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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Hipertensão pulmonar



hipertensão pulmonar ocorre quando a pressão arterial é anormalmente alta nas artériaspulmonares (pequena circulação) ou na irrigação vascular dos pulmões. Dependendo do caso, poderá provocar uma marcada diminuição da tolerância ao exercício e falhas do coração. Esta hipertensão é independente da forma mais comum (chamada, simplesmente, hipertensão arterial - e que dever-se-ia chamar, com maior propriedade, "hipertensão sistémica"), detectada no consultório médico, onde é medida apenas a pressão nas artérias que participam dagrande circulação. O ventrículo direito do coração tem de fazer um esforço adicional para conseguir bombear osangue até aos pulmões, onde captará o oxigênio através das hemácias.
A hipertensão pulmonar pode ser primária ou secundária. É secundária quando deriva de enfisema pulmonar ou doença cardíaca congênita. É considerada primária, quando não se consegue encontrar causa para o distúrbio.
Foi identificada pela primeira vez por Ernst von Romberg in1891.

Fisiopatologia

O processo subjacente da Hipertensão Pulmonar varia e, com freqüência, múltiplos fatores são responsáveis. Normalmente, o leito vascular pulmonar pode receber o volume sanguíneo liberado pelo ventrículo direito. Ele apresenta uma baixa resistência ao fluxo sanguíneo aumentado por meio da dilatação dos vasos na circulação pulmonar. Entretanto, se o leito vascular pulmonar está destruído ou obstruído, como na hipertensão pulmonar, a capacidade de receber qualquer fluxo ou volume do sangue fica prejudicada, e, então, o fluxo sangüíneo aumentado eleva a pressão da artéria pulmonar. À medida que a pressão da arterial pulmonar aumenta, também aumenta a resistência vascular pulmonar. A constrição da artéria pulmonar (como na hipoxemia ou hipercapnia) e a redução no leito vascular pulmonar (que ocorre com a embolia pulmonar) resultam em um aumento na resistência e pressão vasculares pulmonares. Essa carga de trabalho aumentada afeta a função ventricular direita. Por fim, o miocárdio não consegue satisfazer as demandas crescentes impostas a ele, levando à hipertrofia (aumento e dilatação) e insuficiência ventricular direita.

Manifestações clínicas

A dispneia é o principal sintoma da hipertensão pulmonar, ocorrendo, a principio, com esforço e, mais adiante, em repouso. A dor torácica subesternal também é comum, afetando 25 a 50% dos pacientes. Os outros sinais e sintomas incluem:
  • Encurtamento gradual da respiração que pode piorar com exercícios.
  • Dor ou desconforto torácico.
  • Fadiga.
  • Inchaço nas pernas.
  • Tosse persistente.
  • Palpitações (sensação do batimento forte ou anormal do coração).
  • Cianose (tom azulado da pele, principalmente nas mãos, pés e face).
  • Tontura
  • Desmaio (síncope)

Históricos e achados diagnósticos

Uma avaliação diagnostica completa inclui uma historia, exame físico, radiografia de tórax, provas de função pulmonar, eletrocardiograma (ECG), ecocardiograma, imageamento de ventilação perfusão e cateterismo cardíaco. Em alguns casos, pode ser necessária uma biopsia pulmonar, realizada por toracoscopia, visando elaborar um diagnóstico definitivo. O cateterismo cardíaco do lado direito do coração revela a pressão arterial pulmonar elevada. Um ecocardiograma pode avaliar a progressão da doença e excluir outras condições com sinais e sintomas similares.
O ECG revela hipertrofia ventricular direita, desvio do eixo para a direita e ondas T altas, em pico, nas derivações inferiores, ondas R anteriores altas e depressão do segmento ST e /ou inversão da onda T anteriormente. A Pa O2 também está deprimida (hipoxemia).
Uma cintilografia da ventilação-perfusão ou angiografia pulmonar. As provas de função pulmonar podem estar normais ou mostrar discreta diminuição na capacidade vital (CV) e na complacência pulmonar, com uma leve diminuição na capacidade de difusão.

Tratamento patológico

A única cura para a hipertensão pulmonar primária é o transplante pulmonar para ambos os pulmões, sendo, às vezes, também necessário o transplante de coração.
Medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio, antagonistas do receptor de endotelina, inibidores da fosfodiesterase 5 (sildenafila) e prostaciclinas podem ser utilizados para a melhora dos sintomas e prolongamento da vida, mas não curam a doença. Devemos lembrar que os transplantes são cirurgias grandes e envolvem riscos significativos, como sangramento, infecções, e, até mesmo, o óbito do paciente.
Além disso, o fenômeno de rejeição ao órgão transplantado é elevado, podendo chegar até 50% dos pacientes dentro de dois a três anos após o transplante.
Após a realização do transplante, o uso de medicações para prevenir a rejeição é obrigatório por toda a vida, o que pode ocasionar diversos efeitos colaterais.
Para o alívio dos sintomas, o oxigênio suplementar é a medida mais importante e quase sempre faz parte do arsenal do tratamento.
Além disso, os vasodilatadores - medicações que dilatam os vasos para facilitar a passagem do sangue - podem, em um terço dos casos, auxiliar no tratamento.
Várias medicações estão em fase de teste para ver se podem ajudar no tratamento e há outras já em uso na hipertensão pulmonar.
Os anticoagulantes (medicações que combatem a coagulação do sangue) também têm sido empregados no tratamento, visto que eles parecem prolongar a vida dos pacientes. Além disso, eles evitam os casos de trombose nestes vasos pulmonares alterados.
A hipertensão pulmonar primária é uma doença com mau prognóstico.

