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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal amigos e amigas



Nascimento de Jesus, chamado também de Natividade, é uma referência aos relatos do nascimento de Jesus presentes principalmente nos evangelhos de Lucas e Mateus, mas também em alguns textos apócrifos.

Os evangelhos canônicos de Lucas e Mateus contam que Jesus nasceu em Belém, na província romana da Judeia de uma mãe ainda virgem. No relato do Evangelho de Lucas, José e Maria viajaram de Nazaré para Belém para comparecer a um censo e Jesus nasceu durante a viagem numa simples manjedoura. Anjos o proclamaram salvador de todas as pessoas e pastores vieram adorá-lo. No relato de Mateus, astrônomos seguiram uma estrela até Belém para levar presentes a Jesus, nascido o "rei dos judeus". O rei Herodes ordenou em seguida o massacre de todos os garotos com menos de dois anos da cidade, mas a família de Jesus conseguiu escapar para o Egito e, depois que Herodes morreu, voltou para Nazaré.

Muitos acadêmicos defendem que as duas narrativas são não-históricas e contraditórias. Outros estudiosos cristãos defendem o contrário, ou seja, que não há contradição alguma e destacam as similaridades entre os relatos. Finalmente, há os que entendem que a discussão sobre a historicidade dos evangelhos é secundária, argumentando que eles foram escritos como documentos teológicos e não como cronologias históricas.

A principal celebração religiosa entre os membros da Igreja Católica e de diversos outros grupos cristãos é o serviço religioso da Véspera de Natal ou o da manhã do Dia de Natal. Durante os quarenta dias que levam ao Natal, a Igreja Ortodoxa pratica o Jejum da Natividade, enquanto que a maioria das congregações cristãs (incluindo a Igreja Católica, a Comunhão Anglicana, muitas igrejas protestantes e os batistas) iniciam a observância da temporada litúrgica do Advento quatro domingos antes do Natal — para todos, o período é de limpeza e renovação espiritual para a celebração do nascimento de Jesus.

Na teologia cristã, o nascimento é a encarnação de Jesus como segundo Adão, a realização da vontade de Deus com o objetivo de desfazer o dano provocado pela queda do primeiro Adão. As representações artísticas da Natividade tem sido um grande tema para os artistas cristãos desde o século IV. A partir do século XIII, o presépio enfatiza a humildade de Jesus e promove uma imagem mais terna de Jesus, um importante ponto de inflexão em relação às mais antigas imagens do Jesus "Senhor e Mestre", o que acabou por influenciar o ministério pastoral do cristianismo.

Texto completo na Wikipedia




sábado, 20 de outubro de 2012

Homem pré-histórico da Sibéria




O instituto de Arqueologia e Etnografia foi responsável pela realização de pesquisas  no sítio arqueológico de Karama, na região russa de Altai.

"Agora podemos afirmar com certeza que as camadas mais antigas desta aldeia primitiva tem idade aproximada de um milhão de anos ou, pelo menos, 800 mil anos", disse o arqueólogo,  Mijail Shunkov, vice-diretor do instituto de arqueologia.

Os cientistas acreditam que o Homo Erectus veio para a Sibéria a partir da África, através da chamada rota migratória, que começou a ser utilizada pelas comunidades primitivas do continente, há quase dois milhões de anos.

De acordo com Shunkov, "no momento em que o homem chegou pela primeira vez ao território de Altai, as condições climáticas eram mais favoráveis que as de agora". Os especialistas sustentam que o clima daquela época era similar ao da região de Cáucaso do Norte. De qualquer modo, não achamos que a Sibéria fosse como é hoje em dia.

Os paleontólogos já levaram mais de dez anos estudando os sítios arqueológicos de Karama, onde as condições climáticas atuais são bem diferentes do que eram e onde o trabalho arqueológico requer muita força física.

É nessa região que se encontra a Gruta Denisova, um lugar de grande interesse para os cientistas que pesquisam o início da humanidade. Ali foram encontrados objetos de diferentes épocas, os mais antigos datam de 280 mil anos. O recente estudo triplicou o período conhecido da presença humana nessa região.

Fonte: RT-TV

Comentários: Apesar de eu não exatamente um seguidor das ideias de Darwin e, muito menos da precisão histórica dos arqueólogos, eu acho muito curioso acompanhar suas idéias.

De acordo com os primeiros registros que eu li, a civilização dos Homo sapiens não tinha mais que cinquenta mil anos, entretanto, eu sempre chamei a atenção para o risco de superestimar a própria arqueologia. Eu sempre disse que a sociedade pode ser documentada e estudada de maneira geral, mas a mente humana não, por isso, sempre haveria a possibilidade de civilizações tecnologicamente desenvolvidas, como a egípcia.

Os conhecimentos egípcios deram suporte às três outras civilizações que foram a base para a nossa civilização globalizada: hebraica, grega e romana.

Além dessas, há vestígios de outras civilizações que possuíam conhecimentos avançados, como é o caso de Troia, supostamente relacionada a Atlântida.

Acontece que as probalidades de Troia ter inspirado Platão são pequenas, consideráveis, mas pequenas. Se Troia não for Atlântida, então, a lenda de Atlântida foi inspirada em outra civilização. Qual?

Fazendo as contas da idade da civilização perdida dos antigos egípcios e das civilizações mesopotâmicas, multiplicando por dois, tempo em que eu não acredito que essas culturas mudassem muito, chegamos a cerca de dez mil anos sem nenhuma alteração ou evolução Darwiniana - pessoalmente, eu preferiria estudar as lendas de Platão que as teorias de Darwin.

No caso dessas descobertas de um milhão de anos, eu até acredito que suas técnicas são boas, traçar a vida na Terra a partir dos restos achados, é pouco para mim. Acredito que quanto mais o tempo passa, maior a dificuldade de se precisar os fatos.

Quando menos esperarmos, novos fatos irão revolucionar nossos conhecimentos do passado.

... mas enquanto não estivermos preparados, enquanto não tivermos um mundo igualitário e educado, não teremos tais respostas. Nossa visão sempre estará voltada para o lugar errado,  uma visão imprecisa e sem boa perspectiva.

Pessoas "evoluídas" tecnologicamente e bem "educadas", como nossa aristocracia, serão os primeiros a fugir de sua região de origem, caso ocorra um grave acidente natural ou nuclear, por exemplo, deixando para trás uma outra espécie de cultura, muito mais atrasada, a civilização dos pobres.

Os faraós nos proporcionaram isso, e só pudemos estudá-los com a ajuda das areias do deserto, que conservaram todos os vestígios que conhecemos. Nesse caso, sabemos de sua vida apenas através de sua morte, o que é uma perspectiva um tanto quanto exótica.

Você já pensou como seria a nossa civilização globalizada, a partir de nosso extermínio em um acidente nuclear ou natural?

"The Planet of the Apes" imaginou.

By Jânio

A duvidosa teoria da evolução de Darwin

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Suástica - O símbolo obscuro do nazismo