segunda-feira, 5 de maio de 2014

Super-produções de Hollywood rejeitadas pela NASA




A Aeronautics and Space Administration National (NASA) divulgou a lista dos sete mais absurdos filmes de sci-fi, segundo as teorias científicas, informou o The Sunday Times.

O topo da lista é ocupado pelo filme de catástrofes, '2012' (de 2009), de Roland Emmerich. O filme narra  a ocorrência das previsões do calendário maia, que anunciou o fim do mundo para 2012. A destruição do planeta e as tentativas dos cientistas em salvar a Terra, apresentado no filme, usando os efeitos especiais mais avançados da atualidade. Parecia muito absurdo para os especialistas da NASA.

O segundo lugar foi para o filme "O Núcleo - The Core" (2003). A história sobre uma equipe que viaja ao centro da Terra para iniciar uma série de explosões nucleares para restabelecer a rotação do núcleo da Terra. Também não tem nada a ver com qualquer teoria científica.

O terceiro é o blockbuster 'Armageddon' (1998), estrelado por Bruce Willis e Ben Affleck. O filme é sobre um grupo de perfuradores de plataformas de petróleo enviado pela NASA para um enorme asteroide que ameaça a Terra, perfurar a sua superfície e destruir o asteroide com uma bomba. Vale ressaltar que os autores do filme haviam anteriormente consultado especialistas da NASA, mas logo seus conselhos deixaram de satisfazer aos cineastas que concluíram o projeto sem a participação dos especialistas.

Outros filmes da lista são 'Volcano' (1997) sobre a destruição de Los Angeles pela erupção de um vulcão; e "Chain Reaction" (1996), sobre a invenção de uma tecnologia para salvar a Terra da crise ecológica. Além disso, a lista inclui os filmes "O Sexto Dia" (2000) sobre os problemas da clonagem, e 'What the #$ *! Do We (K)now?' que narra as aventuras de um fotógrafo no mundo da física quântica.

Ao mesmo tempo, a Nasa destacou alguns filmes em que várias teorias científicas se apresentam sem erros graves e estão próximos da realidade. Tais filmes incluem o clássico filme futurista "Metropolis" (1927), o blockbuster de Steven Spielberg 'Jurassic Park' (1993) e "Gattaca" (1997) sobre o controle genético do futuro.

Fonte: RT-TV

Tecnologias em risco de extinção

Nova internet preocupa FBI

Física quântica vai revolucionar a internet

Cinco teorias de viagem no tempo possíveis

Palinopsica transforma o cérebro em matrix


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cinema 2.014 - Blended




Blended é uma comédia americana de 2014. O filme é dirigido por Frank Coraci e escrito por Ivan Menchell e Clare Sera. O filme é estrelado por Adam Sandler, Drew Barrymore, Terry Crews, Joel McHale e Wendi McLendon-Covey. Estava previsto para ser lançado em 23 de maio de 2014.

É a terceira parceria romântica em comédia entre Sandler e Barrymore, seguindo The Wedding Singer e 50 First Dates. Coraci também já dirigiu Sandler e Barrymore em The Wedding Singer.

Sinopse:

Depois de um frustrado encontro às cegas, um homem e uma mulher encontram-se presos em um resort para famílias, onde a atração cresce à medida que os respectivos filhos beneficiam-se da relação.

Elenco:

Adam Sandler como Jim Friedman

Drew Barrymore como Lauren Reynolds

Bella Thorne como Hillary (Larry) Friedman

Emma Fuhrmann como Espn Friedman

Alyvia Alyn Lind como Lou Friedman

Shaquille O'Neal

Terry Crews

Joel McHale

Wendi McLendon-Covey

Kevin Nealon

Susan Yeagley

Dan Patrick

Produção:

Wendi McLendon-Covey também se juntou ao elenco do filme em 31 de julho, ela vai interpretar o papel de melhor amiga de Barrymore, que não tem filhos. Chelsea Handler havia sido escalada para este papel. Em 31 de julho de 2013 a Warner Bros alterou o título de Blended para The Familymoon, antes de voltar a seu título original em novembro daquele ano.

Filmagens:

Blended está definido para ser filmado em Sun City, África do Sul; algumas das cenas também serão filmadas perto de Lake Lanier, Buford e Gainesville na Georgia.  Warner Bros irá co-produzir o filme com a Happy Madison Productions.

Lançamento:

Primeiro trailer do filme foi lançado em 17 de dezembro de 2013, seguido por outro trailer em 3 de abril de 2014.

O filme estava previsto para ser lançado em 23 de maio de 2014.

