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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Popularidade de Trump é uma das mais baixas para um presidente em décadas



Da Agência France Presse

presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump 
Donald Trump criticou o resultado da pesquisaDreu Angerer/AFP/Direitos Reservados
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, vai assumir a Casa Branca com pouca aprovação e a menor porcentagem em termos de popularidade para um presidente em décadas, revela pesquisa divulgada nesta terça-feira (17), evidenciando a profunda divisão existentes entre os americanos.

A pesquisa CNN/ORC mostra que Trump está a mais de 20 pontos das classificações de seus antecessores mais recentes e 44 pontos abaixo da pontuação obtida pelo presidente Barack Obama quando se preparava para retornar à Casa Branca em 2009, segundo a CNN.

Trump criticou de imediato os resultados da pesquisa, que tem uma margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos.

"As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e que estavam tão equivocadas na época, agora estão fazendo pesquisas de classificação de aprovação, que estão erradas como as de antes", afirmou no Twitter.

Na pesquisa, 40% dos entrevistados disseram que aprovavam a forma com que Trump está conduzindo o período de transição rumo a sua posse.

Obama tinha 84% de aprovação antes de tomar posse, o democrata Bill Clinton obteve 67% no final de dezembro de 1992 e 61% aprovavam o republicano George W. Bush em janeiro de 2001

Agência Brasil



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Trump chama Otan de “obsoleta” e critica política de imigração de Ângela Merkel



Da Rádio França Internacional

A poucos dias da sua posse, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deu entrevistas ao jornal alemão Bild e ao britânico The Sunday Times neste domingo, quando  não poupou críticas aos líderes europeus e à Otan e defendeu o Brexit. As informações são da Rádio França Internacional.

Trump chamou de “erro catastrófico” a política migratória da chanceler alemã Angela Merkel, permitindo a entrada no país de imigrantes em situação ilegal. “O erro foi o de receber todos esses ilegais, sabe, pegar todas essas pessoas de qualquer lugar que elas tenham vindo", afirmou o magnata americano ao Times.


Parlamentares se revoltam contra comentário de Trump e dizem que não vão à posse
Milhares de imigrantes entraram na Alemanha em 2015, fugindo da guerra na Síria. A chanceler foi diversas vezes criticada pela política “generosa” de imigração. Nessa mesma entrevista, Trump elogiou o Brexit como "uma grande coisa" e apoiou a conclusão rápida de um acordo comercial entre americanos e britânicos.

Ele ainda elogiou a premiê Theresa May e disse que se encontrará com ela depois de sua posse, em 20 de janeiro. Segundo ele, além do Reino Unido "outros países deixarão a União Europeia, As pessoas querem ter sua própria identidade”.

Otan obsoleta

Na entrevista ao jornal alemão Bild, Trump chamou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de "obsoleta", e criticou seus Estados-membros de se acomodarem às custas dos Estados Unidos. "A Otan tem problemas, foi concebida há muitos e muitos anos", declarou Trump, reclamando que "não se incomodam com terrorismo", declarou.

Os Estados Unidos contribuem sozinhos com cerca de 70% das despesas militares da Otan, fundada em 1949 para conter o avanço da União Soviética e do bloco do Leste Europeu. A organização conta hoje com 28 membros, incluindo um grande número de países oriundos da esfera de influência soviética.

RT-TV


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Trump vai punir empresas que saírem dos EUA





O presidente eleito Donald Trump ameaçou que vai punir empresas que pretendam sair dos Estados Unidos para passar a operar no exterior. Haverá "conseqüências", disse ele, em tom de alerta.

A declaração foi feita em tom de comemoração, nesta quinta-feira, durante uma visita que Trump fez a uma empresa produtora de equipamentos de ar condicionado, localizada em Indianápolis, capital do estado de Indiana. A comemoração de Trump ocorreu porque ele ouviu da diretoria da empresa que a indústria iria cancelar os planos de transferir a fábrica do território norte-americano para o México.

