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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cinema 2.016 - Deuses do Egito



Gods of Egypt (Deuses do Egito (título em Portugal) ou Deuses do Egito (título no Brasil)) é um futuro filme americano, dirigido por Alex Proyas. É baseado na mitologia Egípcia e focará na batalha entre as divindades Horus e Set. O filme é estrelado por Nikolaj Coster-Waldau, Brenton Thwaites, Gerard Butler, e Geoffrey Rush. As filmagens ocorreram na Austrália pelo estúdio Summit Entertainment. O filme será lançado em 2D e 3D RealD.

O será lançado dia 24 de fevereiro de 2016 no Brasil, e dia 26 nos Estados Unidos.

Sinopse

O filme é inspirado na mitologia clássica do Egito e conta a história de um herói inesperado que surge quando a humanidade está ameaçada. O deus impiedoso Set usurpou o trono do Egito e mergulhou o império antes pacífico em uma realidade de caos e conflito. Com apenas alguns opositores ao seu reinado, Set terá que enfrentar Bek, um mortal corajoso e desafiador que pede a ajuda do deus Hórus para uma improvável aliança contra o senhor do mal.

Elenco

Nikolaj Coster-Waldau como Horus
Brenton Thwaites como Bek
Gerard Butler como Set
Geoffrey Rush como Ra
Elodie Yung como Hathor
Chadwick Boseman como Thoth
Courtney Eaton como Zaya
Rufus Sewell como Urshu
Abbey Lee como Anat

Direção - Alex Proyas

Produção:
Alex Proyas
Basil Iwanyk

Roteiro:
Matt Sazama
Burk Sharpless
Alex Proyas

Elenco:
Gerard Butler
Brenton Thwaites
Nikolaj Coster-Waldau
Geoffrey Rush
Rufus Sewell
Courtney Eaton
Chadwick Boseman
Elodie Yung

Gênero:
Ação
Aventura
Fantasia

Companhia(s) produtora(s) Summit Entertainment

Distribuição:
Estados Unidos - Lionsgate
Brasil - Paris Filmes

Lançamento:
Brasil - 24 de fevereiro de 2016
Estados Unidos - 26 de fevereiro de 2016

Idioma - Inglês
Orçamento - US$ 140 milhões

Fonte: Wikipedia

Trailer legendado

Trailer dublado

Cinema 2.016

Eddie - The eagle

Como ser solteira

Cinema 2.015 




quinta-feira, 8 de maio de 2014

A múmia mais antiga do mundo




Arqueólogos encontraram no Egito uma múmia de 5.600 anos do período pré-dinástico. É um dos achados mais antigos e poderia levar a uma revisão do início da história da civilização.

A descoberta ocorreu na região de Kom al Ahmar, perto Nejen (Hierakonpolis), a capital histórica do Alto Egito, de acordo com o jornal eletrônico Ahram'.

Originalmente os arqueólogos pensavam que a tumba que estavam escavando havia sido construída na época de Narmer, o primeiro faraó do antigo Egito, fundador da primeira dinastia, no ano 3050 AC. No entanto, as investigações revelaram que era 500 anos mais antiga, de acordo com a agência de notícias AFP.

A múmia pertence ao dono do túmulo, que morreu com cerca de 18 anos de idade e, talvez, fosse governador, de acordo com o Departamento de Antiguidades do Egito, citado pelo jornal 'Ahram'. Além disso os arqueólogos encontraram uma figura de marfim que descreve um homem barbudo, que poderia ser o falecido ou alguma divindade. Eles também descobriram dez escovas de marfim, várias ferramentas, pontas de flechas e facas.

"É uma descoberta muito importante",  disse o jornal ao ministro de Antiguidades, Mohamed Ibrahim, uma vez que pode fornecer informações valiosas sobre a história e as tradições egípcias,  crenças religiosas e rituais funerários do período pré-dinástico.

Imagem: AFP

Fonte: RT-TV

A escrita cuneiforme

Hieroglifos - A primeira forma de escrita

A cidade perdida de Atlântida

A tragédia de Pompéia

Homero ou Troia - Quem é a lenda


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Futuro do passado



Leituras sobre civilizações antigas sempre nos inspiram a refletir e entender a nossa própria natureza, não se trata só de política, sociologia, religião, etc., mas, ironicamente, o que mais intriga os pesquisadores, são as suas tecnologias.

Dá-se o nome de civilização a um povo que se desenvolve de maneira distinta, independente de outros  povos. Essa forma criativa de desenvolvimento não é mais possível com a globalização.

Apesar disso, a base da evolução científica da humanidade apresenta muitos elementos em comum. Os hieroglifos e a escrita cuneiforme, na cultura egípcia, mesopotâmica, fenícia, etc., são bons exemplos disso.

Um povo nômade cuja religião é muito importante para nós do ocidente, os hebreus, são o elo de ligação entre vários povos da antiguidade. A maioria desses povos, que não passavam de tribos, o que não os torna menos importantes para a história, foram extintos por falta de organização.

A religião dos Hebreus foi muito importante para as nossas tradições, mantida hoje através dos judeus. Os povos da mesopotâmia são também responsáveis pelas primeiras leis escritas.

O mistério começa quando falamos de política, onde os romanos se inspiraram nos gregos, que possuiam conhecimentos dos egípcios, que possuíam uma organização ultra-secreta.

Por ser ultra-secreta, a civilização egípcia nos privou de praticamente toda a sua tecnologia. Observando os dados relacionados às pirâmides, por exemplo, notamos  muita coisa que até hoje são impossíveis de se conseguir, mesmo utilizando ferramentas modernas.