Ficha técnica:

Directed by Frank Coraci

Produced by:

Adam Sandler

Jack Giarraputo

Mike Karz

Written by:

Clare Sera

Ivan Menchell

Starring:

Adam Sandler

Drew Barrymore

Emma Fuhrmann

Terry Crews

Joel McHale

Wendi McLendon-Covey

Kevin Nealon

Bella Thorne

Shawn Kavanaugh

Music by:

Rupert Gregson-Williams

Cinematography: Julio Macat

Editing by Tom Costain

Studio:

Happy Madison Productions

Gulfstream Pictures

Distributed by:

Warner Bros. Pictures

Release dates:

May 23, 2014

Running time - Tempo de duração

117 minutes

Country - United States

Language - English

Fonte: Wikipedia

Cinema 2.014

Jersey boys

The signal

Transformers - A era da extinção

Million dollar arm

Neighbors - Vizinhos

The amazing spider man

Walk of shame

The love punch

Brick mansions

Cinema 2.014 - Noé

Perfect sisters

In the blood

Earth to echo

A long way down

Better living through chemistry

Sabotage

Bad country

Bad Words

Inatividade Paranormal 

Divergente

Invertigo

Endless love

Welcome to Yesterday

After the Dark - Depois do Apocalipse

A arte do roubo

The legend of Hercules

Mindscape - Filmes 2.014

Capitão América - Soldado Invernal

Stallone - Ajuste de contas

Maze runner - Correr ou morrer

Need for speed

Refém da paixão

O sétimo filho

Os mercenários 3

A menina que roubava livros

Map to the Stars

Before I Go to Sleep

Planeta dos macacos 2.014

300 - Rise of an Empire

X-men - Dias de um futuro esquecido

Robocop 2.014

Mad Max 4

Sin City 2 - Dame to Kill For

Avatar 2 - Notícias

Capitão América - Soldado Invernal

Interstellar - Curiosidades do filme

Enemies closer

Pompéia

Vampires Academy - Irmãs de sangue

3 Days to Kill

Nom Stop - Sem escalas

Under the skin

Cinema 2.014 - Oculus


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Hipertensão pulmonar



A hipertensão pulmonar ocorre quando a pressão arterial é anormalmente alta nas artériaspulmonares (pequena circulação) ou na irrigação vascular dos pulmões. Dependendo do caso, poderá provocar uma marcada diminuição da tolerância ao exercício e falhas do coração. Esta hipertensão é independente da forma mais comum (chamada, simplesmente, hipertensão arterial - e que dever-se-ia chamar, com maior propriedade, "hipertensão sistémica"), detectada no consultório médico, onde é medida apenas a pressão nas artérias que participam dagrande circulação. O ventrículo direito do coração tem de fazer um esforço adicional para conseguir bombear osangue até aos pulmões, onde captará o oxigênio através das hemácias.
A hipertensão pulmonar pode ser primária ou secundária. É secundária quando deriva de enfisema pulmonar ou doença cardíaca congênita. É considerada primária, quando não se consegue encontrar causa para o distúrbio.
Foi identificada pela primeira vez por Ernst von Romberg in1891.

Fisiopatologia

O processo subjacente da Hipertensão Pulmonar varia e, com freqüência, múltiplos fatores são responsáveis. Normalmente, o leito vascular pulmonar pode receber o volume sanguíneo liberado pelo ventrículo direito. Ele apresenta uma baixa resistência ao fluxo sanguíneo aumentado por meio da dilatação dos vasos na circulação pulmonar. Entretanto, se o leito vascular pulmonar está destruído ou obstruído, como na hipertensão pulmonar, a capacidade de receber qualquer fluxo ou volume do sangue fica prejudicada, e, então, o fluxo sangüíneo aumentado eleva a pressão da artéria pulmonar. À medida que a pressão da arterial pulmonar aumenta, também aumenta a resistência vascular pulmonar. A constrição da artéria pulmonar (como na hipoxemia ou hipercapnia) e a redução no leito vascular pulmonar (que ocorre com a embolia pulmonar) resultam em um aumento na resistência e pressão vasculares pulmonares. Essa carga de trabalho aumentada afeta a função ventricular direita. Por fim, o miocárdio não consegue satisfazer as demandas crescentes impostas a ele, levando à hipertrofia (aumento e dilatação) e insuficiência ventricular direita.

Manifestações clínicas

A dispneia é o principal sintoma da hipertensão pulmonar, ocorrendo, a principio, com esforço e, mais adiante, em repouso. A dor torácica subesternal também é comum, afetando 25 a 50% dos pacientes. Os outros sinais e sintomas incluem:
  • Encurtamento gradual da respiração que pode piorar com exercícios.
  • Dor ou desconforto torácico.
  • Fadiga.
  • Inchaço nas pernas.
  • Tosse persistente.
  • Palpitações (sensação do batimento forte ou anormal do coração).
  • Cianose (tom azulado da pele, principalmente nas mãos, pés e face).
  • Tontura
  • Desmaio (síncope)

