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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O que as crianças pensam de Donald Trump




Amariyanna Copeny, uma menina de 9 anos do estado de Michigan (EUA), tornou-se famosa pela expressão de seu rosto em diferentes ocasiões para encontrar-se com o presidente Barack Obama e com o candidato presidencial republicano Donald Trump, relatou o portal local, Michigan live.



Em março, Copeny escreveu uma carta ao presidente dos Estados Unidos sobre o problema da poluição das águas na região de Flint em que ela pedia para vê-lo pessoalmente. Para realizar seu desejo de encontrar Obama, a menina, que é conhecida como "Little Miss Flint" "Pequena Miss Flint", depois de vencer um concurso de beleza para crianças, não conseguia esconder sua alegria. O fato tornou-se viral nas redes sociais.



Os usuários têm virais das duas imagens, que foram acompanhadas de comentários mordazes. "Eu acho que todo mundo se sente como a pequena Miss Flint", disse um deles referindo-se à foto de Copeny com o magnata Trump.

Sua felicidade com Obama contrasta justamente com sua expressão ao encontrar-se com Trump, quando parecia apavorada.

RT-TV

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Obama é eleito indiretamente




Será que um sistema democrático é estabelecido democraticamente ou é imposto por aristocratas?

Vejam bem: Reza a lenda que os EUA são o templo da democracia, mas os presidentes são eleitos indiretamente, ou seja, o total de votos não conta mas, sim, a representatividade da confederação.

Urnas eletrônicas? Nem pensar, afinal, foram eles que inventaram essas parafernálias tecnológicas, o que passa a ideia de que alguém está sendo enganado nessa história da democracia mundial.

(In)felizmente, as eleições são diretas no Brasil, temos até urnas eletrônicas. Quem decide o resultado das eleições é a mídia, ou era, até pouco tempo atrás.

Essa reviravolta da esquerda política no mundo inteiro, poderia ser um sinal do descontentamento dos povos, mas também poderia ser apenas um jogo bipartidário. Esse é o caso dos EUA.

Abraham Lincoln, assassinado, era republicano; John Kennedy, também assassinado, era democrata; Franklin Roosevelt, homem forte da Segunda guerra, era democrata, assim como Harry Truman, o homem que deu a ordem para detonar a bomba atômica.

O presidente eleito nas últimas duas eleições americanas é negro - mostrando como a cultura afro é forte nos EUA - árabe e democrata. Apesar de todas essas características, o presidente não é ousado, nem polêmico e passa longe de preocupar sua segurança.

O Brasil que não tem muita pretensão com as armas, elegeu uma mulher, antes disso, foram 16 anos de governos socialistas, apesar do PSDB ter postura não assumida de direita.

Um presidente não consegue fazer nada sozinho, mas tem uma forte influência sobre lideranças, autoridades e até sobre a própria oposição.

Eleger um presidente afro-árabe, poderia ser uma demonstração democrática, mas também poderia ser apenas marketing politico internacional, para equilibrar as visões positivas e negativas que o mundo tem dos americanos.

Treinam um assassino idealista como Osama Bin Laden, anos mais tarde encabeçam a lista dos mais procurados do FBI com o nome dele.

O caso do Wikileaks já virou teoria de conspiração, mas Julian Assange foi precavido. Odiado tanto pela direita, como pela esquerda, Assange tem muitos aliados famosos e um presidente sul-americano disposto a lutar por ele, evitando que ele siga o caminho de Osama Bin Laden.

Agora, os EUA ameaçam o Irã, sem condições econômicas para cumprir a ameaça, enquanto novas grandes potências avançam, inclusive desenvolvendo tecnologias bélicas.

Aqui no Brasil, com crise ou sem crise, não muda nada na vida dos pobres brasileiros, entretanto, a classe média está muito próxima dos mais pobres, mesmo com eleições diretas.

Nesse jogo político é difícil saber o que é melhor ou pior, já que a vontade do povo não está de fato sendo respeitada, como no caso do quociente eleitoral/legenda

By Jânio

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