sábado, 16 de junho de 2012

Jornalismo da morte



A Associação de Jornalismo Investigativo (Abraji) está preocupada com o aumento do número de jornalistas mortos no Brasil, afinal, foram 21 jornalistas mortos desde 2.002, e nunca tantos jornalistas foram mortos como em 2.012.

Eu não sei se vai adiantar reclamar, com a violência observada no país. São tantos exemplos negativos, como polícia armada em escolas, psicopatas invadindo escolas, violência no trânsito, assassinos dentro da própria família, etc.

Da maneira como o jornalismo é feito, é natural que ocorram assassinatos.

Na minha opinião, essa ideia de ficar mostrando crimes e descrevendo a violência, sem objetivo nenhum, gratuitamente, não leva a nada, pelo contrário, pode até agravar um problema que já é caso de calamidade pública.

Se alguém quer mostrar os problemas nos morros, deve contratar alguém de lá. Até no cinema já ficou claro que os problemas da miséria em favelas é melhor retratado pelo ponto de vista dos próprios moradores.

Para expor os problemas nas favelas ou em qualquer outra parte do Brasil, é preciso preparo. Preparo igual o da polícia ou até melhor.

È preciso aproveitar todo tipo de material que mostre a realidade, sem edição e deixar de ser tão parcial, hipócrita.

Essa forma de mostrar uma informação parcial, descritiva, padrão e antiquada, expõe os jornalistas a riscos desnecessários, ou seja, os jornalistas acabam fazendo parte de uma realidade que nem sempre estão preparados, pior, expõe seus familiares também. Não estamos falando só de problemas sociais e crimes isolados, estamos falando de guerra civil, onde os políticos andam em carros blindados e com seguranças armados, enquanto as pessoas convivem com esse ambiente.

Quando os jornalistas registram uma operação policial, há uma preocupação maior, exigida pela própria polícia, mas os riscos são maiores também.

Os melhores registros jornalísticos noticiados atualmente, são registrados por câmeras de segurança, câmeras escondidas, celulares, etc.

Eu confesso que eu ainda não compreendi o conceito de polícia pacificadora, afinal, o que vem a ser isso?

Seria pacificar uma guerra de fato, conflitos, guerras civis? Ou seria reconhecer que há áreas marginalizadas, abandonadas e que se tornaram um problema maior do que se esperava, exigindo uma atenção a qual essas pessoas marginalizadas nunca mereceram por parte do estado.

Os mesmos tanques que entraram nas comunidades, quando a situação se tornou incontrolável, são os mesmos tanques que deveriam entrar lá em Brasília, na câmera dos deputados, senado, para resolver uma situação ainda pior e que dão origem a toda essa violência.

Eu vou dizer porque morrem tantos jornalistas, blogueiros e investigadores da polícia. Eles morrem porque são diretos em seus discursos e ações, e vivem uma luta insólita, inglória, cujo futuro é um só, a morte.

Se todos reagissem e dissessem o que pensam, primeiro haveria uma reação, depois alguns tumultos, até que os políticos e corruptos seriam pegos pela intolerância popular, a maioria teria de renunciar, e os novos seriam muito mais idealistas.

Nem é preciso dizer o que pensa, desde que haja algum tipo de manifestação sincera, manifestação convincente e que possa disfarçar a covardia que tem se tornado a nossa marca registrada.

Como disse um leitor brasileiro que mora na Argentina: lá, bastam vinte pessoas para fechar uma rua e, para bater nesses manifestantes, a polícia deverá ter um bom motivo, caso contrário, os vinte manifestantes se tornaram vinte mil.  Tudo é muito bem registrado e cada pessoa é controlada, inclusive, possíveis conspiradores.

Basta escolher locais estratégicos, preparar as câmeras e registrar tudo. Como as mídias de massa não terão interesse em tais manifestações, tudo deverá ir direto para a internet e para a imprensa internacional.

No caso das investigações, é como eu disse, tudo deverá ser feito secretamente. A época do jornalismo de mentira já passou, muitos jornalistas morrem porque os criminosos tem medo de uma coisa que nunca existiu no país, justiça.

By Jânio

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mortes de suicidas famosos



10 - Ruslana Korshunova - 02 de julho de 1987 - 28 de junho de 2008

Famosa modelo do Cazaquistão - Depois de assistir Ghost com o ex-namorado, caiu do nono andar: "A morte é uma celebração da vida ... há esperança. Eu estou tão perdida, será que vou me encontrar?"

09 - Mary Kay Bergman - 05 de junho de 1961 - 11 de novembro de 1999

Muito conhecida pelo sucesso "South park", ela nasceu em Los Angeles, Califórnia, e era filha de judeus.

Foi a voz de Wendy em "South Park" e Branca de Neve e parecia feliz, até sua morte, quando souberam que sofria de depressão crônica. Depois de realizar seus sonhos profissionais, simplesmente deu um tiro na cabeça.

08 - Ryan Jenkins - 08 de fevereiro de 1977 - 23 de agosto de 2009

Canadense, nascido em British Columbia, era da geração de reality shows, chegando a ganhar US$250,00  em um deles.  Um desses programas nem foi ao ar, depois do escândalo, quando encontraram Jasmine Fiore, ex-modelo, morta.

Ela conheceu e se casou com Ryan, dois dias antes de seu brutal assassinato, quando foi encontrada sem dentes e sem os dedos, com o corpo esmagado, mutilada e espancada, só descobriram sua identidade pelos implantes mamários. Cinco dias depois foi a vez de Jenkins se enforcar com um cinto, em um motel do Canadá.

07 - Paula Goodspeed - 1971 - 2008

Fã de American Idol e Paula Abdul, Paula chegou a fazer testes para o programa, depois de alguns comentários maldosos, foi encontrada do lado de fora da casa de Paula Abdul. Morreu de overdose de pílulas.