Históricos e achados diagnósticos

Uma avaliação diagnostica completa inclui uma historia, exame físico, radiografia de tórax, provas de função pulmonar, eletrocardiograma (ECG), ecocardiograma, imageamento de ventilação perfusão e cateterismo cardíaco. Em alguns casos, pode ser necessária uma biopsia pulmonar, realizada por toracoscopia, visando elaborar um diagnóstico definitivo. O cateterismo cardíaco do lado direito do coração revela a pressão arterial pulmonar elevada. Um ecocardiograma pode avaliar a progressão da doença e excluir outras condições com sinais e sintomas similares.
O ECG revela hipertrofia ventricular direita, desvio do eixo para a direita e ondas T altas, em pico, nas derivações inferiores, ondas R anteriores altas e depressão do segmento ST e /ou inversão da onda T anteriormente. A Pa O2 também está deprimida (hipoxemia).
Uma cintilografia da ventilação-perfusão ou angiografia pulmonar. As provas de função pulmonar podem estar normais ou mostrar discreta diminuição na capacidade vital (CV) e na complacência pulmonar, com uma leve diminuição na capacidade de difusão.

Tratamento patológico

A única cura para a hipertensão pulmonar primária é o transplante pulmonar para ambos os pulmões, sendo, às vezes, também necessário o transplante de coração.
Medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio, antagonistas do receptor de endotelina, inibidores da fosfodiesterase 5 (sildenafila) e prostaciclinas podem ser utilizados para a melhora dos sintomas e prolongamento da vida, mas não curam a doença. Devemos lembrar que os transplantes são cirurgias grandes e envolvem riscos significativos, como sangramento, infecções, e, até mesmo, o óbito do paciente.
Além disso, o fenômeno de rejeição ao órgão transplantado é elevado, podendo chegar até 50% dos pacientes dentro de dois a três anos após o transplante.
Após a realização do transplante, o uso de medicações para prevenir a rejeição é obrigatório por toda a vida, o que pode ocasionar diversos efeitos colaterais.
Para o alívio dos sintomas, o oxigênio suplementar é a medida mais importante e quase sempre faz parte do arsenal do tratamento.
Além disso, os vasodilatadores - medicações que dilatam os vasos para facilitar a passagem do sangue - podem, em um terço dos casos, auxiliar no tratamento.
Várias medicações estão em fase de teste para ver se podem ajudar no tratamento e há outras já em uso na hipertensão pulmonar.
Os anticoagulantes (medicações que combatem a coagulação do sangue) também têm sido empregados no tratamento, visto que eles parecem prolongar a vida dos pacientes. Além disso, eles evitam os casos de trombose nestes vasos pulmonares alterados.
A hipertensão pulmonar primária é uma doença com mau prognóstico.

Tratamento de enfermagem

A principal meta da enfermagem consiste em identificar os pacientes em alto risco para a hipertensão pulmonar, como aqueles com DPOC, embolia pulmonar, cardiopatia congênita e doença valvar mitral. A enfermagem também deve ficar alerta para sinais e sintomas, administrar adequadamente a terapia de oxigênio e instruir os pacientes e família sobre a utilização domiciliar de suplementação de oxigênio.

Fonte: Wikipedia











terça-feira, 29 de abril de 2014

Pressão arterial


Ciclo cardíaco

Denomina-se ciclo cardíaco o conjunto de acontecimentos desde o fim de um batimento cardíaco até o fim do seguinte.
No momento em que o coração bombeia seu conteúdo na aorta mediante contração do ventrículo esquerdo, encontrando-se a válvula mitral fechada e a válvula aórtica aberta, quando a pressão ventricular esquerda é máxima, a pressão calculada a nível das artérias também é máxima. Como esta fase do ciclo cardíaco se chama sístole, a pressão calculada neste momento é chamada de pressão arterial sistólica.

Imediatamente antes do próximo batimento cardíaco, com a válvula aórtica fechada e a mitral aberta, o ventrículo esquerdo está em relaxamento e a receber o sangue das aurículas. Neste momento a pressão arterial nas artérias é baixa, e, como este período do ciclo cardíaco se chama diástole, é denominada pressão arterial diastólica. No entanto, esta pressão mínima ainda é consideravelmente superior à pressão presente do lado exterior da aorta e de todo o sistema arterial, sendo esta certamente maior do que a pressão atmosférica razão pela qual as artérias não colapsam nesta fase do ciclo.

A determinação indireta da pressão arterial só se tornou possível a partir de 1880, quando von Basch, na Alemanha, idealizou o primeiro aparelho, que nada mais era que uma bolsa de borracha cheia de água e ligada a uma coluna de mercúrio ou a um manômetro. Comprimindo-se a bolsa de borracha sobre a artéria até ao desaparecimento do pulso obtinha-se a pressão sistólica. Em 1896, um médico italiano, Riva-Rocci, substituiu a bolsa por um manguito de borracha e a água pelo ar. A medida da pressão diastólica teve que esperar por mais 9 anos, até que um jovem médico russo, Nikolai Korotkov descobrisse os sons produzidos durante a descompressão da artéria.


