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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sirhan Bishara - O assassino de Robert F. Kennedy



Sirhan Bishara Sirhan (Jerusalém,19 de março de 1944) é o assassino confesso do senador Robert F. Kennedy. O senador foi atingido por dois tiros no dia 5 de junho de 1968, no hall central do Hotel Ambassador. O assassino se encontrava na cozinha, onde presumivelmente trabalhava. Num dado momento, andou até o local onde o candidato Robert Kennedy já se despedia dos seus correligionários. Suas palavras, no momento, eram de otimismo com a candidatura a presidente dos EUA, momento em que encerrava seu discurso para centenas de partidários reunidos em comemoração a sua presumível vitória. A maioria dos convidados já se aglomerava a sua volta. Robert Kennedy já era vitorioso na fragorosa vitória das eleições primárias do Partido Democrata naCalifórnia, em sua campanha à presidência dos Estados Unidos. Kennedy morreu na manhã seguinte ao atentado, dia 6 de junho.
Embora, não houvesse prova de que Sirhan participasse de algum grupo reacionáriopalestiniano que lutava contra a ocupação israelita da Palestina[1] , o motivo para assassinar o senador Kennedy teria sido uma retaliação ao apoio incondicional dos Estados Unidos a Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Anos antes do assassinato, ele escreveu um longo diário, que relatava sua vida pessoal e o planejamento para matar Robert Kennedy, que ficou conhecido como O Diário de Sirhan Sirhan.
Sirhan foi condenado à morte na câmara de gás em 1969 mas a pena foi comutada em prisão perpétua enquanto aguardava execução, graças à decisão da justiça daCalifórnia de anular todas as sentenças capitais proferidas antes de fevereiro de1972 abolindo a pena de morte no estado.
Atualmente Sirhan cumpre pena na penitenciária estadual de Corcoran, naCalifórnia[2] onde também estão outros presos como Charles Manson.
Fonte: Wikipedia
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terça-feira, 6 de maio de 2014

A mulher errada e o homem certo



O coronel reformado Paulo Malhães não é o primeiro militar supostamente ligado ao desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva a ser executado. Na noite de 1º novembro de 2012, o coronel da reserva Julio Miguel Molina Dias, de 78 anos, que foi chefe do Departamento de Operações de Informação do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) no Rio, foi assassinado com seis tiros quando chegava de carro a sua casa, no bairro Chácara das Pedras, em Porto Alegre, numa aparente tentativa de roubar um arsenal de armas que o militar colecionava em sua residência.

Texto completo: Último segundo

Comentário: Paulo malhães foi intimado a depor na comissão da verdade e confessou ter torturado o ex-deputado Rubens Paiva, voltou atrás, mas já era tarde. Sua mulher que também está com medo de ser morta, disse que o marido confessou ter jogado o corpo no rio. Lembrando que o governo militar que deu o golpe, em caráter provisório, em 64, tornou-se político de extrema direita e ficou durante vinte e um anos no poder.

É estranho como funciona o poder no Brasil, quando a mentira finalmente torna-se verdade, morre. É como se o sistema estivesse brincando com a esquerda política, usando esses políticos em seu jogo bipartidário.

Enquanto os escândalos estão afetando a esquerda, políticos renunciam ou são presos, mas a investigação envolve muita gente, como ocorreu no mensalão e agora na operação lava-jato e Petrobrás. Quando os escândalos envolvem políticos de direita, pessoas começam a morrer, a não ser que fiquem com a boca fechada.

PC Farias pagou caro pelo comentário irônico "vocês são todos hipócritas", sugerindo que todos haviam sido comprados, apesar de fingirem que não. O partido DEM enviou muitos políticos para a aposentadoria, como Arruda e Demóstenes Torres, mas, em todos esses casos, estávamos falando em direita política e não em extrema direita. O caso dos crimes durante o governo militar envolvem a extrema direita política e pode tornar essa briga pior que no tempo em que os comunistas c***** criancinhas na década de sessenta.



