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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dubai recria continentes dos bilionários



Sistemas de controle de clima a céu aberto, que permitam criar até neve no clima quente e seco dos Emirados Árabes Unidos, serão instalados nas ilhas artificiais do arquipélago 'The World'.

O arquipélago 'The World', um conjunto de mais de 300 ilhas artificiais localizadas perto da área costeira de Dubai e que reproduzem a forma dos continentes da Terra, poderia ter, em poucos anos, tecnologias aptas a reproduzir o clima de qualquer parte o mundo, relata o "Khaleej Times".

Um novo projeto chamado "Coração da Europa" abrange seis ilhas, onde está previsto reproduzir não só o estilo arquitetônico da Alemanha, Áustria, Itália, Espanha e da Riviera Francesa na França, mas a temperatura e as condições climáticas típicas desses lugares, em qualquer temporada.

Graças às inovadoras tecnologias alemãs, os promotores do projeto pretendem que os futuros residentes das ilhas,  a maioria milionários e pessoas famosas, possam desfrutar de ruas cobertas de neve ou se molhar em uma tempestade, independentemente do clima quente predominante no país.

Comentário: Esse é o admirável mundo novo, podendo parecer maravilhoso para alguns, mas assustador para pessoas como eu que tem acompanhado a crise econômica mundial. Já sabemos onde ficam os infernos fiscais, então, para que um inferno seja perfeito e possa seduzir os escolhidos, nada mais infernal que esses projetos megalomaníacos.

Segundo a minha última pesquisa, para que esses projetos possam ser concluídos, operários do setor de construção trabalham sob um sol escaldante, numa temperatura que beira os 52 graus. É evidente que essas pessoas estão no limite, entretanto, eu ainda penso até onde o capitalismo chegará até que o mundo se renda ao feudalismo do século XXI.

Fonte: RT

Comentário: By Jânio

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domingo, 14 de abril de 2013

Maias foram extintos pelas mudanças climáticas




Depois de realizar uma série de testes para verificar a correlação entre o calendário Maia com o gregoriano, um grupo de cientistas voltou a afirmar que os maias foram vítimas da mudança climática.

Estabelecer a relação entre os dois calendários não é uma tarefa fácil, e é importante porque facilita a conversão do atual sistema maia. O famoso calendário maia de Conta Longa é uma contagem de ciclo complexo, onde o grande ciclo durava 13 bactun, alguns de 5.125 anos. Um ciclo longo que culminou precisamente em 21 de dezembro do ano passado, e que foi mal interpretado por muitos como um sinal do fim do mundo.

Os trabalhos de Douglas Kennett, da Universidade da Pennsylvânia, EUA, apoiando os trabalhos da década de 60 (século passado) que afirmavam que a correlação GMT era a mais adequada, efetuando uma série de testes, utilizando métodos mais modernos sobre os mesmos lindeis de madeira de um templo cerimonial, analisados por cinco décadas.

A equipe, que inicialmente procurou confirmar a correlação GMT porque estava investigando os efeitos da mudança climática sobre a civilização maia, confirmou que esta cultura desapareceu  há cerca de 1.000 anos porque não conseguiu se adaptar às mudanças climáticas, uma proposta que surgiu pela primeira vez no ano passado.

A região foi alvo de um desmatamento que propiciou um aumento da temperatura na região e, em consequência, afetou a qualidade do solo, tornando-o menos adequado para a agricultura e mudanças nas estações das chuvas.

"Agora podemos ter mais confiança em nossa capacidade de comparar os registros ambientais com os registros arqueológicos. As informações não estão em uma data maia, podemos estar mais seguros comparando-a com a data européia". Disse Kennett.

Fonte: RT-TV

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sábado, 14 de julho de 2012

Mudanças climáticas castigam os EUA



O Departamento de Agricultura dos EUA declarou "zona de desastre natural" para 1.016 municípios, devido à seca. Especialistas consideram essa como a pior seca da história do país, em virtude de sua expansão territorial.

As regiões mais afetadas pela seca estão localizadas no sul  e centro, onde está o coração da agricultura americana. Na lista de 26 estados estão a Califórnia, Novo México, Arizona e Texas.

Os agricultores que perderam suas colheitas, receberão ajuda do governo, inclusive empréstimos em condições favoráveis.

Os critérios mais importantes para ter acesso a ajuda oferecida às vítimas da seca são: ter sofrido com a seca por pelo menos oito semanas seguidas ou a perda de 30% da colheita de uma das plantações cultivadas.

"A agricultura é uma parte importante da nossa economia. Entendemos que as condições climáticas podem ter afetados gravemente os agricultores", declarou o secretário da agricultura, Tom Vilsack.

Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, o período de janeiro a junho deste ano provou ser "o mais quente na região continental dos EUA. A onda de calor mais forte, foi registrada em junho.

Na cidade de Norton (Kansas), por exemplo,  em 28 de junho,  a temperatura chegou até 48 graus Celsius.

 Fonte: RT-TV