Mede-se a pressão arterial com um esfigmomanômetro


Não existe uma combinação precisa de medidas para se dizer qual é a pressão normal, mas em termos gerais, diz-se que os valores 120/80 mmHg são valores considerados ideais no adulto jovem. Contudo, medidas até 140 mmHg para a pressão sistólica, e 90 mmHg para a diastólica, podem ser aceitas como normais. O local mais comum de verificação da pressão arterial é o braço, usando como ponto de auscultação a artéria braquial. O equipamento usado é o esfigmomanômetro ou tensiômetro, que possui uma braçadeira insuflável ou manguito, e para auscultar os batimentos, usa-se o estetoscópio. Quando se fala em dois valores de pressão arterial (145 por 90 mmHg, por exemplo), estamos falando de 145 no pico da sístole e 90 no final da diástole, portanto pressão sistólica e pressão diastólica.

Definições

A pressão arterial pode ser medida a vários níveis do sistema circulatório, diminuindo a pressão à medida que o ponto de medida se afasta do coração. Assim, na grande circulação podem ser medidas pressões a todos os níveis mas na prática clínica diária só se usa a pressão máxima e a mínima.
  1. Pressão Arterial Sistólica: Pressão Arterial máxima do ciclo cardíaco, ocorrendo durante a sístole ventricular.
  2. Pressão Arterial Diastólica: Pressão Arterial mínima do ciclo cardíaco, equivalendo a pressão no fim da diástole ventricular.
  3. Pressão Arterial média: Média das pressões instantâneas de todo um ciclo cardíaco. Costuma ser deduzida das pressões diastólica e sistólica, com margens de erro variáveis, conforme a fórmula utilizada. Poder-se-ia pensar que seria realmente a média mas não é: aproxima-se mais da pressão diastólica.
  4. Pressão Arteriolar: Pressão nas arteríolas do organismo.
  5. Pressão Pré-capilar. Pressão na arteríola imediatamente antes de se iniciar um capilar.
  6. Pressão Capilar. pressão média no capilar. Fundamental para as trocas de líquidos entre o sangue e o espaço extracelular, conforme a Lei de Starling.
  7. Pressão Pós-capilar ou Venular. Pressão no início das vênulas. A este nível passa a ser pressão venosa e não arterial.

Na pequena circulação existem todos os equivalentes acima, seguidos do termo "Pulmonar", como em "Pressão Arterial Pulmonar"

Fonte: Wikipedia

Pressão atmosférica 

Engenharia reversa

Impressora de alimentos

COG - O humanóide quase perfeito

O vale da morte

Perigos da pressão alta


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Pressão atmosférica




Pressão atmosférica é a pressão exercida pela camada de moléculas de ar sobre a superfície. A pressão é a força exercida por unidade de área, neste caso a força exercida pelo ar em um determinado ponto da superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, conseqüentemente a pressão também aumentará. A pressão atmosférica é medida por meio de um equipamento conhecido como barômetro. Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica estando diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais, como: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude... As unidades utilizadas são: polegada ou milímetros de mercúrio (mmHg), quilopascal (kPa), atmosfera (atm), milibar (mbar) e hectopascal (hPa), sendo as três últimas, as mais utilizadas no meio científico. Outra unidade utilizada para se medir a pressão é a PSI (pounds per square inch) que em Português vem a ser libra por polegada quadrada (lb/pol²). Embora comum para medir pressão de pneumáticos e de equipamentos industriais a lb/pol² é raramente usada para medir a pressão atmosférica. Embora o ar seja extremamente leve, não é desprovido de peso. Cada pessoa tem em média uma superfície do corpo aproximadamente igual a 1 metro quadrado, quando adulto. Sabendo que ao nível do mar a pressão atmosférica é da ordem de 1 atm (definida como 101 325 Pa, ou ainda 1013,25 hPa=mbar), isso significa dizer que, neste local, uma pessoa suportaria uma força de cerca de 100 000 N relativo à pressão atmosférica. Porém, não sente nada, nem é esmagada por esta força. Isto acontece devido à presença do ar que está contido no corpo e ao equilíbrio entre a pressão que atua de fora para dentro e de dentro para fora do corpo. Qualquer variação na pressão externa se transmite integralmente a todo o corpo, atuando de dentro para fora, de acordo com o Princípio de Pascal. O peso normal do ar ao nível do mar é de 1 kgf/cm². Porém, a pressão atmosférica diminui com o aumento da altitude. De forma simplificada poder-se-á considerar que a pressão diminui 1 hPa (ou 1 mbar) a cada 8 metros que se sobe. A 3000 metros, é cerca de 0,7 kgf/cm². A 8840 metros, a pressão é de apenas 0,3 kgf/cm².

Altas pressões

As altas pressões resultam da descida do ar frio. A rotação da Terra faz o ar, ao descer, circular à volta do centro de alta pressão. Quando o ar quente se eleva cria, por baixo dele, uma zona de baixa pressão. Baixas pressões, normalmente significam mau tempo. No hemisfério Norte o ar desloca-se no sentido horário e, no hemisfério Sul, no sentido anti-horário. Quanto mais baixa a altitude, maior a pressão.

