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terça-feira, 10 de junho de 2014

A melhor forma de aumentar a memória



Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Nova York (EUA) e da Universidade de Shenzhen (China) estudaram a relação entre o sono e a memória em camundongos.

Depois de fazer os animais aprender algo novo (por exemplo, andar sobre uma barra girando), os cientistas deixaram um grupo de ratos dormindo 7 horas, enquanto o outro grupo ficou acordado.

Ao estudar o cérebro dos ratos mais tarde, com um  microscópio, descobriram que o cérebro dos ratos que haviam dormido havia formado várias novas conexões entre os neurônios, o que significa mais formas de trocar sinais.

Impedir o sono dos animais em vários estágios do sono permitiu aos pesquisadores estabelecer que o sono é necessário para a formação da memória, porque nesta fase o cérebro 'revive' a experiência do que havia feito antes de deitar. "Ninguém sabia disso", disse Wen Biao-Gan, um dos pesquisadores envolvidos no estudo que foi publicado na revista Science.

Fonte: RT-TV

Sonhos lúcidos

Palinopsia transforma o cérebro em matrix


domingo, 9 de março de 2014

Pessoas que saem do próprio corpo




Durante anos, muitas pessoas afirmaram que sentiam seus corpos flutuando e se viam  de fora de seus próprios corpos. Um grupo de cientistas encontrou alguém que disse conseguir fazer isso e decidiram submetê-la a uma tomografia. Veja o resultado.

Andra M. Smith e Claude Messierwere da Universidade de Ottawa (Canadá), estudaram o fenômeno da separação (experiência fora do corpo) e publicaram os resultados de suas descobertas na revista "Frontiers of Human Neuroscience.

"Ela foi capaz de se ver girando no ar sobre o seu corpo, em posição horizontal, e girando em plano horizontal. Informou que às vezes se via movendo-se para cima, mas mantendo seu corpo real imóvel. A participante disse não sentir emoções pessoais vinculadas à experiência", disseram os cientistas canadenses em um relatório.

A imagem da ressonância magnética  mostrou uma "forte desativação do cortéx visual" e "ativação da parte esquerda de várias áreas relacionadas com o imaginário cinestésico", que inclui imagens mentais de movimento corporal. Esta é a parte do cérebro que é responsável pela interação com o mundo. É o que nos faz sentir que o corpo está em relação com o mundo.

Esta é a primeira vez que este tipo de experiência foi analisada e documentada cientificamente.

Os pesquisadores sabem que as experiências extracorporais podem ser induzidas "por traumas cerebrais, privação sensorial, experiências de quase-morte, drogas psicodélicas e dissociativas, desidratação, sono e estimulação elétrica do cérebro, entre outros. Também pode ser induzida deliberadamente por alguns desses". Mas este pode ser o primeiro caso documentado de alguém que pode chegar nesta condição  voluntariamente.

"Esta não é como as viagens astrais descritas pelos místicos. Não há atividade paranormal de nenhum tipo" asseguram investigadores. Experiências extracorporais são um tipo de alucinação provocada por algum mecanismo neurológico.

Os pesquisadores deste estudo acreditam que este mecanismo neurológico pode estar presente também em outras pessoas e que algumas, como esta mulher, podem praticar para ativar essa experiência.

Comentário: Infelizmente, essa experiência é muito superficial, se comparada com outros estudos baseados principalmente na psiquiatria, psicologia e até nas próprias "experiências pessoasis".

O artigo cita a participação dos cientistas como sendo um fator de credibilidade, como se estas experiências fossem comuns, mas não são tão comuns assim. Entretanto, este caso específico pode até ser comum mas também não é interessante, eu não notei nada de extraordinário no depoimento da participante.

Entre as falhas em seu depoimento está a descrição superficial, a participante não cita nada além de seu próprio corpo, parecendo uma experiência extremamente egocêntrica, onde ela só vê a si próprio, mas sem nenhuma interação com o ambiente em que ela está.

Os cientistas mensionam alguns elementos importantes nesse tipo de experiência: traumas cerebrais, privação sensorial, experiências de quase-morte, drogas psicodélicas e dissociativas, desidratação, sono e estimulação elétrica do cérebro, entre outros. Eu não conheço todos os elementos citados, mas posso garantir que nenhum deles causa reação idêntica entre si, ou seja, nenhum deles são iguais.

A citação de misticismo relacionado a paranormalidade também é discutível. Essa é uma área muito complexa que não dá para ser exato, muito menos criar provas concretas, baseadas em exames, e depois formular teorias em cima.

Sonhos lúcidos e epilepsia, sequer foram citados. Além disso, o cérebro tem demonstrado ser muito criativo e misterioso, com situações reais ou irreais.

Um truque de ilusionismo, por exemplo, mascara situações mais obscuras como a hipnose, telepatia, premonição e até as inocentes mágicas. Além disso, nem é preciso ir a um circo para ter experiências emocionantes com sonhos, pesadelos ou, eventualmente, um milagre, fato inexplicável cientificamente.

Sexto sentido e fé nunca foram brincadeiras de criança, nem todo mundo entra numa igreja apenas para manter as aparências.