06 - Brynn Hartman - Abril 11, 1958 - 22 maio de 1998

Modelo, terceira esposa do famoso ator e comediante Phil Hartman, Saturday Night Live, era viciada em medicamentos.  Foi depois de uma discussão por causa de um desses medicamentos, depois de ir dormir, Phil foi baleado por Bryn, sob efeito de bebidas e medicamentos, antes de dar um tiro na cabeça, Brinn ainda cofessou que havia matado duas pessoas.

05 - Elliott Smith - 06 de agosto de 1969 - 21 out 2003

Nasceu em Omaha, Nebraska e era cantor e compositor, "Misery Miss", já havia tentado suicídio. Foi encontrado na cozinha, com uma faca no peito, depois de discutir com sua namorada.

04 - Jonathan Brandis - 13 de abril de 1976 - 12 nov 2003

Nasceu em Danbury, Connecticut, começou sua carreira aos 5 anos: A História sem fim II, Joaninhas, SeaQuest (programa de TV). Se enforcou no dia 11 de novembro e morreu no dia seguinte, no hospital.

03 - Andrew Koenig - 7 de agosto de 1968 - Fevereiro 2010

Trabalhou no seriado "Growing Pains". Foi encontrado enforcado em Vancouver, depois de ir aos Jogos Olímpicos do Canadá.

02 - Dana Plato - 7 de novembro de 1963 - 08 de maio de 1999

Nasceu em Moore, Oklahoma, conhecida pelo papel em "Diff'rent Strokes", foi presa por assalto a mão armada em 1.991.

Morreu de overdose de pílulas, seu filho teve o mesmo destino, em 2.010

01 - Peg Entwistle - 5 de fevereiro de 1908 - 16 setembro de 1932

Nasceu em Port Talbot, País de Gales, Reino Unido, com sonho de tornar-se atriz. Subiu no letreiro de Hollywood e se atirou, depois de alguns fracassos.

No dia seguinte a sua morte, recebeu uma carta onde ofereciam-lhe um papel.

Fonte: Listverse

Últimas palavras dos famosos

Top 10 lugares para quem quer morrer

Clube dos 27



segunda-feira, 11 de junho de 2012

A decadência da família brasileira




Mais um nome entrou para a história dos casos policiais bizarros de São Paulo, Elize Ramos Kitano Matsunaga, ela confessou ter matado o marido com um tiro na cabeça, esquartejado o corpo e espalhado suas partes principalmente na região de Cotia, São Paulo. Seu marido, Marcos Kitano Matsunaga, era diretor executivo da Yoki, uma das maiores indústrias de alimentos de São Paulo.

Um detalhe curioso desse caso é que a assassina, mulher da vítima, era bacharel em direito, lembrando os políticos brasileiros envolvidos em escândalos.

Com a instituição da família em decadência, a educação universitária brasileira que já não é das melhores, visto o suspeito número de aprovados no exame da OAB, mostra que seus graduados não acreditam no que estão estudando, o que é incoerente, por outro lado, noventa por cento dos presidiários sequer conhecem a lei pela qual foram presos.

A ré certamente não passaria no exame da OAB e, apesar da polícia ter iniciado a investigação baseando-se em crime passional, eu não descartaria a hipótese de crime premeditado.

Se um fanático religioso visse as imagens das câmeras que flagraram a assassina com sua bolsa, supostamente contendo partes do corpo que seriam espalhadas pela cidade, certamente ele diria algo como: "Essa mulher está possuída e exibe a sua maldade diante das câmeras para o país inteiro" - seria um discurso muito bonito, mas como um suposto crime premeditado, a realidade mostraria uma assassina fria que sabia muito bem o que estaria fazendo.

Assim como as histórias de vários outros crimes polêmmicos, em que eu concluí que os herdeiros da fortuna dos pais não estavam dispostos a esperar o momento de receber a herança, nesse não foi diferente. Foi impossível tentar imaginar o que os irmãos Cravinhos pensavam quando assassinaram os pais da namorada de um deles, milionários alemães Richthofen.

A polêmica história da morte da Isabella Nardoni, também envolvendo pessoas que conheciam muito bem a lei e que só foram condenadas porque as redes de TV transformaram a história num reality show, foi outra história que mostrou a decadência da burguesia, uma classe que não tem motivos para serem foras-da-lei, exceto pela própria falta de lei sendo aplicadas no país, e da educação.

Apesar de alguns casos chamarem mais a atenção das mídias de massa, basta uma pequena leitura nos noticiários locais para notar que a criminalidade está por toda a parte, descontrolada. Nem o desarmamento conseguiu comover a sociedade, o que mostrou que a religião também anda em baixa, pior, não consegue executar a sua função que era de recuperar as pobres mentes atormentadas pelos nossos selvagens sistemas político-sociais.

Cada vez que um levante, como o do PCC, CV, sem teto, sem terra ou outras revoltas, explodirem pelo país, várias pessoas que não tem nada a ver com o movimento, estarão entrando em alguma cabine, não para se transformar em um super-herói e salvar a humanidade, mas para colocar uma máscara, carregar o revólver e descarregar toda sua fúria.

Em minha pequena cidade, noventa por cento da população tem armas e algum figurão político disposto a retirá-los da cadeia, caso cometam algum crime. Enquanto isso, cinquenta por cento da polícia está mais preocupada com a distribuição de drogas legalizadas e patrocínio do comércio ilegal de armas.

A Segurança pública brasileira transformou-se em calamidade pública, mas o que mais impressiona é que a educação familiar tornou-se cúmplice dos maus exemplos dados pelas nossas autoridades, compadres dos mafiosos políticos.

