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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Nova bomba nuclear americana




EUA conclui com êxito os primeiros testes do novo modelo da bomba nuclear B61-12, como parte de seu esforço contínuo para a renovação do arsenal atômico.

A Administração de Segurança  Nuclear Nacional (NNSA, por suas siglas em inglês), anunciou em seu site que os laboratórios nacionais de Los Álamos e Sandia, realizarão a prova do entorno mecânico de todo o sistema do modelo atualizado da bomba nuclear B61, denominada Mod 12.

"O teste é uma grande conquista e nos dá confiança em nossa capacidade para seguir adiante com nossos esforços para aumentar a segurança e proteção e proteção da bomba", disse o administrador adjunto da NNSA para programas de defesa, Don Cook.

A B6-12 consolidará partes de quatro bombas nucleares, os modelos 3, 4, 7 e 10, no arsenal dos EUA, e com o tempo substituirá os modelos mais antigos. O modelo B61-12 poderia tornar-se a principal arma nuclear tática usada em caças e bombardeiros..

O governo dos EUA descreveu o projeto B61-12 como um prolongamento da vida das armas existentes, mas vários especialistas opinam que é só um pretexto para implantar um novo modelo de arma nuclear, sem violar os acordos de não proliferação. De acordo com a NNSA, o projeto de prolongamento da vida dos B-61-12 tem o objetivo de manter as bombas prontas para seu uso, assim como aumentar a sua fiabilidade e segurança.

Segundo o comunicado da NNSA, parte do Departamento de Energia que tem como responsabilidade a supervisão sobre o desenvolvimento e manutenção do arsenal nuclear americano, o teste do entorno mecânico de todo o sistema, foi a primeira de uma série de análises destinadas a verificar as capacidades da B61-12.

Segundo o portal Defense News, um relatório recente do Escritório de Orçamento do Congresso americano revelou que os planos nucleares do governo Obama para a próxima década vai custar um total de 355 bilhões de dólares, que inclui o custo de desenvolvimento da B61-12, assim como a produção e concepção de novos equipamentos financiados pela Força Aérea americana, necessário para converter a bomba em um míssil tático capaz de incorporar-se aos caças.

Fonte: RT

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segunda-feira, 18 de março de 2013

Aspirina pode cegar




O consumo regular de aspirina pode aumentar o risco de cegueira em pessoas idosas, segundo um estudo realizado por pesquisadores australianos.

Especialistas da Universidade de Sidney descobriram que aqueles que ingeriram  aspirina frequentemente durante anos e pacientes com problemas cardíacos, correm mais risco de desenvolver degeneração macular neovascular.

Esta enfermidade, relacionada com o envelhecimento, danifica as células da retina, obscurecendo detalhes da visão dos pacientes. Isso ocorre quando crescem vasos sanguíneos em áreas incorretas que ocasionam sangramento, inchaço, que por sua vez danificam a retina, revela o estudo publicado na revista "Jama Internal Medicine".

"O processo pode ser muito rápido. A visão pode deteriorar-se nos próximos dias e a idade, cigarro e até o histórico familiar são fatores de risco", destaca a pesquisa.

Para realizar os estudos, os especialistas acompanharam os hábitos de mais de 2.000 pacientes entre  60 e 70 anos, durante quinze anos, quando foram consumidas 257 aspirinas de maneira frequente. Aqueles que fizeram exames oftalmológicos após 5, 10 e 15 anos, revelaram que a AMD estava presente em 9,3% dos pacientes que consumiram aspirina pelo menos uma vez por semana, enquanto nos resultados gerais dos 2.000 pacientes, o problema surgiu apenas em 3,7%.

O relatório explica que "o aumento do risco de desenvolver degeneração foi detectada depois de 10 ou 15 anos, o que sugere o perigo de a dose ser cumulativa".

Fonte: RT-TV

Comentários: Não é a primeira vez que se faz pesquisas com remédios populares, especificamente com aspirina nesse caso.

Aspirina é um desses remédios que ficou popular e passou a representar muito dinheiro. Num mundo capitalista, não se pode tirar uma marca como essa do mercado.

A primeira vez que eu li algo preocupante relacionado com aspirina, eu notei dados muito mais chocantes que estes. O relatório falava de problemas nos rins e que a aspirina em altas doses já estaria sendo utilizado até por suicidas.

A prática de experiências com novas drogas experimentais que ainda não estão no mercado, era muito comum até bem pouco tempo, principalmente na África. O tema foi abordado até em um livro que deu origem ao filme "O Jardineiro Fiel", por isso, eu acho que esse tipo de pesquisa é bem polêmica.

Claro que no caso da aspirina constitui-se um  tipo de denúncia, já que não é obrigatória a participação, além do fato de o produto ser muito popular.

Devido a todos esses problemas detectados, a aspirina já deveria ter sido proibida, mas há quem ache que casos parecidos como o da aspirina, normais.

Segundo alguns médicos, o remédio para ser bom, tem de apresentar efeitos colaterais. "Remédio que não apresenta efeitos colaterais para mim não é bom", revelava um médico experiente.

Antigamente havia até um ditado: "Se o remédio não te matar, com certeza irá curá-lo, pois é de fato um remédio muito forte."

Está havendo uma demanda muito grande pela qualidade de vida e, pensando nisso, alguns profissionais passaram a se dedicar a essas áreas, ligadas a observação dos problemas modernos e também dos problemas de sempre.

Algumas pessoas incoerentes arriscam o consumo de drogas veterinárias e, sinceramente, eu não sei se os veterinários estão fazendo o contrário com os animais. O que sei é que o inferno já deve estar cheio de veterinários travestidos de médicos.

By Jânio

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