Baixas pressões

As baixas pressões são causadas pela elevação do ar quente. Este circula no sentido horário no hemisfério Sul e no sentido anti-horário no hemisfério Norte. À medida que o ar, ao subir, arrefece, o seu vapor de água transforma-se em nuvens, que podem produzir chuva, neve ou tempestade. Simultaneamente, ao nível do solo, há ar que se desloca para substituir o ar quente em elevação, o que dá origem a ventos.

1 atm = 1,01325 × 105 Pa (Pascals)

1 atm = 1013,25 hPa (Hectopascals)

1 atm = 1,033 kgf/cm² (Quilograma-força por centímetro quadrado)

1 atm = 1,01325 bar

1 atm = 14,6959487755 psi (libras por polegada quadrada)

1 atm = 760 mmHg (milímetros de mercúrio)

1 atm = 29,92126 polHg (polegadas de mercúrio)

1 atm = 10,1797339656 mca (metros de coluna de água - mH20)



Como funciona um barômetro?

O barómetro (português europeu) ou barômetro (português brasileiro) é um instrumento usado para medir a pressão atmosférica.

Existem dois tipos de uso corrente: os barômetros de mercúrio e os barômetros aneroides (metálico).

Foi inventado por Evangelista Torricelli em 1643, e funciona porque o ar aplica uma pressão com seu peso. Torricelli observou que, se a abertura de um tubo de vidro fosse cheia com mercúrio, a pressão atmosférica iria afetar o peso da coluna de mercúrio no tubo. Quanto maior a pressão do ar, mais comprida fica a coluna de mercúrio. Assim, a pressão pode ser calculada, multiplicando-se a altura da coluna de mercúrio pela densidade do mercúrio e pela aceleração da gravidade. Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de cerca de 15 libras por polegada quadrada, 29,9 polegadas de mercúrio ou 760 milímetros de mercúrio (760 mmHg). Isto é equivalente a 101,3 quilopascals (101,3 kPa), a unidade de pressão utilizada pelos meteorologistas, além dos milibares.

O mercúrio é ideal para o barômetro líquido pois a sua alta densidade permite uma pequena coluna. Num barômetro de água, por exemplo, seria necessário uma coluna de 10 metros de altura e, ainda assim, haveria um erro de 2%.

Com o avanço tecnológico, atualmente, podem-se encontrar barômetros acoplados a relógios digitais esportivos a um custo razoável.

Fontes:

Pressão atmosférica: Wikipedia

Barômetro: Wikipedia

Engenharia reversa

Impressora de alimentos

COG - O humanóide quase perfeito

O vale da morte

Perigos da pressão alta



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Donos do mundo em 2.090




Os EUA perderão sua hegemonia internacional e entre os anos de 2070 e 2080, ocorrerá a III Guerra Mundial, segundo o futurista brasileiro Paulo Vicente Alves, da escola de negócios, Fundação Dom Cabral.

Em um artigo no jornal "The Financial Times" Alves explica que sua conclusão é baseada na combinação de duas teorias de ciclos históricos da economia. Uma delas é a teoria da estabilidade hegemônica, que diz que o mundo é estável somente quando você tem um líder e esse líder muda a cada 100-140 anos. Antes era o Império Britânico e agora os EUA. A outra é a teoria das ondas de Kondratiev que divide a economia mundial capitalista moderna em flutuações cíclicas de duração entre 47 e 60 anos: o início de um ciclo de desenvolvimento de novas tecnologias causam um boom econômico, então o crescimento desacelera e chega a uma crise. Então, tudo se repete. Ao analisar as duas teorias, Alves escreveu uma previsão para o século XXI e é dividido em quatro atos.

Ato I: A crise da década de 2020

Nos próximos quatro anos, o mundo liderado pelos EUA permanecerá na subfase de esgotamento. Em 2018 a situação vai agravar ainda mais e a crise começará. Haverá "guerras" pelo petróleo, metais e água na América do Sul, África e Oceania, que durarão até 2030. As causas serão os cinco problemas básicos de um Estado moderno. Sistema de pensões instáveis, aumento das taxas energia, aumento dos preços dos alimentos e da água, gestão pública ineficiente e aumento do número de conflitos militares e culturais.

Ato II: A revolução tecnológica de 2040

A partir de 2030 em um mundo ainda sob a hegemonia de Washington, começará um período de recuperação baseado em robôs, inteligência artificial, biotecnologia, tecnologias de energia verde ou espacial (ou todas juntas). Como resultado, entre 2042 e 2055 haverá uma expansão dos EUA e um boom econômico internacional. No entanto, a prosperidade financeira vai desaparecer depois: a nova crise durará até 2067 e coincidirá com a última etapa da hegemonia global de Washington.