By Jânio

Caso Isabella Nardoni distorce a realidade da justiça

Casos policiais mais polêmicos

domingo, 10 de junho de 2012

China alerta sobre verdade inconveniente no Tibet



O governo chino advertiu agências de viagens que restringem temporariamente visitas ao Tibet, região autônoma da china, conhecida entre os peregrinos budistas. A decisão vem depois de imolação recente, além de outras que preocupam o governo chinês.

No entanto, as autoridades chinesas anunciaram que os grupos de mais de cinco pessoas, acompanhadas de guia, não precisam se preocupar. A medida responde a imolação por parte dos ativistas desta região. Como parte da campanha "Tibet livre" para a independência do Tibet pela China, a partir de março de 2.011 foram assassinados mais de 30 ativistas. O último incidente ocorreu em 27 de maio, quando dois tibetanos atearam fogo ao próprio corpo, na capital do Tibet, Lhasa.

Além disso, a iniciativa das autoridades chinesas coincide com Saga Dawa festival, que marca o nascimento de Buda, segundo o calendário tibetano e atrai muitos budistas na região. Este ano, o festival começa em 4 de junho, que é também o aniversário da repressão  do governo  chinês aos protestos na Praça Tiananmen em 1.989.

Embora muitas agências de viagens tenham  se adaptado e, em algumas vezes, até a antecipar as ações das autoridades chinesas, essa decisão leva a grandes perdas. Além disso, a mesma região tem perdas significativas. Cada ano, cerca de 250.000 turistas estrangeiros e mais de 7 milhões de cidadãos da região local visitam o Tibet.

O governo da China classifica as imolações como atos terroristas e acusa Dalai Lama e as organizações tibetanas no exílio, de promovê-las e até incentivar essas ações.

A China assegura que o Tibet é uma parte inseparável de seu território há séculos, enquanto os tibetanos argumentam que a região foi virtualmente independente por muito tempo, até ser ocupada por tropas comunistas em 1951.

Fonte: RT-TV


Comentário: Eu costumo dizer que a ditadura chinesa só consegue se impor pela tradição e disciplina dos chineses, caso contrário, não daria certo. Curiosamente, nem a Rússia que concentrava o poder comunista conseguiu resistir a crise, como aconteceu com a China.

A exceção é  o Tibet, onde as pessoas apresentam uma tradição religiosa forte, capaz de impor um Estado intependente, mesmo com o exílio de Dalai Lama. 

Ao alertar os turistas sobre os supostos terroristas, o governo chinês esquece de avisar que essas pessoas são de uma religião e que ateiam fogo sobre si mesmos em nome de uma liberdade que a China nega aos tibetanos.

Pode parecer pouco para o governo chinês, seis milhões de pessoas falando uma língua diferente do mandarim, mas para qualquer país do mundo isso é suficiente para estabelecer uma nova sociedade.

Se é verdade que todos devem falar a mesma língua, e o governo chinês sabe disso, afinal, estabeleceu uma língua oficial no país, então o Tibet não é apenas um país virtual, o Tibet existe de fato.

O massacre de manifestantes tibetanos e de um homem enfrentando um tanque, continuam claro na mente das pessoas, resta saber até onde irá essa disciplina militar do governo chinês, porque até onde vai a religião tibetana o mundo inteiro já sabe.

By Jânio

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Darknet - Os filhos da revolução digital



Darknet refere-se a qualquer rede privada de compartilhamento de arquivos, distribuída em P2P, onde as conexões são feitas  somente entre usuários de confiança - também chamada de "amigos" (F2F)  - usando protocolos não padronizados ou utilizando canais distintos de redes. Darknets são diferentes de outras redes P2P e sua forma de compartilhamento é anônimo (ou seja, os endereços IP não são compartilhados publicamente) e, portanto, os usuários podem comunicar-se sem receio da interferência governamental ou corporativa.  Por esta razão, eles são frequentemente associados com dissidentes da política, comunicações, bem como várias atividades ilegais. Mais genericamente, o termo "darknet" pode ser usado para descrever todos os sites não-comerciais na Internet, ou para se referir a todas as tecnologias "underground" de comunicação web, principalmente aquelas associadas com a atividade ilegal ou dissidente.

Originalmente criadas em 1970 para designar as redes que foram isoladas de ARPANET (que evoluiu para a Internet ) para fins de segurança, as darknets eram capazes de receber dados da ARPANET, mas tinham endereços que não apareciam nas redes e não respondiam pings ou outros pedidos.

O termo ganhou aceitação do público após a publicação de "A Darknet e o Futuro da Distribuição de Conteúdo", um artigo de 2002, escrito por Peter Biddle, Paul England , Marcus Peinado e Bryan Willman, quatro funcionários da Microsoft que descreveram o conceito da seguinte forma:

A ideia da darknet é baseada em três premissas:

Qualquer objeto (produto, ítem) amplamente distribuído, estará disponível para uma fração de usuários de uma forma que permita a cópia.

Os usuários irão copiar esses arquivos, se for possível e interessante para eles.

Os usuários são conectados por canais de banda larga de alta capacidade.

Os investigadores da Microsoft argumentaram que a presença da darknet foi o obstáculo principal para o desenvolvimento de algumas tecnologias. O termo já foi amplamente adotado e já é usado pelas mídias de massa e publicações conhecidas, incluindo Rolling Stone e Wired. Atualmente as darknets estão sendo freqüentemente discutidas em muitos campos da área de segurança de rede, em grande parte porque os usuários que ocupam essas funções, foram para lá por várias razões. Alguns  para publicar nas darknets, por medo de represálias políticas, enquanto outros publicam em darknets com objetivos ilícitos. Uma tendência que tem sido sugerida é o uso de "darknets" para compartilhar arquivos de mídia protegidos por direitos autorais, tornando as Darknets lugar comum, como é a internet pública.

