.

Xetá - quase extinta (xetás).

Zoé (Puturu) - (zoés).

Uaiampi - (uaiampis).

Fonte: Wikipedia