Ato III: A Primeira Guerra Mundial de 2070-2080

Em 2067 começará uma profunda crise e a fase de transição em que os EUA começarão a perder a sua liderança global. Será um período de caos e conflitos internacionais em maior escala. De acordo com Alves, as guerras devem ser, em primeiro lugar, resultante das contradições entre o desenvolvimento que aumenta o consumo de energia e recursos, e a preservação. Além disso, é possível um crescimento da inteligência artificial e manipulação genética, resultando em uma crise de identidade humana e direitos civis para essa inteligência artificial.

Destes conflitos surgirão  novas tecnologias que vão dar origem às novas soluções, garante o futurista. Em 2080 começará um período de recuperação.

Ato IV: Quem será o novo líder mundial, depois dos EUA?

Em 2092 a recuperação triunfará e dará lugar a uma nova etapa de expansão. Mas desta vez, o estado hegemônico será diferente.

No final do século XXI serão os painéis solares que abastecerão o mundo com energia, enquanto que a fonte essencial de água e de metal estarão relacionados com os asteroides conectados com a terra. Portanto, o controle da linha do Equador será crucial para a liderança futura, argumenta Alves. Outro fator importante é que não será formado completamente, a nova liderança, antes de uma nova potência hegemônica. De acordo com o analista, há cinco possíveis candidatos que correspondem a todas estas características.

01 - Estados Unidos da Europa

A Europa poderá se tornar uma única nação que abrangerá também os territórios do norte da África e partes do Oriente Médio. O acesso ao Equador poderia ser através da Guiana Francesa que permaneceria sendo território ultramarinho francês: hoje é formalmente parte da União Europeia como uma região ultraperiférica e está localizada na costa norte da América do Sul, entre Brasil e Suriname, limitado ao norte pelo Oceano Atlântico.

02 - EUA absorvido pelo México

A integração contínua das Américas e a expansão da população hispânica nos EUA, irá resultar numa fusão dos EUA com o México e, provavelmente, com algumas nações do Caribe. O acesso ao Equador terrestre poderá ser localizado no Amapá, norte do Brasil, ou no país de mesmo nome, no Equador.

03 - China e as suas novas colônias

A alta demanda da China por energia, alimentos, água e sais minerais está impulsionando a África, América do Sul e Oceania, o que pode resultar na sua integração. Possíveis ligações com o espaço poderiam ser estabelecidos no Quênia, Sumatra e Bornéu.

04 - Índia e as suas novas colônias

A Índia tem uma situação semelhante à  China. Está se expandindo para a África, América do Sul e Oceania, e mais uma vez o Quênia, Sumatra e Bornéu poderão converter-se em seus vínculos com o Equador.

05 - Um Brasil expandido na América do Sul

O Brasil estará em expansão demográfica e também no comércio, na América do Sul, o que poderia resultar em uma integração demográfica e comercial. Um dia, também poderá resultar em integração política.

Fonte: RT-TV

Cidades subterrâneas do futuro

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Para onde os americanos fogem

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O experimento mais longo da história



'Gotas de eternidade' são as gotas que estão caindo de um funil instalado na Universidade de Queensland, na Austrália. Mas eles são tão lentos que a experiência tornou-se a mais longa da história.

A experiência começou em 1927 pelo físico Thomas Parnell que queria demonstrar que há líquido com uma consistência tão viscosa que parecem estar em estado sólido. Para isso ele colocou um pouco de pitch, resina, ou brea, em espanhol, (um líquido altamente viscoso, o mais comum deles são betumes) em um funil, deixou repousar por três anos e, em 1930,  começou a longa espera: a substância flui tão lentamente que em 84 anos caíram apenas nove gotas. Assim, a primeira gota caiu depois de passados oito anos, ou seja, em 1938. Essas gotas caíram nos anos de 1947, 1954, 1962, 1970, 1979, 1988, 2000 e, até agora, mais recentemente, em abril de 2014.

Como foi observado, as gotas caem em média a cada 8-9 anos, mas a última atrasou bastante. A parte inferior da nona gota já dobrou sobre o funil e agora estão esperando sua separação definitiva. O processo é monitorado por uma câmera, inclusive os curiosos podem assistir em tempo real no site do projeto. Em 2000, os cientistas também queriam filmar a queda, mas houve uma queda de energia de vinte minutos na universidade, e foi nesse momento que a gota caiu.

O experimento foi registrado no Guinness Book of Records por ser o mais longo da história. Além disso, em 2005, os autores da experiência ganharam o prêmio Ig Nobel, uma paródia americana do Prêmio Nobel que é dado às descobertas mais absurdas e curiosas do mundo.

Acredita-se que a quantidade de pitch/brea/resina que ainda permanece no funil seja suficiente para mais 100 anos de experiência.

Fonte: RT-TV

Video no Youtube

Piores experimentos americanos com humanos

O controle das máquinas com o pensamento

terça-feira, 22 de abril de 2014

EUA limitará deportações de imigrantes ilegais




A Secretaria de Segurança Nacional dos EUA está avaliando a possibilidade de limitar as deportações de imigrantes ilegais, segundo a agência AP. Os imigrantes que não tem antecedentes criminais graves poderiam evitar a deportação se a medida for aprovada.