Foi uma mentira a causa do linchamento de uma mãe de família, confundida com uma suposta criminosa. Fabiane Maria de Jesus, 31 anos, foi acusada de sequestrar crianças para atividades de magia negra. Fabiane carregava uma Bíblia com a foto dos filhos no momento em que foi atacada pelos "justiceiros".

Fabiane já é a vigésima vítima de linchadores em 2.014, e não chegamos nem na metade do ano.

É por isso que a pena de morte não pode ser aprovada em países sub-desenvolvidos como o Brasil. Nem em países desenvolvidos funciona, e o pior é que as pessoas não estão acreditando na justiça mais, e é por isso que os deputados e senadores estão recebendo verbas para contratar quatro seguranças para se defenderem de seus eleitores sedentos por justiça.

By Jânio

Lista dos envolvidos na máfia do asfalto

Demóstenes Torres é cassado pelo Senado

Durval Barbosa - O arquivo vivo

Marcos Valério é preso novamente

Eu não acredito em teoria da corrupção

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

No easy day - Dia difícil




Quem poderia imaginar que a morte de Osama Bin Laden poderia voltar a atormentar o governo dos EUA?

Assim como a "Privataria Tucana" virou febre editorial no Brasil, "No Easy Day" transformou-se num Best Seller logo no lançamento.

Podemos criticar muito os americanos, mas uma metade daquele povo está sempre disposta a ver a realidade e lutar por essas verdades. Foi assim no escândalo do Vietnã e não será diferente agora.

Esse novo escândalo nem dá para ser usado como arma política, já que quem começou essa encrenca foram os Republicanos, convidados para a comemoração da morte de Osama Bin laden. Fica claro que há uma força muito maior que o governo, controlando tudo.

Matt Bissonnette parece ter uma personalidade em dobro, assim como em seu nome tem dois S, dois N e dois T.

Bissonnette foi um dos homens que participaram da missão que matou Osama Bin Laden.

Segundo Bissonnette, Osama foi assassinado enquanto estava desarmado. Já haviam fofocas na época da morte de Osama Bin Laden, mas a sua publicação terá mais impacto nas pessoas que acreditam no Governo americano.

Planejado para ser lançado em 11 de setembro de 2.012, "No Easy day", Dia difícil,  foi antecipado para o dia 04 de setembro devido aos pedidos. As 300 mil cópias aumentaram para 575 mil, tornando os dias do governo americano bem mais difícil, literalmente.

Surgiram até boatos de que Steven Spielberg estaria interessado em filmar a história, mas as fofocas foram desmentidas - essa história é a cara de Oliver Stone.

Se fôssemos considerar as teorias de Daniel Estulin, poderíamos seguramente dizer que esse livro é mais uma armação da CIA para maquiar fatos históricos - ninguém engoliu até agora, essa história de assassinato sem morte, ou sem corpo.

Bissonnette teria sido pressionado para não publicar seu polêmico livro, o que poderia expor planos táticos, técnicas, estratégias, em operações secretas americanas. Por outro lado, maquiar notícias que todos já sabem, parece interessante para melhorar a reputação americana.

Osama Bin Laden foi metralhado, enquanto estava desarmado, numa zona de segurança máxima, dentro de um país aliado dos EUA e que possui cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

E agora a pergunta de sempre: Para quem Osama Bin Laden trabalhava?

By Jânio

Fonte: Wikipedia



Osama é morto pelos americanos

Imagens  chocantes de 11 de setembro

Repercussão da morte de Osama Bin Laden







domingo, 5 de agosto de 2012

Marilyn Monroe e a teoria da conspiração




FBI declara que perdeu os documentos do processo de Marilyn Monroe, tais documentos poderiam revelar as circunstâncias da morte da atriz há cinquenta anos. A grande dúvida era exatamente se o suicídio fora por morte morrida ou por morte matada.

Poucos dias antes de completar cinquenta anos da morte de Marilyn Monroe, quando seus fãs prendem a respiração a espera de novos dados sobre a vida e morte da lendária atriz, o FBI anunciou que perdeu seus arquivos secretos, segundo The Associated Press (AP).

