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sábado, 28 de setembro de 2013

Som da fala há 6.000 anos



Não é nenhum segredo que todas as línguas indo-europeias modernas descendam da mesma língua Proto. Pesquisadores e linguistas ressuscitaram os sons dessas línguas.

O linguista Andrew Byrd da Universidade de Kentucky (EUA) apresentou sua versão oral de um texto traduzido para o proto-indo-europeu (PIE). A gravação, divulgada pela revista "Arqueology", permite fazermos uma ideia de como nosso discurso comum soou durante milhares de anos.

O estudo lido pelo linguista é uma fábula chamada "as ovelhas e os cavalos" (The Sheep and the Horses) escrita pelo linguista alemão August Schleicher, em 1.868, e que é considerada a primeira obra escrita em vocabulário proto-indo-europeo. O experimento sonoro continua e a fábula se atualiza periodicamente para refletir a compreensão mais atual de como parecia a linguagem extinta.

Nos anos 90, linguistas e historiadores criaram outra curta parábola do proto-indo-europeo (PIE), reconstruindo "Rigveda", uma antiga coleção de hinos em sânscrito. Andrew Byrd  também apresentou  a sua versão de "O Rei e Deus", com base no trabalho dos linguistas Eric Hamp e Subhadra Kumar sen.

Ouça o som: RT-TV

Escrita cuneiforme

Hieroglifos - Primeira língua escrita

Primeiras leis da história

A idade da esfinge

Processo de nascimento das línguas

Obscura natureza da mente


terça-feira, 16 de julho de 2013

Plimpton 322




Plimpton 322 é uma tableta de argila em escrita cuneiforme com registros da matemática babilônica.

De aproximadamente meio milhão de tabletas de argila babilônicas escavadas desde o início do Século XIX, milhares são de natureza matemática. Provavelmente o mais famoso destes exemplos de matemática babilônica seja a tableta Plimpton 322, referindo-se ao fato de ter o número 322 na coleção G.A. Plimpton da Columbia University. Esta tableta, que acredita-se ter sido escrita no Século XVIII a.C., possui uma tabela de 4 colunas e 15 linhas de números em escrita cuneiforme do período.

Embora a tabela tenha sido formalmente interpretada pelos principais matemáticos como uma lista de ternas pitagóricas, existe uma perspectiva moderna publicada pela Mathematical Association of America que diz que esta interpretação não é mais aceitável.1 Para tratamentos mais acessíveis desta tableta veja Robson (2002) ou, mais brevemente, Conway e Guy (1996). Robson (2001) discute de forma mais detalhada e técnica sobre a interpretação dos números desta tableta, com uma extensiva bibliografia.

O editor de nova-iorquino George A. Plimpton comprou a tableta a partir de um vendedor de arqueologia, Edgar J. Banks, provavelmente em 1922, e a doou com o resto de sua coleção para Columbia University, no meio da década de 1930. De acordo com os Banks, as tabletas vieram de Senkereh, um local ao sul do Iraque correspondente à antiga cidade de Larsa.

Acredita-se que tenha sido escrita por volta de 1800 a.C., baseado em parte no estilo de utilizado na escrita cuneiforme: Robson (2002) afirma que esta forma de escrita "é típica de documentos do sul do Iraque de 4000–3500 anos atrás".3 Mais especificamente baseando-se em similaridades de formato com outras tabletas de Larsa que possuem datas explícitas, Plimpton 322 pode ser datada entre o período de 1822–1784 a.C.

O conteúdo principal do Plimpton 322 é uma tabela de números, com quatro colunas e quinze linhas, em notação sexagesimal babilônica. A quarta coluna é apenas uma linha de números em ordem de 1 a 15. A segunda e terceira colunas são totalmente visíveis na tableta. No entanto, a ponta da primeira coluna foi quebrada, e há duas consistente extrapolações para o que poderia ser a falta dígitos; estas interpretações diferem apenas em saber se cada série começa ou não com um dígito adicional igual a 1

É possível que colunas adicionais estivessem presentes na parte quebrada da tableta, à esquerda destas colunas. A conversão desses números de notação sexagesimal para decimal apresenta ambiguidades adicionais, pois a notação sexagesimal babilônica não especificava o valor posicional do primeiro dígito de cada número.

Em cada linha, o número na segunda coluna pode ser interpretado como o lado mais curto s de um triângulo retângulo, e o número na terceira coluna pode ser interpretado como a hipotenusa d do triângulo. O número na primeira  coluna é uma fração, denota o lado mais comprido do mesmo triângulo. Os acadêmicos ainda diferem, entretanto, em como estes números foram gerados.

Wikipedia:

A escrita cuneiforme

Hieroglifos - primeira forma de escrita

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Cidade mais antiga da Europa




Um povo pré-histórico descoberto no leste da Bulgária é, segundo os arqueólogos desse país, o assentamento urbano mais antigo da Europa, encontrado até hoje.

"Começamos as escavações em 2.005, mas só depois desta temporada arqueológica reunimos evidências suficientes para apoiar esta reivindicação", informou o professor do Instituto Nacional de Arqueologia da Bulgária, Vasil Nikolov  à agência AP.

Até agora, a equipe de arqueólogos desenterrou os restos de um assentamento de casas de dois andares, cercadas por muros de três metros de espessura e dez metros de altura.

Também encontraram uma série de poços, possivelmente empregadas para rituais e que, segundo análises de radiocarbono, seriam da idade do cobre (entre os anos de 4.700 e 4.200 antes de Cristo), ou seja, mais de um milênio antes do início da antiga civilização grega.

"Não estamos falando de uma cidade como as cidades-estados gregas, assentamentos da Roma antiga ou medieval, o que os arqueólogos descobriram constitui um povo do quinto milênio antes de Cristo", disse Nikolov.

Os arqueólogos acreditam que ali poderiam ter vivido pelo menos umas 350 pessoas que seguramente produziam sal a partir de depósitos de rochas.

Segundo Nikolov, o sal era precisamente uma das matérias primas mais preciosas da época, já que tinha o valor do petróleo, e era usada como moeda.

A Bulgária alberga numerosos depósitos de assentamentos neolíticos, idade do cobre ou branze, e restos de grandes centros urbanos helenístico, romano e bizantino.

Fonte: RT-TV

A tragédia de Pompéia

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Suástica - O símbolo obscuro do nazismo

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