Quando usado para descrever uma rede de compartilhamento de arquivos, o termo é freqüentemente usado como sinônimo de "amigo para amigo", com conexões  estabelecidas somente entre amigos de confiança. As mais difundidas e que não são consideradas redes darknets de compartilhamento de arquivos, como BitTorrent, não são verdadeiras darknets, já que os usuários se comunicam com qualquer outra pessoa, na rede. Darknet também é comumente usado em um sentido mais amplo para descrever qualquer tipo de rede que  não é comercial, que oferece um nível de anonimato e/ou obscuridade. Estas redes normalmente aumentam a dificuldade para descobrir as atividades de um usuário. Algumas dessas redes são usadas por criminosos. Muitas Darknets exigem software a ser instalado, para acessá-las. Darknets populares incluem Freenet e GNUnet (quando se utiliza, como opção, a sua "topologia F2F"). Quase todas as darknets conhecidas são descentralizadas e, portanto, considerado peer to peer.

Comentários: Como nós podemos notar, os temas que caem na rede já foram amplamente planejados e discutidos em redes privadas, redes invisíveis, fóruns fechados para um grupo específico ou sites que exigem login, criados com programação para páginas dinâmicas e que não são rastreadas pelos buscadores, que tem mais facilidade com html.

Esses procedimentos não são necessários às pessoas que não trabalham no planejamento e divulgação de movimentos antigovernistas, já que os participantes dessas manifestações não tem os contatos mais importantes para essas causas.

Em ambientes marginalizados, é natural que a criminalidade se aproveite para cometer atos ilicitos, mas é preciso que não se confunda o compartilhamento P2P com a distribuição pirata, já que o P2P não visa lucros.

O Anonymous atacou um grupo que utilizava a Darknet para pedofilia. Isso mostra que mesmo em um ambiente marginalizado, as regras sempre estarão presentes e a educação, tradição, moral, costumes, ética, farão  a diferença.

O que não será aceito nesse universo, será a PPP, um sistema elitizado onde o criminoso só será considerado criminoso se não tiver dinheiro e nem um canal onde possa se defender, tornando-se vítima e sendo pré-julgado por redes de TVs que de inocentes não tem nada, pelo contrário, são responsáveis por enviar essas pobres almas para o purgatório, apesar de fingirem que as estão salvando.

Fonte: Wikipedia

Texto relacionado:

Dark Internet

Comentários: By Jânio



terça-feira, 5 de junho de 2012

Top 10 criminosos procurados pelo FBI



A lista negra do FBI, com os criminosos mais procurados do mundo, surgiu em 1949 em  uma conversa entre J. Edgar Hoover, diretor do FBI, e Willian Kinsey Hutchinson, editor chefe da Internacional News Service (antecessora da United Press Internacional), que discutiam formas de promover a captura, pelo FBI, dos criminosos mais difíceis. Essa discussão se transformou em um artigo publicado que recebeu tanta publicidade "positiva", que em 14 de março de 1.950 o FBI anunciou oficialmente a lista para aumentar a capacidade de aplicação da lei para capturar os fugitivos perigosos.

Um indivíduo é removido dessa lista se for, capturado, morto ou se as acusações contra ele são descartadas. Nesse caso, o indivíduo será substituído por um novo nome selecionado pelo FBI.

Em seis casos os indivíduos foram removidos depois que o FBI decidiu que eles já não eram uma ameaça perigosa para a sociedade.

Entre os descartados estão: Victor Manuel Ferena - adicionado a lista em 1.984, ficou na lista mais do que ninguém; Billie Austin Bryant que passou pouco tempo na lista, por duas horas, em 1.969.

Em raros casos, poderá ocorrer um décimo primeiro criminoso na lista, quando o FBI considerar um indíviduo extremamente perigoso, mas for impossível remover um dos dez mais perigosos.

A lista é divulgada em locais públicos, acompanhados do valor da recompensa.

Até 16 de maio de 2.012, foram listados 496 fugitivos, sendo oito mulheres. 466 foram capturados ou localizados, 154 deles com a ajuda da população.

Além da lista negra dos dez mais procurados, o FBI mantém outras listas, como lista  de terroristas, pessoas desaparecidas e fugitivos.

A divisão de investigação criminal (CID), na sede do FBI, conta com a colaboração de 56 escritórios, para apresentar seus candidatos.

A recompensa por informações que levem aos procurados é de US$100.000,00.

Depois da morte de Osama Bin Laden, um professor pedófilo ocupa o primeiro lugar da lista.

O FBI segue a sua política de procura-se vivo ou morto, que faz parte da política americana, além disso, não há fronteiras para eles, afinal, a justiça americana não tem fronteiras.

A lista negra é muito criticada pelo seu aspecto racista, já que os criminosos, geralmente são do México ou outros países latinos, também podem ser observadas as regiões onde os latinos estão mais concentrados, como Califórnia, Texas, ETC.

Veja como ficou essa lista:

01) Eric Justin Toth - Ex-professor, 30 anos. Produção e posse de pornografia infantil.

02) Jason Derek Brown - Homicídio e roubo a mão armada em Phoenix, Arizona, em novempro de 2.004.

03) José luiz Saenz - Em julho de 1.998, José Luiz matou dois membros de uma gangue rival, em Los Angeles, Califórnia. Sequestro e estupro da namorada, entre outros crimes.

04) Glen Stewart Godwin - Fugiu da prisão de Folsom, Califórnia. Assassinato, tráfico.

05) Robert Willian fisher - Matou a mulher e os dois filhos, antes de explodir a casa, em Scottsdale, Arizona, em Abril de 2.001.

06) Semion Mogilevich - Participou, entre 1.993 e 1.998, de uma fraude milionária que afetou milhares de investidores.

07) Eduardo Ravelo - Acusado de extorsão, lavagem e tráfico.

08) Alexis Flores - Sequestro e assassinato de uma menina de cinco anos na Filadélfia, Pensilvânia, em julho de 2.000.

