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terça-feira, 31 de maio de 2011

Heróis latino-americanos




A 24 de março de 1.816, os paises de La Plata, reunidos no congresso de Tucuman, redigem uma declaração de independência. e encarregam o general San Martin de preparar-lhes a defesa contra o Peru.

Convencido de que a melhor defesa é atacar o peru, passando pelo Chile, San Martin reúne em Mendonza um exército composto de indígenas, de desertores do Chile, entre os quais O'Higgins, de origem irlandesa, equipa-o com o concurso de mercadores ingleses, transpõe três gargantas dos Andes, entra no Chile, aí nomeia o'Higgins Diretor Supremo e desencadeia imediatamente uma guerra civil, entre liberais das grandes cidades e grandes proprietários rurais. Durante esse tempo, as outras províncias de La Plata dedicam-se também às suas guerras civis e os exércitos brasileiros invadem Banda Oriental (uruguai).

Também simultaneamente o espírito se reacende no Norte, em Nova Granada (Colômbia). Aqui entra, ou melhor, reentra, pois já se tinha metido em uma ou duas insurreições, Simon Bolívar. Herdeiro de uma imensa fortuna, senhor de escravos na Venezuela, é o espírito liberal que o lança contra a tradição familiar? É a paixão romântica, o culto do herói; dedicou a Napoleão uma admiração arrebatada que, por vezes, toca as raias do ódio.

Com a ajuda dos ingleses, os revolucionários de Nova Granada derrotam o o exército espanhol na batalha de Boyaca, e é constituída a Grande Colômbia; presidente: Bolivar.

Jean Duché

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Declaração de independência dos Estados Unidos




"Nós temos por testemunho as seguintes verdades: Todos os homens são iguais: foram aquinhoados pelo seu criador com certos direitos alienáveis e entre esses direitos se encontram o da vida, da liberdade e da busca da felicidade.

Os governos são estabelecidos pelos homens para garantir esses direitos, e seu justo poder emana do consentimento dos governados.

Todas as vezes que uma forma de governo tornar-se destrutiva desses objetivos, o povo tem o direito de mudá-lo ou de o abolir, e estabelecer um novo governo, fundando-o sobre os princípios e sobre a forma que lhe pareça a mais própria para garantir-lhe a segurança e a felicidade.

A prudência ensina que os governos estabelecidos depois de longo tempo não devem ser mudados por causa de motivos superficiais e passageiros. (...) Mas, quando uma longa série de abusos e usurpações, tendendo invariavelmente ao mesmo fim, marcam o objetivo de submetê-lo ao despotismo absoluto, é direito do povo, é seu dever, rejeitar um tal governo e por meio de um novo governo salvaguardar sua segurança futura. Tal é a situação da colônia hoje em dia, e daí seu sistema de governo. A história do atual rei da Grã-Bretanha é a história de uma série de injustiças e usurpações repetidas que têm por objetivo o estabelecimento de uma tirania absoluta sobre este Estado."

(4 de julho de 1.776)

O Contrato Social

A carta das Nações Unidas