A agência pediu ao FBI, em nome da liberdade de informações, dados materiais  do processo de Marilyn Monroe, colhidos por agências de inteligência ao longo desses cinquenta anos de investigação. Com base nesses documentos, os jornalistas queriam publicar um artigo para honrar a memória da famosa atriz.

Esses documentos poderiam lançar luz sobre as circunstância de sua morte, em 05 de agosto de 1.962, de uma overdose de drogas. Apesar de sua morte prematura, aos 36 anos, aparentemente de suicídio, há uma teoria de conspiração que MarilYn  Monroe poderia ter sido assassinada por ordem do próprio FBI para proteger os Kennedy, que durante seus encontros com Monroe poderiam ter contado segredos de Estado  que ela iria revelar ao júri.

A última versão dos documentos sobre a vigilância de Marilyn Monroe, foi publicada na página do FBI, mas é uma publicação maquiada, já que contém muitas frases riscadas.  A AP forçou o FBI a fornecer documentos sem censura, já que os serviços de inteligência não explicaram até agora que ameaças poderiam representar as publicações dos documentos inéditos.

O FBI seguiu Marilyn Monroe devido a sua influência e popularidade, não só nos EUA mas em todo o mundo,  temendo que comunistas soviéticos a atraíssem para seu lado. A vigilância foi estabelecida em 1.955 e os primeiros objetivos eram verificar os propósitos de suas viagens e contatos pessoais. O relatória final do FBI refere-se aos últimos meses de sua vida.

Comentário: Observando esse período obscuro da história dos EUA, verificamos como os americanos se parecem com o Brasil. O famoso suicídio por morte matada de PC Farias tornou-se uma das maiores farças policiais e/ou políticas  de nossa história.

Demorou muito tempo para que fosse criada uma nova versão para a sua morte, mesmo assim, ninguém será condenado por crime de perjúrio, ocultação de provas, ligação com o crime organizado, etc., até porque todos os políticos estavam envolvidos: "Vocês são todos hipócritas" - PC Farias.

No caso de Marilyn, são cinquenta anos.

Vamos analisar genericamente:

Marilyn Monroe tinha um caso com o presidente, era uma testemunha perigosa para a investigação da morte do presidende Kennedy.

Para a morte de Kennedy, foi forjada a velha história que provocou o início da primeira guerra mundial e que rendeu muito dinheiro aos banqueiros e indústrias bélicas. O esquema é simples, um psicopata faz o serviço sujo e depois é silenciado - Na primeira guerra mundia, era um grupo de jovens estudantes idealistas e tuberculosos, trabalhando para uma organização secreta chamada "Mão Negra".

Se a morte de de John Kennedy pegou muito mal - supostamente, ele teria sido morto por uma agente duplo (KGB), mas na verdade ele parecia ser um maluco - a morte de seu irmão, poucos dias mais tarde, só aumentaram as suspeitas. Na realidade, o teste de balística desmentiu a farsa da morte de john Kennedy.

John Kennedy possuia muitas relações, de amor e de ódio, que iam das organizações secretas à política, amantes populares à política, além de simpatia ao comunismo, pacifismo e Marilyn Moroe e outros artistas famosos ligados à mafiosos donos de organizações criminosas e cassinos, faziam parte de seus amigos.

Qualquer semelhança com a política do Brasil, não é mera coincidência.

Esse caso do suicídio de Marilyn Monroe é muito curioso, porque a polícia que deveria investigar, hoje é a maior suspeita de sua morte.

Assim como no caso PC Farias, foi planejado a morte do precidente (e de PC), mas era preciso silenciar a amante também, que supostamente seria a única pessoa que poderia ter informações perigosas de esquemas complexos das organizações mafiosas.

Mas na realidade, tanto no caso da morte de Kennedy, como de PC, não foi só a amante que morreria. Parece que tudo que estava planejado saiu de controle, e começaram as mortes que nunca pararam - recentemente, morreu um advogado de Collor mas, naturamente, havia uma explicação.