09) Victor Manuel Gerena - Assalto de U$7 milhões de dólares de uma empresa de segurança em West Hartford, Connecticut, em 1.983, tortura e assassinato. Recompensa de US$1 milhão.

10) James J.Bulger - Já capturado. Assassinatos, entre as décadas 70 e 80, extorsão e tráfico, entre outros crimes.

Algumas reconpensas passam de um milhão, prato cheio para os caçadores de recompensas.

Fonte: Wikipedia

Os mais procurados pelo FBI

domingo, 3 de junho de 2012

Nova geração de internet preocupa o FBI



O FBI está preocupado com o lançamento da nova versão do protocolo de internet IPv6, previsto para 6 de junho  e como ele poderá afetar o desenvolvimento das investigações na rede, futuramente.

Os endereços de internet, protocolo ou endereços IP, são identificadores numéricos únicos, atribuídos a cada dispositivo conectado a rede mundial. O protocolo original, IPv4, foi desenvolvido no início dos anos oitenta do século vinte e foi baseada em um sistema de 32 bits, capaz de gerar mais de 4,2 bilhões de endereços IP.

O novo host, protocolo IPv6, hospedará uma quantidade de endereços IP praticamente inesgotáveis e irá de 32 para 128 bits, o que equivale a uma mudança de 2 elevado a 32 direções, para 2 elevado a 128 direções. Essas possibilidades iriam garantir a esperada expansão de internet de maneira que todo tipo de dispositivo poderá se conectar à Web.

Agora, quando o intervalo de endereços IP existente está acabando, é também considerado um método paliativo, usando o NAT ( Network Address Translation), dispositivos que permitem acesso à internet para vários computadores a partir de um único endereço IP, mas essa solução diminui o uso seguro da rede.

Esta deverá ser precisamente a maior preocupação do FBI, que terá que aplicar mais esforços para encontrar o autor de um crime cibernético alegado, só para citar um dos problemas,

O primeiro teste de transição para o protocolo IPv6 foi realizado em 8 de junho de 2.011 e durou 24 horas, envolvendo Google, Facebook, Yahoo e Bing. Na transição de 06 de junho deste ano, farão parte empresas como Windows, Google e Cisco, entre outras.

Provedores que participam deste processo começarão a transferir uma parte de seus clientes para o novo protocolo e fabricantes de roteadores instalarão o IPv6 como protocolo padrão de seus aparatos.

A transição também afetará a capacidade dos provedores de internet para responder imediatamente às exigências legais dos órgãos competentes sobre navegação na rede de um determinado cliente.

Espera-se que a transição completa de um protocolo para outro, que não sejam compatíveis, se realize em três anos. Assim o FBI terá tempo suficiente para encontrar uma solução para o problema.

Fonte: RT-TV

Comentários: A tecnologia mostra insistentemente a necessidade de uma educação aberta, livre de preconceitos. A medida que o tempo passa, torna-se quase impossível de se manter a hipocrisia e a informação juntas.

No Brasil, ser político já se tornou sinônimo de ser fora-da-lei há muito tempo. Qualquer pessoa que ameace, desafie o sistema, de maneira a expor informações que comprometam os grupos que controlam a sociedade, estará sujeita a ter o fim de muitos jornalistas que já foram mortos, só nesse ano já foram 8, nem membros dessas quadrilhas estarão  livres do perigo, como temos verificado em algumas queimas de arquivo.

O protocolo IPv6 me traz uma pergunta: O que aconteceu com a versão 05?

De qualquer forma, esse protocolo chega em cima da hora e mostra  como a tecnologia e a informação avançam rapidamente. O protocolo IPv6 tem como objetivo expandir os endereços de IPv4 que já estavam no limite e talvez isso responda a minha pergunta: Não foi necessário o IPv5, ou acharam que não.

O protocolo IPv4 já estava no limite e ameaçava um apocalipse digital no planeta - Quem poderia imaginar que o computador chegaria a um preço tão baixo?

Uma série de fatores levou os bilderbergers a subestimarem a força da tecnologia e, como diz o meu amigo Marivan: "Eles criaram a rede para dar mais segurança, mas segurança agora está em risco."

Eu diria até que o conceito segurança também está ultrapassado.

A queda dos ditadores, a mobilização e organização dos protestos no Oriente Médio e África, passaram pela internet. Esse foi apenas um exemplo da importância da informação e do avanço da tecnologia.

No momento em que todo o mundo passa a ter direito a informação, mudanças evitadas até agora começam a ocorrer, lembrando da importância de um elemento relativamente barato para a sociedade, e que fará muita falta, a educação.

A partir de agora, crianças serão mais independentes e terão acesso a verdades que antes eram proibidas, pessoas que não viam e nem ouviam, tomarão conhecimento de tudo.

Justamente quando a cúpula dos magnatas se preparavam para controlar a internet, eis que surge um novo problema. Para eles, naturalmente.

A internet já está desenvolvendo formas de controlar a qualidade do que aparece no topo das buscas, através do Google mais ou da reputação nos sistemas de anti-vírus. Eu já passei a utilizar HTTPS para navegar com mais segurança, justamente quando se começam a falar em DeepWeb.

A princípio eu me questionei: Para que buscar o que já foi deixado de lado?

Acontece que há muito conteúdo de qualidade que não está aparecendo, por isso o que há de melhor será apresentado, o que há de pior, continuará nas profundezas.

Está na hora de aprendermos a andar com as nossas próprias pernas e a navegar livres do controle mundial.

By Jânio

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Trabalho escravo no Brasil



Trabalho escravo é um crime covarde facilitado pelos donos do poder, tolerado por parte da sociedade que toma conhecimento de tais fatos e não faz nada para mudar essa situação.

