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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

No easy day - Dia difícil




Quem poderia imaginar que a morte de Osama Bin Laden poderia voltar a atormentar o governo dos EUA?

Assim como a "Privataria Tucana" virou febre editorial no Brasil, "No Easy Day" transformou-se num Best Seller logo no lançamento.

Podemos criticar muito os americanos, mas uma metade daquele povo está sempre disposta a ver a realidade e lutar por essas verdades. Foi assim no escândalo do Vietnã e não será diferente agora.

Esse novo escândalo nem dá para ser usado como arma política, já que quem começou essa encrenca foram os Republicanos, convidados para a comemoração da morte de Osama Bin laden. Fica claro que há uma força muito maior que o governo, controlando tudo.

Matt Bissonnette parece ter uma personalidade em dobro, assim como em seu nome tem dois S, dois N e dois T.

Bissonnette foi um dos homens que participaram da missão que matou Osama Bin Laden.

Segundo Bissonnette, Osama foi assassinado enquanto estava desarmado. Já haviam fofocas na época da morte de Osama Bin Laden, mas a sua publicação terá mais impacto nas pessoas que acreditam no Governo americano.

Planejado para ser lançado em 11 de setembro de 2.012, "No Easy day", Dia difícil,  foi antecipado para o dia 04 de setembro devido aos pedidos. As 300 mil cópias aumentaram para 575 mil, tornando os dias do governo americano bem mais difícil, literalmente.

Surgiram até boatos de que Steven Spielberg estaria interessado em filmar a história, mas as fofocas foram desmentidas - essa história é a cara de Oliver Stone.

Se fôssemos considerar as teorias de Daniel Estulin, poderíamos seguramente dizer que esse livro é mais uma armação da CIA para maquiar fatos históricos - ninguém engoliu até agora, essa história de assassinato sem morte, ou sem corpo.

Bissonnette teria sido pressionado para não publicar seu polêmico livro, o que poderia expor planos táticos, técnicas, estratégias, em operações secretas americanas. Por outro lado, maquiar notícias que todos já sabem, parece interessante para melhorar a reputação americana.

Osama Bin Laden foi metralhado, enquanto estava desarmado, numa zona de segurança máxima, dentro de um país aliado dos EUA e que possui cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

E agora a pergunta de sempre: Para quem Osama Bin Laden trabalhava?

By Jânio

Fonte: Wikipedia



Osama é morto pelos americanos

Imagens  chocantes de 11 de setembro

Repercussão da morte de Osama Bin Laden







quarta-feira, 2 de março de 2011

A história do Wikileaks



Julian Assange nasceu em Townsville, Queensland - 03 de Julho de 1971. Devido a separação de sua mãe, mudou-se várias vezes.

Filho de artistas intinerantes, estudou matemática e física, em casa, e pelas várias escolas e universidades por onde passou.

Desse contato com vários povos, várias culturas, desenvolveu sua personalidade rebelde.

Ainda garoto, aos dezesseis anos - 1.987 - Julian Assange começou a hackear no grupo "subversivos internacionais". cuja ideologia era: "Não danificar os sistemas de computador que você acessar (incluindo cometer falhas neles); não alterar as informações contidas nesses sistemas (exceto para alterar registros a fim de cobrir seus traços de acesso), e compartilhar informações."

Em 1.991, teve seu primeiro problema com a Polícia Federal, acusado de invadir computadores de uma Universidade da Austrália, Nortel canadense, além de outras invasões via modem, totalizando 24 atividades hacking. Julian confessou essas atividades, pagou fiança e foi liberado.

Segundo Assange: "É um pouco chato, na verdade, porque eu escrevi um livro sobre isso - ser hacker - existem documentários sobre isso, as pessoas falam muito sobre isso. Elas podem cortar e colar, mas isso foi há 20 anos.

É muito irritante ver artigos modernos me chamando de hacker de computador. Eu não me envergonho disso, estou muito orgulhoso disso, mas eu entendo a razão pela qual sugerem que eu sou um hacker de computador agora, há uma razão muito específica."

Julian Assange passou a morar com sua namorada - 1.989, aos dezoito anos - mas após a invasão de sua casa, pela Polícia Federal - em 1.991 - sua namorada foi embora, levando seu filho com ela.

Junto com sua mãe, fundou uma organização chamada "Parent Inquiry into Child Protection", cuja finalidade era ajudar os pais a terem acesso aos dados, referentes aos processos de custódia de seus filhos.

Em 2.006 fundou o Wikileaks, foram necessários apenas quatro anos, para que o wikileaks abalasse as estruturas do poder no mundo todo.

Suas denúncias sobre execuções extra-judiciais, no Quênia, garantiu-lhe um prêmio internacional, mas ele não parou por aí:

2.009 - Suas denúncias de execuções extrajudiciais no Quênia, deram-lhe o prêmio Amnesty International Media Award de 2009.

Resíduos tóxicos na África, de Guantánamo.

2.010 - Esse foi o ano em que Julian Assange começou a se tornar um obstáculo às estratégias dos EUA, principalmente com divulgação de documentos das guerras do Afeganistão e Iraque.

Em novembro de 2.010, Assange conseguiu parceiros renomados internacionalmente: El País, Le Monde, Der Spiegel, The Guardian e The New York Times.

Junto a seus parceiros, Assange passou a se tornar inconveniente às pretensões imperialistas americanas, foi aí que seus inimigos passaram ao contrataque.

