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quinta-feira, 8 de maio de 2014

A múmia mais antiga do mundo




Arqueólogos encontraram no Egito uma múmia de 5.600 anos do período pré-dinástico. É um dos achados mais antigos e poderia levar a uma revisão do início da história da civilização.

A descoberta ocorreu na região de Kom al Ahmar, perto Nejen (Hierakonpolis), a capital histórica do Alto Egito, de acordo com o jornal eletrônico Ahram'.

Originalmente os arqueólogos pensavam que a tumba que estavam escavando havia sido construída na época de Narmer, o primeiro faraó do antigo Egito, fundador da primeira dinastia, no ano 3050 AC. No entanto, as investigações revelaram que era 500 anos mais antiga, de acordo com a agência de notícias AFP.

A múmia pertence ao dono do túmulo, que morreu com cerca de 18 anos de idade e, talvez, fosse governador, de acordo com o Departamento de Antiguidades do Egito, citado pelo jornal 'Ahram'. Além disso os arqueólogos encontraram uma figura de marfim que descreve um homem barbudo, que poderia ser o falecido ou alguma divindade. Eles também descobriram dez escovas de marfim, várias ferramentas, pontas de flechas e facas.

"É uma descoberta muito importante",  disse o jornal ao ministro de Antiguidades, Mohamed Ibrahim, uma vez que pode fornecer informações valiosas sobre a história e as tradições egípcias,  crenças religiosas e rituais funerários do período pré-dinástico.

Imagem: AFP

Fonte: RT-TV

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Cidade mais antiga da Europa




Um povo pré-histórico descoberto no leste da Bulgária é, segundo os arqueólogos desse país, o assentamento urbano mais antigo da Europa, encontrado até hoje.

"Começamos as escavações em 2.005, mas só depois desta temporada arqueológica reunimos evidências suficientes para apoiar esta reivindicação", informou o professor do Instituto Nacional de Arqueologia da Bulgária, Vasil Nikolov  à agência AP.

Até agora, a equipe de arqueólogos desenterrou os restos de um assentamento de casas de dois andares, cercadas por muros de três metros de espessura e dez metros de altura.

Também encontraram uma série de poços, possivelmente empregadas para rituais e que, segundo análises de radiocarbono, seriam da idade do cobre (entre os anos de 4.700 e 4.200 antes de Cristo), ou seja, mais de um milênio antes do início da antiga civilização grega.

"Não estamos falando de uma cidade como as cidades-estados gregas, assentamentos da Roma antiga ou medieval, o que os arqueólogos descobriram constitui um povo do quinto milênio antes de Cristo", disse Nikolov.

Os arqueólogos acreditam que ali poderiam ter vivido pelo menos umas 350 pessoas que seguramente produziam sal a partir de depósitos de rochas.

Segundo Nikolov, o sal era precisamente uma das matérias primas mais preciosas da época, já que tinha o valor do petróleo, e era usada como moeda.

A Bulgária alberga numerosos depósitos de assentamentos neolíticos, idade do cobre ou branze, e restos de grandes centros urbanos helenístico, romano e bizantino.

Fonte: RT-TV

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sábado, 20 de outubro de 2012

Homem pré-histórico da Sibéria




O instituto de Arqueologia e Etnografia foi responsável pela realização de pesquisas  no sítio arqueológico de Karama, na região russa de Altai.

"Agora podemos afirmar com certeza que as camadas mais antigas desta aldeia primitiva tem idade aproximada de um milhão de anos ou, pelo menos, 800 mil anos", disse o arqueólogo,  Mijail Shunkov, vice-diretor do instituto de arqueologia.

Os cientistas acreditam que o Homo Erectus veio para a Sibéria a partir da África, através da chamada rota migratória, que começou a ser utilizada pelas comunidades primitivas do continente, há quase dois milhões de anos.

De acordo com Shunkov, "no momento em que o homem chegou pela primeira vez ao território de Altai, as condições climáticas eram mais favoráveis que as de agora". Os especialistas sustentam que o clima daquela época era similar ao da região de Cáucaso do Norte. De qualquer modo, não achamos que a Sibéria fosse como é hoje em dia.

Os paleontólogos já levaram mais de dez anos estudando os sítios arqueológicos de Karama, onde as condições climáticas atuais são bem diferentes do que eram e onde o trabalho arqueológico requer muita força física.

É nessa região que se encontra a Gruta Denisova, um lugar de grande interesse para os cientistas que pesquisam o início da humanidade. Ali foram encontrados objetos de diferentes épocas, os mais antigos datam de 280 mil anos. O recente estudo triplicou o período conhecido da presença humana nessa região.

Fonte: RT-TV

Comentários: Apesar de eu não exatamente um seguidor das ideias de Darwin e, muito menos da precisão histórica dos arqueólogos, eu acho muito curioso acompanhar suas idéias.

De acordo com os primeiros registros que eu li, a civilização dos Homo sapiens não tinha mais que cinquenta mil anos, entretanto, eu sempre chamei a atenção para o risco de superestimar a própria arqueologia. Eu sempre disse que a sociedade pode ser documentada e estudada de maneira geral, mas a mente humana não, por isso, sempre haveria a possibilidade de civilizações tecnologicamente desenvolvidas, como a egípcia.

Os conhecimentos egípcios deram suporte às três outras civilizações que foram a base para a nossa civilização globalizada: hebraica, grega e romana.

Além dessas, há vestígios de outras civilizações que possuíam conhecimentos avançados, como é o caso de Troia, supostamente relacionada a Atlântida.

Acontece que as probalidades de Troia ter inspirado Platão são pequenas, consideráveis, mas pequenas. Se Troia não for Atlântida, então, a lenda de Atlântida foi inspirada em outra civilização. Qual?

Fazendo as contas da idade da civilização perdida dos antigos egípcios e das civilizações mesopotâmicas, multiplicando por dois, tempo em que eu não acredito que essas culturas mudassem muito, chegamos a cerca de dez mil anos sem nenhuma alteração ou evolução Darwiniana - pessoalmente, eu preferiria estudar as lendas de Platão que as teorias de Darwin.

No caso dessas descobertas de um milhão de anos, eu até acredito que suas técnicas são boas, traçar a vida na Terra a partir dos restos achados, é pouco para mim. Acredito que quanto mais o tempo passa, maior a dificuldade de se precisar os fatos.

Quando menos esperarmos, novos fatos irão revolucionar nossos conhecimentos do passado.

... mas enquanto não estivermos preparados, enquanto não tivermos um mundo igualitário e educado, não teremos tais respostas. Nossa visão sempre estará voltada para o lugar errado,  uma visão imprecisa e sem boa perspectiva.

Pessoas "evoluídas" tecnologicamente e bem "educadas", como nossa aristocracia, serão os primeiros a fugir de sua região de origem, caso ocorra um grave acidente natural ou nuclear, por exemplo, deixando para trás uma outra espécie de cultura, muito mais atrasada, a civilização dos pobres.

Os faraós nos proporcionaram isso, e só pudemos estudá-los com a ajuda das areias do deserto, que conservaram todos os vestígios que conhecemos. Nesse caso, sabemos de sua vida apenas através de sua morte, o que é uma perspectiva um tanto quanto exótica.

Você já pensou como seria a nossa civilização globalizada, a partir de nosso extermínio em um acidente nuclear ou natural?

"The Planet of the Apes" imaginou.

By Jânio

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