Além do trabalho escravo institucionalizado, onde as leis trabalhistas, políticas e toda a sociedade é cúmplice, temos outras formas de trabalho escravo bem mais visível para a nossa fraca percepção,  bem menos burocrática também.

De uma maneira geral, toda vez que somos enganados pelo sistema, pagamos imposto sem retribuição social,  toda vez que somos condenados ao trabalho escravo, um trabalho não remunerado, uma forma de servir pessoas,  classes ou instituições, sem nenhum retorno em troca, pior, contra a nossa vontade, estamos sendo vítimas de um sistema escravagista, ou escravista.

O trabalho escravo, assim como todos os outros problemas sociais, tem origem na falha da gestão pública, originada pela falta de recursos e investimentos na infraestrutura, criando um caos generalizado e forçando as pessoas a mudarem seus comportamentos para sobreviverem, numa decadência que contamina a todos que nos cercam.

A corrupção é a principal causa da falha estrutural do sistema, além de desviar recursos administrativos, provoca o aumento de impostos, levando à mais corrupção e uma série de outros problemas sociais, políticos, econômicos, financeiros, etc.

A consequência todos nós conhecemos, além dos problemas estruturais citados acima, os problemas sociais não são menos graves: prostituição, tráfico de drogas, inadimplência e uma sociedade completamente caótica e sem noção da realidade.

Eu vou aproveitar para analisar uma notícia que eu vi hoje. Notícias sem nenhum objetivo, são ridículas e acabam se tornando repetitivas.

A notícia falava dos bolivianos que chegam ao Brasil, São Paulo, em busca de oportunidade e acabam se submetendo ao trabalho escravo. Segundo a notícia, os bolivianos recebiam um pagamento de cerca de R$120,00 reais a menos que o salário mínimo brasileiro.

Como o veículo de comunicação que noticiou o fato é notadamente de direita, apesar de conviver muito bem com a esquerda, já que a corrupção une todos esses tipos de pessoas e empresas, eu pensei que esses jornalistas não seriam capazes de dizer qual seria o salario ideal.

Há dez anos atrás o salário era de 60 dólares, chegou a 100 mas retornou aos 60, então, eles poderiam utilizar o câmbio, como desculpa, mas isso também não ajudaria muito em sua argumentação, o efeito seria inverso, já que o real está supervalorizado.

Será que eles sabem quanto é o salário hoje?

O custo de vida no Brasil pode ser alto, mas o efeito seria o contrário na Bolívia.

A reportagem também salientava o fato dos bolivianos estarem fechados em barracões, o que mostra que a nossa imigração é bem mais dura que a de outros países, e nós só estamos falando de R$120,00.

Os bolivianos não recebem férias e nem décimo terceiro, disse o repórter.

Bom, nisso ele tem razão, é realmente lamentável, mas é bom lembrar que os escravos de lá ainda estão ganhando mais que os escravos de cá.

Também é bom lembrar que o ambiente em que eles estavam é muito ruim, apesar de talvez eles não pagarem aluguel, comida, água, luz, etc., não vamos nem falar da saúde pois, como nós sabemos, antes de viajar para o exterior, a primeira regra é: Tenha certeza de que você está com saúde - e a nossa saúde anda muito doente.

Assim, falar dos escravos que vem de lá, pode ofender os escravos de cá, mesmo que dê um pouco de trabalho para chegar a essa conclusão.

By Jânio

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O mercado publicitário bilionário da blogosfera



A maior pesquisa realizada no setor de SEO, até hoje, revela o estágio em que se encontra o webmarketing, suas qualidades, falhas e possibilidades para o futuro.

Numa região afetada em cheio pela crise, o comércio online é visto como uma boa alternativa e as empresas elegeram os blogs como a ferramente mais eficiente para formar parcerias publicitárias.

Se eu  me lembro bem, o comércio eletrônico  brasileiro já ultrapassou o valor trinta bilhões, e olha que não temos nem uma legislação adequada para a internet. Na Europa esse mercado é muito maior e tente a crescer, quando passar a se expandir para fora da Europa.

Veja o relatório completo, divulgado pela maior empresa do setor:

96% dos anunciantes consideram o blog mais eficaz para publicidade.

64% dos anunciantes acreditam no potencial do product testing.

Comentário: Notícia boa, isso mostra que, pelo menos na Europa, o blog não é apenas um espaço para passar o tempo ou escrever sobre si, amigos e família, mais que isso, é um espaço que implica em reputação do autor. Esse contato direto dos blogueiros com seus leitores,  estabelecendo a chamada comunicação bilaterial, tem mostrado que essa ferramenta é muito melhor que as mídias de massa, mas também é direcionada para um público mais formador de opinião, isto é, o leitor poderá se mostrar tão formador de opinião quanto o administrador do blog - eu, pessoalmente, tive a honra da presença de muitas pessoas dessa importância.

80% dos leitores consideram os banners menos atraentes.

Comentário: Desde quando eu comecei a utilizar a internet, eu tenho notado o exagero de banners em publicidade, inclusive em portais muito conhecidos.

Por outro lado, se combinarmos o conteúdo de um blog, seu público, combinado com o cliente certo, o sucesso da campanha estará garantido.

95% dos bloggers associam 1 evento off-line ao blog.

Comentário: Isso também é natural e mostra a preocupação e a seriedade dos blogueiros. Não ter um blog associado ao que acontece no mundo, política, eventos ou campanhas sociais, significa não ter objetivo nenhum.

56% dos blogueiros consideram a quantidade de visitas como fundamental para atrair publicidade.

Comentário: É bom nos lembrarmos que essa é a opinião dos blogueiros, apesar de ser considerada por algumas empresas também.

Se formos considerar apenas a quantidade de visitas, a mídia de massa acaba sendo  o caminho mais indicado para a publicidade.