Amenizar a política de migração foi uma das promessas eleitorais do presidente Barack Obama. Durante seu mandato, mais de dois milhões de imigrantes ilegais foram deportados dos EUA, enquanto outros 11,5 milhões ainda continuam no país.

Comentário:

Segundo os últimos dados relacionados a migração nos Estados Unidos, a quantidade de pessoas entrando no país diminuiu, enquanto a quantidade de pessoas que voltam para seus países aumenta. Se essa lei for promulgada, a popularidade de Barack Obama deverá aumentar entre os estrangeiros, sem afetar a economia americana.

A crise tem afastado os trabalhadores que sonhavam com uma vida nos EUA, mesmo sendo ilegais. A imigração ilegal gerava muitas riquezas para fazendeiros e empresários inescrupulosos, assim como a desigualdade entre as pessoas.

Os países que eram de interesse estratégico do governo americano, sempre tiveram passe livre, principalmente os cubanos. A ideia era acabar com o país de Cuba.

Como a educação e a saúde, além de toda a infra-estrutura é toda subsidiada pelo governo cubano, em Cuba, foi estabelecida a pena de morte para quem abandonasse o país, complicando ainda mais as relações internacionais entre os dois países.

O muro na fronteira com o México para impedir que mexicanos entrem ilegalmente nos EUA, está sendo chamado de o muro da vergonha. A medida forçou os dois países a entrarem em negociações, criando algumas parcerias interessantes, como o combate conjunto ao narcotráfico, tudo isso antes dos EUA iniciarem a legalização da maconha.

Enquanto isso, a Bolívia promulga lei para derrubar aviões do Narcotráfico, medida que poderia afetar o comércio de drogas nos EUA. Isso não é irônico.

Recentemente, a Bolívia lutava pela legalização do comércio da folha de coca, consumo considerado natural entre os índigenas bolivianos. Considerando-se que as drogas e a prostituição constituem uma das maiores riquezas informais do mundo, isso justifica as provocações que podem acabar gerando grandes conflitos no futuro.

Fonte: RT-TV

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Alimentos inofensivos que podem matar





A afirmação "tudo causa câncer" tornou-se uma hipérbole popular, e algumas pessoas usam isso como uma desculpa para a sua dieta e estilo de vida, especialmente no que diz respeito ao risco de câncer.

Segundo o site Natural News, a verdade é que, com efeito, foi cientificamente provado que muitos alimentos aumentam substancialmente o risco de câncer. Aqui apresentamos os dez alimentos que podem causar esta doença e cujo consumo deve ser evitado:

01. Alimentos Geneticamente Modificados (OGM)

Os alimentos transgênicos (GM) não tem lugar permanente em uma dieta para ficar livre de câncer, especialmente agora que já foi demonstrado que ambos os OGM e produtos químicos utilizados para o seu cultivo, provocam tumores no corpo. Mas os transgênicos estão em toda parte, inclusive na maioria dos derivados de alimentos a base de milho, soja ou canola convencional. No entanto, você não precisa evitar o consumo de alimentos orgânicos certificados e verificados ou cultivados, sem a necessidade da biotecnologia.

02. Carnes processadas

Produtos de carne processada, como frios, mortadela, bacon, salsicha, etc, contém conservantes químicos que fazem parecer fresco e atraente, mas também pode causar câncer. Ambos, nitrito e nitrato de sódio, foram associados com o aumento significativo do risco de câncer de cólon e outros tipos de câncer, por isso certifique-se de escolher produtos de carnes livre de nitratos, de preferência de fontes alimentadas com capim.

03. Microondas pipoca

Eles podem ser notáveis por sua facilidade na preparação, mas sacos de pipoca  para microondas contêm produtos químicos que estão ligados a vários tipos de câncer e infertilidade. Da mesma forma existe um composto que se utiliza na mesma pipoca para dar-lhe sabor artificial de manteiga e que está ligada a graves doenças pulmonares. Além disso, alguns dos ingredientes utilizados podem conter materiais geneticamente modificados.

04. Refrescos

Como nas carnes processadas, tem sido demonstrado que refrescos causam câncer. Temperado com açúcar, produtos químicos e corantes, refrigerantes e bebidas não alcoólicas provocam acidez em nosso corpo e, literalmente, alimentam as células cancerígenas.

05. Comidas e bebidas "dietéticas"

São ainda mais prejudiciais do que refrigerantes. Autoridades Europeias para a Segurança dos Alimentos concluiu que o aspartame, um dos adoçantes artificiais mais comuns causar uma série de doenças, incluindo defeitos de nascença e câncer. Sucralose (Splenda), sacarina e outros adoçantes artificiais também têm sido associados com o câncer.

06. Farinha branca refinada

É um ingrediente comum em alimentos processados, mas o excesso de teor de carboidratos é uma preocupação séria. Um estudo publicado na revista "Cancer Epidemiology", constatou que o consumo regular de carboidratos refinados está associado com um aumento de 220% no câncer de mama entre as mulheres. Além disso, tem sido demonstrado que os alimentos com alto índice glicemico aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, o que alimenta directamente o crescimento de células cancerosas.

