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domingo, 14 de abril de 2013

Maias foram extintos pelas mudanças climáticas




Depois de realizar uma série de testes para verificar a correlação entre o calendário Maia com o gregoriano, um grupo de cientistas voltou a afirmar que os maias foram vítimas da mudança climática.

Estabelecer a relação entre os dois calendários não é uma tarefa fácil, e é importante porque facilita a conversão do atual sistema maia. O famoso calendário maia de Conta Longa é uma contagem de ciclo complexo, onde o grande ciclo durava 13 bactun, alguns de 5.125 anos. Um ciclo longo que culminou precisamente em 21 de dezembro do ano passado, e que foi mal interpretado por muitos como um sinal do fim do mundo.

Os trabalhos de Douglas Kennett, da Universidade da Pennsylvânia, EUA, apoiando os trabalhos da década de 60 (século passado) que afirmavam que a correlação GMT era a mais adequada, efetuando uma série de testes, utilizando métodos mais modernos sobre os mesmos lindeis de madeira de um templo cerimonial, analisados por cinco décadas.

A equipe, que inicialmente procurou confirmar a correlação GMT porque estava investigando os efeitos da mudança climática sobre a civilização maia, confirmou que esta cultura desapareceu  há cerca de 1.000 anos porque não conseguiu se adaptar às mudanças climáticas, uma proposta que surgiu pela primeira vez no ano passado.

A região foi alvo de um desmatamento que propiciou um aumento da temperatura na região e, em consequência, afetou a qualidade do solo, tornando-o menos adequado para a agricultura e mudanças nas estações das chuvas.

"Agora podemos ter mais confiança em nossa capacidade de comparar os registros ambientais com os registros arqueológicos. As informações não estão em uma data maia, podemos estar mais seguros comparando-a com a data européia". Disse Kennett.

Fonte: RT-TV

Chilenos preparam-se par o apocalipse

A profecia dos Incas

sábado, 20 de outubro de 2012

Homem pré-histórico da Sibéria




O instituto de Arqueologia e Etnografia foi responsável pela realização de pesquisas  no sítio arqueológico de Karama, na região russa de Altai.

"Agora podemos afirmar com certeza que as camadas mais antigas desta aldeia primitiva tem idade aproximada de um milhão de anos ou, pelo menos, 800 mil anos", disse o arqueólogo,  Mijail Shunkov, vice-diretor do instituto de arqueologia.

Os cientistas acreditam que o Homo Erectus veio para a Sibéria a partir da África, através da chamada rota migratória, que começou a ser utilizada pelas comunidades primitivas do continente, há quase dois milhões de anos.

De acordo com Shunkov, "no momento em que o homem chegou pela primeira vez ao território de Altai, as condições climáticas eram mais favoráveis que as de agora". Os especialistas sustentam que o clima daquela época era similar ao da região de Cáucaso do Norte. De qualquer modo, não achamos que a Sibéria fosse como é hoje em dia.

Os paleontólogos já levaram mais de dez anos estudando os sítios arqueológicos de Karama, onde as condições climáticas atuais são bem diferentes do que eram e onde o trabalho arqueológico requer muita força física.

É nessa região que se encontra a Gruta Denisova, um lugar de grande interesse para os cientistas que pesquisam o início da humanidade. Ali foram encontrados objetos de diferentes épocas, os mais antigos datam de 280 mil anos. O recente estudo triplicou o período conhecido da presença humana nessa região.

Fonte: RT-TV

Comentários: Apesar de eu não exatamente um seguidor das ideias de Darwin e, muito menos da precisão histórica dos arqueólogos, eu acho muito curioso acompanhar suas idéias.

De acordo com os primeiros registros que eu li, a civilização dos Homo sapiens não tinha mais que cinquenta mil anos, entretanto, eu sempre chamei a atenção para o risco de superestimar a própria arqueologia. Eu sempre disse que a sociedade pode ser documentada e estudada de maneira geral, mas a mente humana não, por isso, sempre haveria a possibilidade de civilizações tecnologicamente desenvolvidas, como a egípcia.

Os conhecimentos egípcios deram suporte às três outras civilizações que foram a base para a nossa civilização globalizada: hebraica, grega e romana.

Além dessas, há vestígios de outras civilizações que possuíam conhecimentos avançados, como é o caso de Troia, supostamente relacionada a Atlântida.

Acontece que as probalidades de Troia ter inspirado Platão são pequenas, consideráveis, mas pequenas. Se Troia não for Atlântida, então, a lenda de Atlântida foi inspirada em outra civilização. Qual?

Fazendo as contas da idade da civilização perdida dos antigos egípcios e das civilizações mesopotâmicas, multiplicando por dois, tempo em que eu não acredito que essas culturas mudassem muito, chegamos a cerca de dez mil anos sem nenhuma alteração ou evolução Darwiniana - pessoalmente, eu preferiria estudar as lendas de Platão que as teorias de Darwin.

No caso dessas descobertas de um milhão de anos, eu até acredito que suas técnicas são boas, traçar a vida na Terra a partir dos restos achados, é pouco para mim. Acredito que quanto mais o tempo passa, maior a dificuldade de se precisar os fatos.

Quando menos esperarmos, novos fatos irão revolucionar nossos conhecimentos do passado.

... mas enquanto não estivermos preparados, enquanto não tivermos um mundo igualitário e educado, não teremos tais respostas. Nossa visão sempre estará voltada para o lugar errado,  uma visão imprecisa e sem boa perspectiva.

Pessoas "evoluídas" tecnologicamente e bem "educadas", como nossa aristocracia, serão os primeiros a fugir de sua região de origem, caso ocorra um grave acidente natural ou nuclear, por exemplo, deixando para trás uma outra espécie de cultura, muito mais atrasada, a civilização dos pobres.

Os faraós nos proporcionaram isso, e só pudemos estudá-los com a ajuda das areias do deserto, que conservaram todos os vestígios que conhecemos. Nesse caso, sabemos de sua vida apenas através de sua morte, o que é uma perspectiva um tanto quanto exótica.

Você já pensou como seria a nossa civilização globalizada, a partir de nosso extermínio em um acidente nuclear ou natural?

"The Planet of the Apes" imaginou.

By Jânio

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