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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasil em mais uma final da canoagem



Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

O brasileiro Isaquias Queiroz venceu hoje (17) a primeira bateria das semifinais da canoagem de velocidade nos 200m com o tempo de 39seg659 e está classificado para a final. O atleta registrou ainda o melhor tempo das semifinais e aparece como favorito ao ouro na canoa individual. A disputa por medalhas acontece amanhã (18) na Arena Estádio da Lagoa.

Com o tempo de 3min58seg529, Isaquias Queiroz, 22 anos, conquistou ontem (16) a medalha de prata nos 1.000m. O atleta ficou atrás do alemão Sebastian Brendel, que fechou a prova com o tempo de 3min56seg926. O bronze ficou com o canoista da República da Moldova, Serghei Tarnovschi, com 4min00seg852.

Edição: Maria Claudia

Agência  Brasil

Futebol masculino disputa o ouro



segunda-feira, 2 de junho de 2014

Troca de casais traz a felicidade?




Para alguns psicólogos, um relacionamento romântico saudável é aquele em que a sua parceira consegue dizer "Eu te amo, mas não preciso de você." Os psicólogos também dizem que a sociedade seria mais feliz se as pessoas trocassem a cada cinco anos sua companheira.

O psicólogo espanhol Rafael Santandreu, autor de "Las gafas de la felicidad", está ciente de que suas declarações soam  "lamentáveis", mas afirma que os seres humanos não são programados para ter uma convivência baseada na monogamia ou vida de casado.

"Funcionou até agora porque o homem controlava a mulher, mas isso não é uma vida de casado de verdade, é a vida de um mestre com uma escrava", diz Santandreu em uma entrevista ao jornal "La Vanguardia".

 "Um relacionamento romântico saudável é aquele em que você pode dizer para sua parceira: ...'Eu te amo, mas não preciso de você'. De qualquer forma, eu acho que entenderemos o amor romântico do futuro como algo passageiro. Em outras palavras:  no futuro  nenhuma  companheira vai pretender estar a vida toda com o outro.  Na realidade, isso é absurdo, casais deveriam trocar a cada cinco anos", disse ele.

Assim, de acordo com o especialista, a vida seria muito mais bem-sucedida e feliz. "Será uma família muito diferente de como nós a entendemos. seremos sociedades matriarcais onde as mães e irmãs formam a casa, e não será uma unidade composta por marido e mulher" considera Santandreu.

O psicólogo também disse que, em uma sociedade, "longe da monogamia, todas as questões de ciúmes ou dependências serão resolvidos." "A principal causa de suicídio no mundo é o desamor.  O desamor não é como perder o trabalho ou ter uma doença grave," acrescentou.

Na opinião do especialista, este novo modelo de vida não só ajudaria a reduzir o número de suicídios no mundo, mas também diminuiria os grandes índices de infelicidade provocado pelo amor possessivo. De acordo com Santandreu, 50% dos parceiros atuais "não aguentam ficar mais de dez anos juntos", e estimou que "apenas um terço dos casais estão satisfeitos com seus relacionamento."

Fonte: RT-TV

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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Olimpíadas - Fase do morre-morre




As Olimpíadas chegaram a seu ponto máximo, para as competições por equipes, e as derrotas tornaram-se um destino cruel para o Brasil. Criamos até o termo mata-mata, que poderia também ser visto como morre-morre, principalmente quando se perde.

Hoje, terça-feira, foi um dia terrível para o morre-morre e Começou com a seleção de handebol feminino.

Eu nem sabia que essa seleção era tão forte e que onze das doze jogadoras, jogavam na Europa. Depois de se classificarem em primeiro, tornaram-se favoritas e eu acho que foi por isso que perderam.

É, porque agora temos mais essa sina: Se não somos favoritos, perdemos; se somos, perdemos também - Eu só não sei se isso poderia ser classificado como filosofia  de derrotado ou síndrome de masoquista.

Por causa dessa cultura de derrotados e masoquistas, os atletas brasileiros sempre tremem diante de um desafio. Pela cara deles, parece até que o mundo vai acabar se eles perderem, mas talvez seja só a minha impressão.

A seleção de handebol feminina terminou o primeiro tempo na frente, 13 a 9, mostrando porque classificou-se em primeiro. No segundo tempo, a Noruega fechou a defesa e cada jogadora brasileira que tentava passar, levava um "pescoção", foi suficiente para acabar com o nosso ataque.

As jogadoras disseram que cometeram muitos erros que não poderiam ter cometido, mas eu ainda não descobri como seria possível passar por aquela defesa, nem hoje e nem daqui a mil anos.

Depois dessa derrota e considerando-se o retrospecto da seleção feminina de voleibol, eu pensei que hoje eu teria de criar um post com o título de "a fase do morre-morre" - está na cara que o voleibol vai perder - pensei eu.

... mas o voleibol feminino não era favorito, e adivinha o que aconteceu, elas ganharam  da Rússia e pegam o Japão no próximo jogo.

Tudo bem, o Japão não era favorito mesmo - eu acho até que foi por isso que eles eliminaram a outrora fortíssima seleção da China. Nem as gigantescas jogadoras chinesas acreditam que perderam, mas eu acho que elas não tem essa filosofia.

Para não morrer do coração, eu achei que talvez fosse melhor assistir o voleibol de praia que, felizmente, acontecia simultaneamente. Assim, se o voleibol de praia ganhasse, ficaria mais fácil assimilar uma possível derrota do voleibol em quadra - deu certo.

A dupla formada por Emanuel e Alison, ganharam. A partida mais difícil eles já haviam vencido anteriormente - considerando a reputação de Emanuel e que ele tem até estátua em sua homenagem, não está mal... mas favorito? nunca!

Para variar, a última dupla feminina de voleibol de praia brasileira, Juliana e Larissa, perdeu, criando uma grande zebra, elas eram favoritíssimas. Parecia até que o mundo tinha acabado, mas que nada, é só verificar o retrospecto do Brasil em olimpíadas.

E voltamos a depender do futebol masculino para atingir nossa meta de medalhas de ouro, felizmente, para a nossa sorte, o futebol já deixou de ser favorito há muito tempo.

O futebol masculino venceu de goleada a Coreia do Sul e vai a final, três a zero.

Tanto o voleibol de praia masculino, quanto o futebol masculino, já tem duas pratas garantidas.

Ah! Eu ia me esquecendo do boxe, eles também não eram favoritos há mais de quarenta anos. Dois bronzes já estão garantidos mas eles lutarão pelo ouro.

Que beleza!

By Jânio

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