Depois de cinquenta anos da morte de Marilyn, e o caso ainda é cercado de mistérios. A morte de Marilyn era mais perigosa que a morte do próprio presidente.

Quem sobreviveu?

Caso PC Farias - morreram PC Farias, sua amante, sua mulher e o irmão do presidente, recentemente morreu um advogado. Todo o caso foi abafado pela direita e, agora, sua mulher faz ameaças sem sentido, já que ela é tão, ou mais, perigosa que o marido - a não ser que seja estúpida, surda e muda, além de ter uma péssima memória.

Caso John Kennedy - morreram os irmãos John e robert, os únicos Kennedy que tinham chances de vencer uma eleição e fazer o que estavam planejando, como acabar com as guerras, fazer acordo de paz com a União soviética, etc. Além dos irmãos, morreram a amante Marilyn, o assassino de Kennedy, e ficou uma suspeita de guerra não declarada com o objetivo de exterminar a família kennedy.

Ficou claro que o problema para a máfia,  não era só John Kennedy, era toda a família e a rede de contatos que ele tinha, ficou claro que era preciso tirar seu poder.

A viúva de Kennedy sobreviveu e se casou com o homem mais rico da época, um grego que ficou rico com as guerras e que tinha também uma vida muito conturbada e obscura.

A neta do Grego Aristósteles Onassis,  Athina Hélène Roussel - conhecida como Athina Onassis, filha de Christina Onassis, que cometeu suicídio - casou-se a pouco tempo com um atleta do hipismo brasileiro, Álvaro de Miranda Neto, Doda, ex-marido de Cibelle Dorsa, que também cometeu suicídio, deixando uma carta polêmica sobre Doda.

Fonte: RT-TV

Comentário: By Jânio

Eu não acredito em teoria da conspiração

A sociedade mão negra


segunda-feira, 11 de junho de 2012

A decadência da família brasileira




Mais um nome entrou para a história dos casos policiais bizarros de São Paulo, Elize Ramos Kitano Matsunaga, ela confessou ter matado o marido com um tiro na cabeça, esquartejado o corpo e espalhado suas partes principalmente na região de Cotia, São Paulo. Seu marido, Marcos Kitano Matsunaga, era diretor executivo da Yoki, uma das maiores indústrias de alimentos de São Paulo.

Um detalhe curioso desse caso é que a assassina, mulher da vítima, era bacharel em direito, lembrando os políticos brasileiros envolvidos em escândalos.

Com a instituição da família em decadência, a educação universitária brasileira que já não é das melhores, visto o suspeito número de aprovados no exame da OAB, mostra que seus graduados não acreditam no que estão estudando, o que é incoerente, por outro lado, noventa por cento dos presidiários sequer conhecem a lei pela qual foram presos.

A ré certamente não passaria no exame da OAB e, apesar da polícia ter iniciado a investigação baseando-se em crime passional, eu não descartaria a hipótese de crime premeditado.

Se um fanático religioso visse as imagens das câmeras que flagraram a assassina com sua bolsa, supostamente contendo partes do corpo que seriam espalhadas pela cidade, certamente ele diria algo como: "Essa mulher está possuída e exibe a sua maldade diante das câmeras para o país inteiro" - seria um discurso muito bonito, mas como um suposto crime premeditado, a realidade mostraria uma assassina fria que sabia muito bem o que estaria fazendo.

Assim como as histórias de vários outros crimes polêmmicos, em que eu concluí que os herdeiros da fortuna dos pais não estavam dispostos a esperar o momento de receber a herança, nesse não foi diferente. Foi impossível tentar imaginar o que os irmãos Cravinhos pensavam quando assassinaram os pais da namorada de um deles, milionários alemães Richthofen.

A polêmica história da morte da Isabella Nardoni, também envolvendo pessoas que conheciam muito bem a lei e que só foram condenadas porque as redes de TV transformaram a história num reality show, foi outra história que mostrou a decadência da burguesia, uma classe que não tem motivos para serem foras-da-lei, exceto pela própria falta de lei sendo aplicadas no país, e da educação.