A fama de Assange cresceu, após a divulgação de documentos em massa, sobre crimes nas guerras do Afeganistão e Iraque, sua vida foi investigada e a pressão americana sobre o Governo sueco, deixou Assange na mira do FBI.

O governo Sueco expediu dois mandatos de prisão contra assange, um por estupro, outro por agressão. Os processos foram arquivados, mas o processo de agressão foi reaberto, surgindo a teoria de conspiração contra Assange.

Em 28 de novembro, o WikiLeaks voltou à carga, publicando cerca de 250 mil documentos diplomáticos dos Estados Unidos. Esses documentos revelam como Hillary Clinton deu instruções a seus diplomatas para que atuassem como espiões e recolhessem informações sobre líderes políticos e nas Nações Unidas, inclusive dados bio-métricos e cartão de crédito do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

Assange foi preso em uma penitenciária de segurança máxima, isolado, nos dez minutos que falou com sua mãe, passou a seguinte mensagem: "Faço um apelo a todo o mundo para que meu trabalho e meus seguidores sejam protegidos desses ataques ilegais e imorais."

Segundo a Wikipedia, "o Departamento de Justiça dos Estados Unidos busca provar que Assange encorajou ou ajudou o soldado Bradley Manning a extrair do sistema de computadores do governo material militar reservado e arquivos do Departamento de Estado. Com isso, as autoridades americanas pretendem processar o fundador do WikiLeaks por conspiração.

Glenn Greenwald declarou que, caso os EUA consigam processar Assange, com base na lei de espionagem, de 1917, e na lei de fraude e abuso de computadores, de 1986, jornalistas ficarão mais vulneráveis a ações judiciais. Além disso, segundo o advogado, o caso pode gerar algum tipo de repressão ou censura na Internet. "As pesquisas com o público americano mostram que a maioria acredita que o WikiLeaks causou mais danos do que benefícios e que Assange deve ser encarcerado. Os governos sempre querem controlar a Internet. A razão pela qual não podem fazer isso é a oposição pública. O compromisso do WikiLeaks com a transparência pode aumentar o apoio público ao controle da Internet."

Desde Hugo Chaves, os EUA não encontravam um adversário tão forte, tentam passar a teoria de conspiração pelo avesso, só não contavam com a velocidade da internet, nem com a experiência e habilidade de Assange.

Já não dá mais para parar esse processo de mudança, visto que só nos últimos dias, quando Assange foi preso, foram mais de 250 mil documentos, a maioria telegramas sobre o processo de guerra.

Todos nós sabemos que, durante um processo de guerra, não há leis, mocinhos ou bandidos, talvez seja por isso que os americanos gostem tanto de guerrear. Além disso, as ligações dos políticos americanos com o clube de Bilderberg, não vão ajudar em nada.

Julian Assange mostrou que a informação é importante, e que a informação, somada a tecnologia, pode ser invencível.

Seus antigos companheiros, que não concordavam com seus métodos, ameaçam criar um novo site de vazamento de informações e denúncias, parecido com o Wikileaks.

Thomas Flanagan, assessor do primeiro-ministro canadense Stephen Harper: Recomendou ao presidente americano que oferecesse uma recompensa a quem mate o australiano, ou que usasse "um avião sem piloto para acabar com ele."

Senador republicano Mitch McConnell: "Acho que esse homem - Asssange - é um terrorista high tech. Ele causou um enorme dano ao nosso país. E eu penso que ele deva ser processado até que sejam esgotados todo os limites da lei; e se esses limites forem um problema, é preciso mudar a lei."

Vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden: Declarou que o Departamento de Justiça explora vias legais para deter Julian Assange. Iniciativas visam estrangular tecnica e financeiramente o WikiLeaks. O Bank of America, seguindo os passos da MasterCard, Visa, PayPal e Amazon, deixaram processar transações da WikiLeaks.

Primeiro-ministro da Rússia Vladimir Putin declarou que a prisão de Assange é contra a democracia, que alguns países se "orgulham" de ter.

O cineasta inglês Ken Loach, a milionária Jemima Khan e o jornalista investigativo australiano John Pilger tinham se oferecido para pagar a fiança de Assange e também compareceram à corte de Westminster no dia do julgamento. Michael Moore e Bianca Jagger também contribuíram para o pagamento. Além de dezenas de jornalistas, uma multidão de simpatizantes do ativista australiano se concentrou em frente ao tribunal londrino, recebendo com alegria a notícia de que ele seria posto em liberdade.

Eu não sei qual será o próximo passo da tecnologia, o que eu sei é que muitas mudanças que só eram possíveis em sonho, hoje, já podem ser lidas pela internet.

Cada dia que passa, os ditadores vão ficando mais isolados. Em alguns casos, a elite do poder americano assiste à distância, até ter certeza que não há outra solução, senão ceder.

Todas as estratégias de um século foram inúteis, diante da democracia da internet.

As mudanças deverão se intensificar, com as redes wireless.

Eu continuo achando que os Estados Unidos não farão mal algum ao ciberativista Julian Assange, não porque não queiram, mas porque não podem.

Pode até ser que Juliam fique preso por dois anos, mas o site não sairá do ar, sua equipe sabe como funciona o processo de divulgação, e ainda restam documentos dos banqueiros suiços à serem divulgados.

È bom o clube de Bilderberg ficar atento, a nova ordem já veio, mas parece que em processo inverso.

Fonte: Wikipedia

Comentários: Jânio

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