Num blog, o conteúdo, informação, atualização e responsabilidade é muito importante, a partir daí, sim, poderá ser considerada a quantidade de visitas - Ficar publicando vírus o tempo todo é muito chato, deixando o blog sem personalidade e diferenciação, afinal, qualquer um pode fazer isso.

76% dos leitores consideram importante a atualização.

Comentário: Não são só os leitores que consideram a atualização importante, não, alguns bloggers preferem apagar o blog a passar essa ideia de blog abandonado.

73% dos anunciantes acham importante o blog estar bem posicionado nos buscadores.

Comentário: Bom, primeiro é preciso lembrar que a maioria dos blogs estão bem posicionados no Google, o que não acontece nos outros buscadores, por isso a força da Google no setor de buscas acaba favorecendo os blogs, uma parceria perfeita.

80% dos anunciantes não confia nos auditores de dados.

Comentário: Eu acho muito relativo isso, há muitas ferramentas boas, como o Alexa, que são confiáveis. A Wordpress também tem um resultado que bate com as informações dos agregadores, indexadores e lincadores,  é uma pena que os anunciantes não tenham testado a funcionalidade de todas as ferramentas da área.

70% não considera importante ter link na Facebook.

Comentário: Primeiro é preciso lembrar que um blogueiro quase não tem tempo para utilizar as redes sociais mas, como eu estava dizendo para a Simone, depois de um certo tempo, um blog acaba criando a sua própria comunidade.

A comunidade criada por um blogueiro é o prêmio pelo sua dedicação, durante o tempo em que participou das redes. Mesmo assim, é preciso se manter nas redes, visitando de vez em quando.

80% dos bloggers não se responsabilizam pela inovação, para oferecer novos produtos.

Comentário: Talvez isso seja resultante da informalidade em que os blogueiros atuam, o que os distingue dos pro-bloggers, blogueiros profissionais que apesar de estarem em menor número, respondem pela metade de toda audiência da blogosfera, inclusive ultrapassando os grandes portais.

75% dos anunciantes acham que os blogueiros devem, sim, inovar e levar o blog mais a sério.

Comentário: Naturalmente, uma empresa não vê o blog como entretenimento e diversão, mas como um negócio, daí a exigência.

Os Bloggers preferem publicidade em reportagens patrocinadas.

Os anunciantes preferem product testing.

Comentário: Eu também prefiro os textos patrocinados a qualquer outra ferramenta, desde que o retorno financeiro seja muito bom, já no caso do product testing, eu acho melhor para as empresas, para os blogueiros, nem tanto.

70% dos anunciantes acham necessário melhorar os a medição da audiência.

Apenas 38% dos bloggers pensam assim.

Comentário: Como eu disse, não entendo o porque de os anunciantes não estarem satisfeitos com os medidores de audiências, há muitas ferramentas boas no mercado, contudo, o cliente sempre tem razão.

Para 50% dos internautas, a influência dos blogueiros está acima dos banners.

Essa opinião é compartilhada por leitores, bloggers e anunciantes.

Comentário: Eu também acho, apesar dos banners terem uma aparência muito boa, podem levar os leitores para onde não desejam.

Os anunciantes investiriam mais se pudessem medir o retorno do investimento.

Comentário: Se eles estiverem falando dos clicks em tags, por exemplo, eu concordo, mas as nuvens de tags não deixam dúvidas sobre o resultado. Entretanto, parece que os anunciantes tem mais preferência pela audiência.

Os consultores, SEOs, estão preparados para esclarecer essas dúvidas, além disso, uma campanha corporativa é avaliada como um todo, não individualmente, por cada blog.

52.4% dos anunciantes investiriam mais em blogs, caso pudessem medir o retorno do investimento.

Comentário: Se uma campanha for feita por uma boa equipe de SEOs, bloggers e demais envolvidos, desde o início, o resultado final refletirá na quantidade de visitas de um site, assim como em suas vendas.

Fica claro que as ferramentas estão agradando mais os bloggers que aos iniciantes.

57,8% dos bloggers concordam que precisamos de ferramentas confiáveis que satisfaçam aos anunciantes.

Comentário: Apesar de concordar, eu não vejo como melhorar isso. Desde o início de meus estudos nessa área, sempre observei a importância do tráfego qualificado.

49,8% dos bloggers desaprovam a publicidade gratuita de uma marca.

Comentário: Naturalmente, eu ainda prefiro fazer publicidade para empresas que sejam de minha área.

12,7% dos anunciantes confiam em medidores de audiência como OJD, Nielsen e similares.

Comentário: Eu ainda acho que a Google, Alexa, Wordpress, e outros medidores de reputação, são muito eficientes.

55,6% dos leitores valorizam mais um post que venha associado com fotos, vídeos ou similares.

Comentário: Como leitor, eu penso assim também, contudo, para algumas informações eu até dispenso imagens, vídeos, etc.

37,4% dos leitores revelam que a visita aos blogs mudaram suas intenções de comprar produtos entre 500 e 1.000 euros, como celulares, câmeras fotográficas digitais, videogames, etc.

Comentário: É bom que se diga que somente copiar texto não basta, nesse caso, é preciso conhecer muito bem antes de postar e interagir.

Fonte: Blopies


Comentários: By Jânio


 




terça-feira, 29 de maio de 2012

A morte é só um negócio




Eu estou com receio que o meu blog se torne um espaço dedicado a morte, quando na realidade eu prezo tanto pela vida.

A morte se tornou, ao longo dos anos, séculos e milênios, uma forma de controlar a sociedade, através do terror e do medo. Numa sociedade domesticada, isso não tem sido um grande problema.