Fonte: RT

Comentário: By Jânio

Mistérios  científicos sem solução

Palinopsia transforma o cérebro em matrix

Telepatia - sentindo seus pensamentos

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A obscura natureza da mente humana

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Epilepsia - Quando a mente tem um ataque

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Significado dos Sonhos


sábado, 27 de julho de 2013

Piores experimentos americanos com humanos




No passado dos Estados Unidos muitas experiências desumanas afetaram tanto a outros países como a seus próprios cidadãos.

Na lista abaixo listamos as mais cruéis.

01 - Mkultra - Subprojeto 68

O projeto MKULTRA da CIA pretendia encontrar métodos para controlar a mente. Foi o Doutor Donald Ewen Cameron quem conduziu as experiências do Subprojeto 68.

Em seu Instituto Memorial Allen, em Montreal, o Doutor submetia os seus pacientes internados com depressão bipolar ou transtornos de ansiedade, a uma terapia que lhes deixou sérios danos e alterou suas vidas de maneira irreparável.

Entre 1.957 e 1.964, Cameron submeteu seus pacientes a uma terapia electroconvulsiva, eletrochoque, que ultrapassava em 30 a 40 vezes as normais.

Pacientes eram induzidos a um estado de coma durante meses, com a ajuda de drogas, além de fitas com declarações simples ou ruídos repetitivos. As vítimas esqueceram quem eram seus pais, como falar, sofreram amnésia grave.

Tudo isso continuou no Canadá porque a CIA provavelmente considerava muito arriscado realizar estas práticas em americanos.

Para garantir que o projeto continuaria sendo financiado, Cameron envolveu crianças nas experiências e, em uma ocasião, induziu um menino a ter relação sexual com um alto funcionário governamental. A gravação desta cena foi utilizada para fazer chantagens.



02 - Soldados em câmara de gás de mostarda

A medida em que se intensificava a investigação das armas químicas nos anos 40, o Governo dos EUA não vacilou na hora de envolver militares em suas experiências.

Para provar a eficácia das armas e métodos de defesa, utilizava-se gás mostarda e outros produtos químicos que deixavam queimaduras na pele e arruinavam os pulmões sem que os soldados consentissem ou conhecessem o experimento.

Provaram máscaras anti-gás e roupas de proteção, prendendo soldados em câmaras de gás, uma prática que evoca imagens da Alemanha nazista.

Entre os agentes químicos utilizados se encontrava a lewisita, composto que facilmente penetra na roupa e até na borracha.

Em contato com a pele, o gás imediatamente provoca uma dor extrema, coceira, inchaço e prurido. As vesículas ficam cheias de líquidos, doze horas após a exposição, em forma de queimaduras químicas. E isso só pelo contato do agente  com a pele.

A inalação do gás provoca uma sensação de queimação nos pulmões, espirros, vômitos e edema pulmonar.

No que se refere ao gás mostarda, os seus efeitos são assintomáticos, até cerca de 24 horas após a exposição. Os efeitos primários incluem queimaduras graves que se desenvolvem ao longo do tempo em bolhas cheias de líquido amarelo.

O gás mostarda possui propriedades mutagênicas e cancerígenas que matou muitas pessoas expostas. Embora haja tratamento disponível, as queimaduras do gás mostarda se curam lentamente e são extremamente dolorosas. As queimaduras do gás deixam na pele danos irreparáveis.



03 - Pulverização de cidades com agentes químicos

A CIA espalhou o vírus da coqueluche na Bahia de Tampa Bay, usando barcos. Como consequência, uma epidemia se espalhou matando 12 pessoas.

A marinha  pulverizou San Francisco com patógenos bacterianos e, portanto, muitas pessoas sofreram pneumonia.

O Exército lançou milhões de mosquitos portadores da febre amarela e da dengue sobre Savanah, estado  da Geórgia, e Aon Park, estado da Flórida. O enxame provocou muitos problemas na população: problemas respiratórios, febre tifoide e natimortos.

Depois destes ataques, chegaram militares disfarçados de profissionais da saúde para as áreas afetadas. Enquanto eles ajudavam as vítimas, sua intenção secreta era estudar e registrar os efeitos, a longo prazo, de todas as doenças provocadas.



04 - Infecção da Guatemala com doenças sexualmente transmissíveis

O Governo da Guatemala informou que mais de 2.000 pessoas foram infectadas com sífilis, gonorreia ou cancro mole, sem o seu conhecimento (de acordo com outros dados, mais de 5.000 pessoas da Guatemala) na década de 40, enquanto os EUA estimaram em pouco mais de 1.300 pessoas.

O objetivo desses experimentos, dirigidos pelo médico americano John Cutter, era averiguar se a penicilina poderia prevenir enfermidades de transmissão sexual, para isso, utilizaram prostitutas, ex-militares, enfermos mentais, órfãos, e prisioneiros.

As experiências que nunca foram publicadas, ficaram conhecidas em 2.010, depois de uma professora da Universidade de Wellesley, Susan Reverby, encontrou-se com eles acidentalmente.