O pouco que sabemos de sua matemática, geometria, etc., chegou até nós através dos gregos e trata do mais avançado conhecimento que temos até hoje.

As descobertas arqueológicas, apesar de muito importante, não ajudam muito. O que dá para ser estudado ali é a religião, que por sinal era muito importante para os faraós, afinal, era através dela que eles se tornavam deuses.

Naquela época, religião, política, ciências, tudo estava muito próximo. Se foi preciso separar as ciências da religião, durante um longo tempo, para podermos evoluir, os egipcíos não precisaram.

Eles conseguiam fazer todo tipo de cálculo, desde a distãncia da Terra ao Sol, até obras faraônicas, literalmente falando, que nunca serão igualadas, até porque foram eles que inventaram as ciências exatas. Muitas dessas descobertas, hoje, só são possíveis de serem verificadas com tecnologias modernas, como o avião, foguete, telescópio e talvez até o computador venha a esclarecer muito sobre a sua cultura.

Naquela época, a tecnologia era de fato um dom de sábios, homens que sabiam o que estavam fazendo. Combinado com a religião, ficava difícil de sair do controle.

Hoje, o sistema de ensino criou um grupo de robôs que não sabem o que estão fazendo e nem mesmo os maiores gênios da atualidade são capazes de evitar constrangimentos terríveis, como a criação de uma bomba atômica.

Os egípcios fazem parte de um grupo de civilizações antigas que ultrapassaram as fronteiras do mito, são tão interessantes quanto o povo de atlântida, deuses nórdicos, gregos ou romanos.

As dificuldades impostas pelas tecnologias complexas, como a escrita, nunca os limitaram, pelo contrário, tornaram suas mentes ainda mais avançadas.

Outra característica importante a ser destacada, era o valor que essas tecnologias teriam, não em dinheiro mas em reputação, status. Hoje, muita gente escolhe uma profissão baseada no mercado de trabalho.

Além dessas civilizações, só de imaginar outras que possam ter desaparecido, levando com elas o seu conhecimento, imagino o quanto a humanidade perdeu por pura intolerância.

By Jânio

Influência e tradições egípcias

Atlântida - O continente perdido

A idade da esfinge

domingo, 13 de novembro de 2011

A idade da esfinge



O conhecimento humano  geralmente só apresenta uma boa base quando submetido a uma boa discussão e, portanto, os conflitos fazem parte desse processo que visa fortalecer determinados argumentos.  O problema é quando as idéias são muito avançadas a ponto de desafiar a própria compreensão de algo, impossibilitando tais discussões e tornando idéias ou teorias em algo real, sem nenhuma contestação.

As ferramentas criadas pela humanidade foram fundamentais para o desenvolvimento da sociedade, mas também impediram que essas pessoas desenvolvessem  sua intelectualidade de maneira natural. Entramos num processo de regressão intelectual, onde todo o desenvolvimento é baseado na crença incontestável da técnica.

Copérnico descobriu que a terra não era o centro do universo, baseando-se em estudos bem mais antigos, mesmo mantendo a idéia de que o sistema solar era, e, portanto, o sol também.

Os estudos a respeito da idade da escrita cuneiforme e dos hieroglifos apresentam conflitos quanto a data precisa, mas apresentam uma data aproximada, isso mostra que, de certa forma, um estudo era baseado em outro, e isso é bom. O problema é justamente a falta de conflitos entre os estudiosos, o que poderia deixar passar muitos detalhes sem a devida correção.

Assim como os hieroglifos e escrita cuneiforme, as civilizações da mesopotâmia e egípicia foram todas datadas de cerca de 2.500 anos a.c, ou seja, 4.500 anos atrás. Isso até que John West notasse a erosão na esfinge, ao contrário das erosões de outros monumentos de Gizé, a erosão na esfinge era vertical.

Como não há chuvas no deserto, capazes de provocar tal erosão, chegou-se a conclusão de uma data de 10.500 a.c, quando teria Havido chuva nessa região. Isso também levaria a conclusão de que as pirâmides do Egito e a esfinge foram construídas em épocas distintas.

... e a astronomia e o cinturão de Orion entram na teoria também, para onde a esfinge  esta voltada.

A esfinge foi contruída, voltada para a sua própria imagem no céu, Osíris, mostrando também a data de sua construção, cerca de 10.500 a.c.

Os Egípcios tinham essa precisão técnica, mesmo sem os poderosos telescópios, tudo era construído baseado nas estrelas do céu.

Conclusão: Hoje, os maiores pesquisadores do mundo estão queimando seus neurônios para descobrir quando as pirâmides foram construídas, os conflitos não ocorreram ao mesmo tempo, mas por causa dele, e no mesmo espaço.

Qualquer mudança nos estudos já concluídos, forçará os estudiosos a reverem todos os seus conceitos. Os antigos não perderão seu reconhecimento, continuarão sendo a base para um conhecimento muito mais avançado.

Talvez o homem primitivo leve outros dez mil anos até descobrir o que as antigas civilizações desenvolvidas já sabiam, há mais de dez mil anos atrás, isso se não nos autodestruirmos antes.

Esse será o nosso castigo, por termos eliminado da face da terra todo o conhecimento que aqui havia, apenas por ambição, preconceito e medo.

Precisamos ouvir mais os loucos, como Raul Seixas: "Eu nasci há dez mil anos atrás."

By Jânio