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domingo, 26 de julho de 2015

Quadro de Medalhas Pan-Americano de Toronto



Apesar de uma boa participação nos jogos pan-americanos de Toronto, muitos críticos poderiam dizer que não foi o Brasil que melhorou mas, sim, os outros que cairam de rendimento, principalmente Cuba. Ver Cuba atrás do Brasil, mesmo sendo nos jogos pan-americanos, não é muito comum. Bom, pelo menos o socialismo ainda está ganhando do capitalismo em pan-americanos. Cuba ficou bem perto do Brasil, mas bem a frente da Colômbia. 

Para quem não sabe os americanos são parceiros do governo colombiano na disputa com as Farc, já que as Farc supostamente ganham muito dinheiro com a marijuana e, com a legalização da marijuana nos EUA, os americanos também.

Cuba sempre foi o símbolo de resistência ao capitalismo no mundo inteiro e inspirou a política mundial socialista, e até a capitalista em países com Brasil, Argentina, China, etc.

O Brasil terminou em terceiro lugar no quadro de medalhas de ouro, com 41, menos que em Guadalajara quando o Brasil conseguiu 48 e no Rio, 57 medalhas de ouro. Entretanto, apesar de ter ficado atrás no total de medalhas em relação ao Rio, 157, igualou ao total de medalhas no México, 141.

Medalhas de ouro da semana:

5.000 metros rasos feminino - atletismo - Juliana Gomes

Tênis de mesa por equipe

Caratê até 60 kg - Douglas Brose

Caratê até 55 Kg - Valeria Kumizaki

Handebol masculino

Handebol feminino

Basquetebol masculino

Boliche - Marcelo Suartz

Futebol feminino

Total de medalhas

41 de ouro

40 de prata

60 de bronze

Total 141 medalhas

Classificação do Brasil 3º 

Total de participantes brasileiros - 600

Curiosidade: O Brasil quebrou um tabu de 48 anos ao ganhar de Cuba no número de medalhas de ouro.

Classificação dos países:

EUA - 103

Canadá - 78

Brasil - 41

Cuba - 36

Colômbia - 27

México - 22

Argentina - 15

Venezuela - 8

Equador - 7

Guatemala - 6

Chile - 5

Peru - 4

República Dominicana - 3

Jamaica - 3

Trinidad e Tobago - 3

Bahamas - 2

Porto Rico - 1

Uruguai - 1

Santa lúcia - 1

By Jânio

By Jânio

Outros brasileiros com medalhas de ouro

Medalhas de ouro em guadalajara

Medalhas de ouro em Londres


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Olimpíadas - Fase do morre-morre




As Olimpíadas chegaram a seu ponto máximo, para as competições por equipes, e as derrotas tornaram-se um destino cruel para o Brasil. Criamos até o termo mata-mata, que poderia também ser visto como morre-morre, principalmente quando se perde.

Hoje, terça-feira, foi um dia terrível para o morre-morre e Começou com a seleção de handebol feminino.

Eu nem sabia que essa seleção era tão forte e que onze das doze jogadoras, jogavam na Europa. Depois de se classificarem em primeiro, tornaram-se favoritas e eu acho que foi por isso que perderam.

É, porque agora temos mais essa sina: Se não somos favoritos, perdemos; se somos, perdemos também - Eu só não sei se isso poderia ser classificado como filosofia  de derrotado ou síndrome de masoquista.

Por causa dessa cultura de derrotados e masoquistas, os atletas brasileiros sempre tremem diante de um desafio. Pela cara deles, parece até que o mundo vai acabar se eles perderem, mas talvez seja só a minha impressão.

A seleção de handebol feminina terminou o primeiro tempo na frente, 13 a 9, mostrando porque classificou-se em primeiro. No segundo tempo, a Noruega fechou a defesa e cada jogadora brasileira que tentava passar, levava um "pescoção", foi suficiente para acabar com o nosso ataque.

As jogadoras disseram que cometeram muitos erros que não poderiam ter cometido, mas eu ainda não descobri como seria possível passar por aquela defesa, nem hoje e nem daqui a mil anos.

Depois dessa derrota e considerando-se o retrospecto da seleção feminina de voleibol, eu pensei que hoje eu teria de criar um post com o título de "a fase do morre-morre" - está na cara que o voleibol vai perder - pensei eu.

... mas o voleibol feminino não era favorito, e adivinha o que aconteceu, elas ganharam  da Rússia e pegam o Japão no próximo jogo.

Tudo bem, o Japão não era favorito mesmo - eu acho até que foi por isso que eles eliminaram a outrora fortíssima seleção da China. Nem as gigantescas jogadoras chinesas acreditam que perderam, mas eu acho que elas não tem essa filosofia.

Para não morrer do coração, eu achei que talvez fosse melhor assistir o voleibol de praia que, felizmente, acontecia simultaneamente. Assim, se o voleibol de praia ganhasse, ficaria mais fácil assimilar uma possível derrota do voleibol em quadra - deu certo.

A dupla formada por Emanuel e Alison, ganharam. A partida mais difícil eles já haviam vencido anteriormente - considerando a reputação de Emanuel e que ele tem até estátua em sua homenagem, não está mal... mas favorito? nunca!

Para variar, a última dupla feminina de voleibol de praia brasileira, Juliana e Larissa, perdeu, criando uma grande zebra, elas eram favoritíssimas. Parecia até que o mundo tinha acabado, mas que nada, é só verificar o retrospecto do Brasil em olimpíadas.

E voltamos a depender do futebol masculino para atingir nossa meta de medalhas de ouro, felizmente, para a nossa sorte, o futebol já deixou de ser favorito há muito tempo.

O futebol masculino venceu de goleada a Coreia do Sul e vai a final, três a zero.

Tanto o voleibol de praia masculino, quanto o futebol masculino, já tem duas pratas garantidas.

Ah! Eu ia me esquecendo do boxe, eles também não eram favoritos há mais de quarenta anos. Dois bronzes já estão garantidos mas eles lutarão pelo ouro.

Que beleza!

By Jânio

Sarah Menezes ganha primeiro ouro brasileiro

Brasil ganha segundo ouro em Londres