Não foi encontrado nenhum relatório sobre os resultados do experimento mas, sim, há dados pessoais dos pacientes e condições médicas, segundo o qual houve ao menos  83 vítimas mortais.

05 - LSD

A CIA realizou, entre 1953 e 1964, experiências com milhares de civis e militares dos EUA, com a droga alucinógena LSD e outras substâncias, sem que eles soubessem o que estavam fazendo.

Segundo um recente vazamento de documentos secretos da agência, além do Exército, algumas experiências foram realizadas em praias, bares e restaurantes, onde supostamente colocaram os narcóticos nas bebidas dos clientes.

Durante uma década a CIA realizou experimentos clandestinos, observando o seu comportamento. Algumas vítimas que participaram dos testes, sofreram convulsões e paranoia, outros morreram.

06 - Agent Orange (Agente Laranja) contra os prisioneiros

Além de usar amplamente como desfolhante, o produto tóxico, durante a Guerra do Vietnã, que produziu várias enfermidades e mutações genéticas nas gerações posteriores, o governo americano testou o "agente laranja" em prisioneiros voluntários de uma prisão na Filadélfia, fazendo passar por uma investigação investigação dermatológica.

As experiencias foram realizadas entre 1.951 e 1.974, foram dirigidas pelo Doutor Alberto Kligman. Os presos recebiam pagamentos para permitir aplicação de injeções de dioxina, um dos componentes do agente laranja. Entre os efeitos que sofreram estavam erupções (chroracne) nas bochechas,atrás das orelhas, axilas e virilha.

Fonte: RT-TV

Escândalo na CIA

Vítimas de quem?

O erro americano

Conspirações já confirmadas

Informações censuradas


segunda-feira, 18 de março de 2013

Aspirina pode cegar




O consumo regular de aspirina pode aumentar o risco de cegueira em pessoas idosas, segundo um estudo realizado por pesquisadores australianos.

Especialistas da Universidade de Sidney descobriram que aqueles que ingeriram  aspirina frequentemente durante anos e pacientes com problemas cardíacos, correm mais risco de desenvolver degeneração macular neovascular.

Esta enfermidade, relacionada com o envelhecimento, danifica as células da retina, obscurecendo detalhes da visão dos pacientes. Isso ocorre quando crescem vasos sanguíneos em áreas incorretas que ocasionam sangramento, inchaço, que por sua vez danificam a retina, revela o estudo publicado na revista "Jama Internal Medicine".

"O processo pode ser muito rápido. A visão pode deteriorar-se nos próximos dias e a idade, cigarro e até o histórico familiar são fatores de risco", destaca a pesquisa.

Para realizar os estudos, os especialistas acompanharam os hábitos de mais de 2.000 pacientes entre  60 e 70 anos, durante quinze anos, quando foram consumidas 257 aspirinas de maneira frequente. Aqueles que fizeram exames oftalmológicos após 5, 10 e 15 anos, revelaram que a AMD estava presente em 9,3% dos pacientes que consumiram aspirina pelo menos uma vez por semana, enquanto nos resultados gerais dos 2.000 pacientes, o problema surgiu apenas em 3,7%.

O relatório explica que "o aumento do risco de desenvolver degeneração foi detectada depois de 10 ou 15 anos, o que sugere o perigo de a dose ser cumulativa".

Fonte: RT-TV

Comentários: Não é a primeira vez que se faz pesquisas com remédios populares, especificamente com aspirina nesse caso.

Aspirina é um desses remédios que ficou popular e passou a representar muito dinheiro. Num mundo capitalista, não se pode tirar uma marca como essa do mercado.

A primeira vez que eu li algo preocupante relacionado com aspirina, eu notei dados muito mais chocantes que estes. O relatório falava de problemas nos rins e que a aspirina em altas doses já estaria sendo utilizado até por suicidas.

A prática de experiências com novas drogas experimentais que ainda não estão no mercado, era muito comum até bem pouco tempo, principalmente na África. O tema foi abordado até em um livro que deu origem ao filme "O Jardineiro Fiel", por isso, eu acho que esse tipo de pesquisa é bem polêmica.

Claro que no caso da aspirina constitui-se um  tipo de denúncia, já que não é obrigatória a participação, além do fato de o produto ser muito popular.

Devido a todos esses problemas detectados, a aspirina já deveria ter sido proibida, mas há quem ache que casos parecidos como o da aspirina, normais.

Segundo alguns médicos, o remédio para ser bom, tem de apresentar efeitos colaterais. "Remédio que não apresenta efeitos colaterais para mim não é bom", revelava um médico experiente.

Antigamente havia até um ditado: "Se o remédio não te matar, com certeza irá curá-lo, pois é de fato um remédio muito forte."

Está havendo uma demanda muito grande pela qualidade de vida e, pensando nisso, alguns profissionais passaram a se dedicar a essas áreas, ligadas a observação dos problemas modernos e também dos problemas de sempre.

Algumas pessoas incoerentes arriscam o consumo de drogas veterinárias e, sinceramente, eu não sei se os veterinários estão fazendo o contrário com os animais. O que sei é que o inferno já deve estar cheio de veterinários travestidos de médicos.

By Jânio

Derrame cerebral

Pressão alta