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terça-feira, 17 de março de 2015

Legalização do aborto



Segundo a Bíblia, enquanto duas mulheres brigavam, Salomão propôs repartir a criança, dividindo-a com a espada.  A mulher que desistiu com pena da criança, foi considerada aquela que teria o direito de ficar com a criança.

Os tempos mudaram  e sempre aprendemos a burlar a lei, se bem que ninguém mais quer as crianças, ao invés disso, querem abortar.

Alguns anos atrás, uma mulher veio até mim para dizer que sua sogra havia tirado seu filho através da justiça da família - o meu filho vai crescer longe de mim, vai perder o amor de sua mãe - disse ela.

 - Criança não é uma mercadoria, um produto que possa ser disputado ou tirado - respondi -  eu nunca vi um filho adotivo que não quisesse conhecer os pais verdadeiros - completei.

A verdade sobre a mãe um dia chega, não é o que acontece com o pai mas com a mãe a verdade é implacável. 

Várias celebridades vem declarando que já fizeram aborto e que isso foi importante para as suas vidas e/ou suas carreiras. Algumas dizem que se sentiram bem com isso, bem melhor do que ficariam com o nascimento do filho.

Em primeiro lugar, eu gostaria de dizer que cada pessoa faz o que acha certo com o seu corpo e que cada um deveria cuidar de sua própria vida. Entretanto, ficar declarando o(s) aborto(s) que já fez, eu acho constrangedor, além disso, a lei deixa bem claro que o bebê que ainda não nasceu já possui direitos, essa é também a opinião da igreja.   

Bom, eu acho que a igreja é fundamentalista e acho que deve continuar assim. No caso da lei, fica impossível observar todos os interesses envolvidos, causas e consequências. De fato, até o próprio estupro é discutível em alguns casos.

Certa vez, depois de analisar pela sexta vez a mesma situação, onde o mesmo homem teria engravidado a seis mulheres, um juiz desabafou - para mim, nenhuma de vocês tem vergonha na cara, onde já se viu seis mulheres grávidas de um mesmo homem em dois anos?

O juiz não poupou nem a menina de menor, já que nenhuma delas denunciou estupro.

A igreja sempre faz prognósticos alarmantes: se uma mulher pode abortar, quantos abortos ela teria direito?

Eu já discuti esse assunto uma vez e cheguei a uma conclusão: se a futura mãe quer fazer um aborto, então, talvez o filho mereça mesmo morrer, imagine a tristeza para uma criança saber que a  mãe o queria morto.

Por que a mulher se acha no direito de decidir se um bebê deve nascer ou não, sem dar direito de escolha para outras partes envolvidas, como o pai, a mãe, avós e outros parentes e membros da sociedade que poderiam se interessar pela adoção?

As vezes eu penso comigo que os dois deveriam morrer, a mãe e o filho, até o pai, caso ele concorde com o aborto do bebê, a sociedade deveria abortar os três e depois prender os avós.

A justiça se acha no direito de proibir o aborto, mas o que a justiça poderia fazer pela criança? Será que o estado tem condição de parar com os roubos dos políticos e investir mais em educação e orfanados. Em países desenvolvidos a mãe solteira tem direito a um salário mínimo, mas também tem obrigações.

Se uma mãe pensa em aborto, deveria ser proibida de ver o filho. Caso o filho pergunte pela mãe, melhor dizer que ela morreu ou desapareceu. Caso a mãe se arrependa e pergunte pelo filho, melhor dizer que ele morreu também.

Quando a mulher decide engravidar de um namorado, ninguém consegue convencê-la do contrário. A mulher pode querer casar por amor, por dinheiro, ou apenas sair da casa dos pais. Pode acontecer dos dois serem pervertidos também. 

O fato é que não se sabe quando a mulher é mais intransigente, quando quer ter filho ou quando não quer, essa postura poderá comprometer a brilhante luta pela igualdade no poder.

By Jânio

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domingo, 3 de fevereiro de 2013

EUA obrigam ouvir o feto antes do aborto




Um tribunal de justiça do estado do Texas, Estados Unidos, ratificou a lei que obriga as mulheres a ouvir o som do feto antes do aborto.

Ativistas anti-aborto acreditam que ao escutar o batimento do coração de seu futuro filho, muitas mulheres desistirão de sua decisão, abandonarão conscientemente a ideia, com responsabilidade.

A norma exige realizar ecografias previas, escutar o feto e conhecer sua descrição completa. A única exceção possível, só para as mulheres violentadas, que sofreram incesto ou cujo feto tenha má-formação.

No ano passado a legislação foi aprovada e logo promulgada pelo governador e atual candidato às primárias republicanas, Ricky Perry.

O candidato presidencial disse: "Esta lei garante que qualquer texano que queira um aborto, deverá conhecer todos os detalhes sobre o bebê e entender o impacto devastador de acabar com sua vida".

Os defensores dos direitos das mulheres consideram que a lei é inconstitucional e afirmam que a obrigatoriedade viola a liberdade das mulheres.

Nancy Nortup, presidenta do Centro pelos Direitos Reprodutivos, que defende a contracepção e o aborto legal, disse que a decisão do tribunal "abre caminho para a aplicação de uma lei intrusiva cujo único propósito é forçar as mulheres  a desistir de exercer os seus direitos, protegidos pela constituição".

O Texas é o vigésimo estado dos Estados Unidos que exige fazer ecografias prévias, mas é o único que obriga a conhecer a descrição do feto. Além dos debates no campo das leis, a questão do aborto segue gerando controversias em território americano e em países de todo o mundo.

Fonte: RT-TV

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