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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Receita para criar um novo planeta Terra



Depois de estudar em detalhes pequenos exoplanetas rochosos, cientistas concluíram que é muito provável que estes tenham a mesma composição e ingredientes básicos que a Terra.

Usando o HARPS (buscador de planetas por velocidade radial de alta precisão), uma equipe de pesquisadores liderada por Courtney Dressing, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (CfA), analisou a massa dos planetas de tamanho comparável ​​ao da Terra, o que lhes permitiu tirar conclusões sobre a sua densidade e composição.

É isso o que é preciso para 'fabricar' planetas semelhantes à Terra: 1 medida (taça, copo) de magnésio, 1 medida de silício, 2 medidas de ferro, 2 medidas de oxigênio, 1/2 colher de chá de alumínio, 1/2 colher de chá de níquel, 1/2 colher cálcio, 1/4 colher de chá de enxofre e um pouco de água procedente de um asteróide.

"O nosso sistema solar não é tão único como poderíamos ter pensado. (...) Parece que exoplanetas rochosos têm os mesmos ingredientes básicos", disse Dressing, citado pelo site oficial CfA.

Os pesquisadores também compararam a terra com outros dez planetas extra-solares com diâmetro similar ao da Terra. Segundo Dressing, para encontrar um mundo parecido ao nosso "temos de nos concentrar" na pesquisa destes planetas.

Fonte: RT-TV

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Escudo que protege a Terra em risco



A Agência Espacial Europeia (ESA), revelou os primeiros resultados detalhados do estudo sobre as mudanças no campo magnético da Terra que protege o nosso planeta da radiação solar, e os resultados não são animadores.

As três sondas SWARM que foram lançadas no ano passado com a missão de estudar o campo magnético, confirmaram o enfraquecimento do campo magnético, a mudança mais drástica ocorreu no Hemisfério Ocidental, informou a ESA em uma conferência em Copenhague. Em geral, o escudo magnético da Terra enfraqueceu entre 10%-15%, segundo os cientistas.

Da mesma forma, em outras áreas, como ao sul do Oceano Índico, o campo magnético aumentou desde as primeiras observações do SWARM, que também registrou uma migração do pólo norte magnético para a Sibéria.

O campo magnético protege o nosso planeta, desviando o vento solar, ou seja, as partículas carregadas que emanam do Sol.  Sem esta proteção, as partículas destruiriam a camada de ozônio que protege a Terra dos raios ultravioletas, e a Terra se tornaria um planeta sem vida como Marte.

Fonte: RT-TV

Dez formas como o mundo pode acabar

Nova era das catástrofes

domingo, 16 de dezembro de 2012

Zona morta do planeta Terra




Um novo estudo de cientistas chineses e britânicos demonstra que um aquecimento global, há 250 milhões de anos, causou uma extinção  de espécies em grande parte da Terra, transformando o  planeta em deserto, durante 5 milhões de anos.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Leeds (Reino Unido) e da Universidade de Geociências da China,  descobriram que a extinção foi a maior da história do planeta Terra, e ocorreu durante o período geológico Pérmico, há 250 milhões de anos, depois de um aquecimento global.

Os cientistas realizaram uma análise rádio-carbono dos fósseis  de  235 e 245 milhões de anos, que pertenciam aos períodos anteriores e posteriores à catástrofe. Os especialistas demonstraram que nessa época a Terra sofreu com uma grande atividade vulcânica.

Vários vulcões foram ativados em diferentes regiões do planeta. Durante as erupções, saiu uma grande quantidade de lava, bem como substâncias tóxicas no ar, produzindo o efeito estufa que resultou na morte de quase todos os seres vivos.

Aproximadamente 95% de todas as espécies desapareceram, enquanto a vida só voltaria ao nível de antes 5 milhões de anos depois. Durante esse período, conhecido como "zona morta", temperaturas elevadas inibiam o desenvolvimento da vida na Terra.

Os autores do estudo observam que a pesquisa apresenta, pela primeira vez, a possibilidade de compreender como a Terra reage a um grande aumento de gases de efeito estufa e quanto tempo é necessário para a sua recuperação.

"O aquecimento global  durante muito tempo tem sido associado com a extinção massiva do Permiano (Pérmico), mas nosso estudo demonstra que as altas temperaturas impediram a recuperação da vida por milhões de anos", disse Yadong Sun, um dos pesquisadores.

"Ninguém está querendo dizer que o nosso clima poderia alcançar esse nível de calor. Esperamos que o futuro aquecimento global jamais chegue às temperaturas de 250 milhões de anos atrás. Mas, se isso acontecer, teremos mostrado as consequências desse efeito e  o tempo de recuperação que isso pode levar",  disse o pesquisador, Paul Wignall.

Fonte RT-TV

Comentário: O aquecimento global é apenas um lado das mudanças climáticas, assusta pelo fato de isso trazer o fim da vida, a extinção da terra. O outro lado bizarro, mas não tão assustador, é o resfriamento global, trazendo a nova era glacial.

A teoria do aquecimento global é assustadoramente interessante e falha apenas num ponto, uma observação também teórica e, portanto, de pouco valor científico, apenas uma simples filosofia.

Se o aquecimento global for provocado pelo homem, então o homem está provocando o fim do planeta? Não, eu acho muita pretensão do homem achar que pode acabar com o planeta, então, a teoria da nova era glacial torna-se mais plausível, mas isso é apenas uma conclusão filosófica.

Não será a primeira vez que o planeta passará por uma crise climática, não será a primeira vez que o planeta mudará de controle, passando para uma nova raça de seres.

Herdamos o mundo dos dinossauros e agora passaremos para uma nova raça, a questão é o que acontecerá no planeta e quem herdará a Terra. A resposta não importa muito, afinal, teremos pouca chance de sobreviver.

Ninguém é eterno, pelo menos em carne e osso, não.

By Jânio

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