Não são apenas as instituições que conhecemos, as grandes patrocinadoras da morte, há todo tipo de organização, sistemas e até de conspirações que se utilizam da morte  como base para os seus propósitos. Ironicamente, apesar da morte propiciar o sucesso estratégico dos poderosos, foi preciso criar também um mecanismo psicológico para organizar as mentes fragilizadas por estes sistemas opressores que desenvolveram tantas formas de tortura psicológica.

Coube a religião a dura tarefa de corrigir os estragos provocados pelas políticas milenares.

Quando analisamos os valores destinados pelas igrejas para campanhas de ajuda humanitária, conscientização e outras atividades, ficamos impressionados com as diferenças em relação aos orçamentos políticos. No início, eu achei que fosse a mão-de-obra gratuita dos voluntários, mas não é só isso.

Num país tão sensível como o Brasil, uma campanha como o "Fome Zero" até que demorou para conquistar o coração da sociedade. Depois de já ter conseguido um certo sucesso, o projeto acabou se perdendo, graças a participação da política - onde tem político, sempre tem corrupção e a corrupção é o maior desmotivacional que existe.

Em países como o Brasil, quanto mais morte, maior a quantidade de pessoas dedicadas às políticas sociais e as religiões. É muito fácil agradar a quem não tem nada, mas é muito difícil agradar a quem tem interesse em qualidade de vida.

Pessoas rebeldes que desafiam o sistema, tornam-se inconvenientes aos poderosos, assim, conspirações são forjadas para que esses rebeldes sejam transformados em monstros, psicopatas, inimigos do estado. Jesus Cristo e outros líderes religiosos foram vítimas dessas conspirações, mostrando como são antigas essas práticas sociais covardes.

Júlio César fazia parte de uma tradição de famílias que conhecia muito bem como funcionava o sistema, mas por maior habilidade que ele pudesse ter, não foi suficiente para evitar que ele protagonizasse uma das maiores tragédias que o mundo já viu, uma versão das tragédias gregas, ambientadas no império romano. Além dele, quase todos os imperadores romanos foram assassinados e apenas três morreram na cama, dormindo.

O império romano deu início às práticas obscuras e mortais, como conhecemos hoje, ligadas ao poder. Até hoje, oligarcas se traem, citando fatos e atitudes imperialistas históricas e, para a sorte deles, poucas pessoas tem a capacidade de ler nas entrelinhas, para interpretar as suas reais intenções.

Os Estados Unidos são vistos como o sistema político mais próximo do império romano, atualmente, e o Brasil segue tão de perto esse estilo que já foi reconhecido pelos próprios como tal.

Assim como na época do império romano, há resistência ao governo norte-americano.

A Alemanha, considerada desde sempre como uma nação dedicada ao desenvolvimento intelectual, viu-se acuada pelo império britânico, a nação idealizadora do sistema imperialista norte-americano. Como a Alemanha já tinha tradição  em defesa de seus direitos internacionais, desde os tempos do império romano, não demorou para que se rebelasse contra as práticas injustas dos ingleses, dando início a Segunda Guerra Mundial.

Naquela época, a Inglaterra já se aproveitava de suas práticas imperialistas para controlar o mundo, assim, sobrava pouco espaço para os outros países crescerem, tudo isso somado as práticas injustas de direito internacional, que tanto mal fazia para os outros países.

Esses problemas internacionais nunca afetaram diretamente o Brasil, um país auto-sustentável, mas afetava todo o resto do mundo.

É no Oriente-Médio  onde podemos constatar o quanto a morte pode ser útil para forjar pseudo-ideologias, criando gerações e gerações de pessoas sem futuro e com um passado que se resume a morte. Em países onde não há petróleo, como nos países africanos, a morte ocorreria naturalmente, se não fosse a fome.

Na África, já ficou difícil esconder o jogo da ONU, uma organização que é controlada pelos países mais ricos do mundo e que já tem despertado a revolta de muitas nações reprimidas pelo poder dos ricos e desenvolvidos.

Todas as maiores guerras dos últimos duzentos tem envolvido grupos capitalistas interessados em comercializar armas e, entre eles, reúnem-se os homens mais ricos do mundo, o Clube de Bilderberg, um grupo que reúne os homens mais ricos do mundo e tem a finalidade de concentrar a maior riqueza possível, mesmo que para isso tenham que provocar várias crises mundiais, guerras, comércio de armas e muitas, muitas mortes.

No Brasil, os bilderbergers brasileiros também não se constrangem em efetuar financiamentos fraudulentos para retirar bilhões da Caixa Econômica Federal, um banco que teoricamente deveria financiar pobres, assim como todos os bancos públicos, mas que é controlado por compadres de políticos e banqueiros, mostrando como somos controlados por bandidos.

Além dos financiamentos fraudulentos, consultorias, lavagem de dinheiro, mensalão e mensalinhos, anões do orçamento e queima de arquivo que são noticiados pelos quatro cantos do mundo, mostram o lado podre de nossos eleitos democraticamente, com a ajuda de redes de tvs que nos passam a ideia de que todos os políticos são bons, exceto aqueles que não os financiam.

O resultado dessa PPP está em filas de hospitais, escolas públicas, vestibulares, concursos, transportes públicos, corrupção policial, máfias de todo tipo, que vão desde contrabando e tráfico até a a terceirização invertida da criminalidade, ou seja, a estatização do crime e, naturalmente, da morte.

Quem já leu o livro "Morte e Vida Severina", pode ter uma ideia do problema chamado Brasil.

Além desse livro, há outros clássicos como "Vidas Secas", "Os Sertões" e até filmes de cangaceiros famosos que já ganharam prêmios internacionais. "O Pagador de Promessas" apresenta perguntas o tempo todo, enquanto as mensagens sublimares apontam para um panorama desolador que ninguém prefere comentar.

De um outro clássico que mostra a guerra de canudos, vem a máxima brasileira: "A ignorância é a mãe de todas as guerras."

... eu diria que é a mãe da morte também.

By Jânio