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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

País perde mais de 74.000 empregos




Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil
Em outubro, 74.748 vagas formais foram fechadas no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (24) pelo Ministério do Trabalho.

A perda de empregos ficou abaixo da registrada em outubro de 2015, quando houve fechamento de 169.131 vagas. No acumulado do ano, o Caged contabiliza 751.816 postos a menos. Nos últimos 12 meses, o país acumula 1,5 milhão de postos de trabalho suprimidos.

Carteira de Trabalho
No acumulado do ano, foram fechados 751.816 postos de trabalhoMarcello Casal Jr/Agência Brasil
Os setores que tiveram as maiores perdas de vagas formais foram construção civil (-33.517 postos), serviços (-30.316 postos) e agricultura (-12.508 postos).

Apenas o setor do comércio apresentou saldo positivo no mês passado, com criação de 12.946 postos de trabalho. A indústria da transformação, que havia apresentado saldo positivo em agosto e setembro, fechou 5.562 vagas em outubro.

As perdas mais significativas de vagas foram registradas em São Paulo (-21.995 postos) e no Rio de Janeiro (-20.563). As unidades da Federação que mais geraram empregos foram Alagoas (5.832), Rio Grande do Sul (2.386), Sergipe (1.932 postos) e Santa Catarina (1.267 vagas).

Divulgado desde 1992, o Caged apura o estoque de vagas formais de emprego no país calculando a diferença entre contratações e demissões. Os dados são levantados com base em declarações enviadas pelos empregadores ao Ministério do Trabalho.

Edição: Juliana Andrade

Agência Brasil


domingo, 20 de setembro de 2015

Empresas que estão contratando no exterior


A demanda por empregos continua, mas aqueles com graduação superior são os mais procurados. Além da graduação, a maioria das empresas prefere pessoas com mais experiência e mais jovem. Falar inglês também é fundamental para entrar numa grande multinacional de países dessa língua.

Recém formados arriscam tudo nos estágios, intercâmbios, até conseguir experiência suficiente. Trabalhar nas Olimpíadas é uma boa forma de aumentar a rede de contatos.

Eu notei que a quantidade de sites de Recursos Humanos e buscas de emprego é muito grande, basta uma pequena pesquisa para encontrarmos os melhores. É muito importante a qualidade de vida e uma boa rede de  rede de contatos.

Se você sair do país com um grupo de pessoas que você conhece há muito tempo, você vai se sentir muito mais seguro, pode dividir o aluguel e o custo de vida deixará de ser um problema, enquanto os amigos serão a solução para sua insegurança. É claro que em alguns países, a segurança é o menor dos problemas.

Os melhores países para se viver são os países com bom IDH, não adianta ser rico e não ter uma boa qualidade de vida. Os melhores países são os mais frios também, infelizmente. Se você já teve pneumonia, meningite ou alguma doença relacionada com resfriado, sem chances em países frios.

Veja uma pequena lista  

Hotels

Possui um sistema de busca por vagas, ex: exterior (vagas no exterior).

ABB


Possui um mapa interativo para escolher o país

Loreal


Estágios da lorealtalentos

Três anos completos de faculdade

✔ Em parceria com a Companhia de Talentos
✔ Testes;
✔ Entrevistas por Skype;
✔ Entrevistas presenciais

90.000 vagas nas Olimpíadas

Para conseguir trabalhar no exterior, uma das dicas é uma boa rede de contatos. Os organizadores das Olimpíadas ainda oferecem comprovação de participação.

Agência de recrutamento para cruzeiros

Os cruzeiros tem emprego  sempre, apesar dos profissionais de cozinha e limpeza serem os mais procurados. No estrangeiro exige-se o domínio do inglês.

Empresas de tecnologia que sempre contratam em todo o mundo.
Basta acessar o site dessas empresas e dominar o inglês.

Google

Facebook

Apple

By Jânio

Profissões promissoras que ainda não existem

Melhores profissões do futuro

Profissões com falta de pessoas qualificadas

EUA - Melhores cidades para free-lancer

EUA - Melhores cidades para trabalhar

Empresas americanas que mais contratam estrangeiros 



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Empresas americanas que mais contratam estrangeiros




10º) Mahindra Satyam

Segmento: tecnologia
Com escritórios em todo o mundo (oito nos Estados Unidos), a Mahindra contratou 2.310 trabalhadores estrangeiros com um salário médio de US$ 70.495 ao ano.

9º) Ernst & Young

Segmento: prestadora de serviços
A Ernst & Young tem três escritórios em Kerala, na Índia. Eles contrataram 2.316 trabalhadores com média salarial de US$ 86.428/ano.

8º) Accenture

Segmento: consultoria
A Accenture está sediada em Dublin, na Irlanda. A empresa 2.653 trabalhadores estrangeiros em 2012 com um salário médio de US$ 72.704.

7°) L&T Infotech

Segmento: tecnologia
Os escritórios da L&T Infotech ficam em Bangalore, Índia. Eles patrocinaram 3.253 trabalhadores com um salário médio de US$ 59.241 no ano.

6º) Microsoft

Segmento: informática
Bill Gates tem sido um grande defensor do aumento do número de vistos para trabalhadores estrangeiros nos Estados Unidos, sua empresa contratou 4.067 trabalhadores temporários em 2012 e pagou um salário médio de US$ 109.566.

5º) Deloitte Consulting

Segmento: consultoria e gestão
Deloitte patrocinou 4.735 pessoas em 2012 e pagou-lhes uma média de US$ 98.305.

4º) IBM

Segmento: informática
IBM trouxe 6.190 trabalhadores imigrantes altamente qualificados no ano passado e pagou US$ 82.630 em média.

3º) Tata Consultancy

Segmento: tecnologia
Tata Consultancy Services da Índia patrocinou 6.732 trabalhadores estrangeiros e lhes pagou um salário médio de US$ 64,350.

2º) Wipro

Segmento: tecnologia
Wipro, da Índia, trouxe 7.178 trabalhadores para os EUA em 2012 e pagou-lhes em torno de US$ 76.920.

1º) Infosys

Segmento: tecnologia

Infosys foi, de longe, o maior contratante de trabalhadores estrangeiros nos Estados Unidos. Eles trouxeram cerca de 15.800 trabalhadores com vistos em 2012, com salário médio de US$ 75.062/ano.

Fonte: MSN