Tratamento de enfermagem

A principal meta da enfermagem consiste em identificar os pacientes em alto risco para a hipertensão pulmonar, como aqueles com DPOC, embolia pulmonar, cardiopatia congênita e doença valvar mitral. A enfermagem também deve ficar alerta para sinais e sintomas, administrar adequadamente a terapia de oxigênio e instruir os pacientes e família sobre a utilização domiciliar de suplementação de oxigênio.

Fonte: Wikipedia











quarta-feira, 10 de julho de 2013

Brasileiros que fazem história



Mais uma vez o Brasil mostra que um sonho nunca deve morrer, caso contrário, morreremos com ele. É o sonho de ver um Brasil melhor que traz os  sindicatos e outras associações as ruas de todo o Brasil nesta quinta-feira, dia 11 de Julho de 2.013, um dia para entrar para a história.

Depois que o PT assumiu o poder, deixando a burguesia fora do governo, o país ficou órfão de representantes, entretanto, o MPL revelou-se como um bom pretexto para que a burguesia se reorganizasse depois de tantos anos, mostrando que é a classe mais bem preparada para promover mudanças, como aconteceu com os caras-pintadas. As manifestações que começaram com o Movimento Passe Livre assustaram seus organizadores desde o início, quando alguns manifestantes estamparam em suas faixas: "Não é só pelos vinte centavos."

O MPL recuou, mas as manifestações mostraram que iriam muito além disso.

Com a chegada dos sindicatos, as manifestações finalmente assumem um caráter de Ordem e Progresso, melhor, sem precisar de nenhum político - até porque está cada vez mais perigoso para um político, sair às ruas, não é mesmo?

Atenção alunos de história, esta é a sua chance de documentar para a posteridade, com fotos, vídeos e registros, a verdadeira História do Brasil, mostrar que ela existe.

A presidente, assim como Lula e vários outros, mostraram que um presidente não tem forças, pior, que o sistema é totalmente controlado por banqueiros como SS, oligarcas com JS, e muitos corruptos que seria impossível listar nesse post.

Vejam quem está fazendo história nessa lista:

Sindicatos (CUT, Força Sindical, CSP-Caonlutas, Nova Central, UGT, CGTB e CTB)  e o MST - Movimento dos Sem Teto.

Reivindicações desta quinta-feira:

Desmilitarização da Polícia Militar, estatização das empresas de transportes, 10% do PIB para a saúde e educação, e a saída do senador Renan Calheiros (PMDB/AL, presidente do Senado), fim do fator previdenciário e dos leilões do petróleo e PL 4330/2004, projeto de lei que regulariza terceirizações, de autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB/GO).

Participantes dos protestos:

Petroleiros, professores, bancários e servidores da saúde que aderiram à paralisação.

Uma das grandes preocupações típicas dos protestos, a paralisação dos serviços públicos, foi resolvida, mostrando que a organização das manifestações está melhorando.

As manifestações não terminam nessa quinta-feira, pelo contrário, esta é só mais uma das muitas batalhas para acabar com as brasas que queimam no purgatório desse Brasil.

Texto by Jânio

Fonte dos Dados: Estadão

A política torta do Brasil

Eu não acredito em teoria da conspiração

Mortes misteriosas de celebridades

Presidentes do Brasil

A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

Políticos com problemas na justiça

O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A ditadura de Moammar El Kadhafi chega ao fim



Depois da revolução político-social no Egito, onde o Governo daquele país não resistiu muito tempo, agora chegou a vez da Líbia.

Parece que a história se repete, mas não é bem assim.

Há semelhanças e diferenças, entre esses dois países. Entre as semelhanças, podemos destacar a religião e o perfil multicultural, onde várias etnias tem em comum a religião.

A diferença é grande, quanto a "coragem" e a falta de escrúpulos do governante Muamar Kadafi, diante das câmeras, diante do povo. Enquanto o Governo Egípcio era apenas corrupto, mas extremamente covarde, o líder da Líbia parece não se intimidar com o começo do fim.

A comunidade islâmica tem muita coragem, depois de se convencerem que as mudanças são possíveis, eles enfrentam tudo e a todos.

Também há uma mobilização internacional, possibilitando um ataque numa área bastante sensível desses ditadores, a financeira. Assim como ocorreu no Egito, os bancos suiços foram ordenados a bloquear as contas bancárias dos membros do governo de Kadafi.

Foi o Governo Italiano, na época da guerra contra a máfia, que ensinou a combater a corrupção. Tirando o poder financeiro dos corruptos, esses criminosos ficam sem força - tanto política, quanto militar.

Assim, ditadura após ditadura é derrubada, expondo uma política de alianças, made in USA, um tanto quanto discutível.

Os americanos fazem questão de viver na democracia, dentro de seu país, mas fora dele, há tolerância às ditaduras.

Os povos do Oriente médio começam a escrever suas histórias, enquanto suas reações se torna cada vez maior, sua crença mais forte.

Novos sistemas de governo deverão surgir, já que vários países estão se formando, dentro de outros países. Os Emirados Árabes são um bom exemplo de sistema alternativo de governo.

By Jânio