Empregos devem ser mantidos

Ao fazer a declaração, o presidente eleito cumpriu a promessa que fez, durante a campanha eleitoral, de lutar para manter os empregos nos Estados Unidos e não substituir os postos de trabalhos americanos por outros normalmente em países que oferecem benefícios fiscais e mão de obra barata.

A declaração demonstra também que o novo presidente dos Estados Unidos está disposto a fazer intervenções na economia. Os governos americanos têm por hábito nunca interferir em decisões sobre oportunidades de negócios das empresas.

Antes de voltar atrás em seus planos, a empresa de ar condicionado estava disposta a deslocar 800 postos de trabalho para o México.

Edição: Kleber Sampaio




sábado, 26 de novembro de 2016

Trump sobre la muerte de Fidel Castro



El presidente electo de EE.UU.,  Donald Trump, se pronunció este sábado sobre la muerte de Fidel Castro, informa USA Today.
En sus declaraciones, el republicano aseveró que el mundo ha despedido a un "brutal dictador que oprimió a su propio pueblo durante casi seis décadas", cuyo único legado han sido "pobreza", "fusilamientos" y un "sufrimiento inimaginable"
En el comunicado Trump subraya que, aunque Cuba sigue manteniendo un régimen totalitario, espera que los recientes acontecimientos permitan que este país caribeño se aleje de "los horrores que soportó durante tanto tiempo" y se dirija hacia un futuro que permita a todo el pueblo cubano disfrutar de "la libertad que tanto merece".
El futuro mandatario también se ha unido "a los muchos cubanoestadounidenses que le apoyaron "tanto" durante la campaña presidencial con "la esperanza" de que pronto puedan ver "una Cuba libre".
Sin embargo, otros líderes mundiales sí han expresado su apoyo al revolucionario cubano. Por ejemplo, el presidente de Rusia, Vladímir Putin, ha ofrecido sus condolencias y ha destacado que "la Cuba libre e independiente" construida por Fidel Castro y sus compañeros "ha servido de inspiración para muchos países y pueblos".
Por su parte, el todavía presidente de EE.UU., Barack Obama, ha recalcado que "la historia recordará y juzgará el enorme impacto" del difunto exmandatario.


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Bolsa cai e dólar sobe por causa de Trump



O dólar sobe e a bolsa de valores no Brasil cai na manhã de hoje (9), após o anúncio da vitória do empresário Donald Trump na eleição para a presidência dos Estados Unidos. Trump venceu a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton.

Às 9h50 de hoje (9), o dólar estava cotado a R$ 3,2450. Às 10h, o dólar era vendido a R$ 3,2380. O Índice de Valores da Bolsa de São Paulo (Ibovespa) caia 3,24% por volta das 10h20, com 62.079,76 pontos.

Os mercados financeiros no mundo desabaram com a notícia da vitória de Donald Trump. O índice Nikkei do Japão caiu mais de 800 pontos, ou seja quase 5%.
As aplicações financeiras estão se transferindo para o ouro. O peso mexicano está em queda livre.

Edição: Kleber Sampaio

Agência Brasil

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O que as crianças pensam de Donald Trump




Amariyanna Copeny, uma menina de 9 anos do estado de Michigan (EUA), tornou-se famosa pela expressão de seu rosto em diferentes ocasiões para encontrar-se com o presidente Barack Obama e com o candidato presidencial republicano Donald Trump, relatou o portal local, Michigan live.



Em março, Copeny escreveu uma carta ao presidente dos Estados Unidos sobre o problema da poluição das águas na região de Flint em que ela pedia para vê-lo pessoalmente. Para realizar seu desejo de encontrar Obama, a menina, que é conhecida como "Little Miss Flint" "Pequena Miss Flint", depois de vencer um concurso de beleza para crianças, não conseguia esconder sua alegria. O fato tornou-se viral nas redes sociais.



Os usuários têm virais das duas imagens, que foram acompanhadas de comentários mordazes. "Eu acho que todo mundo se sente como a pequena Miss Flint", disse um deles referindo-se à foto de Copeny com o magnata Trump.

Sua felicidade com Obama contrasta justamente com sua expressão ao encontrar-se com Trump, quando parecia apavorada.

RT-TV