07. Açúcares refinados

O mesmo vale para esses produtos, que tendem a aumentar os níveis de insulina e estimulam o crescimento das células cancerosas. Adoçantes ricos em frutose, como xarope de milho de alta frutose e são particularmente prejudiciais porque foi constatado  que ajudam a metabolizar e proliferar as células cancerígenas. Assim como biscoitos, bolos, doces, refrigerantes, sucos, molhos, cereais e muitos outros alimentos populares, a maioria processados, contêm frutose e outros açúcares refinados, o que explicaria o por que das taxas de câncer estarem aumentando.

08. Maçãs convencionais, uvas e outras frutas

Muitas pessoas pensam que é uma alimentação saudável, quando compram maçãs, uvas ou morangos na loja. Mas a menos que essas frutas sejam orgânicas ou verificadas, livres de agrotóxicos, poderiam ser um risco significativo de câncer. O Grupo de Trabalho Ambiental (EWG) descobriu que até 98% de todos os produtos convencionais, particularmente aqueles encontrados na lista de frutas, estão contaminados com pesticidas que causam câncer.

09. Salmão de cultivo

De acordo com o Dr. David Carpenter, diretor do Instituto de Saúde e Meio Ambiente na Universidade de Albany, EUA, salmão de cultivo é outro alimento de alto risco de câncer. De acordo com as pesquisas de Carpenter, salmão de cultivo não só carece de vitamina D, mas muitas vezes está contaminada com substâncias cancerígenas, retardadores, pesticidas e antibióticos.

10. Óleos hidrogenados

Estes são comumente usados para preservar os alimentos processados e mantê-los estáveis. No entanto, os óleos hidrogenados alteram a estrutura e flexibilidade das membranas celulares no corpo, o que pode conduzir a um número de doenças debilitantes, tais como o câncer. Alguns fabricantes estão eliminando gradualmente o uso desses óleos e substituindo-os por óleo de palma e de outras alternativas mais seguras, mas as gorduras trans ainda são amplamente utilizadas em alimentos industrializados.

Fonte: RT-TV 

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terça-feira, 15 de abril de 2014

Cinema 2.014 - O sinal




 The Signal (O Sinal) é um filme americano de ficção científica (2014) e suspense dirigido por William Eubank e co-escrito com Carlyle Eubank, David Frigerio e Sebastian Gutierrez. O filme é estrelado por Laurence Fishburne, Brenton Thwaites, Olivia Cooke e Lin Shaye. O filme estreou em 2014  no Sundance Film Festival e será lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 13 de junho de 2014.

 Sinopse:

 Nick e Jonah são calouros do MIT com uma paixão por hackers. Durante uma corrida cross-country através de Nevada com a namorada de Nick, Hailey, eles seguem a pista de hackers rivais para um local a 180 milhas de distância. Depois de um confronto terrível com os hackers no meio do deserto, o trio recupera a consciência em cativeiro. Esforçando-se para compreender a verdadeira natureza de seu confinamento, eles descobrem que eles são parte de uma conspiração muito maior do que eles poderiam imaginar.

 Elenco:

 Laurence Fishburne

 Brenton Thwaites

 Olivia Cooke

 Lin Shaye
       
 Sarah Clarke

 Beau Knapp

 Robert Longstreet

 Produção:

 Laurence Fishburne entrou para o elenco do filme de sci-fi "The Signal" em 9 de maio de 2013.

 Filmagens:

 As filmagens começaram em maio de 2013, no Novo México, as locações incluem Albuquerque, Los Lunas e Taos. Em 18 e 19 de junho as equipes estavam filmando as cenas no Rio Grande Gorge Bridge.

 Lançamento:

 Em 18 de Março de 2014, um pôster e algumas fotos do filme foram liberadas, seguido pelo primeiro trailer oficial no dia seguinte.  Em 26 de março de 2014, a Focus revelou um novo cartaz do filme.

 A Focus Features quer liberar o filme em 13 de junho de 2.014 para lançamento mundial.

 Ficha técnica:

 Directed by William Eubank

 Produced by:

 Brian Kavanaugh-Jones

 Tyler Davidson

 Written by:

 Carlyle Eubank

 David Frigerio

 William Eubank

 Starring: Estrelando:

 Laurence Fishburne

 Brenton Thwaites

 Olivia Cooke

 Lin Shaye

 Cinematography:

 David Lanzenberg

 Editing by Brian Berdan

 Studio:

 Automatik Entertainment

 Low Spark Films

 Distributed by:

 Entertainment One

 Focus Features

 Release dates: Datas de lançamentos:

 January, 22, 2014 (2014-01-22) (Sundance Film Festival)

 June 13, 2014 (2014-06-13) (United States)

 Running time (duração): 95 min

 Country (país): United States

 Language (língua): English

 Fonte: Wikipedia

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