Apesar de alguns casos chamarem mais a atenção das mídias de massa, basta uma pequena leitura nos noticiários locais para notar que a criminalidade está por toda a parte, descontrolada. Nem o desarmamento conseguiu comover a sociedade, o que mostrou que a religião também anda em baixa, pior, não consegue executar a sua função que era de recuperar as pobres mentes atormentadas pelos nossos selvagens sistemas político-sociais.

Cada vez que um levante, como o do PCC, CV, sem teto, sem terra ou outras revoltas, explodirem pelo país, várias pessoas que não tem nada a ver com o movimento, estarão entrando em alguma cabine, não para se transformar em um super-herói e salvar a humanidade, mas para colocar uma máscara, carregar o revólver e descarregar toda sua fúria.

Em minha pequena cidade, noventa por cento da população tem armas e algum figurão político disposto a retirá-los da cadeia, caso cometam algum crime. Enquanto isso, cinquenta por cento da polícia está mais preocupada com a distribuição de drogas legalizadas e patrocínio do comércio ilegal de armas.

A Segurança pública brasileira transformou-se em calamidade pública, mas o que mais impressiona é que a educação familiar tornou-se cúmplice dos maus exemplos dados pelas nossas autoridades, compadres dos mafiosos políticos.

By Jânio

Caso Isabella Nardoni distorce a realidade da justiça

Casos policiais mais polêmicos

sábado, 12 de maio de 2012

Palavras cruzadas - O jogo da morte




O clima ficou tenso na Venezuela, depois que o filósofo e cientista político Miguel Pérez Pirela verificou em um jogo de palavras cruzadas, uma suposta mensagem conspiratória contra Chavez. Segundo o cientista, algumas palavras que lhe chamaram a atenção foram Adán, ráfagas, llanura, probalidad, base e asesinan.

Segundo Pirela, podem estar dizendo de onde vem os tiros, lembrando a maneira como o líder francês Charles de Gaulle enviava mensagens cifradas em palavras cruzadas, a partir de Londres, para a resistência anti-nazista durante a Segunda Guerra.

Um grupo de matemáticos, psicólogos e outros especialistas, também estudaram as palavras cruzadas e concluíram que continha instruções para um complô.

Entretanto o autor das palavras cruzadas desmentiu as acusações: "É tolice pensar isso. Eu acho que é mais um grupo de pessoas irresponsáveis que buscam gerar opinião em época de eleição", disse ele.

Chavez acusou a oposição de incitar a violência.

Fonte: RT-TV

http://actualidad.rt.com/actualidad/view/44334-Juego-de-letras-o-de-muerte

Comentários: Essa notícia me lembrou os anos 70 no Brasil. Naquela época, as revistas em quadrinhos grifavam palavras em negritos, apesar de ninguém saber o motivo.

Eu conversei com vários amigos e professores e ninguém encontrou o motivo para tantas palavras em negrito, era como se os editores estivessem provocando.

Era época de abertura política, quando os militares já estavam esgotados de tanto resistir aos mesmos burgueses que os haviam apoiado em 64. A TV globo monopolizando as comunicações, mas sem a qualidade informativa das concorrentes.

Os militares eram favorecidos pela ignorância das pessoas que não tinham estudo suficiente para assistir à programas que não fossem da Globo. Hoje, tudo ficou muito pior, todas as TVs estão nas mãos dos políticos e sobrou só a internet para as pessoas sensatas e que ainda conseguem pensar.

Apesar disso, havia um clima muito ruim. Eu nasci já na época da abertura, mas quem viveu em 64, jura que ninguém podia usar roupa vermelhas e as músicas, matérias, cultura, tudo passava pelas mãos da censura e pouca coisa era liberada.

Chavez fez o contrário, estatizou grandes redes de televisão e liberou a internet, mas as conspirações são inevitáveis. Chavez está pagando o preço de ter desafiado a elite do país, parasitas que só crescem se chuparem o sangue alheio, como acontece no Brasil.

By Jânio